The Outsiders

7 Capítulo 7


Notas iniciais
Hey everyone, finalmente minha net decidiu ficar boazinha !!! Escrevi esse capitulo com muito carinho!!!

Nathan parecia ser influente, tão influente que os outros caras pareciam tremer em suas bases com a voz dele. Era engraçado, como podiam ter medo de alguém tão bondoso como ele. Quis rir, mas o medo não deixava. Ultimamente andava tão tomada pelo medo que não parecia ser uma greaser de verdade. Estaria eu mudando?

-Ronnie, vamos.- Olhei para a face de Nathan, seu semblante havia mudado, adquirindo uma rigidez que não tinha visto, o semblante de um homem. Ergui meus olhos para o rapaz, ele estendia a mão para mim. O que seria de mim se algum greaser visse essa cena? Apenas fui até ele e ignorei a mão, o olhar dele pareceu doer ao ver que eu recusara a mão. Ele caminhou para um lugar desconhecido, até que com um sorriso disse: — Vamos correr.- Animei-me e corri juntamente, Nathan tinha pernas longineas e ganhara de mim ao destino desconhecido.

Corremos até ele parar emfrente à um prédio que de longe era chique demais para colocar meus pés. Ele adentrava o local, convidando-me também. Fiz um sinal de negativo com a cabeça e seus lábios se partiram dizendo- Você vai entrar. – O tom de sua voz era imponente, não hesitando um segundo, o segui. Subimos as escadas, com o porteiro vestido com roupas melhores que as minhas. Nathan não parava de subir as escadas , ao chegarmos no oitavo andar me deparei com um bloco de concreto pintado de bege, com uma estreita escada pintada de dourado. Subimos e Nathan me ajudou segurando minha mão e puxando-me para cima.

Me deparei com a vista da cidade. Era possivel ver as ruas movimentadas da parte rica de Londres. Tudo tão limpo e enfeitado. Então eu não quis, eu ri. Nunca havia pensado que um dia poderia ver algo tão lindo em minha vida. Não apenas ri, chorei. Lágrimas saiam de maneira descontrolada de meus olhos, umidencendo minhas bochechas e lábios.

-O que houve? – Nathan se virava para mim, colocando seus braços em torno de meus ombros.

-Aqui...lindo..- sorri para ele. –Tanta..dor..aqui..- comecei a soluçar. Nunca chorei tanto em toda minha vida, Nathan apenas me segurava em seus braços. Aquela segurança vinha dele, aquela segurança me dava a liberdade para chorar. Então eu vomitei tudo para ele: — Estou confusa.. Eu sempre pertenci ao lixo da sociedade, sempre.. E agora estou aqui em cima. Não consigo suportar o fato de que vocês socials tem tudo isso mais família e lar , e ainda reclamam da vida. Como conseguem viver de maneira tão supérflua?- Me ajoelhei, colocando as mãos em meu rosto. Nathan fazia o mesmo, colocando os braços ao redor do meu corpo. – E como eu consegui perdoar o que o Jay fez comigo? Como eu esqueci tudo o que ele fez com uma noite só? – Não parava de pensar em seu corpo perfeito, com o seu hálito quente em minha pele.

- Desculpe-me por ter tudo. – Nathan disse em um sorriso, segurando a minha mão, puxava o meu corpo para o seu. Em um abraço quente nos envolvemos e ficamos em silêncio.

JAY’S POV

Quando vi o que estava acontecendo corri para fora do carro. Nathan estava protegendo Ronnie? Os dois saiam juntos do Drive In? Estavam correndo? Meu coração sentia um aperto novamente. Era minha culpa, Ronnie se arriscou para me ver e eu a tratei mal, talvez até a desencorajando a ficar em minha presença novamente. Tudo estava acontecendo rápido demais nessa última semana. Porque diabos eu estava cogitando que ela gostaria de ficar perto de mim?

Passei os dedos pelos meus cachos, América estava ali parada, com o cabelo bagunçado me fuzilando com os olhos.

-Que diabos acabou de acontecer James?- Sua voz ladrava estridente, ela havia visto tudo. Ronnie, Nathan, eu chorando.

-Se você contar algo para alguém, você talvez possa não viver mais América. – Virei minha cabeça para ela e entrei dentro do Mustang. Tinha que descobrir onde Nathan e Ronnie estavam. Liguei o carro e dirigi por Londres. Sykes Hotel surgiu em minha cabeça. Era o hotel favorito de Nathan, nossos pais deram a ele assim que completo 18 anos. Era simbólico, seu refúgio. Meus caninos perfuravam meu lábio inferior só de pensar que eles poderiam estar.. Saí do Mustang e caminhei até a porta, abrindo.

-Nathan esteve aqui?- Meu tom era educado e polido.

-Sim senhor McGuiness. Seu irmão acabou de passar por aqui com uma.. senhorita.- Sua voz parecia dividida em descrever Ronnie. Nathan era meu meio irmão, filho de meu pai com a mãe dele, porém ela não era minha mãe. Minha mãe estava morta a muito tempo.

Subi as escadas correndo, sabia aonde ele a tinha levado.

TOM’S POV.

Ronnie disse que tinha que pensar. Eu tinha a pedido em casamento. Um leve desespero tinha tomado meu corpo até que ela explicou o que estava se passando em sua cabeça: como casar seria algo bom para nós? Nós não tínhamos um lugar bom para morar, não tínhamos estudo e muito menos dinheiro. Era isso o que se passava na cabeça dela. As ruas de Londres estavam gélidas, a nossa área era a parte suja da cidade. Homens bêbados caindo e tropeçando pelo o meio fio, prostitutas oferencedo seus corpos.

Ali não era um bom lugar para começarmos a ter um futuro. Veronnica tinha razão. Sorri me lembrando de tudo, do seu sorriso e de suas manias. Aqueles olhos verdes eram como esperança para mim. Não sei o que seria do Thomas Parker sem a Veronnica George. Chutei uma pequena pedrinha e fiquei a observar ela quicar pelo o chão. A pedra talvez fosse mais longe que eu.

RONNIE’S POV

Ao meio de lagrimas , ouço a voz do Jay:

-Porque você está chorando?- Meu estômago se revirava, me desentrelaçava dos braços de Nathan e erguia a cabeça. Lá estava Jay, com sua imagem imaculada. Os cachos loiros caindo pelo seu rosto, com seus olhos azuis perfurando o meu espírito, seus lábios avermelhados contrastando com sua pele caucasiana. Não conseguia respondê-lo.

-Vou deixar vocês sozinhos.- Nathan se levantou com o rosto demonstrando não estar muito contente por Jay estar ali.- Se você fizer algo, James, não serei tão agradável. – Ouvir Nathan falar daquela maneira me cortava o coração. Em uma semana ele havia se tornado o anjo da minha vida.

-Me desculpe por antes.. — Jay ignorava Nathan que descia as escadas e sentava-se ao meu lado. Eu sorri de uma maneira fraca. Era exatamente o que eu precisava ouvir.

- Não vou dizer que tá tudo bem. Essa merda é toda louca. — Ri, estirando o meu corpo no concreto. Jay deitava-se ao meu lado. Nervosamente dirigia meu olhar às estrelas. Isso não podia estar acontecendo.

- Qual merda?- Seu tom era brincalhão.

-Sentimentos.- respondi.

- É, isso é algo novo para mim.- Jay olava para mim

-Para eu também.- Virei meu rosto e o encarei.

Notas finais
To escrevendo já o novo capitulom , curtiram?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.