Notas iniciais
Oi, pessoas lindas desse mundo!! Desculpem a demora pra postar! Aqui está mais um capítulo! Escritora Nova caprichou na comédia como sempre. Valeu, Sister!! Gente, leiam as notas finais, são importantes.

Marie olhou mais uma vez para a pequena ilha, com uma ideia em mente.

– Nem vem, fofa! Procurar animais nessa mata não rola! — Fala Lilith conhecendo aquele olhar da amiga.

– E, além do mais, já vamos embora mesmo! — Fala Luna, segurando outro pedaço do motor, que caia do jato, com sua telecinese. – Meu! Quanto custa pra Raven dar um estalar de dedos e “arrumar” esse motor?

– Ele não tá quebrado, só que a Roxy acha que pode acelerar ele. — Lembra Marie, não vendo que Luna foi sarcástica.

– Ela parece o Sheldon Cooper! Vou ter que fazer uma plaquinha para quando o sarcasmo pintar! — Fala Lilith rindo com Luna. Marie só cruzou os braços, não gostando da brincadeira. — Só assim para você sacar a piada, amiga. Relaxa!

– Droga! Segura aí, Luna! — Exclama Roxy em cima do jato, chutando outro pedaço do motor, que ela achava que era só ocupação de lugar.

– Mana, você pediu permissão? — Pergunta Jéssica, vendo a irmã se equilibrar em seu salto alto para ver a pequena.

– Pedir para quem? — Devolve Roxy colocando a mão na cintura. — Estou fazendo um favor! E nem vou cobrar!

– Certo. — Fala a loirinha achando que se a irmã estava fazendo um favor. Era algo bom então.

Raven só revirava os olhos ao longe, rindo da astúcia da amiga de saber usar bem as palavras.

– Por que você não arruma? – Loki pergunta do lado da filha, encostado em uma pilastra e ainda com o livro em mãos, mas atento a tudo.

– Não se pode dar valor ao que vem de graça, o esforço é um bem disfarçado. — Fala a loira de mechas verdes rindo de sua fala inventada. — Além do mais, Roxy adora mexer em motores.

– Segura! — Exclama Roxy de novo, vendo aquele enorme pedaço do motor cair perto de Cindy, que estava desatenta a tudo. As garotas seguram a respiração, quase se preparando para agir, quando a loirinha, mini Raven, segura o pedaço com uma das mãos e o joga para o lado, “Fácil demais!”, ela pensa.

– O que ela é? — Pergunta Bruce empurrando sua mala e vendo a cena com Tony, que também tinha uma mala.

– Cindy é uma mutante, mas é algo mais raro, pois a mutação geralmente acontece na adolescência. Quando acontece antes, é por causa de um baque sentimental, por exemplo. É assim que os poderes dela estão tão fortes, porque seu corpo ainda não decidiu qual ou quais seriam os poderes que ela teria, ou vai ter. — Explica Marie com um ar que lembrou o do pai.

– De quem vem os genes mutantes? — Pergunta Tony também curioso.

– Do pai. — Fala Marie, vendo que as amigas não queriam responder. — Mas quando se tem um pai mutante e uma mãe mutante, a coisa fica fora do controle. Muita das vezes, DNA fica duas vezes revestido.

– Então eu sou um mutante? — Pergunta Tony vendo a filha o olhar com o dedo na boca.

– Não necessariamente. Por exemplo, a Cindy tem uma família de gerações sem nenhum mutante, o que veio aflorar ainda mais a mutação dela. — Explica Marie novamente.

– Como sabe de tudo isso? — Pergunta Bruce entendendo, enquanto Tony tinha um pequeno ponto de interrogação na cabeça.

– Temos aulas quando não estamos em missões. — Fala Luna dando de ombros. — O diretor do nosso tempo aprendeu do pior jeito que nossa agenda tem que estar cheia por vinte quatro horas.

– Tédio. Se é que vocês lembram. — Fala Lilith rindo.

– Chega! — Grita Roxy, voando para descer, e as garotas ficam em silencio. — Eu já falei! Nada de falar demais. Nossa situação não é das melhores. E se eles decidirem que não querem nos ter? Podemos sumir do nada! Vocês querem isso?

– Como assim? — Pergunta Luna apavorada.

– Depois nós conversamos. — Fala a ruiva respirando tristemente.

O clima ficou um pouco tenso quando Roxy voltou a “arrumar” o motor do jato. Tony pensou que nunca queria ter filhos, mas ao ver a pequena Jéssica chupando o dedinho e Roxy dando uma de engenheira, ele não via mais sua vida sem elas. Mesmo não sendo o melhor pai do mundo, as amava mesmo sem as conhecer. O mesmo acontecia com Bruce e até Loki, que observava Raven de lado, lendo um livro maior que o dele. Loki se perguntou como poderia ser um pai. Mesmo não admitindo, a garota era uma cópia quase fiel de si mesmo, mas aberta aos sentimentos, isso ele admitia, mas fechada e estudiosa, e com um poder que ele achava que era só um por cento do que ela podia fazer com seu tempo e treinamento.

– O QUE ELA TÁ FAZENDO?! – Fury pergunta e exclama ao mesmo tempo, gritando, para ninguém especifico, já estava pronto para explodir ao ver o seu jato de mais de milhões de dólares sendo fuçado pela ruiva.

– Senhor diretor, estou aumentando a capacidade dele, não causará nenhum dano. Eu prometo. — Fala Roxy orgulhosa lá de cima e Fury relaxa com aquilo. Ela sabia como acalmar Fury desde pequena.

– Ela sempre faz isso. Queria ver se fossemos nós! — Resmunga Lilith, fazendo bico e vendo o pai vir com Clint, Natasha, Thor, e eles, os garotos causadores de problemas.

– Creio que serão necessárias as apresentações. — Fala o diretor. Raven solta um resmungo baixo e indefinido e guarda seu livro, indo ficar na fileira que os agentes faziam. Natasha ficou ao lado da filha assim que ela desceu, vendo o quanto ela gostava de salto alto.

– É ruim ser baixinha. — Fala Natasha tentando puxar assunto ao caminhar do lado dela.

– Você não faz ideia. — Fala Roxy fazendo bico e dando de ombros.

– Esse é Erick Chance. – Fury aponta para o loiro de olhos azuis, que só deu um aceno de cabeça, vendo a garota que ele tinha machucado não o olhar. — Esse é Perseu Walker. – Aponta para o garoto de olhos cinza com cabelos quase loiros, que também só balançou a cabeça. — Esse é Joe Lewis. – Fury aponta para o garoto de cabelos pretos e olhos da mesma cor.

– E ai princesas?! — Fala Joe sorrindo ao se apresentar, ele odiava aquele clima.

– Sr. Lewis, acho melhor você não falar mais isso. — Fala Jéssica apontando para as amigas, que o fuzilavam com os olhos, o que o fez engoli um seco. — Já teve uma pequena destruição só por causa dessa palavra!

– É, garoto! Respeito com minhas filhas! — Fala Tony bancando o pai protetor, pois via que o clima tava ficando estranho, com os todos os pais olhando feio para os garotos, e as PPGS, menos Cindy e Jéssica, não estavam gostando de ser chamadas de princesas.

– Eu sou Cindy Collins. — Se apresenta a outra garotinha, indo na frente dos garotos, e os analisando com curiosidade. — Eles são bons!

– Você também sente os sentimentos? — Pergunta Joe, se abaixando para ficar na altura da garotinha, que confirma com a cabeça.

O diretor volta às apresentações, deixando bem claro que os sobrenomes das garotas eram confidenciais. Raven, de novo, revira os olhos quando eles são liberados. Ela resolve ir ajudar a amiga para acabar logo com aquele “jato lesma”. Luna e Lilith deram sorrisos idênticos ao verem Joe com uma arma na cintura, que era uma das favoritas de Lilith, ou seja, antiga e pouco convencional. Perseu e Erick conversavam com Natasha e Clint, que foram designados a mostrar como funcionavam as coisas na S.H.I.E.L.D.

– Então... Joe. — Fala Luna tentando puxar uma conversa antes de partir para a proposta.

– Luna. — Fala Joe olhando para Kyra, que se sentou no chão com as pequenas no colo, rindo de algo que Cindy falou, assim como Marie.

– Parece que Kyra tem um admirador. — Fala Lilith sapeca, fazendo o desinibido Joe rir junto com elas. — Mas vou logo falando. Caso venha magoá-la, cortamos sua língua fora e tiramos com cera quente cada pelo do seu corpo.

– Isso é uma ameaça? — Pergunta Joe achando graça.

– Não, é um aviso. — Fala Luna séria cruzando os braços. Steve via as duas conversando com o garoto, vendo que talvez aquilo não fosse dar em coisa boa. — Entenda como quiser, carinha.

– Meu nome é Joe. — Fala o garoto de cabelos pretos, não gostando de ser chamado de “carinha”.

– Tanto faz. — Fala as duas rindo maleficamente.

– Bela arma. — Elogia Luna e Joe mostra sua herança de família, uma Colt Modelo 1900. — Muito boa mesmo, mas não sei...

– Como assim não sabe? — Pergunta Joe rindo. — Ela é a melhor arma de todos os tempos! Bom... Foi difícil a S.H.I.E.L.D. me devolver, mas eu consegui.

– Pra quê você quer uma arma se ela não atira? — Pergunta Luna astuta.

– Nunca se sabe, né?! — Fala Joe sentindo os sentimentos das garotas pela primeira vez, que estavam com um ar de brincadeira e maldade. — Olhe, eu não quero brincar, tá?!

– Brincar?! Tá achando que temos cara de quê?! Somos agentes, carinha, agentes! — Fala Lilith revirando os olhos.

– É, carinha... — Fala Luna.

– Meu nome é Joe! — Exclama o garoto, recebendo de novo um “tanto faz”.

– Olhe, se você vai trabalhar conosco, temos que nos dar bem. — Fala Luna com ar inocente.

– Isso mesmo! Estamos tentando e não ajuda nada você ser antipático! — Fala Lilith como se Joe estivesse a magoando.

– Tá certo. — Fala o garoto acreditando nelas.

– É. Então você sabe atirar, carinha? — Pergunta Luna.

– MEU NOME É JOE! — Grita o novo agente, fazendo todos olharem para ele.

Luna e Lilith já rolavam no chão de tanto rir, pois era a intenção delas tirá-lo do sério desde o começo. E pela cara vermelha de Joe, elas tiveram sucesso.

– Vocês... — Joe não sabia o que falar, estava sem palavras, o que os amigos sabiam que era raro acontecer.

– Já tá pronto! — Anuncia Roxy voando com a amiga, limpando as mãos em um pando branco.

– Ótimo! — Exclama Kyra, se levantando com as outras.

– Anda,carinha, não vai entrar? — Pergunta Raven, com um sorriso maldoso, fazendo Joe gritar de novo o seu nome.

– Maldade. — Fala Roxy, rindo com Luna e Lilith, que viam os garotos como uma oportunidade delas se divertirem.

– Olha quem fala! Não foi você quem colocou a cama daquele agente do lado de fora da base no polo norte e sem a coberta do coitado?! — Lembra Raven entrando no jato com as amigas.

– Ninguém mandou ele dar em cima de mim! — Fala Roxy se sentando e colocando o cinto.

– Meu! Ele era até que fofo! — Fala Luna se lembrando do moreno que deu em cima da ruiva.

– Ai meu Deus! Vocês não vão começar a falar de garotos, né? — Pergunta Marie alto demais, vendo que chamou a atenção dos mais velhos, e fica vermelha igual a um pimentão. Raven, Roxy, Luna e Lilith se olham e seguram a risada. As garotas colocam o cinto e abaixam às cadeiras na mesma hora, os outros acham estranho.

– CLINT, ESPERA! — Grita Natasha, ao ver o amigo ligar o jato sem falar nada, e lembrando que a filha tinha modificado o motor. O jato dá uma guinada como se fosse um foguete. Quem estava sem cinto era jogado para trás. Clint, sem saber o que fazer, tenta diminuir, mas não dá muito certo, então ele desliga e o jato começa a cair.

– OPA! — Gritam as PPGS juntas.

– Roxane Romanaff, acho melhor a senhorita dar um jeito! — Manda Natasha apavorada.

– Certo. — Fala a filha com um sorriso de lado, indo ficar no lugar de Clint, ligando o jato de novo e voando. Tudo na janela passava como um borrão.

– E aí?! Alguém vomitou? – Luna pergunta alto, ouvindo um barulho nojento dos bancos de trás, onde os garotos estavam.

– Aposto que foi o carinha! — Fala Lilith rindo.

– MEU NOME É JOE! — Grita o garoto, já querendo arrancar os cabelos. – E... Não. Não fui eu.

– Maldade. — Falam as mais velhas juntas. Até Kyra se juntou, o que deu a Raven a ideia de que finalmente a prima estava mostrando seu lado travesso.

Na viagem as pequenas estavam inquietas, pulando de um lado pro outro. Isso já estava dando dor de cabeça nas outras.

– Que foi que deu açúcar pra elas? – Marie perguntou exausta de tentar convencê-las a parar.

– Eu não sei! Só sei que vou acabar com o sujeito! – Lilith fala cansada de correr atrás de Jéssica, que pulava de um banco ao outro.

– Gente... Cadê a Cindy? – Roxy perguntou preocupada e dando o controle do jato para Clint, que se acostumou mais com a velocidade.

Elas se olharam.

– Cindy! – Todas começaram a chamar a garotinha loira.

– Eu sei onde ela tá! – Jéssica fala com os olhinhos brilhando.

– Onde? – Elas perguntam juntas.

– Escondida! – Todas olharam como se dissessem “Sério mesmo?! E a Terra é redonda, sabia?!”.

– Jesse, onde a Cindy tá? – Kyra pergunta.

– Ela tá escondida, ora! É esconde-esconde! E eu tô procurando ela! – Ela disse.

– Ok... Vamos procurá-la. – Raven fala e todas se separam.

– Vocês viram a Cindy, manés? – Roxy fala para os garotos, que se levantam e negam com a cabeça. – Ah!

– Vamos ajudar. – Joe fala e Roxy assente. Os garotos saíram, exceto Erick, que segurou Roxy pelo braço.

– Me desculpe por te machucar. – Ele fala e ela revira os olhos.

– Tá! Tanto faz! Vamos logo, idiota! – Dessa vez foi a vez dele revirar os olhos.

O jato fez uma virada um tanto brusca, fazendo Erick cair em cima de Roxy. Eles se encararam e Roxy logo tratou de tirá-lo de cima dela com um forte empurrão.

– Me des... – Ele não terminou, pois ela levantou um dedo pedindo silêncio.

– Não fala nada! Se falar eu juro que quebro seu maxilar! – Ela fala ameaçadoramente e o fuzilando com os olhos, ou melhor, o bombardeando.

Ela saiu e ele ficou lá parado por uns minutos, até que finalmente saiu.

– Alguém aqui viu a Cindy? – Raven entrou na sala onde os pais das garotas estavam. Eles negaram e ela escutou um risinho sair detrás de um banco. Ela sorriu e começou a falar alto. – Ah! Então tá! Eu vou procurar ela em outro lugar! – Ela abriu a porta e fechou, ficando invisível depois, o que assustou a todos, exceto seu pai.

– Ela já foi? – Cindy perguntou sussurrando para Thor, que riu.

– Hãn... Já. – Ele respondeu e ela saiu.

– Ufa! Quero ganhar o esconde-esconde. – Ela disse sorrindo.

– Bú! – Raven falou reaparecendo na frente da garotinha, que deu um gritinho e começou a rir junto com Raven.

– Me assustou! Maldade! – Cindy disse fazendo bico.

– Ah! Quem mandou desaparecer do nada?! – Ela disse em um tom de reprovação, mas ainda sorrindo.

– Ué! Você faz isso sempre! Quero ser igual a você quando ficar mais velha! – Ela disse segurando a mão de Raven, que falou docemente:

– Não seja como eu. Seja você mesma. – Todos olhavam para ela e se perguntaram como ela podia ser tão intimidadora e ao mesmo tempo tão compreensiva e amorosa. – Vamos falar para as outras.

– Tchau Vingadores e Loki! – Cindy disse feliz e ainda estava agitada, tanto que pulava. – Obrigada, Sr. Thor!

– Por nada, Srta. Collins. – Ele respondeu sorrindo.

Encontraram todas as outras e os garotos.

– CINDY! – Todas as garotas gritaram aliviadas por ela estar bem.

– Agora entendi por quê a gente nunca viaja com um jato grande! – Luna disse e todas concordaram.

– Vamos brincar de novo? – Jéssica fala e todos arregalam os olhos.

– NÃO! – Eles falam juntos.

Notas finais
Gente, já que estamos decididas em fazer os especiais, queremos que vocês nos falem as fantasias que suas personagens iriam usar no Halloween. Façam assim: Nome da personagem que você criou: Fantasia: PS.1: Isso é para quem tem um personagem na história ( Uma das meninas ) Beijos, lindas!! Amamos vocês!! P.S.2: Vou tentar fazer um polyvore para cada personagem.