Notas iniciais
Ciao! Olá meninas! Voltei! Espero que estejam todos bem durante a quarentena, vim atualizar com mais um capítulo e tirar vocês do tédio por alguns minutinhos! Obrigada á todos que comentaram! Eu finalmente consegui responder todos os comentários daqui, mas já estou recebendo novos, viu? haha ♥ Boa Leitura!

A noite seria longa. Se os gritos de sua mãe ou a bebedeira de Thea fossem alguma indicação. Suspirei e desisti de fazer a barba. Saí do banheiro e olhei para o cabide com as roupas que deveria usar hoje, sem animação alguma. Estava cansado e começando a sentir algumas pontadas que se tornariam uma enxaqueca depois.

Suspirei e comecei a me vestir.

O casamento não passava de mais um contrato de negócios. Nada além disso. Eu, definitivamente, não nutria nenhum tipo de sentimentos por Helena Bertinelli. A fusão entre a Merlyn Global, Wayne Enterprises e Queen Consolidated foi um grande sucesso, mas eu ainda precisava das reservas de Frank Bertinelli.

Frank era dono de quase todas as reservas de petróleo na Ásia. Tendo as reservas de Frank, eu conseguia extrair, Tommy tratar e o Wayne distribuir. Seria lucro para todas as partes e a economia iria girar mais rápido. Negócios. Apenas negócios com Frank Bertinelli. Helena era apenas uma garantia e uma fusão da qual Frank não se opusera.

Me vesti com o terno preto e bem cortado que provavelmente Dinah havia separado, calcei os sapatos bem engraxados e entrei no closet para escolher uma gravata. Antes que pudesse abrir a gaveta, vi a ficha da Srta. Smoak ali.

Felicity Meghan Smoak. 26 anos. Formada no MIT, com honras.

Eu havia pedido Slade uma ficha completa sobre a Srta. Smoak desde o incidente com Kellan no hospital. Ela havia chamado a minha atenção, depois de ter gritado pelo telefone. Eu havia relevado, porque ela deveria estar passando por um grande stress que eu também passei ao correr até em casa e mandar por Slade todos os documentos de Kellan para ela. Depois, o encontro no Instituto Al Ghul, mais gritos vindo dela para mim em relação á Kylie, esta que conhecia minha rotina o suficiente para saber que eu estava lá naquele dia e naquele horário.

Havia algo sobre ela que era fora dos padrões. O jeito de andar. O jeito de falar. O jeito que sua mente não tinha filtro com a língua afiada. Ou o seu comportamento nada sofisticado que provavelmente faria minha mãe subir nas paredes. Ainda me lembrava do almoço que tive com mamãe em que ela reclamara de tudo.

Como sempre.

De como Walter passava muito tempo trabalhando no banco, de como eu era um péssimo pai, de como as crianças haviam ficado em casa durante as férias, e de como Thea estava se comportando esses dias. Bom, mamãe sempre reclamava de Thea, mas ela não reclamou da Srta. Smoak, apenas disse que as crianças estavam em boas mãos. Depois falou de suas viagens pela Europa com Walter e perguntou como ia os negócios com Tommy e o Wayne. E reclamou um pouco mais de Thea.

Eu estava curioso sobre a Srta. Smoak. Ainda mais depois do episódio em que a vi carregar minha irmã bêbada e cantarolar pela casa, também bêbada. Naquela noite, eu jurei ter visto Sara em um de seus vestidos vermelhos, cantando pela casa como fazia. Era a cor favorita dela. Mas não era Sara, e sim Srta. Smoak. Com a ajuda de Dinah, eu coloquei ambas na cama e senti o cheiro de tequila com lavanda e frésias da Srta. Smoak.

Srta. Smoak era bonita. Loiras sempre foram meu tipo, acho que por isso que escolhi noivar com Helena. Ela era morena e não fazia o meu tipo. Já a Srta. Smoak era branca com bochechas rosadas, tinha a mesma altura de Sara, cabelos loiros que batiam um pouco abaixo dos ombros, lábios cheios, nariz arrebitado e pequeno e olhos azuis brilhantes que eram escondidos atrás da armação dos óculos. Seu corpo era pequeno, mas ela sabia se impor e não se acovardava.

Sim, era bonita.

E parecia ser mais real que Makenna Hall ou Isabel Rochev jamais foram.

Depois teve a festa que mamãe deu. Srta. Smoak estava linda e eu não pareci ser o único a notar isso já que três arquitetos, dois advogados, Palmer e Wayne não tiravam os olhos dela, mas Wayne foi o único com bolas o suficiente para ir até ela e pedir uma dança. Desta que ela veio parar em meus braços e seu cheiro voltou com uma força brutal. E dessa vez sem a interferência do cheiro de álcool.

A pele dela era macia e quente. E mesmo ela me chamando de arrogante, nunca pareceu mais bonita. Srta. Smoak era luz. E também era esperta de se manter longe de mim.

Seu trabalho com Kellan, Kiera e Kylie era ótimo. Foi a única babá que durou um mês completo com eles sem sair gritando da casa. Sem resistir, abri sua ficha novamente e vi uma foto que Slade havia tirado. Ela estava perto do deque da piscina dando banho em Lily, a cadelinha que Kylie havia ganhado em meu nome.

Peguei o papel rosa e li ele mais uma vez as letras tortas.

"Obrigada pelo presente. Eu gostei muito. XOXO. Kay".

Eu havia recebido isso junto com o almoço que Slade havia trazido de casa. Eu havia pensado que ela tinha gostado do computador, mas depois que conversei com Slade, descobri que ele havia chegado em sua mãos, mas também um segundo presente. Lily. A Golden Retriever que Srta. Smoak havia comprado e dado á Kylie em meu nome.

Guardei a pasta novamente e abri a gaveta de gravatas. Escolhi uma cor de chumbo e a coloquei no pescoço. Eu até poderia ser CEO de um empresa multi-milionária, falar mais de quatro idiomas, lutar mais de seis tipos de luta, mas eu não sabia dar um nó em uma gravata. Eu já tentei aprender, mas simplesmente não conseguia.

Peguei o paletó e saí do quarto. Fui até a porta ao lado e bati duas vezes.

Mamãe abriu e suspirou ao me ver. Já estava acostumado com essa recepção. Ela levantou o meu queixo e fez o nó na gravata como fazia quando eu era pequeno. E eu sabia que ela estava usando aquele vestido preto de propósito, era sua vingança sobre a briga de dias atrás, era o mesmo vestido que ela usou no funeral de Sara.

— Você sabe que ela não iria querer isso para você e nem para as crianças, não sabe? — perguntou ela ajustando o nó e abaixando as lapelas da camisa.

Coloquei o paletó em silêncio.

— Os mortos não querem nada, mamãe. — eu respondi quando ela tirou uma bolinha de meu paletó com olhos caídos.

— Vamos. Temos um jantar nos esperando. Assim como os seus convidados. — ela disse e enlaçou seu braço no meu.

Nós descemos as escadas e eu vi meus filhos e Lily de pé em fileira. Todos, inclusive Lily, vestidos para o jantar. Kiera ficara linda de vermelho, assim como Sara. E a Srta. Smoak. Mas nenhum sinal desta última por perto. Tommy e Thea se juntaram á eles na fileira.

A campainha tocou.

Mamãe suspirou novamente, e Dinah abriu a porta para família Bertinelli.

Agora não dá mais para cancelar ou fugir.

Os três entraram pela porta. Primeiro Frank Bertinelli. Ele mais baixo que eu e tinha mais rugas. Depois sua esposa, Dianna Bertinelli. Ruiva com curvas exageradas e um batom vermelho pegajoso. E por último, Helena. Ela estava deslumbrante em seu vestido preto, mas usava o mesmo batom que a madastra.

Helena era bonita, mas nada nela me atraía verdadeiramente.

— Oliver! — exclamou Frank e nós trocamos um aperto de mãos. — Bom te ver, rapaz. Moira está linda hoje. Lindo vestido.

— Obrigada Frank, só uso este vestido quando estou de luto ou recebo notícias terríveis. — mamãe respondeu ácida ao ter a mão beijada por Frank.

Sutileza não era o forte de Moira Queen-Steele. Nunca foi.

— Sra. Bertinelli, encantado. — eu disse ao beijar a mão de Diana que sorriu e depois cumprimentou mamãe.

— Oliver. — cumprimentou Helena ao me dar um beijo na bochecha.

— Helena. — eu disse e segurei sua mão, coisa para qual eu vi Kiera revirar os olhos.

— Felicity! — exclamou mamãe ao olhar pelo ombro. No topo na escada estava a Srta. Smoak que estava desaparecida até então. Desta vez usando azul como na festa de mamãe. — Estava me perguntando aonde você estava.

Ela desceu calmamente os degraus com uma expressão levemente confusa, e se colocou ao lado de Kylie na fileira enquanto Tommy cochichava algo em seu ouvido fazendo-a corar e até seu pescoço ficou com um leve rubor.

— Bertinellis, estes são Kellan, Kiera e Kylie. — eu apresentei acenando para cada um dos meus filhos. Kylie me direcionou um olhar bravo. — E Lily.

— Prazer. — disse Helena ao apertar a mão de Kellan.

— Gostaria de dizer o mesmo, Srta. Bertinelli. Está muito bonita. — respondeu Kellan com educação.

— Muito prazer, Kiera. Eu adorei seus sapatos. — disse Helena passando para Kiera que ignorou o elogio e a mão estendida de Helena. Apenas sorriu minimamente. — Oi Kylie.

Vi a Srta. Smaok cutucar Kylie discretamente que sorriu e acenou antes de pegar Lily no colo e exibir ela para Helena. Pelo menos um deles era simpático.

— Oh, que lindinha... — disse Helena antes de ter seu dedo quase arrancado pelos dentes afiados de Lily.

Ou não.

— Thomas.

— Helena. Prazer em revê-la. — disse Tommy dando um beijo na bochecha de Helena.

Os dois se odiavam, mas se aturaram pelo bem de todos. O meu, principalmente.

— Podemos agilizar isso? Estou com fome e minha taça está vazia. — disse Thea com um tom entediado. — E aí Helena?

— Boa ideia. Frank... Uísque? — eu disse e Frank assentiu.

Fomos todos para a sala de estar e Iris serviu á todos nós com champagne para as mulheres e uísque para os homens e mamãe. Apenas hoje, porque seria uma noite longa. Bem longa.

Dianna e mamãe conversavam sobre os próximos eventos que a alta sociedade teria em breve. Helena, Thea e Tommy sobre as boates Verdant. E eu fingia que escutava o que Frank dizia sobre o número de ações da Kord Industries, enquanto observava a Srta. Smoak conversar em voz baixa com Kiera e Kellan que pareciam estar achando graça do que ela estava falando. Kylie estava no sofá com Lily e seu suco de laranja. Ela realmente parecia ter gostado da filhote.

— Quem seria aquela adorável jovem, Moira? — perguntou Frank acenando para Srta. Smoak quando mamãe e Dianna se juntaram á nós.

— A minha única boa notícia este ano. — respondeu mamãe sorrindo ao olhar para a Srta. Smoak. Ela gostava mesmo ou estava fingindo? Eu nunca sabia dizer quando mamãe estava atuando e quando não estava. — A nossa mais nova babá.

Como se mamãe tivesse gritado seu nome, Felicity olhou para nós e meu olhar se encontrou com o meu.

— Temos sorte de tê-la. — eu disse e ela corou fortemente.

Até mais do que no começo da noite.

Todos sentamos nos sofás espalhados pela sala, as crianças e Felicity monopolizaram um, Frank, Dianna, Helena e eu outro, mamãe ficou em sua poltrona e Tommy e Thea no terceiro sofá. Lily veio até meus pés, me cheirar. Ela não me reconhecia ainda. Fiz carinho em suas orelhas e depois de muitas tentativas, ela conseguiu subir no sofá e sentar no meu colo.

Alguém parecia estar do meu lado, pelo menos.

— Felicity cursou no MIT. A melhor da classe. — disse mamãe e voltei meu olhar para a loira em azul na minha frente.

— Pretende trabalhar na área? — perguntou Dianna e eu vi Helena franzir os lábios.

Hm.

— Não, senhora. Eu já tentei e não deu muito certo. — a Srta. Smoak respondeu e Kellan riu baixinho de algo como se tivesse lembrado de algo, e Felicity corou ainda mais.

— Oh, então não tem estabilidade financeira? — alfinetou Helena e a Srta. Smoak voltou seu olhar para ela, enquanto Thea e Kiera fuzilavam a minha noiva.

— É claro que eu tenho Srta. Bertinelli. — respondeu Srta. Smoak animada. — Eu sou babá e ganho mais do que qualquer mulher nesta sala por mês. Exceto pela Sra. Queen, é claro.

Tommy segurou-se para não rir e eu fiquei grato, mas Thea não. Ela explodiu em uma gargalhada que deixou Helena fula da vida. Até mamãe soltou uma risadinha por trás de seu copo! Srta. Smoak corou mais uma vez e eu sorri levemente. Ela realmente não tinha noção de em quais calos estava pisando, e mesmo se soubesse, algo me dizia que ela não iria se importar.

— Posso dizer por todos que você é uma babá excelente, Felicity. — elogiou mamãe.

Ela estava toda elogios hoje, não?

— Um brinde á nossa Lissy! — disse Tommy e todos brindamos, até Helena que não gostava de dividir o centro das atenções com alguém. A Srta. Smoak notou isso também e não escondeu o alívio quando Kylie precisou ir ao banheiro e ela a acompanhou na mesma hora que Dinah me chamou para conversar.

— Jantar em dez minutos. Se quiser ir para mesa... — ela disse e eu assenti.

Na mesma hora em que cruzei o hall escutei Dianna e a Srta. Smoak em uma conversa hostil encoberta por educação. Kylie já havia voltado para a sala e estava brincando com Lily aos pés da poltrona de mamãe que observava as duas com um leve sorriso no rosto.

Você é bem querida por aqui, até Moira gosta de você. — disse Dianna analisando a Srta. Smoak da cabeça aos pés e franzindo os lábios da mesma maneira que Helena fazia.

Ela aprovava a Srta. Smoak, mesmo que de má vontade.

Fui eu mesma o tempo inteiro. Confie em mim, Srta. Bertinelli, já temos muitas pessoas usando máscaras dentro destas paredes. — disse Srta. Smoak sem se intimidar pela postura de Dianna que recuou e depois voltou para sala no mesmo tempo que Tommy saía de lá.

— Se continuar olhando ela deste jeito, vai abrir um arrombo nas costas dela. — disse ele e Felicity revirou os olhos ao respirar fundo e apoiar as mãos na cintura.

— Ela veio aqui dizer que os Queen gostam de mim, já os Bertinelli... — respondeu ela com um tom enojado ao falar o segundo sobrenome. — Qual é a dela?

— Está se sentindo ameaçada, Lis.

— Por mim? Sério? Ela deveria se sentir ameaçada pelo cirurgião plástico que fez tudo aqui na cara dela! Ela parece o Frankenstein! — Srta. Smoak exclamou em sussurros apontando para a sala e eu ri baixinho ao me encostar em um dos pilares debaixo da escada.

Oliver não tirou os olhos de você, desde que apareceu ali em cima. — disse Tommy e apontou para o topo da escada. Isso não era verdade. Era? — E titia só fala de você, não acha que isso irritou as Bertinelli?

Srta. Smoak parecia surpresa com isso. Eu fiquei olhando ela tanto assim? Suspirei ao saber a resposta desta pergunta sem precisar de esforço algum. Algo sobre ela que... Eu não sei.

— Ele provavelmente está se preparando para receber mais algum sermão meu e assinar de vez minha carta de demissão... — ela resmungou e Tommy riu e jogou o braço em cima de seus ombros.

— Duvido. Não fique tão surpresa, este vestido é lindo e apertado, e sua bunda faz aquela curvinha delicio... — antes que Tommy pudesse terminar de falar, Srta. Smoak bateu repetidamente em seu braço fazendo ele rir. Decidi que era a hora de sair de meus esconderijo e parar de espiar a babá de meus filhos. Já bastava os dias de semana, agora seriam as noites também? — Ollie!

— Jantar. Vamos? — eu disse alto o suficiente para todos escutarem.

Eu sentei na cabeceira, mamãe e Thea ao meu lado. Os Bertinelli ao lado de mamãe e os Queen junto com Thommy ao lado de Thea. A Srta. Smoak ficou na outra cabeceira perto de Kylie e Lily. Dinah junto com Iris e Edward serviram o jantar. Risoto de cenoura com cebola roxa, Kylie parecia gostar muito. Sorri ao ver ela comendo sem cerimônias. As conversas se reiniciaram e eu fiquei neutro, apenas comentando nas horas certas e rindo quando todos riam.

Depois veio o segundo prato. Filé gratinado aos quatro queijos para as crianças e talharim ao molho branco com rúcula e aspargos para o resto da mesa. Por que eu sinto que estou comendo comida de vaca? Tentei ouvir a conversa que se desenrolava do outro lado da mesa entre Thea, Felicity e Kellan que riam animadamente, mas risada aguda de Dianna não permitia.

— Eu gostaria de fazer um brinde. — disse mamãe se levantando da mesa. — A pretensão de unir as nossas famílias como uma só no futuro.

Todos ergueram as taças.

— Não é uma pretensão e sim um fato, Moira. — disse Frank e eu e Thea bebemos o champagne em conjunto sabendo o que viria pela frente se elas continuassem.

— Aos meus futuros netos também! — Dianna disse.

Kiera engasgou junto com a Srta. Smoak e foram abanadas por Kellan e Tommy quando ouviram o homem. Batemos as taças e voltamos a comer. A sobremesa foi servida e mais uma vez houve um diferencial de cardápios. Cheesecake de morango para nós e bolo de chocolate com sorvete para eles. Mamãe também notou isso, mas não comentou nada apenas sorriu para Srta. Smoak e roubou uma colher de sorvete de Thea sem cerimônia alguma.

Quem era aquela mulher o que ela fez com a minha mãe?

— Ahm, se me dão licença... Irei me recolher. — disse Kiera se levantando. — Amanhã eu tenho aula bem cedo e treino de caça.

O que?

— Você caça? — perguntou Frank surpreso.

— Sim senhor, a temporada de caça ás vadias vai começar em breve. — Kiera respondeu e olhou para Helena. — E eu vou caçar.

Ela pegou o prato com bolo e sorvete e se retirou.

— Acho que eu também vou me deitar... — disse Kellan e recebeu um olhar da Srta. Smoak. — Lissy, ou você é a minha melhor amiga ou é o capeta. Não há meio-termo.

Thea e Tommy riram alto, eu também, amenizando o clima deixado por Kiera e Kelllan saiu da mesa também. Kylie e Srta. Smoak ficaram e quando deu a hora de dormir, ela deu um beijo em mamãe e um em minha bochecha com o bônus de um abraço.

Kylie, curiosamente, estava cheirando á frésias assim como a Srta. Smoak.

Elas subiram e Frank bocejou. Era a deixa perfeita para eles irem embora.

Por favor...

— Acho que também deu a nossa hora. — disse Frank e eu agradeci aos céus.

Nos despedimos e Helena não foi embora até me beijar o que fez Thea colocar o indicador na língua fazendo Tommy rir. Até que foi uma noite calma, poderia ter sido pior. Quando voltamos para dentro, a Srta. Smoak estava no final das escadas, descalça. Mamãe se recolheu, assim como Thea e Tommy que iriam se virar para achar os quartos de hóspedes.

— Sr. Queen? — chamou e eu a olhei em expectativa. — Por favor não brigue com eles.

Ergui uma sobrancelhas. Oh, sim! Ela estava falando das pequenas gafes de Kiera e Kellan durante o jantar e a noite inteira. Eu já estava esperando um comportamento assim vindo de todos que moram nessa casa. Não foi surpresa alguma.

— Eles não tiveram culpa. — ela disse em voz baixa.

— Não?

— Não, porque a culpa é do senhor. — ela disse e aquele olhar feroz que havia enfrentado no instituto Al Ghul estava em seus olhos novamente. — Eles estão apenas demarcando seu território e deixando bem claro que a Srta. Bertinelli é a intrusa e não o contrário. O senhor não notou antes, porque estava muito ocupado com a cabeça em sua bunda.

— Como é que é? — perguntei me aproximando dela.

Ela não se intimidou. Ela empinou o nariz e me encarou.

O que não assusta esta mulher?

— Você tem ideia do que eu posso fazer com você, Srta. Smoak?

Notas finais
Boom! Para quem pediu um pouco mais de Oliver e um pedaço de sua mente! Espero que tenham gostado, escrever pela visão masculina é sempre um desafio para mim, mas eu até acho interessante! Se acostumem com o papito, porque ele não vai embora tão rápido mais! Alguma opinião para mim? Comentem! Indiquem! Recomendem! Favoritem! https://fanfiction.com.br/historia/736715/Dangerous_Love/ https://fanfiction.com.br/historia/779525/Coaching_Daddy/ (Atualizada!) https://fanfiction.com.br/historia/712239/Extreme_Love/ (Finalizada!) Grupo do Facebook_ https://www.facebook.com/groups/1015217841832543/?ref=bookmarks (Respondam as perguntas e avisos quando solicitarem autorização para entrar no grupo!) L.W PS: Venham conversar comigo no Twitter! Meu nome por lá é @juju100_! Vamos conversar sobre Arrow, fanfics... Qualquer coisa! Estou começando a postar pequenos trechos e spoilers sobre minhas fics por lá também! PS²: Vamos bater #120 comentários? Ou mais uma recomendação?