The Pink Is The New Black
7 Need for Speed
Notas iniciais
Esse cap vai para a bitch da Fernanda que me deixou voltar sozinha e ainda ficou tomando sol na praia...ela vai ter uma supresinha nesse cap..
bom é isso
Boa leitura
Enjoy ^^
O Matt e o Johnny olharam para o Syn sem entender.
– As meninas ligaram para a Gena e perguntaram da gente e o Zac deu com a língua nos dentes, ele falou que nós estávamos na casa de umas amigas perto da casa dele e elas estão vindo para cá agora – ele mal terminou de falar o celular do Johnny tocou.
– Oi amor! – ele parecia estar com medo.
Dava para ouvir ela gritando do outro lado da linha, eu tive que virar o rosto para não rir.
– Me espera na casa do Zacky que já estamos indo – ele falou desligando — Fodeu galera
– Droga acabou com a nossa festa – o Matt falou.
Eu ainda mataria o Zacky. Olhei para Fer e parecia que os palavrões estavam saltando dos olhos dela.
– Nós vamos ter que ir meninas – o Matt falou.
O Syn gemeu.
– Até que horas vocês acham que elas vão ratear? Droga, eu não estou nem um pouco a fim de ouvir a Michelle.
– Eu não vou precisar levar vocês de carro também né? – perguntei com um sorriso divertido.
– Acho que não precisa, já que fomos descobertos. – o Johnny falou.
– Eu não sabia que vocês estavam se escondendo aqui – a Fer disse.
– Não estávamos. Mas esquecemos que é sexta e geralmente saímos nas sextas. Além do mais a culpa é de vocês – o Matt explicou.
– Nossa? – perguntei – eu não me lembro de ter obrigado ninguém a vir aqui.
– É sim. Se vocês não fossem tão legais e não tivessem se tornado nossas amigas, nada disso teria acontecido – o Matt falou.
–A culpa é nossa agora? – Fer perguntou.
– Claro que é, vocês são nossas amigas agora. – ele respondeu sorrindo.
– Valeu Matt, também considero vocês meus amigos, até porque são os únicos que eu tenho aqui, além da Fernanda – falei.
Ele sorriu.
– Vamos para a forca então – o Johnny falou. Ele estava realmente com medo.
– Vamos! – Matt concordou indo para a porta.
– Você não vem Arin? – o Syn perguntou, porque ele não tinha feito o menor esforço para levantar.
– Eu não. Vou lá fazer o quê? Ouvir vocês levarem uma lavada? Nem pensar eu vou ficar aqui com as meninas. Eu posso né? – perguntou para a gente com uma cara de cachorro sem dono.
– Claro Arin!
– Ah cara, se você quiser, eu troco com você, fica com a Michelle e eu poso aqui com as meninas – ele sugeriu com um sorriso malicioso.
– Nem pensar! – ele reclamou – o que eu vou querer com a Michelle? Além do mais a Fer e a Jeh me parecem muito mais interessante do que ela.
– Mas tem certeza que você agüenta com as duas? – o Syn perguntou tentando esconder o sorriso.
– Vá se foder Syn! – falamos as duas.
– Cara já imaginou? A primeira vez dele vai ser com duas brasileiras – o Matt completou.
– Que sorte a dele! – o Syn falou nos olhando de cima á baixo.
– Por que vocês não vão embora? – a Fer perguntou.
– Escuta aqui, no Brasil vocês expulsam as visitas de casa? Porque já é a segunda vez que isso acontece hoje, aqui isso não é muito comum – o Matt perguntou.
– Espera ai! – a Fer falou se tocando – é a sua primeira vez mesmo Arin?
– Como assim? Vai acontecer alguma coisa hoje? – ele perguntou arregalando os olhos.
– Então é sua primeira vez? – pressionou.
– Cara, eu não vou para casa não, parece que o negócio aqui vai pegar fogo e eu não quero ficar de fora! – o Syn falou.
– Que Mané pegar fogo, não vai acontecer nada! – falei – mas que tal vocês irem? Se não vão aparecer três mulheres raivosas na minha porta.
– Terceira vez que elas nos expulsa! – o Matt falou abismado – sério ninguém nunca falou que é falta de educação expulsar os outros?
Revirei os olhos.
– Matt eu não quero que vocês vão embora, mas também não quero ouvir um monte de mulheres loucas gritando aqui em casa. – falei.
– Tudo bem, vou entender como se você estivesse preocupada com a gente – falou – tchau meninas – ele despediu nos dando um beijo, os outros fizeram o mesmo.
– Juízo vocês três. – o Syn falou.
Empurrei ele para fora. Ele sorriu.
Voltamos para a sala o Arin já estava jogando de novo, com a Píchi mordendo a barra da camisa dele.
– Você está me desconcentrando Píchi! – ele rateou – vá morder a sua dona.
– Ela não é nem louca de fazer isso.
– Jeh vamos apostar uma corrida? – ele perguntou.
Mas de repente eu não estava mais com vontade de jogar, olhei para a Fernanda e sorri.
– Quê? – ela perguntou em português.
Quando estávamos só nós duas, ou quando discutimos era sempre em português.
– É que vendo ele jogar corrida, me deu um idéia. – dei um sorriso.
Ela entendeu.
– Vamos testar os carros?
– Vamos, uma revanche – falei. Porque na última vez eu tinha perdido a corrida.
– Eu já falei que eu odeio quando vocês conversam em português? – o Arin perguntou.
Não respondi, fui até ele peguei pelo braço e o fiz levantar.
– Que foi? Vai me expulsar de casa só porque eu falei isso? – perguntou.
– Nada a ver – respondi – é que nós vamos fazer uma coisa e precisamos da sua ajuda.
– Fala! – ele disse todo empolgado.
– Nós vamos apostar uma corrida e vamos te deixar no final da rua com uma lanterna para você dar a largada – Fer explicou.
Eu não tinha pensado na lanterna, mas a idéia era boa.
– Que tipo de meninas são vocês que apostam corridas? – ele perguntou com uma cara indignada.
– Do tipo perigosas! – a Fer disse.
Tiramos os nossos carros da garagem. Nossa rua era uma reta enorme, fui até o mais longe que pude e a Fer fez a mesma coisa do outro lado levando o Arin. Quando ela estava voltando para se colocar no meu lado o Arin ligou no meu celular.
– Conseguem ver a luz da lanterna daí? – perguntou com uma voz animada.
– Consigo!
– Então quando eu apagar, vocês arrancam- ele falou.
– Ok, mas sai do meio da rua se você não quiser fazer parte do asfalto – avisei.
– Já to saindo. – falou rindo.
Avisei a Fer que seria quando ele apagasse a lanterna. Ficamos esperando. A desgraça ainda demorou um pouco. Eu simplesmente adorava o ronco do motor da Murcielago. Ele apagou a lanterna.
Engatei a primeira e pisei, saímos patinando a Gallardo da dela tinha uma arrancada mais forte e saiu na frente, mas não tínhamos nem passado a nossa casa quando emparelhei com ela, o meu velocímetro já marcava 150 km/h, engatei a terceira marcha e acelerei. Meu carro parecia flutuar, ultrapassei a Gallardo dela muito fácil, passamos pelo o Arin já estava quase em 210 km/h.
Reduzi um pouco, a Fer passou um pouco na frente puxei o freio de mão e fiz a volta, ela fez o mesmo. Era uma coisa que sempre fazíamos, tínhamos treinado muito até consegui fazer aquela volta certa. Fomos até o Arin ele estava com a mão na cabeça e um sorriso enorme.
– Caralho! – exclamou – quando vocês falaram em corrida eu pensei em 80 km/h. – falou enquanto descíamos do carro.
– 80 km/h? Com esses carros? – a Fer fez uma cara indignada.
– É eu acho que ganhei Fer! – falei em tom de provocação.
– Meu carro não está tunado ainda! – ela se defendeu.
– O meu também não! – rebati.
Custava ela aceitar que tinha perdido?
– Vamos outra – ela falou.
– Quantas você quiser – eu falei indo para o meu carro.
– Jeh? Onde é a casa do Zac? — Ela perguntou abaixando a voz para o Arin não ouvir.
– Por quê?- Perguntei confusa.
– É que eu quero fazer uma coisa – ela deu um sorriso malicioso.
Acho que saquei o que ela ia fazer. Apontei a onde era a casa.
– Vamos de novo Arin – falei entrando no carro e voltando para o outro lado da rua. Passamos de frente da casa do Zacky, a garota não me para e começa a fazer zerinho? Quando eu fiz a volta já não dava pra vê o carro dela, só fumaça. Ainda que eu estivesse longe deu pra vê todo mundo saindo para a sacada da casa do Zacky.
Quando ela começou a voltar o meu celular tocou, era o Syn.
– Que diabos vocês pensam que estão fazendo? – ele perguntou.
– Apostando uma corrida.
Deu para ouvir uma voz de fundo, eu deduzi que fosse da Michelle.
– Como é que você tem o número dela? – perguntou.
Eu sorri já tinha começado uma briguinha entre eles.
– Não enche Michelle – ouvi ele responder – Jeh? – ele me chamou – Qual é a da Fer? Não to nem conseguindo te escutar direito.
–Acho que ela tá meio brava por que perdeu a primeira corrida. Vou desligar ela já ta chegando e o Arin vai dar a largada. – expliquei ainda sorrindo.
– Ele tá junto? A onde ele tá? – perguntou.
– Lá no final da rua com a lanterna.
– Caralho! Ele tá longe – exclamou.
– É essa a idéia. A Fer chegou. – avisei e desliguei.
De novo ela saiu na frente, sabia que ela não ia facilitar dessa vez, então ela me fechou, mas acabou não conseguindo voltar, joguei para o lado contrário e emparelhei com ela. Passamos na frente da casa deles voando, fomos coladas até a metade do caminho, ela começou a me ultrapassar, quando estávamos chegando perto do Arin engatei a quarta e pisei. Ganhei de novo. Fiz a volta e voltei até o Arin.
– Entra aí! Vamos voltar para casa antes que os vizinhos liguem para a polícia.
– Tá, mas não vamos correndo muito – ela falou sentando no banco.
– Cento e vinte tá bom pra você? – perguntei sorrindo.
– Tá zoando comigo né?
Eu ri. A Fer encostou no meu lado e abaixou o vidro.
– Vamos pra casa – falei.
Ela concordou com a cabeça, estava emburrada. Passamos na frente da casa do Zacky e buzinei o Arin quase pulou fora da janela dando tchau. Guardamos os carros na garagem, ela desceu furiosa.
– Vou ter que mexer nesse carro assim não da! – falou batendo a porta.
Revirei os olhos e entrei em casa.
– Vocês gostam de coisas radicais? – o Arin perguntou.
– Mais ou menos, mas carros sempre foram as nossas paixões – a Fer contou.
Sentei no sofá da sala o Arin foi direto para o controle do X Box. Eu não queria ficar em casa, queria sair.
– A gente bem que podia sair! – a Fer disse parecendo ler os meus pensamentos.
– Pra onde? Não sei a onde tem uma balada aqui.
– Aposto que o Arin sabe –falou
– O que eu sei? – ele perguntou apertando o “pause”
Sorrimos para ele.
– Cara, eu conheço vocês há pouco tempo, mas alguma coisa me diz que esses sorrisos não são coisa boa, o que vocês vão aprontar dessa vez? – perguntou.
– Nós estávamos pensando em sair. Você sabe a onde tem uma balada boa por aqui? – ela perguntou.
– Quando você diz nós... Você quer dizer que?
– Que você vai junto – confirmei.
Ele levantou a sobrancelha.
– Por favor, Arin – implorei.
– Vai ser bom sairmos um pouco para nos divertimos – a Fer ajudou –faz quanto tempo que você não beija na boca?
– Eu preciso responder? — ele perguntou com uma cara incrédula.
– Tudo bem a gente entendeu – falei levantando – vou me arrumar, você vai assim? – perguntei para ele.
– Por quê? To feio? – perguntou olhando para as roupas.
– Não, ta uma gracinha, é só que eu esqueci que vocês homens não ligam muito para roupas. – falei dando de ombro.
– Jessica tem um problema, eu não trouxe nenhum cartão – ele falou.
–Não tem problema eu pago.
– Nem pensar que eu vou deixar uma menina pagar para mim – ele rateou.
Revirei os olhos.
– Quanto machismo, depois você me paga então, se é tão humilhante assim pra você.
Ele sorriu.
– Vou me arrumar! – a Fer falou saindo da sala e eu fui atrás.
Vesti uma calça Jeans clara, uma blusinha decotada preta e um sapato de salto alto, passei maquiagem e coloquei os meus acessórios.
Fui para o quarto da Fernanda, ela estava vestida quase igual a mim.
– Espera aí! – ela falou abrindo o guarda-roupa de novo – a gente vai a uma festa e não cantar juntas.
Eu sorri.
Ela vestiu uma blusa vermelha e uma calça Jeans mais escura. Descemos e fomos para a sala.
– Uau – o Arin falou quando chegamos na sala – tem certeza que vocês vão querer me levar? Eu estou parecendo meio desleixado perto de vocês.
– Temos sim – falei – vamos?
– Vamos no meu carro – a Fer falou.
– Nem pensar! Vamos no meu – protestei. Eu queria dirigir.
– Arin qual você escolhe? – ela perguntou.
– Hãã, por que não vamos de X6?
– Nem fodendo! Vamos de Murcielago e pronto – falei
– Dois ou um – a ela disse levantando um braço.
– Tá, par!
– Impar!
– Cara, eu não estou vendo isso! – o Arin falou incrédulo.
– Ganhei! – a Fer fez uma dançinha.
– Droga, vamos de Gallardo então – falei emburrada pegando a minha bolsa.
– Para a onde Arin? – ela perguntou quando entramos no carro.
– Que tipo de balada vocês querem? – perguntou.
– Uma que tem música – ela respondeu.
Eu sorri.
– Sério? – ele perguntou com uma cara de tédio.
– Brincadeira, qualquer uma.
Ele não nos levou numa muito longe.
– Jéssica, me dá o dinheiro para eu pagar, isso é humilhante de mais – ele reclamou.
– Nada a vê Arin, até porque eu não trouxe dinheiro só cartão.
–Mas que droga! – ele rateou.
– Relaxa!
– Eu vou tentar – ele falou com um meio sorriso.
Peguei a mão dele e puxei para a entrada. Entramos achamos uma mesa e logo pedimos bebidas.
– Espera ai! – o Arin falou quando erguíamos os nossos copos – nós vamos ter que entrar num consenso.
– Hem? – perguntei sem entender.
– Nós já bebemos em casa e provavelmente vamos beber aqui também, alguém vai ter que ficar sem beber para dirigir na volta para casa. – explicou.
– Você está preocupado com isso? – a Fer perguntou sorrindo.
– Acredite, eu vi a velocidade que vocês dirigem sem estarem bêbadas, e não quero ver quando vocês estiverem. – falou sorrindo.
Revirei os olhos. Mas ele tinha razão.
– Vamos tirar dois ou um então – a Fer disse.
– Cara, quantos anos vocês tem? – ele perguntou sorrindo.
– O que você sugere então? – ela perguntou séria.
Ele não respondeu, só balançou a cabeça ainda sorrindo.
– Foi o que eu pensei – ela falou.
É lógico que a tapada aqui teve que perder, e tive de me contentar com suco e refrigerante, enquanto via eles mandando vê nas bebidas.
– Vamos dançar! – falei. Eu não agüentava ficar num lugar que tinha musica sem dançar.
– Eu não sei dançar muito bem – o Arin disse.
– Não tem problema, eu te ensino, em geral eu sou muito boa na dança – falei sorrindo.
Ele revirou os olhos.
– E se eu passar vergonha?
– Tá escuro, ninguém vai ficar reparando em você.
– Não sei se eu quero!
– Ah! Você vai sim! – falei pegando ele pelo o braço e levantando da mesa.
– Quando foi que eu perdi a minha privacidade? – ele perguntou sorrindo.
– Acho que foi quando você me conheceu — falei levando ele para a pista.
Estava passando música eletrônica, ele não se saiu tão mal assim, até a Fernanda veio dançar também. Mas não deu 30 minutos eles já estavam cansados, acho que era porque eles já estavam um pouco bêbados. Resolvemos voltar para a mesa.
– Tomaram a nossa cerveja! – ele falou quando chegamos à mesa.
– Você tomou tudo antes de sair.
– Tomei? – perguntou ele perguntou com uma cara de abobado.
– Deixa que eu pego mais. Cerveja? – perguntei.
– Pode ser tequila? – a Fer perguntou.
– Pode até porque são vocês que vão beber, eu só vou ficar olhando – falei emburrada.
– Então trás duas – o Arin falou sentando.
Cheguei ao balcão e pedi duas tequilas e um suco.
– O suco é pra quem? – ouvi uma voz no meu lado perguntar.
Olhei para o lado tinha um menino de cabelos pretos e olhos verdes, em outras palavras lindo.
– Para mim – respondi, mesmo não entendendo o porquê da pergunta, se aquilo era uma cantada estava muito mal.
– Você não bebe? – ele perguntou com um sorriso.
– Bebo, mas hoje estou de castigo, eu vim com uns amigos e alguém precisa saber o caminho de casa depois – falei.
Ele sorriu.
– Prazer eu sou o Victor – ele disse.
– Jéssica – Me apresentei também.
Você não é daqui né? Ele perguntou.
– Não, Brasil, mas estou morando aqui agora.
O garçom trouxe as minhas bebidas, foi quando me toquei que só tinha duas mãos para três copos.
– Espera ai, eu tenho que fazer uma coisa – ele falou segurando o meu braço quando fui tentar achar um jeito para pegar os copos.
– Hem? – perguntei sem entender.
Ele chegou mais perto me puxou pela a cintura fazendo o meu corpo colar no dele e me beijou.
Cara, como eu adorava uma boa pegada, nem me importei de ficar brava.
Separarmo-nos ele olhou para as bebidas.
– Quer ajuda com as bebidas? – perguntou.
– Se você quiser.
– Claro que eu quero!
Chegamos à mesa os dois nos olharam com uma cara de interrogação.
–Você demorou – o Arin reclamou olhando de canto para o Victor.
– Tive um imprevisto – falei enquanto colocava as bebidas na mesa.
– Ligeirinha você né? — A Fer falou sorrindo em português.
Pisquei para ela.
– Esse é o Victor e esses são o Arin e a Fernanda. – apresentei enquanto sentava.
– Prazer! – ele falou enquanto sentava no meu lado.
– Senta ai cara! – o Arin falou atrasado.
Eu sorri, já devia estar bêbado.
Eles beberam as tequilas e logo saíram para buscar mais.
– Eu tenho a impressão que conheço o seu amigo de algum lugar – o Victor falou, quando ele saíram.
– Você gosta de rock? – perguntei.
– Gosto! – ele respondeu com uma cara confusa.
– Então provavelmente você conhece ele.
– Você não vai me falar? – ele perguntou chegando perto.
– Não, vou deixar você descobrir sozinho. – falei sorrindo.
– Eu não estou me importando muito com o seu amigo agora – ele falou, e me beijou de novo.
Eles voltaram com dois copos de tequila cada um, largaram na mesa e saíram de novo e voltaram com mais cervejas.
– Hãã, gente? Não seria bom vocês maneirarem um pouco na bebida? – perguntei. Quando eles sentaram.
– Que nada, eu ainda consigo ver quantas Jéssicas tem na minha frente – o Arin falou virando uma tequila.
– Vamos ver depois que as tequilas fizerem efeito, a da Fer já esta fazendo – apontei a garota que começou a dançar no lugar.
– Eu to ótima!
– Deixe eles pra lá – o Victor falou virando o meu rosto olhar para ele.
Dei de ombro.
Meia hora depois, quando as bebidas já tinham acabado, eu ouvi um barulho de beijo que não era meu e do Victor. Olhei para frente abismada.
A Fer e o Arin estavam se desentupindo. Eles se separam e ela olhou para ele com uma cara meio tonta e disse.
– É eu acho que não faz tanto tempo. – beijando ele de novo.
– Eu não acredito que eles estão fazendo isso! — falei de boca aberta.
– Qual é o problema? – o Victor perguntou sorrindo.
– Com que cara eles vão se olhar amanhã?
– Do jeito que eles estão bêbados duvido que eles lembrem. – ele falou no meu pescoço.
– Provavelmente não – falei sorrindo.
Fomos dançar um pouco, ele dançava muito bem. Dançamos um bom tempo antes de voltar para a mesa, olhei para o relógio era quase 6h da manhã.
– Eu vou ter que ir – falei.
– Mas já? – ele perguntou fazendo um biquinho
Eu sorri.
– Eles já estão quase dormindo – apontei para os dois que estavam conversando de olhos fechados.
– Eu ajudo você com eles então.
– Vamos gente! – falei cutucando-os.
– Tá cedo! – o Arin reclamou.
– Claro que tá, são seis da manhã, esta bem cedinho.
Foi uma briga para fazê-los levantarem e levar até o carro.
– Você sempre vem nessa balada? – o Victor perguntou.
– Foi à primeira vez – respondi.
– Venha mais vezes para a gente se encontrar de novo – ele falou sorrindo.
– Venho sim! – falei entrando no carro, acenei para ele antes de sai. Chegamos em casa foi um sarro, a Fer conseguiu subir para o quarto dela, mas o Arin caiu na escada e lá mesmo ficou.
– Vem Arin! — eu falei tentando levantar ele.
– Aqui está bom! –reclamou.
– Não, não tá, vamos eu te levo para o quarto – falei.
Abri a primeira porta que vi, eu também estava cansada, larguei ele na cama e fui para o meu quarto só tirei os sapatos e a calça e me joguei na cama.
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