The Prince And The Witch
25 A reunião magica

Narrador On
A raposa então correra como nunca para fora da vila do reino em direção a floresta escura, mesmo na escuridão ela correra como se fosse o próprio vento muito rápido e sem bater nas árvores no escuro da noite, passados vários minutos ela então para na frente de uma casa no meio da floresta, pois sentira que Miku estaria por ali mesmo, ela virá que porta está fechadas e todas as luzes da casa apagados.
Julgando estar dormindo ele teve um plano então saltara para um galho de árvore começara a subir como muito destreza sem se desequilibrar, saltara para o telhado pois vira uma janela onde poderá ter acesso a casa da bruxa e andara calmamente para não acordar a moradora do lugar e ao chegar perto da janela percebera que fora apenas encontrara e com isso sorriu, ele então puxara um a porta um pouco e abrira conseguindo entrar na residência magica.
Por coincidência ao entrar no quarto, a Raposa se depara com uma pessoa de belos cabelos azuis dormindo em sua cama calmante se sem nenhuma preocupação, seu rostinho iluminado pela luz da luz a fazia mais bonita do que já vira na vida, dormindo como se fosse uma anjinha quietamente e despreocupada na sua cama macia sem nenhuma preocupação no mundo.
— Essa será fácil. — Pensou a Raposa olhando Miku dormir e facilmente coloca menina em suas costas sem acordar ela.
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Depois da passada que Lúpus, Thirre aparecera e fora falar com seu amigo Roma, levando ele e SeeU então para fora dos muros da aldeia, onde não haveria nenhum guarda por perto, o casal e o amigo ficaram de conversar sobre a tal criatura que passara por eles
— Espera, espera, você está me dizendo que aquilo na nossa frente fora uma Kitsune? — Repetiu Roma ainda não acreditando.
— Claro! O que mais acha que pode correr tão rápido? — Respondeu Thirre olhando para o amigo.
— Ora, Kitsune não deviam estar extintas me lembro que no passado que o reino do ferro autorizou a caça? — Rebateu o cavaleiro de volta.
— É esse e o erro mas grava dos humanos, achar que podem extinguir mesmo criaturas da criação, especialmente as magicas. — Rebateu Thirre — Se querem saber muitos das lendas ao qual acreditam não existir, acreditem ou não elas existem sim, mas boas partes ficam em terras distantes desse reino.
— Por que soltou ela no Reino, está querendo chamar atenção do rei? — Perguntou SeeU indagada.
— Não, mas isso será útil para o futuro, breve vocês saberão o porquê disso por agora não posso falar. — Respondeu o Parvel olhando-a para um lado.
— Mas espera, como você conseguiu uma Kitsune? Elas não são difíceis de pegar. — Argumentou o cavaleiro meio duvidoso.
— Bem essa aqui eu não peguei, eu achei ela faz alguns anos numa loja de antiguidades no reino da prata.
— numa loja de angiguidades no reino da pratafletir um pouco por uns minutoe me seguida acentiu Reino da prata..., mas o que
Antes de poder completar a pergunta o Cavaleiro de novo sente uma estanha presença vindo novamente quando evira ela vê a Kitsune passando rapidamente durante alguns segundos seus olhos então virão fios de cabelo turquesa passando, algo que Thirre de um sorriso e SeeU ficou olhando assombrada com velocidade da criatura mágica.
— Ele voltou? -Perguntou a menina loira
— Sim e agora vejo que está fazendo bem seu trabalho. — Respondeu o alquimista e olha pra Roma – O que foi?
— Nada, nada não. — Respondeu o cavaleiro saindo de seus pensamentos- Espere Thirre você me deve explicações sobre o que você está fazendo nesse reino? Ainda por cima eu queria saber o por questão caçando vo.....
— Bem então tenho que ir preciso cuidar de algo, Roma poderia ir a minha casa daqui a alguns dias, responderão que você quer saber. – Interrompeu ele — E algo muito importante que preciso fazer.
— Está tempo acaso vai sair. — Respondeu ele olhando-se amigo.
— Sim, eu vou ficar fora alguns dias, preciso fazer algo muito importante que preciso fazer, sinto por isso. — Desculpou-se coçando um pouca cabeça — Mas prometo falar com você depois disso.
Roma nem pode mais falar nada quando alguns passos foram ouvidos vindo do portão da vila e no instante que ele e SeeU se vira para ver, Thirre desaparece entre as sombras das árvores, quando Roma se virou para ver Thirre, esse não estava mais no lugar.
— Vamos SeeU, temos que voltar só castelo antes que sintam falta da gente. –Dissera o cavaleiro olha para SeeU.
— Certo. — Concordou namorada partido junto com ele.
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Lúpus percorra em poucos minutos o caminho até o castelo real passando tão rápido pelas guardas que esse nem notam sua presença e outro tratam como se fosse fruto de sua imaginação da sacada de seu quarto príncipe esperava ansioso e em parte em dúvidas se a raposa conseguira trazer Miku para ele, ainda não confiava no que Thirre o dissera antes de sumir , mas algo ainda o fazia acreditar nas palavras do alquimista, ele então olhara para fora da sacada esperando algum sinal da raposa magica, esperando ela voltar com a menina de cabelos turquesa, quando senta na sua cama algo o surpreende.
— Olá jovem mestre. — Disse a Kitsune aparecendo do seu lado.
— Lúpus, não em assustei assim. -Avisou o príncipe colocando mão no coração por causa do susto.
-Perdão, jovem mestre. -Desculpou-se a raposa albina- Eu não queria isso juro.
— Certo então. — Falou o rapaz olhando para o que a raposa carregará nas costas -Você trouxe ela?
— Sim mestre, cumpri com o pedido eu me fez. — Respondeu a raposa colocando Miku delicadamente na cama do príncipe- Que mais alguma coisa.
— Não Lúpus.... Apenas pode em deixar um pouco as sós com ela. — Dissera gentilmente Mikuo.
-Sim mestre. — Falou a raposa sumindo na escuridão -Chama-me e se precisar.
Depois que raposa sumira como viera, o jovem príncipe então fora para perto olhar jovem bela que adormecida na cama dele, ele ficara longos minutos olhando beleza de Miku um bom tempo chamara sua atenção fora seus rostinhos igual de uma boneca e seus longos e macios cabelos como se fosse feito de lã macia e lisa de ovelha e que por incrível que pareça cheirava as mais belas rosas azuis.
O Príncipe então se aproveitara ficara olhando o belo rosto dela, e ao se inclinar um pouco para olhar ela quando por um simples descuido ele sente seu nariz encontrar nela por poucos milímetros ,mas mesmo assim sentira seu coração pulsar de medo e susto logo se distanciando para não acordar Miku ,ele ainda tinha medo dela fugir de medo e repulsa se o visse .
Ele sabia muito bem que era o filho do rei responsável pelo sofrimento do povo bruxo e do ódio que os bruxos sentem pelas sua família, algo dentro de si deu um parto no coração em saber que uma ´pessoa tão linda como ela podia ter tanto ódio por ele, o filho do rei causador dessa tragédia e do sofrimento dela.
— Miku se eu pudesse te livrar desse ódio, eu adoraria ter você de volta. — Murmurou o príncipe acariciando seus belos cabelos turquesas -Você e além da minha irmã foi única amiga, nessa prisão de luxo que todos chamam de castelo.
-Mii..mi..Miku...Mikuo....- Murmurou Miku assuntado o jovem príncipe que cai de bunda no chão.
-“Ela está falando meu nome? -Pensou o príncipe se levantando e vê que ela está dormindo-Sonambulando?
— Não vá em...bora”- Falou sonambula na cama se mexendo um pouco.
-“Ela está sonhando comigo? — Perguntou-se o príncipe ou vir tais palavras. — Mas o que será que ela está sonhando nisso tudo.
Ao ter perguntado isso o colar em sua mão começa bilhar assustando o príncipe que não entedia nada, a luz fizera seus olhos não poderem ver mais nada pelo seu forte brilho igual uma estrela, ele acabara fechando seus olhos até sentir de repente então ele sente ser transportado até um lugar onde que lhe parecia muito familiar, ele começara a comtemplar o lugar até que então ao ver não podia acreditar no que vira.
- O campo das flores! — Murmurou ele ao se lembrar.
- Mikuo. você não me pega. — Falou uma menina cabelos correndo de algumas árvores.
- Espera por min.- Gritou um menino de cabelos da mesma cor correndo atrás dela.
As duas crianças corriam, a alegremente uma atrás da outra pelo campo e o príncipe adulto não podia acreditar no que está vendo, parecia até um sonho isso, pois aquilo não podia ser real, aquilo não podia estar acontecendo bem na sua frente.
- Aquele sou e ...Miku. — Dissera incrédulo o príncipe.
AS duas crianças não pareciam notar sua presença próxima delas até parecia aquele era um fantasma perto delas,
- Miku para.... Eu quero descansar. — Pediu o menino entanto numa pedra pois está um pouco cansado.
- Há Mikuo, você eu muito fraco. -Riu menina a parando de correr e vai até ele se sentado numa outra pedra — Devia se esticar mais.
- Miku, por que você gosta de vir aqui? — Perguntou o menino.
- Eu gosto de flores seu bobo, eles são muito lindos e bonitos. — Respondeu a mina olhado uma rosa azul- Elas são mais lindas.
- Verdade, elas têm a cor de seu cabelo. — Comentou o menino olhadora para amiga.
- Mikuo. — Reclamou a menina envergonhada.
- Eu, mas eu falei a verdade. — Justificou o menino não entendo.
Ao ver aquela cena o jovem príncipe então dá um sorriso por causa dessa cena quando de repente o lugar começa a escurecer em volta e as duas pequenas crianças, o príncipe não conseguira entender nada até que em alguns instantes se formaram uma estanha cena onde está ele e viu um Miku já crescida num lugar do castelo que parecia o palco de uma tragédia.
Nele o local mostrava sinais de uma grande batalha, ele então olha ao redor e vira era seu castelo destruído por algo ou alguma coisa, nele dava para ver Miku chorando sobre uma pessoas caída e ao redor dela tinham ao total mais oito pessoas, alguns eram dos conhecidos por outro ele ainda não vira em vida, entre elas eu vi três rosto que me pareciam familiares.
- E o Thirre, Roma e Len! -Murmurou surpreso com o que viu.
Em sua frente estão feridos e o Thirre com a roupa em parte rasgado do Peito até o ombro direito com alguns cortes e o Len com cortes desde seu braço até seu peito do lado esquerdo trajando uma armadura cor branca, Já Roma estando som seu braço direito sujo de sangue e seu olho esquerdo estava fechado por um ferimento de alguma lamina e em seu corpo parecia ter estado uma armadura cor de prata quase que destruída por completo sobrando apenas as penas e um pouco do peitoral.
- Mikuo...
- Miku eu ...sinto muito.... Por minha culpa.... — Disse Thirre começando a derramar lagrimas.
- Thirre.... Para de falar …agora. — Mandou ela comando a derramar várias lagrimas nos olhos.
- Miku eu...eu....
- Roma não podemos fazer mais nada...você não pode...
- Eu não...vou deixar ele morrer...prometi e min mim mesmo proteger todos que precisarem de min...
-Seu tolo...você não pode...ressuscitar os mortos ...Ninguém pode fazer isso.
-Miku...Miku eu não...eu não....
Mikuo...não fale você....
- Meu nome ....Ela está falando ele como seu....tivesse. — Perguntou-se o jovem príncipe.
Sem nem poder ver mais anda o jovem novamente vê tudo ficar escuro e sente ser transportado de novo fazendo ele não ver anda até que ele sente ter parado e até abrir os olhos e perceber que está no seu quarto e vê Miku dormindo serenamente no quarto iluminado apenas pela luz da lua.
— O que foi isso? -Perguntou-se o príncipe ainda confuso com tudo-parecia tão real, era como se fosse algo que aconteceu comigo.
— Irmão, você está acordado? -Chamou Seiko batendo na ´porta.
-“ Preciso esconder a Miku, mais preciso ser rápido se minha irmã ver ela, pode ser morte certa para ela “- Pensou o príncipe.
Em segundos ele pega bruxa dorminhoca no colo e a coloca dentro de seu armário delicadamente sobre suas roupas reais em segundo ele se deita na cama fingindo dormir na cama, Seiko não ouvindo resposta abre um pouco a porta e vê seu irmão dormindo serenamente e com isso resolve sair, mas ao ver a caiu na cama ele pega e a guarda debaixo da cama de seu irmão saindo depois do cômodo silenciosamente assim como entrara, depois de confirmar que sua irmã fora embora, o jovem se levantara de sua cama cuidadosamente e fora ver Miku está e quando fora abri o armário ,acabara tendo uma enorme surpresa.
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Em algum lugar deserto e distante do reino de Lucyfaria, mais exatamente num vale rochosos e sem nenhuma vegetação, andava apelo local o jovem de cabelos escuros e uma jovem garota arqueira vestida com uma capa do aparente material.
Os dois Também andando junto por uma descida de pedras rochosas, os dois andaram calmamente por ela pareciam calmos até chegarem numa plataforma de terra onde estão um casal em cima dela, não se poderá ver seus rostos devidos a escuridão e a pouca iluminação da lua, o alquimista faz um sinal coma mão e a sua parceira para de andar, encarando quem estava na sua frente os encarando, era ali o local marcado, o alquimista então vê alguns gravetos próximos tem um ideia ,tirou de seus bolos um frasco com um liquido de cor vermelha e jogara os encharcando e em seguida tirou de seus bolsos duas pedras cinzenta e ao baterem
— Então ele já usou aquela caixa? -Perguntou a mulher de longos cabelo e aparentemente um pouco rosas devido luz fraca da fogueira- Mas lembre-se não podemos força ele a nada,
— É confie em min, eu estou certo disso. – Respondeu de modo franco o jovem se sentando numa pedra — Alias pode sair da escuridão Gakupo, não tem ninguém além de nós.
— Thirre lembre-se que essa reunião não e algo para nos divertimos, a situação agora não está para brincadeiras. — Respondeu o homem encarando seu companheiro — Sabe muito bem que isso e importante para acabamos com isso.
— Sei, sei disso o mesmo eu sempre faço anos, sabe não devemos ficar preocupados com o amanhã, ele vira e não podemos controlar o que vai acontecer. -Falou o alquimista olhando algumas estrelas -E lembre-se tudo ao seu tempo certo, então tenhamos calma amigos.
— Mas Thirre, se esqueceu estamos perto de uma guerra entre reinos e seres mágicos e você vem com calma? — Ironizou a albina olhando para seu colega- Não está ciente que essa profecia e vital para acabarmos com tudo isso?
— Olhe minha cara, eu sei disso, mas não adiantara de nada ficar nervoso e desesperado nessa situação, deixe tudo seguir seu curso e ela se cumprira. -Respondeu o jovem olhando ainda as estrelas- É lembre-se o tempo ne controlado pelos humanos.
— Você diz isso por que não e você que está sofrendo tanto quando nós. — Respondeu a menina olhando seu parceiro e o agarra na gola da roupa-Sabe o quanto eu sofri separada da minha família do meu pai, minha mãe e o do meu irmão ou o quanto minha mãe a adotiva teve de suportar por causa dessa caça aos seres mágicos?
— Pare ...não precisa ficar assim. -Gakupo intervenho separando a menina de Thirre — Sei eu está se sentido com isso, mas essa briga assim não vai resolver nada o problema.
— E por acaso sabe o que eu sofri com isso Gakupo? Sua família que eu saiba ...
— Vocês dois parem com isso! — Ordenou Luka separando os dois com um feitiço — Não viemos como objetivo de brigar ou já se esqueceram do objetivo que viemos aqui?
— Verdade, ela tem razão então os dois podem parar agora ou eu mesmo irei nocautear os dois agora, coisa que não estou querendo . – Mandou Thirre se levantando e se estiva um pouco – E agora vamos falar de assuntos sérios como por exemplo infiltramos no baile real capturar a família Megapoid, a Neru e as princesas Saeko e Kaye nisso tudo.
— Certo, certo, mas se esquece que eles estarão vigiados por centenas ou milhares de guardas como espera que capturemos? Por acaso espera ficarmos invisíveis. — Perguntou a Albina de modo sarcástico e debochando do que seu colega dissera.
— Os dois parem de brigar agora. — Ordenou Gakupo ainda serio olhando tudo- Ou se esqueceram que viemos aqui discutir e mais importante?
Nisso só dois acabaram por deixar o artrito que estava começando a surgir.
— Tem razão Gakupo, agora situação e seria pra briguinhas ridículas! — Respondeu o jovem de cabelos escuros e olha para ela- Luka, por favor você já consegui todos os ingredientes para aquela poção? Eu precisarei dela nesse dia.
— Sim Thirre, mas terra que esperar sabe quanto tempo e leva para fazer essa poção? -Respondeu a feiticeira olhando seu colega -E Thirre, sabe muito bem que isso será arriscado, o Rei Hideo odiaria se soube-se que sua criada chefe está tramando isso.
— Não se preocupe, isso será por uma causa maior. — Assegurou o alquimista.
— Eu sei disso, mas e que eu ainda não aceito que ele aceitou caçar bruxas e magos por culpa de um, eu ...ainda não consigo acreditar que ele foi capaz disso”- Respondeu ela olhando para o fogo.
— Meu amor, eu sinto por isso. — Falou Gakupo pegando na mão — Sei o quanto e horrível o quanto o fez a sua família e seu povo, mas não se esqueça que ele e apenas um peão nisso tudo, mas eu asseguro que iremos fazer o verdadeiro culpado pagar por isso
— Eu estou junto Gakupo, não podemos deixar que essa maldita caçada continue. -Completou a arqueira olhando para sua companheira – E também tenho algumas contas a certa com o rei Katsuo, mesmo que ele seja um peão.
— Sei disso, mas por favor não faça nada que se arrependa depois, eu odeio derramamento de sangue, mesmos que seja de humanos. — Disse Luka preocupada com as palavras de sua colega — Além disso seu pai a e sua família...
— Não fale de minha família — Respondeu ela ríspida. — Desde aquele maldito dia eu não parei de guarda ressentimento daquele rei e de sua família maldita.
— Não fale assim, ele nunca aceitaria que alguém de sua família se vira um assassino, vocês não são assim. – Cerrou Thirre os punhos.
— Thirre, se esqueceu do que é que aquele maldito rei fez com minha família? Os anos aos quais tive que ficar separada e longe dela? Sabe o que eu senti? Me responda Thirre. – Provocou ela garrando pela gola da cima da roupa.
Ele acabou rindo do anda para o alto e Gakupo estanhar a isso, parecia que Thirre prendera sanidade ou algo assim naqueles momentos.
— Eu sei mais do ninguém que o que sua família, seus pais e muitos tiveram de encara, não pense que eu estou indiferente com isso. — Verificou encarnado ela nos olhos cheio de fúria e rancor — Eu tive que ser procurado como um condenado nesses longos 18 anos, vendo e ouvindo relatos sobre muitos seres mágicos morrem ou serem escravizados, alguns são amigos meus, gente ao qual me importo muito, vi Elfos, Duendes,Fadas, Sereianos , bruxas e magos condenados injustamente e ainda vi um reino inteiro e seu irmão ficar sem saber da verdade esses anos todos, acreditando que sua única família era apenas seu pai, então não me venha dizer que não entendo.
— Thirre ......
— Não Luka deixe esse assunto eles resolverem. — Interpôs Gakupo sério — Nós temos outras responsabilidades.
— Ouça me bem, eu estou nessa luta protegendo esse mundo a séculos antes de você existir, eu deixei você participar desse grupo por que vi que seria útil. — Falou friamente ele após se soltar– Não me faça arrepender dessa decisão.
— Ouça Thirre, eu só estou fazendo parte disso por causa do meu irmão e da minha familia, se você não se soube onde ele está, eu nunca entraria nesse grupinho ridículo seu. — Respondeu grosseiramente ela com desdem do alquimista -O que acha que fara contra o maldito rei? Vai fazer ele se arrepender?
— Pode ser bem melhor que sua ideia de matar ele, acha que isso resolvera essa situação? — Respondeu sarcástico o mais alto- Ou não acha que isso pode causar algo pior do que já ter um reino inteiro como inimigo seu,sem contar que eles tem outros reinos.
— Você e um completo tolo, poderia ter impedido tudo isso naquela época se tomado Pulso firme. — Reflutuo ela jogando em sua cara.
— Não seja estupida, isso só daria motivos para ele nós caçar mesmo. — Rebateu o alquimista- Já deu ouvidos a voz do bom senso e da razão, por que deveria fazer isso.
— É o que eu pretendo fazer, deixar que ele continua a fazer isso?- Pergutou ela sarcastica.
— Sabe muito bem que estou querendo acabar com isso de uma vez por todas, mas preciso de tempo. — Falou ele –E mais a profecia ter de ser cumprida para isso tudo acabar de uma vez por todas.
— Certo, certo, mais onde está essa bruxa e mesmos a da profecia? -Falou ela num tom sarcástico.
— Logo, logo nós saberemos, apenas tem de esperar mais um pouco, pois o tempo esperado está chegando. — Respondeu ele começando a olhar as estrelas- Gakupo queria saber uma coisa, o Roma recebeu o que mandei entregar a ele.
— O que? Você? Mandou entregar isso a ele. — Exclamou o Arroxado irritado cerrando o punho- Você está com a cabeça no lugar Thirre?
-Se estou com a cabeça no lugar? – Repetiu ele olhando para o colega frente – Gakupo já parou para pensar que ele não e mais uma criancinha desprotegida.
— Mais ainda assim ter feito isso sem nos avisar ou ter nosso consentimento e algo muito vil, uma traição contra todos nós. — Devolveu Gakupo socando uma pedra com a mão- Sabe e o que isso significa ter entregue aquela arma a ele.
— Sei, ele vai precisar disso, o Inimigo que vamos enfrentar certamente poderoso. — Falou ele direto e resumido a Gakupo. — Você entregou isso ao Roma Certo.
— Para falar a verdade, eu entreguei a tal da Rin! — Respondeu ela para seu parceiro.
— O que? – Exclamou ele de boca aberta incrédulo no que ouviu.
— Eu entreguei a ela quando a encontrei na floresta, já que ele estava de outro lado da floresta lutando contra alguns bruxos, ele realmente foi tolo em pensar que venceria. – Comentou ela se lembrando do ocorrido — Mas não acredito que ele pode ter sido capaz de poder desafiar a guarda do rei Hideo apenas para salvar aquela Bruxa.
— Não subestime ele. — Asseguro Gakupo olhando firmimente para ela- Eu o treinei desde que era mais novo,ele e um dos melhores guerreiros do reino do sol.
— Gakupo têm Tem toda razão. — Concordou Luka depois de dar um suspiro — O Roma não é uma criança indefesa agora, percebi que a algum tempo ele está agindo meio estanho após a Rin ter sido presa e a casa dele ter sido queimada.
Após ter ouvido isso, a arqueira Albina acabou cerrando punho fortemente pode se notar que sua respiração ficou um pouco mais pesada após as últimas palavras de Gakupo, ao ver Isso o Arroxado acabou dando um suspiro calmente.
— Sei que se importa com ele, ms lembre-se que eu também estou o protegendo junto a Luka e o Thirre. — Falou Gakupo Assegurando- Eu me Importo com ele também.
— Verdade, todos nos importamos com ele! É também não e com eles que devemos também nos preocupar com isso primeiramente. – Disse Thirre completando o que Luka Falara- Nossa Prioridade agora e ir ajudar esse reino a não cair nas mãos da Princesa Neru e do reino da Prata, além de corrigir as injustiças que estão acontecendo a muito tempo nesse reino.
— Tirou as palavras da minha boca. — Argumentou Gakupo expressando um pouco o sorriso. — Agora temos que ir antes que alguém note nossa falta Luka.
— Verdade, Gakupo e eu não podemos ficar muito longe ou iram desconfiar, especialmente a princesa Neru e o rei Niel.
— Está Bem, agora termina nossa reunião. — Falou o Parvel olhando para fogueira crepitante- Vamos nos reunir daqui em alguns dias com mais algumas pessoa a quem eu quero que se juntem a nós no meu esconderijo.
— Quem seriam essas pessoas? — Perguntou Gakupo direto para ele.
— O príncipe Mikuo, as Miku e o Rin e o Roma. — Respondeu ele direto- vejo que eles serão bons aliados nessa batalha especialmente por que, o Mikuo merece saber a verdade do que aconteceu no passado dele e de sua família.
— O que? Você pretende mesmo trazer aquele filho do mostro...
— Certo Thirre. — Falou Gakupo dando um olhar repenso arpa ela.
— Ótimo até lá. — Disse o alquimista virando para trás e desapresse no escuro da floresta -Vamos, temos ainda o que afazer.
— Está bem. — Resmungou a arqueira com certo ressentimento e segue seu companheiro para escuridão da floresta.
Após os dois sumirem na escuridão da noite, o casal acabou por ter uma rápida conversa antes de apagar fogueira para voltar ao reino.
— Luka, acredita mesmo que eles nos ajudaram nessa empreitada? — Perguntou Gakupo olhando um pouco preocupado para sua esposa — O Roma e a Rin podem até se juntar a nossa causa, mas essa tal Miku e o princi...
Nisso a Rosada coloca um dedo na boca do cavaleiro fazendo esse se calar um pouco
— Gakupo, deixe que o tempo responda isso, amanhã ainda não chegou e não devemos ficar ansioso demais por isso. — Falou a bruxa dando um sorriso radiante.
Após ouvir essas palavras Gakupo acabou por refletir um pouco por uns minutos e me seguida assentiu concordando com sua mulher que apagara fogueira para em seguida partirem para o castelo.
Continua
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