The Powers (Em Revisão)
25 Os Pais da Cheel
Notas iniciais
Pov. da Cheel
Eu tô tendo alucinação, só pode. Minha mãe (eu amo ela, por isso nem ligo) e meu pai (Aí eu ligo, a única coisa de bom que ele fez, foi-me por no mundo), na sala de jantar dos pais da Anabelle. Corri para os braços da minha mãe de lhe dei um arrocho do tamanho do mundo.
– Filha, você tá linda, senti tanta saudade de você. — minha mãe era minha única amiga antes das meninas.
– Esta se vestindo melhor Rochele. — esse era meu pai (blár pai só de nome) me avaliando, como sempre.
– Também senti sua falta mamãe, e quanto a você, não posso dizer o mesmo, tanto quando a saudade, quando o fato de se vestir melhor. — fiz o que ele mais odiava, joguei os cabelos (batendo nele de proposito), e sai pisando duro.
– Vamos, sentem-se a mesa. O jantar está todo servido. — a mãe da Belle gritou da cozinha.
Já com todos sentados na mesa, adultos de um lado e aborrecentes do outro, o clima pesou, tipo meia tonelada.
– Então Rochele, como você anda? — meu pai pergunta fingindo falso interesse.
– Normalmente com as pernas, mas às vezes de carro. — digo com um sorriso de deboche, ele me entreolha.
– Hãn... Todos vocês são namorados? — minha mãe tenta mudar de assunto.
– Os únicos encalhados são a Cheel, Walker e o Jonan. — Vick responde com cara de que iria se divertir nesse jantar.
– Oras e por que não pega um deles logo Rochele? — digamos que delicadeza não é o forte da minha mãe.
– Mããããe... — falo beem lento. — O Jonan e o Walker são meus amigos e eu tenho outros interesses.
– Espero que seja em estudar. — meu pai resmunga.
– Na verdade, no começo eu queria que o sr. me manda-se de volta para a penitenciaria... — nessa hora todos me olham assustados. — Calma, era um colégio interno, mas eu conheci as meninas e não quero mais. Vou ficar aqui e terminar a faculdade.
– Então Rodolf, sabia que seus filhos estão namorando minhas garotas? — o pai da belle pergunta.
– Bom, fiquei sabendo hoje, e confesso que fiquei surpreso. Suas filhas não suportavam meus filhos, mas estou feliz com meus filhos e o Dony, que também considero como filho, por terem criado juízo. — tio Rodolf (as manias das Belle pegam) falou admirado.
– Falando em filhos, de consideração ou não, por que nunca os disse que os tinha? — o irmão da Belle (sério, ele parecia um anão. Desculpa Belle, mas o garoto é muito inteligente para idade), perguntou.
– Meus filhos nunca acreditaram que eu vinha jantar aqui aos domingos, mesmo nunca dizendo, sabia que eles achavam que eu ia ver alguma namorada. Nunca pensei que fossem se conhecer e muito menos namorarem. — o tio se explica.
– Então quer dizer que você conhece os três rapazes! — Augos fala com brilho nos olhos. — Já vi que vamos passar a noite inteira no meu escritório.
– Tio Rodolf, se o sr. não morrer com as perguntas sobre os meninos, o sr. vai morrer com o fedor de suor do meu pai. Ele passa tanto tempo o escritório que a cadeira tem o formato da sua bunda. — Lize fala com falsa pena, e nos todos rimos menos meu pai que é um chato.
– Anellize, nos temos visita, olhe o jeito de se expressar mocinha. — o pai dela tenta dá uma bronca, mas acaba rindo. — O pior que é verdade, tenho que tirar ferias e cuidar das minhas meninas.
– O clima de família é ótimo, por que você não segue esse clima e pergunta como estão suas irmãs... — meu pai fala, levantando uma sobrancelha.
– Porque, se eu quisesse saber de puta, ia na esquina. — respondi sorrindo, recebendo um olhar reprovador da minha mãe.
– Pois deveria saber sobre suas irmãs, Rochele... — minha mãe fala.
– Prefiro que me chame de Cheel. — falo olhando para o meu pai.
– Ah, vida nova, apelido novo... Devo dizer nova Cheel? — assinto com a cabeça e minha mãe rir.
– Mas vejo que o sarcasmo, ironia e ignorância permanecem os mesmos. — meu pai fala revirando os olhos.
– Só com você, porque vivi muito estressado do trabalho e não gosto de você... Falando em não gostar você deveria fazer a mumificação logo, afinal não é todo dia de se pode mumificar o irmão de mun rá... — eu falo com a maior cara de ingênua e meu pai fica vermelho.
– Eu só não de deserto, porque não faria bem a minha imagem. Perdão pelo constrangimento, mas vamos embora... — meu pai se levanta junto com a minha mãe, corro e a abraço.
– Tchau papai, nos vemos nas eleições. Ah, não esqueça, prepare o bolso, a oposição esta me subornando... Depois ligo para tratar de negócios. — abro o maior sorriso e ele apenas me olha de cima a baixo e vai embora.
Assim que eles foram embora, fui pedir desculpas, afinal eu estava jogando campo minado e meu pai ia explodir.
– Desculpem as minhas palavras, aquela múmia precisa ser mumificada, até já começou a feder... Enfim, não me controlo com ele perto. Perdão por estragar o jantar.
– Cheel, foi o melhor jantar da minha vida. Um politico, como seu pai, ficou sem fala e você tem uma língua que fará qualquer garoto se afastar. VOCÊ SERÁ PARA SEMPRE MINHA PRICESINHA! — tá até mesmo eu tô com medo do pai da Belle, mas ele é melhor que o meu pai.
– AAAAAHHHHHHH, eu tenho uma figura paterna de verdade. Me ensina tudo sobre barganha? — peço piscando os olhos. Consigo ser tão fofa, quando quero.
– Você é a filha que eu não tenho! Quando for falar com seu pai me ligue, nos vamos depena-lo!
– Paaaai, — Belle fala bem calma. — O meu trabalho e o da Lize é de dar netos, e All vai ser dono de uma cidade quando tiver sua idade... Provavelmente nós também, então... PARA DE BABAR MINHA AMIGA, QUE NÓS, SEUS FILHOS, ESTAMOS PASSANDO POR INGRATOS! — Belle explodi depois se recupera e se senta normalmente, como se nada tivesse acontecido. Cara só fã dela.
– Se você continuar assim, — Jonny, ou Troglo com Belle chama, diz. — Eu me caso com você, ou... Não tem 'ou'. Pode fazer o casamento triplo sogra. — ele termina rindo, abraçando a Belle, que o olha incrédula.
– Esses vão dar trabalho. — eu e "hã hã" meu pai postiço, falamos igual.
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