The Pink Is The New Black

16 Puches and Affection


Notas iniciais
Hey povo...
Eu sei, eu sei, que a maioria ta querendo me matar pelo o cap anterior... entao para vcs esquecer um pouco... vou postar esse antes do tempo e ele vai fazer vcs esquecerem o que aconteceu no ultimo ( Sintam o agrado ahsuahsu).
Agradecendo os Reviews..
Leitoras novas sejam Bem Vindas!!!
Esse cap vai para as leitoras que acompanham e que comentam...(Leitoras fantasma, se quiserem estar na minha nota do cap comentem tb *--*)Aaaah e vai Especiamente para a Sweet Rage(Fernanda) pq é o cap que ela tanto esperou (deu para entender o que vai ter no cap ne??)
Boa Leitura!! *-*
Enjoy ^^

[Pov’s Fernanda]

Fiquei puta da cara quando a Jessica não quis levantar para atender a porta e eu tive que parar de fazer carinho no Matt, tava tão bom aquilo. Do nada, ela levantou gritando com o Matt, pelo o que eu entendi o Victor estava ali e o Matt tinha batido a porta na cara dele. O Arin e o Syn também levantaram e me deixaram sozinha com a Leana que devia estar no terceiro sono. Ficaram um tempo lá até que ela gritou.

– Fer eu to saindo!

– Tudo bem – respondi.

Não demorou muitos os meninos voltaram para a sala com o Zacky junto.

– Oi Zac! – falei sorrindo, mas o meu sorriso era porque o Matt estava voltando a deitar na minha barriga.

– E aí Fer tudo bom? – perguntou.

– Tudo. Cadê o Johnny? – perguntei enquanto o Arin deitava de novo no colo da Leana, ela nem percebeu.

– Ele vai tentar terminar o negócio depois ele vem – falou sentando no colchão.

O Syn se jogou no colchão chateado.

– Droga, fiquei sem o meu carinho – rateeou.

– O Zacky tá aí – falei segurando o sorriso.

– Eu já falei que você é muito em engraçadinha Fer? – perguntou.

Mandei um beijo pra ele.

Ficamos conversando um pouco até eles resolverem jogar.

– Vou mandar uma mensagem pra ela – o Arin disse pegando o celular

– Eu vou ligar pra ela – o Syn disse pegando o dele também e ligando – ela não atende – rateeou depois de um tempo.

– Gente porra! A Jessica é bem crescidinha ela sabe se cuidar- reclamei.

Senti a risada rouca do Matt na minha barriga. Caralho! Aquilo foi de mais. Fechei os olhos sorrindo quando abri o Arin estava me olhando com uma expressão curiosa. Fiquei vermelha.

Aproveitei a brecha que o Zacky tinha acabado de morrer no jogo de luta.

– Zac é a minha vez! – falei rápido.

– Ah depois você joga, eu to cansado não quero sair daqui – o Matt reclamou.

– Cansado do que? A gente dormir até tarde – falei.

– Por quê? Você quer que eu saia? – perguntou levantando a cabeça.

– Não, não é isso, pode ficar, mas me alcança o controle Zac, eu consigo jogar sem bater na sua cabeça Matt – falei.

Ele me deu um olhar malicioso.

– Não malicia, não foi isso que eu quis diz – falei.

– Eu não disse nada – ele falou rindo.

– Mas pensou, sua cara diz tudo – disparei.

Ele deu a risada roca de novo. AI MEUS DEUS!

– É que tá bom o carinho – falou deitando de novo.

– Vocês estão muito carentes, eu acho que as suas mulheres não estão mimando vocês suficientes, acho que estão precisando de novas – falei.

O Arin soltou uma risada pelo o nariz.

– Caralho! Não foi isso que eu quis dizer – falei rápido apertando o “play” e começando a lutar.

– É por isso que a gente terceiriza vocês – o Syn disse.

– Deviam contratar de vez – falei, mas logo me arrependi. – meu Deus o que eu falei de novo?

Eles se mataram de ri. O Arin chacoalhava tanto a Leana que eu não sei como ela não acordou.

– Eu não preciso terceirizar ela já são minhas contratadas – o Arin se gabou.

– Eu acho que eu estou sobrando, até agora eu não recebi um carinho – o Zac falou com um biquinho.

– Nem vem gordo, entra na fila – o Syn falou.

Ficamos nesse divertimento até o Johnny chegar, nesse meio tempo eles já tinham ligado e mandado mensagens para Jessica uma porção de vezes, pediram para o Matt ligar pegaram o celular da Leana enquanto ela dormia. Eles estavam mais preocupados porque ela não respondia. Com certeza ela não tinha deixado o celular no carro

– Gente eu conheço a Jessica, ela não é muito de leva celular para a praia, ela deve ter deixado no carro – falei.

– Ela prometeu para a gente que ia ficar com o celular – o Arin disse.

– Ela disse isso mesmo? – perguntei desconfiada.

– Bem, não exatamente, ela prometeu que iria levar – o Syn encolheu os ombros.

– Gente relaxa, ela tá bem – tranqüilizei — não sei por que vocês estão tão preocupados.

– Fala sério, ela saiu com um estranho, já tá anoitecendo e até agora não voltou – o Syn disse mexendo no celular de novo.

– Você que devia estar preocupada Fer, não é você que é a melhor amiga dela? – o Zac perguntou.

– Na verdade você não devia não devia nem ter deixado ela sair, porque agora, eu quero sair e vamos ter que esperar a boa vontade dela voltar- o Johnny reclamou.

– Meu Deus! Como vocês exageram – peguei o meu celular e mandei uma mensagem — pronto! Felizes?

– Eu vou estar mais feliz quando ela estiver aqui – o Arin falou.

Com isso a Leana acordou.

–Boa noite dorminhoca! – o Johnny disse.

– Nossas vocês já estão aqui? Que horas são – perguntou espreguiçando.

– Vai dar 7h – o Arin disse com os dentes cerrados.

– Aconteceu alguma coisa? – ela perguntou.

– A Jeh sumiu – explicou.

– Como assim? – perguntou assustada.

– Eles estão viajando Lea, ela saiu com um amigo – contei.

– E por que estão nesse desespero? – perguntou.

– Porque são uns bandos de paranóicos – respondi pegando o controle e começando a jogar. Eu praticamente abri todas as fases da luta, porque a regra era passasse quando morresse e eu não morri.

– Fernanda dá pra morrer? – o Zacky pediu.

– Eu não tenho culpa se o jogo é fácil – reclamei.

– E a gente não tem culpa se você é uma viciada – o Johnny rateou.

– Por que a gente não joga com dois controles? – dei a idéia.

– Por quê? Você quer dar uma surra na gente? – o Matt perguntou.

– Nada a vê, pelo menos duas pessoas jogam – expliquei.

– Pode ser – o Syn concordou – vai jogar Leana?

– Não, eu acho que vou tirar outro cochilo – falou.

Tinha achado alguém mais fã de cama que eu.

– Tudo bem, melhor para a gente uma a menos para jogar – falou. Ela deu um soco nele.

Passei o meu controle para o Matt e pedi para o Zac alcançar o outro de dentro da gaveta

Eu ganhei o primeiro “Round”, mas deixei ele ganhar o segundo para ter o terceiro, mas era orgulhosa de mais para deixar ele ganhar de novo.

– Esses golpes são muitos errados – falei quando o bonequinho deu uma voadora super do além – tipo, isso é humanamente impossível.

– Ah! Mas aqueles ninjas do Kung Fu sempre fazem isso – o Zac disse.

– Isso em filme né? De verdade isso é impossível – falei.

– Muito que você entende de luta né Fer? – o Matt falou revirando os olhos.

– Bom não muito, eu só faço sete anos de Kung Fu, não aprendi muito ainda – falei dando de ombro. Matt levantou da minha barriga com cara de espanto.

– Sério? – perguntou.

– Não te falei? Elas são super, hiper mega diferentes – o Arin disse para o Syn que concordou com os olhos arregalados.

Tem alguma coisa que vocês não façam? – O Johnny perguntou.

– Arroz, eu nunca aceitei – confessei.

Eles riram.

– Vamos um “Fight” Fer? — o Syn perguntou.

– Cara! Judô contra Kung Fu, eu acho que você não tem a mínima chance – o Zac falou.

– É mesmo não quero nem tentar, se eu perder para uma menina vou levar essa humilhação para o resto da vida – o Syn disse pegando o controle da mão do Matt e eu entreguei o meu para o Zacky.

– Fer mostra aí o que você sabe fazer – o Matt pediu.

– Eu diria que você um homem morto – falei.

– Como? – perguntou.

Não respondi, dei uma gravata no pescoço dele. Ele se debateu igual peixe fora da água. Soltei porque eu achei que ele mesmo ia acabar se enforcando.

Os outros se mijaram de rir.

–Guria! Não parece que você tem toda essa força – ele falou massageando o pescoço.

– Machuquei você? – perguntei preocupada.

– Que nada, vamos de novo? – perguntou animado.

– Ah, mas aqui é ruim, vamos lá em cima no tatame? – perguntei.

– Você tem um tatame em casa? – o Syn perguntou apertando o “pause”.

– Tenho, quer dizer, na verdade era a pista de dança, a Jeh tá me xingando até hoje por ter transformado o salão de festa num ringue – contei.

Eles riram.

– Vamos lá então? – perguntei para o pessoal.

– Ah não eu quero dar uma surra no Zac primeiro – o Syn disse.

– E eu já vi o que você sabe fazer prefiro não estar por perto, vai que você se vira para mim – o Johnny disse se afastando.

Revirei os olhos. Abri a boca para chamar a Leana, mas já tinha capotado de novo. Ela era uma pessoa que a Jessica ia viver xingando.

– Deixe eles aí Fer, eu também não quero plateia para vê a surra que eu vou levar – o Matt disse.

Dei de ombro e sai da sala em direção a escadas. Chegamos no salão a Matt abriu um boca enorme.

– Caralho! Não dá para imaginar que vocês têm um salão de festa desse porte olhando de fora.

– É o pai da Jeh é um máximo, foi ele que decorou – contei.

– E vocês nem gostaram né? – perguntou com um sorriso torto.

– Imagina! – falei revirando os olhos e subindo no tatame – vamos lá – estralei os dedos.

– Tem certeza Fer? Eu tenho os braços bem maiores que você – falou.

– Olha, eu já lutei com caras muito maiores que você – contei.

– Tudo bem se é isso que você quer – ele disse pegando os meus braços e forçando para derrubar no chão. Geralmente Kung Fu não é so imobilização, mas quando se luta com alguém que não sabe não se tem outra saída. Eu deixe ele me derrubar no chão, adoro quando o adversário pensava que está levando a melhor.

Ele passou os braços em volta do meu ombro com um abraço apertado. Cara, se o código de honra do Kung Fu não ficasse martelando na minha cabeça e se eu não fosse tão orgulhosa não tinha saído daquele abraço. Rodei para o lado ficando em cima dele pegando o seu braço, e virando para o outro lado, era um golpe que eu fazia muito bem de tanto treinar na coitada da Jeh, como ela, ele ficou sem fôlego. Ele bateu na minha coxa três vezes avisando que tinha desistido. Soltei o braço dele e levantei.

– Cara! Isso foi muito rápido deu até calor. Vamos de novo? – ele tirou a camisa.

“Matt não faz isso” pensei enquanto olhava o peito tatuado dele. Chacoalhei a cabeça para clarear as idéias.

– Pera aí – falei fechando os olhos.

– Quê? Vai dar a desculpa que está passando mal? – perguntou.

– Não é que você acabou de me desconcentrar – respondi.

– Ah quer que eu coloque a camisa de novo? – perguntou sorrindo.

– Não precisa – falei rápido. Capaz que eu ia perder essa oportunidade.

Não esperei ele responder, fingir que ia dar um chute com a perna esquerda e dei com a direita, ele foi se defender de uma e não viu a outra, acertei bem nas costelas dele. Tentou me pegar pelo o braço, mas fui mais rápida e passei uma rasteira nele, já subi em cima tentando imobilizar o braço, ele fez que nem a Jeh segurou com a outra mão para eu não terminar o serviço.

Soltei o braço tentando pegar o pescoço, ele viu a brecha e subiu em cima girando tentando fazer o mesmo que eu fiz com ele, fechei os olhos eu ia bater a cabeça. Senti a sua respiração muito perto, abri os olhos meu coração deu um salto, ele estava com o rosto muito próximo do meu.

– Machucou? – perguntou soprando um hálito quente no meu rosto.

Balancei a cabeça negativamente tinha perdido a voz.

Ele sorriu.

– E aí quem tá ganhado? – ouvia voz do Syn

“Filha da puta isso é hora de aparecer”

Virei o Matt para o lado terminando de imobilizar.

– Eu to ganhado – falei soltando o braço dele e levantando.

– A Jessica mandou uma mensagem – contou.

– E? – perguntei. Eu estava estressada por ele ter estragado aquele momento.

– Ela já tá voltando – respondeu.

– Ah ótimo, agora vocês podem me deixar em paz – falei.

– Mas ou menos o Johnny quer sair lembra? – falou.

– Pra onde? — Matt perguntou.

– Sei lá, qualquer lugar, estamos a fim de mexer o esqueleto e beber um pouco – respondeu.

– Mas será que a Jeh vai querer ir? – Matt perguntou.

– Fala sério, balada, dança, tenho certeza que ela vai querer, ela adora dançar – revirei os olhos.

O Syn deu um sorriso.

– Tô contando com isso, o Arin disse que dançou com vocês na outra vez e que dançam bem, e eu fiquei curioso – falou.

– Com certeza você vai vê a Jessica dançar – falei. Ele nunca parava. Eu não estava muito afim ia ir só para beber mesmo.

– Ótimo! – ele deu um sorriso malicioso.

Notas finais
E ai??? to perdoada?? ou agora vao querer matar o Synyster ahsuashu
Deixem reviews por favor *--*