Notas iniciais
Eu... venho aqui humildemente pedir perdão (outra vez) pela demora. Dessa vez... eu me superei.

Mas não foi apenas por preguiça. Por muitas vezes senti vontade de sentar e escrever, mas não pude.

Uma tonelada de trabalho da escola.

Trabalho de história ( apresentação);
Trabalho de artes; provas; mais dever...curso de inglês (prova, ainda que eu não estude e tire 10... muito dever!).

Trabalho de matemática (da qual eu não sabia os exercícios de cada módulo, então fiz os 5 de uma vez, completos)

Prova de matemática (1 e 2), química (1 e 2) e física (1 e 2)... e mais dever.

E depois de tanta coisa, acho normal ter vontade de dormir o dia inteiro, ou ser preguiçosa...

Sem contar que... fico imaginando os capítulos mais lá pra frente (o roteiro em minha mente já tem trocentos capítulos) e vejo o quanto são emocionantes em comparação aos atuais... lá se vai a motivação.

Então, como não quero fazer com que percam ainda mais tempo lendo mais um monte de coisas que... bem, apenas os farão perder tempo, aí está!

Boa leitura!

Não havia muito a se dizer a respeito daquele dia, não havia algo especial a se retratar sobre aquela manhã. Tudo parecia exatamente igual com a costumeira bagunça e confusão da qual já estavam acostumados.

Mas não estava. Afinal, certa maga faltava.

Seu nome? Juvia Lockser.

Localização? Desconhecida.

Aparentemente a missão que pegara levaria apenas dois dias, incluindo chegada e partida. Mas, por motivo ainda desconhecido, a mulher da chuva ainda não se preocupara em voltar, ou até mesmo nem terminara a missão.

O que mais o intrigava haviam sido as palavras da garçonete. A missão era mediana, simples demais para levar tanto tempo, então o mais provável seria Juvia terminá-la sem dificuldade. Então quando, em significante estado de inocência, a perguntara sua opinião sobre o motivo de tanta demora, a resposta não havia saído como de uma forma que o rapaz tivesse como contestar.

Ainda pior que tudo o que ouvira mascarado por palavras doces, era um fato.

De todas aquelas palavras... nenhuma delas era falsa.

Era a verdade a qual muitas vezes se recusava a enxergar, a entender, a aceitar.

Levou o copo de vidro a boca e se acalmou ao sentir a bebida gelada descer pela garganta. Por um momento esqueceu-se de toda a situação e olhou ao redor, à busca por sua fiel perseguidora.

Ah é... ela não estava lá.

Inconscientemente levou a mão a camisa e começou a desabotoá-la, jogando-a num canto qualquer logo em seguida. Quando estava prestes a abrir o zíper da calça, os portões da guilda começaram a ser abrir de forma estrondosa, por alguém com certo esforço em conseguir uma brecha para entrar.

Um homenzinho, provavelmente da altura de Wendy, chamou a atenção do mago de gelo. O pequenino cambaleava desajeitadamente fazendo seu caminho para o balcão, uma carta pressionada pelos dedos curtos.

- C-com licença... s-senhorita, gostaria de entregar uma m-mensagem ao responsável dessa g-guilda, por favor? — gaguejou, erguendo a carta na altura do nariz.

Mirajane sorriu cordialmente e repousou uma bandeja sob o balcão.

- O mestre está ocupada agora, mas seja lá qual for o assunto, pode falar comigo e mensagem com certeza será entregue — estendeu a mão para pegar a carta.

O baixinho de olhos negros assustados, balançou a cabeça de forma exagerada e ergueu o envelope, mas logo o levou de volta.

- V-venho aqui trazer uma triste notícia — começou, seu olhar se entristecendo ao ver a inocência nos olhos da albina.

- E ... o que seria? — perguntou, o sorriso já não mais presente em seus lábios.

- Lamento informar, mas um de seus amigos, infelizmente, n-não poderá voltar. A m-maga de água conhecida como Juvia Lockser pereceu durante um trágico a-acidente. E-eu lamento muito, meus pêsames senhorita — falou rapidamente, finalmente entregando-lhe o papel.

Quando voltou a erguer o olhar, que nem mesmo lembrava de ter baixado, a expressão que viu parecia pertencer a uma pessoa completamente diferente. O sorriso não apresentava mínimo sinal de pertencer aquele rosto, o olhar era um misto de tristeza e descrença, e o corpo permaneceu imóvel, congelado, apesar de todas as tentativas fracassadas do pequeno em chamá-la.

-J-juvia... — foi tudo que saiu de sua boca, conforme lágrimas começaram as se formar no canto de seus olhos.

- Foi um acidente... senhorita Lockser lutou até o fim, protegeu a muitas pessoas, mas no fim... não foi capaz de se salvar. Perdoe-me senhorita, mas preciso ir agora — disse novamente, não gaguejando dessa vez.

O homem de pequena estatura coçou o canto dos olhos e atravessou a sala de forma rápida, sorrindo tristemente ao ouvir perguntas serem lançadas à garçonete.

-Mira-san? O que foi?

-Mira-nee... por que você está chorando?

-Nee-chan...

Se virou por um breve instante apenas para ver a garota de antes apoiada no balcão, com lágrimas escorrendo dos olhos já vermelhos, a carta que lhe entregara sendo pisoteada por inúmeros membros que tentavam ampará-la e descobrir o motivo da súbita explosão.

- Desculpem-me, eu não queria fazer isso, mas... bem, não é como se eu tivesse alguma escolha em primeiro lugar. — sorriu tristemente.

Observou como um mago semi-nu cobriu o rosto com a mão, o corpo trêmulo e olhar baixo, as lágrimas claras mesmo sob sua mão.

- Vamos apenas torcer para que Juvia-san se saia bem — pegou na maçaneta.

-Não vai ser fácil para, ela, mas... talvez ainda haja esperança — disse misteriosamente, finalmente cruzando a soleira da porta.

Ajeitou a minúscula jaqueta escarlate, e retirou o chapéu por um momento, para ser capaz de olhar para o céu.

- Talvez tudo se trate de destino. Talvez eles fossem as pessoas certas a qual isso deveria acontecer. Talvez não sejam como os outros, talvez... — murmurou ao vento, deixando o chapéu reocupar a posição por cima do cabelo louro.

Retirou um objeto cilíndrico do sobretudo e concentrou nele pequena quantidade de sua energia mágica.

- Primeira etapa do plano completa. — declarou — Sim, senhor, tudo foi realizado com cautela. Foi um completo sucesso, lhe garanto, meu senhor. — falou respeitosamente.

Voltou a olhar para a guilda. Fairy Tail, conhecidos por seus corações infames, teria de usar negro aquele dia. Por estar na hora errada, no lugar errado, não apenas Juvia pagaria o preço, mas todos seus amigos tratariam de sofrer com ela.

E ainda que lamentasse, não faria qualquer coisa que pudesse prejudicar seu próprio bem-estar.

Aproximou o rosto do cilindro e voltou a escutar.

Segunda Etapa do Plano: Eliminar Juvia Lockser.

Notas finais
Não tenho mesmo muita a dizer, o que tinha já disse na primeira nota.

Bem, espero que estejam gostando, e se tiverem alguma sugestão ou algo que possa ajudar a melhorar a fic (ou apenas algo que queira me dizer)... será mais que bem vindo!

Até a próxima! o/

Vou checar os reviews do capítulo anterior agora, ainda não pude ver -.-

Desculpe se demorei a responder ^^ (vou fazer isso agora)