The Pink Is The New Black
14 Nightmare
Notas iniciais
mas eu tive uns problemas nessas semanas e nao foi muito facil..
bom, eu quero agradecer a HallsdePimenta e a Little Poison pelas as recomendações, eu amei muuito e pelos o reviews
Esse cap vai para a minha Best Fernanda, pq ela teve uma semana tao ruim quanto a minha, se nao um poukinho pior.
Boa Leitura
Enjoy ^^
Cheguei em casa estava o carro da Leana do Matt e do Syn estacionados. Pelo o jeito resolveram adiantar o fim de semana. Entrei em casa e adivinha quem veio me receber quando cheguei na sala?
- Oi Jeh!– o Syn disse me abraçando. Abracei ele com força sentido — Tá tudo bem Jeh? –perguntou desconfiado. Acho que eu abracei forte de mais.
- Tá! – respondi.
Ele me olhou de canto, mas não por muito tempo, o Arin empurrou ele para me abraçar.
- Você esta com uma cara abatida – o Arin falou segurando o meu rosto com as mãos.
- A aula foi bastante cansativa hoje – aproveitei a brecha.
A Fer me encarou em silencio.
“guria me fodi”.
-O quê? Se fudeu por quê? – perguntou em voz alta.
- Ela não falou que se fodeu! – o Matt comentou com as sobrancelhas franzidas.
- Falou sim, eu entendo quando ela...Ah esquece – desistiu. Como é que ela ia explicar a nossa telepatia?
- Oi Leana!– falei. Ela estava sentada no sofá.
- Oi Jeh, já evadimos a sua casa! – falou mostrando o copo de suco.
- É eu percebi – falei sorrindo – tá faltando dois.
- O Johnny pediu a ajuda do Zac para arrumar não sei o que na casa dele – o Matt contou – mas eles vêm hoje à noite ou amanhã.
- Ah. Eu vou tomar um banho e já voltou – falei indo para escada.
- O que aconteceu com ela? – ouvi o Syn perguntar.
- Não sei! – a Fer respondeu.
Tomei um banho e logo desci. Cheguei na sala eles estavam brigando por qual jogo colocar, a Leana era a única que não estava na briga. Quando eles decidiram, a próxima briga foi para quem ia ser o primeiro. Eu não estava muito a fim de ouvi eles discutirem. Fui para a outra sala tocar piano.
Duas músicas e a minha ansiedade passou. Comecei a tocar uma que a Fer tinha me ensinado, mas no meio da música não conseguia acertar, fiquei tentando um bom tempo até dois braços tatuados surgirem por cima de mim.
- É essa nota aqui! – o Matt falou me mostrando.
Eu sorri.
- Irritei você com as minhas tentativas? – perguntei.
-Irritar não, mas que deu uma agonia, isso deu – respondeu.
- Desculpe – falei.
- Que isso Jeh. Sem problemas.
Eu voltei para o piano e sem perceber comecei a tocar Fiction, mas parei tão rápido como comecei.
- Por que parou? – ele perguntou confuso.
- Eu não consigo tocar ela – falei.
-Por quê? – perguntou confuso.
- A minha mão é pequena e eu não consigo fazer as acordes direito, daí a música fica horrível.
- Sério? – ele perguntou com uma cara “tá zoando comigo”.
- Sério! – confirmei mostrando a minha mão.
- Vamos lá que eu te ajudo então, deixa que eu faça as acorde. – ele se sentou no meu lado.
- Beleza! – me animei.
Foi a primeira vez que eu consegui tocar ela inteira, eu estava radiante.
- Valeu Matt! – agradeci dando um beijo na bochecha dele.
- É o mínimo que eu posso fazer por estamos usando e abusando da sua casa.
Revirei os olhos.
- Eu não me importo quanto a isso – falei.
- Mesmo assim, Se a gente começar a abusar você avisa.
- Vou fazer isso – prometi sorrindo.
- Matt é a sua vez! – a Fer gritou.
- Vamos lá na sala? – perguntou.
Concordei com a cabeça.
Ficamos jogando até bater a fome.
- Vamos pedir alguma coisa pra comer? – a Fer perguntou.
- To com uma vontade de comer comida japonesa – a Leana comentou.
Fiz uma careta. Eu odiava peixe cru.
- Hum... Deu até água na boca – o Arin comentou de olhos fechados.
- Pode ser então – o Matt disse.
- Fer tem miojo ainda? – perguntei.
- Por quê? Você não gosta de comida japonesa? – o Syn perguntou.
Neguei com a cabeça.
- É tão gostosa por que alguém não ia gostar? – pressionou.
- É repuguinate! – protestei.
- Vamos pedir outra coisa então – o Matt falou.
- Não disso, eu como outra coisa, não estou com muita fome mesmo! – falei.
- Tem certeza? – a Leana perguntou.
- Ela tem sim! – a Fer respondeu
“esfomeada”
- Sério gente, pode pedir que eu não me importo – respondi.
- Fechou! – o Arin encerrou a discussão.
Fui preparar a minha comida enquanto esperavam a deles. Fritei um bife, fiz uma salada de alface e miojo. Quando terminei a deles já tinham chegado. Acabamos ficando todo mundo na sala mesmo.
- E aí, como está o peixe cru de vocês? – provoquei.
- Uma delícia! – a Leana respondeu de boca cheia.
O Arin não parava de encarar o meu bife,
- Que um pedaço Arin? – ofereci cortando.
- Não, claro que não! – respondeu envergonhado.
- Abre a boca – estendi o meu garfo.
Ele deu um sorriso.
- Nossa eu adoro bife! – ele disse de boca cheia.
- Eu também quero! – o Syn choramingou. Aff! Lá se ia a minha carne.
- Olha o aviãozinho! – brinquei.
Ele riu.
- Alguém mais? – ofereci.
O resto negou com a cabeça.
Depois que terminamos colocamos colchões na sala para dormimos lá mesmo. E fomos assistir a um filme. Meus olhos começaram a fechar já no começo do filme, adormeci no colo do Arin.
Eu estava em frente de uma casa do meio do mato, algo me dizia que eu estava perdida, mas aquele lugar não me era estranho. Eu ia entrar na casa quando ouvi uma voz me chamando
- Jéssica! – virei para trás rápido.
- Jorge! — gritei correndo na direção dele.
Ele deu um sorriso e abriu os braços
- Saudades de você! – falei abraçando ele com força.
- Eu também Jehzinha! – eu sorri. Ele era o único que me chamava assim.
- Que lugar é esse? – perguntei olhando em volta.
- A chácara do meu pai! – respondeu.
Franzi a sobrancelhas.
- Jeh você têm que salvar eles, não deixe eles cair também – falou.
- Você quer dizer que eu deixei você cai? – perguntei com lágrimas nos olhos.
- Não, claro que não! – ele falou rápido segurando o meu rosto – mas você tem que impedir eles.
- Eles quem? – perguntei confusa.
- Eles — apontou para o caminho na nossa frente. Era o que levava a ponte, eu podia vê ela dali. Estreite os olhos, tinha gente em cima dela.
- Quem são eles? – perguntei.
- Seus amigos – respondeu.
Franzi a sobrancelhas. Que amigos? Fui andando de vagar até lá, eu ainda estava longe quando reconheci a primeira pessoa. Era a Fernanda, depois o Arin, o Syn e os outros. Sai correndo com o meu coração saindo pela a boca.
- SAIAM DAÍ! – gritei.
Eles se viraram na minha direção acenando, não tinha entendido nada do que eu falei.
- SEUS IDIOTAS, SAIAM DAÍ ESSA PONTE VAI QUEBRA! – gritei de volta.
O Johnny sorriu e começou a sair da ponte, no mesmo tempo que ela começou a se inclinar, dobrei o esforço das minhas pernas, mas não consegui chegar a tempo a ponte caiu.
- Nãããoo! – acordei gritando. Estava tudo escuro devia ser 4h da manhã, já estavam todos dormindo. Eu estava soando frio, as minhas mãos tremiam.
- Jeh tá tudo bem? – o Arin perguntou sentando.
Não conseguia falar abracei ele e comecei a chorar. Tinha sido o pior pesadelo da minha vida, não bastava ter caído um. Agora todos? “Jessica isso não aconteceu foi só um pesadelo” pensei.
- O que acontece? – perguntou preocupado – foi um pesadelo?
Confirmei coma cabeça.
- Tudo bem já passou – ele tranqüilizou massageando as minhas costas.
- Vou beber um pouco de água – falei com dificuldade. Levantei, mas estava muito escuro eu não sabia a onde estava, acabei tropeçando e cai por cima do Syn. Ele gemeu.
- Desculpe Syn – falei saindo engatiando até a porta para não cai em cima de mais alguém.
Cheguei na cozinha peguei um copo de água, mas as minhas mãos tremiam muito e o copo acabou caindo dela e se espatifou no chão.
Sentei no chão com a cabeça entre os joelhos respirando fundo tentando me acalmar.
- Jessica o que aconteceu? – o Syn perguntou se ajoelhando no meu lado.
- Ela teve um pesadelo Gates – o Arin respondeu da porta.
-Conta pra mim, sempre melhora quando a gente põe pra fora – pediu levantando o meu queixo para olhar par ele.
- EuestavanaquelapontequeoJorgecaiuevocêsestavamlátambémeeunãoconseguichegara tempoeelacaiucomtodosvocêse... – solucei.
- Jessica calma, respira e fala em inglês, você tá falando em português – o Syn falou passando a mão na minha cabeça.
“Estava?”
Respirei fundo.
- Eu vi a Fer e vocês caírem daquela mesma ponte que... – solucei e novo.
Ele me olhou com uma cara de compaixão
- Tudo bem Jeh, foi só um sonho – ele tranqüilizou me abraçando.
Ele se afastou as sobrancelhas franzidas.
- Acho que você está com febre – falou colocando a mão na minha testa.
- Eu to bem – falei.
- Acho que não Jeh! – ele disse pensativo.
- Vamos levar ela para o quarto dela, tem muita gente lá na sala. – o Arin falou
— Gente não precisa! – protestei.
- Não discuta Jessica – o Arin falou com veemência – você não está com cara que está bem.
O Syn me levou para o meu quarto, o Arin logo veio com a toalha do banheiro molhada e colocou na minha testa. Um calafrio percorreu todo o meu corpo.
- Pega um edredom pra mim? – pedi apontando para o guarda-roupa.
- Viu eu falei que era febre – o Syn falou, enquanto o Arin pegava o cobertor e me cobria. Ele trocou a toalha de novo.
- Eu acho que a Leana deve ter algum remédio na bolsa dela – o Syn disse saindo.
- Como você tá se sentindo Jeh? – o Arin perguntou sentando no meu lado.
- Cansada – respondi fechando os olhos, tinha me batido uma moleza. Estava quase dormindo quando ouvi o Syn voltar.
- Ela já dormiu? – perguntou.
- Acho que sim – o Arin respondeu passando a mão na minha cabeça. Eu estava muito cansada para responder, então deixei eles pensarem que eu estava dormindo.
- Eu não achei o remédio, tem muita coisa naquela bolsa, fiquei com medo de sair o mostro do lago Ness de lá – contou.
O Arin riu. Ficou um silêncio, podia sentir eles me observando,
- Ela é linda né? – o Syn comentou. Quase abri os olhos de susto com o comentário dele.
- Muito, eu gosto muito dela sabia? Dela e da Fer, elas me tratam diferentes, são como umas irmãs pra mim – o Arin falou. Meu coração chegou apertar.
- Eu também gosto delas, elas também me tratam diferente, não é como as outras menina que morrem quando vêm a gente, mas elas não, elas me tratam normal, bom, se pelos menos elas morrem não desmontam – ele disse rindo.
- É elas são divertidas, diferentes, fazem coisas que meninas normais não fazem carros, futebol e sabe lá mais o que – o Arin completou.
- Por isso que eu gosto delas, são os tipos de garotas que todos os homens sonham né? Radicais mais femininas, bom, pelo menos a Jeh, a Fer é mais reservada.
- É nada, aquele dia que nós três fomos na balada, você tinha que vê a roupa que elas foram, a Fer não tinha nada de reservado.
- Precisamos marcar uma festa! – o Syn disse rápido.
- Vê se não zoa com elas Gates, principalmente com a Jeh, ela parece ser mais sensível, a Fer eu acho que é mais durona. – o Arin advertiu.
- Claro que não, mas nada impede se eu algum dia terminar com a Michelle e dar uns beijo nela, ou talvez sem terminar com ela mesmo. – ele falou sorrindo – to brincando, ela tipo de meninas que não se brinca, mas até que seria bom dar uns beijos nela.
- Isso se ela te querer né? – o Arin perguntou.
- Pois é ela é diferente, é bem capaz dela me esnobar! – falou rindo.
O Arin riu.
- Acho que eu vou dormir! – o Arin disse levantando do meu lado.
- Tá, eu vou ficar mais um pouco vai que a febre volta – o Syn falou.
- Qualquer coisa me chama se ela acordar gritando de novo – o Arin disse
- Ela acordou gritando? – perguntou.
- Acordou, e depois de hoje eu acho que ela gosta muito da gente! – comentou.
Ele riu
- É eu acho que sim! – concordou
- Boa noite Gates!
- Boa noite Arin!
Ele trocou a toalha e deitou no meu lado, mas ficou uma distância longe. Ele começou a mexer no meu cabelo, fazendo eu me lembrar do meu pai, sempre brincava com o meu cabelo quando eu estava doente, bateu uma saudade de casa. Virei para o lado encostando a minha cabeça no peito dele. Ele estava esperando aquela reação, podia sentir ele me encarando. Ele tirou o cabelo do meu rosto e colocou a trás da orelha.
- Boa noite Jeh! – sussurrou beijando a minha testa.
E eu logo adormeci.
Notas finais
mandem reviews por favor hehe
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