The Only One

9 Cap. IX — She Falls Asleep


Notas iniciais
Oi gente, como vocês estão? Queria agradecer a vocês pelos reviews e pelo apoio, e sinceramente, acho que já teria terminado a fic a muito tempo se não fosse essa coisa estranha que eu tenho de querer escrever para vocês.
Talvez vocês possam me matar por que nesse capítulo não temos exatamente Faberry, mas temos alguns papéis invertidos aqui, eu achei muito interessante de escrever e espero que vocês gostem de ler também!
Vejo vocês lá embaixo!

Sam levantou os olhos de uma revista sobre musicais quando Rachel começou a grunhir e se remexer na cama. Finalmente, pensou. Seus olhos ardiam e seu corpo doía por não poder ter ido dormir ao fim da festa da garota, tudo o que ele queria era sua cama na casa alugada pelos pais e umas boas horas de sono.

A festa de Rachel se dera por terminada quando Sam enfiou todos os garotos que estavam no Hell House para dentro do furgão que seu pai comprara — ele ainda tentava descobrir por que — e ele os levara às suas respectivas casas. Já passava da cinco da manhã quando o garoto parou na casa de Rachel, carregando-a desacordada para dentro, torcendo para que os pais dela não notassem o quanto ela chegara atrasada.

Quinn tinha ido para a mansão Fabray sozinha. Sam queria saber o que estava lhe acontecendo, o que ela estava sentindo e por que sempre ela queria ficar sozinha quando o que Rachel mais queria era sua companhia, mas escolheu por respeitar a opção da melhor amiga. Ela também estava exausta por causa da noite.

Uma rápida vasculhada no depósito fez Sam concluir que Finn não tinha feito nada com Rachel. Ele e Quinn tinham chegado a tempo para salvá-la. Ainda não acreditava no que o colega de coral tinha tentado fazer. O Finn do ano anterior não parecia em nada com o garoto que tinha levado seus socos e pontapés. O plano provavelmente tinha sido arquitetado pela amiga Skank de Quinn, Mack. Sam se recusava a acreditar que Finn poderia ser tão mal.

— Quinn? — Rachel tentou dizer, entreabrindo os olhos. Ela se espreguiçou, soltando um gemido, e deixou os braços caírem de novo na cama. — É você?

— Não, Rachel, é o Sam — o garoto respondeu, deixando a revista na poltrona e sentando ao lado de Rachel.

Ela abriu os olhos por completo, e Sam notou que mesmo após horas de sono, eles permaneciam vermelhos por causa da bebida. Sentia-se um idiota por ter deixado Quinn deixar Rachel fazer aquela festa. Rachel era parte de Quinn, tinha a missão de protegê-la também. Aquele domingo seria algo por que ele sempre se sentiria culpado.

— Ah... — Rachel fez um barulho estranho, como se concordasse. Sam passou a mão pelos cabelos bagunçados da garota, sorrindo bondosamente. Ela parecia tão pequenina por baixo daquele tanto de cobertores... — Onde está Quinn? Quantas horas?

— É quase uma da tarde, Rach. — Sam escolheu por responder a segunda pergunta, tentando arranjar uma forma de responder a primeira sem que Rachel ficasse irritada ou procurasse seu casaco a fim de ir correndo atrás de Quinn. — Ela está em casa. Mandei-a descansar. A noite de vocês foi longa. Muito longa.

— Está aqui há quanto tempo?

— Desde sempre. Quinn me pediu para cuidar de você e é isso que eu estou fazendo. Embora tenha causado uma estranha impressão nos seus pais.

Sam tinha ficado especialmente aterrorizado ao encontrar Hiram e Leroy às sete da manhã, quando eles entraram no quarto de Rachel para desejá-la bom dia. É claro que a explicação que ele dera poderia deixar a garota de castigo por umas boas semanas, mas era a única maneira de ficar no quarto.

Rachel fez uma expressão confusa, como se pedisse por mais detalhes, tanto de Quinn como da raiva de seus pais. Ela sentou-se na cama e olhou para o prato de café-da-manhã que os pais dela tinham deixado antes de ir trabalhar. As panquecas estavam pela metade, por que Sam não conseguiu se controlar ao sentir o cheiro da comida. Só tinha álcool no sangue desde a meia-noite, precisava de algum alimento.

— Cara, minha cabeça tá doendo horrivelmente — comentou Rachel, enfiando a cabeça entre os joelhos, mal dando para Sam escutar o que ela dizia. — Nunca mais eu bebo. Espera... — Ela voltou a encarar Sam, franzindo a testa. — Hoje é segunda, por que não estamos na escola?

— Rachel, férias de Natal — respondeu Sam simplesmente, sorrindo ao encontrar uma caixa com remédio para dor de cabeça ao lado do prato de comida. Ele entregou o suco de laranja à garota junto com uma pílula. Ela tomou rapidamente.

Eles permaneceram em silêncio por um tempo. Sam bocejou inúmeras vezes no curto período enquanto Rachel balançava a cabeça, parecendo discutir mentalmente com ela própria.

— Eu não me lembro de nada — falou Rachel por fim. — Só ter chegado ao Hell House, ter ido com Quinn ao banheiro e ter feito... — Ela ficou quieta, corando fortemente. Sam fez uma nota mental para depois discutir com Quinn os lugares onde ela queria transar. — Bem, depois teve um dueto com ela. Aí, minha mente apaga.

Sam engoliu em seco, considerando em contar ou não o incidente de Finn. Rachel deveria saber, ela era a garota que quase tinha sido violentada. Quinn poderia estar contra àquela fraca tentativa de manter a namorada longe de encrencas com Finn Hudson, mas aquela era um problema que Rachel tinha que estar a par.

Ele deixara Finn ir embora. Não era o correto, é claro, mas o garoto estava tão apavorado que Sam não teve outra opção senão deixá-lo ir. Talvez se arrependesse mais tarde quando um rumor saísse pela cidade de que Finn Hudson tinha fugido de Lima, contudo, por agora, era a melhor alternativa. Rachel que devia decidir o que fazer com Finn, não Sam.

— Aconteceu algo, Rachel — Sam disse, suspirando pesadamente. — Finn estava com a líder das Skanks, Mack, e armou para você. Foi maldade pura o que ele fez, ou tentou fazer, melhor dizendo.

Os olhos de Rachel arregalaram de surpresa, e Sam pôde ver as idéias espantosas que passavam pela cabeça da garota. Ele pigarreou e continuou a contar a história.

— Finn queria… — Ele torceu as mãos no colo, se interessando por um pôster da Broadway pregado na parede do quarto. Respirou fundo e tentou não gaguejar. — Quer dizer, você estava desacordada, era um alvo fácil e ele estava sendo influenciado por aquela psicopata, não acho que seja exatamente culpa dele, e...

— Sam. — Rachel estalou os dedos na frente do garoto. — Direto ao assunto, por favor.

— Ele tentou transar com você — falou ele num suspiro só.

A boca de Rachel abriu-se num esgar. Ela olhou para o garoto, seus olhos brilhando de incredulidade. Sam comprimiu os lábios, desviando o olhar dos grandes olhos castanhos dela.

— Finn não conseguiu por que Quinn e eu chegamos a tempo, mas... — As palavras de Sam se perderam. Sua voz enfraqueceu e ele instantaneamente pensou em Quinn. Depois de algumas horas de sono, iria conversar com ela. Mais do que ele ou Rachel, Quinn tinha a tendência a se sentir mal por coisas que sequer eram culpa dela.

Rachel olhou para o próprio corpo com uma expressão odiosa. Ela subiu a grande coleção de cobertores para acima dos ombros, enrolando entre eles e balançando-se para frente e trás, murmurando coisas que Sam não conseguiu decifrar.

— E-ele tentou fazer isso? — disse Rachel, ainda não acreditando. — Por acaso Finn tem alguma idéia do que pode acontecer com ele se vocês não tivessem interferido?!

— Não, e esse é o problema — falou Sam, acalorado pela revolta de Rachel, sem saber exatamente por que. — Acho que foi idéia daquela garota das Skanks. Ela está...

Ele calou-se. Rachel arregalou os olhos para ele novamente, pedindo explicações. Pela forma que a garota tinha reagido, ele era o único ali sabendo que Mack tinha uma pequena paixonite por Quinn. Sam não se recordava de Quinn dizer que havia contado para Rachel, o que era uma coisa boa de lembrar naquele momento.

— Mack está o quê? — insistiu Rachel, saindo de seu casulo e sacudindo o casaco de Sam intensamente. — O que está acontecendo com ela para de repente querer afetar meu relacionamento com Quinn e acessar a mente boa, mas potencialmente destrutiva, de Finn?

Sam encarou seus tênis enquanto a compreensão invadia o rosto de Rachel. Ela largou a jaqueta do garoto, deixando-se cair na cama, o semblante duro e padecido.

— Aquela vadia andou dando uns amassos com Mack durante o verão — disse Rachel num murmúrio assassino. Sam ficou quieto; nunca ouvira a garota falar naquele tom. — E Mack acabou gostando até demais da boca dela, não foi?

Timidamente, Sam concordou.

— E por isso que ela queria que eu transasse com Finn, bêbada ou não. — Sam podia ver as engrenagens do cérebro de Rachel agindo febrilmente. — Achava que Quinn ficaria com tanta raiva que iria terminar comigo, voltaria para as Skanks e daria uma chance a ela. Mack pode ser maligna, mas não é idiota.

Sam estava impressionado pela velocidade que Rachel conseguira decifrar o plano de Mack. Deveria levá-la em consideração, a garota não era apenas músicas de musicais, afinal. De repente, entendeu por que Quinn gostava tanto dela.

— Ok, Rachel, agora que você sabe disso tudo, por favor, me diga o que fazer — Sam disse arrasado, pensando na condição de Finn.

— Deixe-o livre — ela falou amargurada, tirando os cobertores de cima dela violentamente e se levantando. — Estou bem, não estou? Com uma bela dor de cabeça, mas não estou violada. Onde está meu celular? Preciso ligar para Quinn.

Sam entregou o aparelho para Rachel sem pestanejar. Não queria que a fúria da garota se transferisse para ele. Quinn poderia ter dito que não queria falar com ninguém — e dera ordens expressas para que Sam não deixasse Rachel ligar para ela —, mas o garoto sentia que as coisas precisavam ser resolvidas, e logo.

***

Quinn se deu ao luxo de gritar um palavrão ao ver o número que ligava pela milésima vez. Quando encontrasse Sam, com certeza o mataria. Tudo que ela queria naquele momento era ficar distante de Rachel ou do mundo real para que pudesse colocar a mente no lugar, porém Sam Evans e Rachel Berry pareciam não entender isso.

Dois dias tinham se passado desde o desastre que havia sido a festa de Rachel no Hell House. Quinn ficava a maior parte do tempo em casa, o que era não causava desconfiança em Judy, já que as férias de Natal da McKinley High tinham começado e a massa de ar que passava por Lima era extraordinariamente gélida. Todas as ligações de qualquer membro do Glee Club eram ignoradas.

Será que as pessoas não entendiam que precisava de um tempo?

Ficava feliz por ter chegado a tempo para impedir a loucura de Finn, mas sua cabeça doía sempre que se lembrava da imagem do garoto em cima de Rachel, levantando os olhos surpresos ao notar Quinn e Sam ali. Seu coração martelava toda vez que se recordava de ter se aproximado do corpo pequeno da namorada só de sutiã no meio daquelas caixas de cervejas e vodkas, tremendo de frio. E as lágrimas saíam incessantemente quando uma voz na cabeça dizia a ela que poderia ter impedido tudo àquilo se tivesse simplesmente não seguido Mack para fora do bar minutos antes.

Queria mesmo não se culpar por tudo que havia acontecido — ou que tinha quase acontecido —, mas era uma reação de sua mente estúpida e apaixonada: se deixava levar pelas emoções. E naquele momento, mais da metade da sua cabeça estava lotada de anseios negativos sobre o maldito domingo.

Ela entendia por que Rachel queria saber como ela estava; que provavelmente estaria morrendo de preocupação em seu quarto decorado de pôsteres da Broadway. Percebia por que Sam não parava de ligar desde domingo de madrugada para que pudessem conversar, por que ele não parava de mandar mensagens com xingamentos muito criativos dizendo que a mataria se não conseguisse falar com ela. Entendia e sentia-se mal por estar deixando quem amava de lado, mas era doloroso demais tê-los desapontado.

Deveria ter cuidado de Rachel. Não deveria ter deixado Sam ficar no bar enquanto Jack descansava. Sabia que Sam gostava de ter a pose de super-herói do grupo, mas Quinn tinha o dever de proteger quem amava. Ela não poderia perder mais gente, não mais.

A campainha tocou, assustando a garota. Ela jogou o celular no chão, lançando um olhar ofendido quando ele se dividiu — a bateria caindo de um lado e o resto indo por um caminho totalmente diferente — e saiu da cama, correndo para atendê-la.

Quinn não tinha certeza por que estava tão desesperada em ver quem interrompia seus devaneios. Em parte por que estava sozinha em casa e mesmo com o visual badass, tinha medo de assaltantes ou zumbis; e outra, pois desejava que Rachel fosse a primeira a quebrar o silêncio entre elas — o orgulho Fabray não a deixava dirigir poucos quilômetros até a casa dos Berry.

Surpreendeu-se ao dar de cara com Kurt.

Ela olhou por cima do ombro do garoto, esperando encontrar Blaine — ou melhor, Sam — dentro do Hummer dele, louco para ser convidado a entrar, e talvez conversar sobre os sentimentos de Quinn. Mas não tinha nenhum garoto ou Rachel saindo do carro, e então olhou questionadora para ele.

— O que foi Fabray? — indagou Kurt, entrando sem ser chamado com um sorriso convencido no rosto. Quinn não fez nada além de dar passagem a ele. — Está surpresa por que eu não falo com você há um ano e meio?

— Que bom que adivinhou — respondeu Quinn secamente, saindo do transe e acompanhando o garoto por dentro de sua casa. Ela não sabia como Kurt tinha noção de onde estava indo, mas seu semblante era determinado enquanto caminhava tranqüilamente em direção à sala de estar. — O que está fazendo aqui?

Kurt sorriu ao encontrar o piano que decorava a sala de estar das Fabray. Quinn franziu a testa, começando a se irritar ao não ter nenhuma explicação vinda do garoto. Pela disposição dele ao achar o piano, presumiu que cantaria uma música que Rachel deveria ter implorado a ele.

— Kurt, o que você quer? — insistiu Quinn, aborrecida.

O garoto apenas ignorou a pergunta e sentou-se no banquinho do piano. Ele se virou para a garota com um sorriso superior no rosto e a convidou a sentar-se perto dele.

— Sam me mandou aqui. — Quinn revirou os olhos. — Acho que isso explica tudo, né? Rachel está chateada, Quinn, e muito.

— Eu deveria estar protegendo ela — a garota murmurou fitando seus tênis. — Não fiz isso.

— Quinn, um erro não faz de você vilã! Faz de você humana, e eu tenho certeza que Rachel quer uma garota, não o Super-Homem.

— E o que você quer cantar para mim, então? — Quinn desviou a discussão: ninguém podia falar mal de sua patológica necessidade de salvar todos que amava.

Kurt piscou e sorriu para ela, passando as mãos pelas teclas no piano calmamente. A melodia começou suave, porém logo se tornou carregada de pesar. A expressão do garoto mudava conforme seus dedos caíam de forma suave pelas teclas.

She falls asleep and all she thinks about is you

She falls asleep and all she dreams about is you

When she's asleep the air she's breathing is for you

Oh why she wants to live

She's not got that much more to give

Quinn sentiu como se sua alma tivesse saído de seu corpo para encontrar Rachel. Imaginou a garota sentada em sua cama, totalmente alheia do mundo, com um sorriso apaixonado no rosto, olhando para Quinn, unicamente para Quinn. Seus olhos brilhavam de expectativa, e a única coisa que Quinn queria fazer era manter aquela imagem perfeita em sua mente para sempre.

She sits alone, on her phone

And she's calling about a broken heart

And I don't know what I should say ‘cause she's crying

And feels as though she's thrown it all away

She won't last another day

Então, conforme a melodia tornava-se mais violenta, o conceito de Quinn desaparecia. Não estava com Rachel em seu quarto mais. Via a namorada sozinha, a iluminação tinha diminuído drasticamente, ela estava chorando. Ela tentava correr, acudir Rachel, abraçá-la e jamais soltá-la, mas não conseguia mover um músculo.

You're climbing the stairs, unaware that she's hurting

Bad and lying very still on the floor by the door

But it's locked and she was hoping

You would come back for more

But it's too late to realize you've made mistakes

Quinn viu Rachel ser consolada por Kurt. Ela tentava gritar, tentava se mover para ficar mais perto dela, mas não conseguia. A verdade começava a cair em cima dela, doía, machucava muito. Algumas lágrimas escaparam sem que ela quisesse, não podia fazer nada contra. Estava perdendo Rachel, e não sabia por que.

She falls asleep and all she thinks about is you

She falls asleep and all she dreams about is you

When she's asleep the air she's breathing is for you

Oh why she wants to live

She's not got that much more to give

A melodia voltou a ser uma calma, tranqüila, mas Quinn não se sentia daquela forma. A bofetada na cara que Kurt estava lhe dando doía mais do que isso. O garoto permanecia centrado na música, não percebendo ou não se importando com as constantes mudanças de humor de Quinn.

Please save her

She’s been waiting,

Been waiting for too long

Quinn voltou ao quarto de Rachel. A cor voltava; o sorriso no rosto dela era dolorido, mas estava lá. Rachel olhou diretamente para o canto onde Quinn estava e a garota finalmente conseguiu se mover. Ela correu, querendo abraçar Rachel e mantê-la em seus braços para sempre, porém a cama da garota não parecia chegar nunca. O sofrimento recomeçara. Não queria perder Rachel, não.

She falls asleep and all she thinks about is you

She falls asleep and all she dreams about is you

When she's asleep the air she's breathing is for you

Oh why she wants to live

She's not got that much more to give

Please save her

She’s been waiting

Quando por fim chegou perto da cama onde Rachel estava sentada, aparentando aguardá-la por eras, Kurt terminou as últimas notas da música, trazendo Quinn de volta à sua sala de estar. Ela demorou um pouco para acostumar os olhos à realidade, e desviou o olhar ao sorriso contido de Kurt.

— Eu não preciso falar muita coisa... — Kurt se levantou e pôs a mão no ombro de Quinn, demonstrando apoio. A garota aceitou o gesto dele e colocou sua mão por cima. — É isso, Quinn. Ela já te salvou uma vez, agora creio que é a sua vez de salvá-la.

O garoto deixou a sala, deixando uma Quinn desolada e todos os sentimentos dela para trás.

Notas finais
E então? O que vocês acharam? A música que Kurt canta é a obra de arte dos garotos do McFly, She Falls Asleep. Achei ela muito apropriada para o momento, e sabem como é, me baseio numa música para escrever um capítulo.
Estou esperando reviews de vocês, ok?
Beijos e até o próximo!