Florestas nos arredores de Olympia – Capital do Estado de Washington/USA

As patas do imenso lobo castanho avermelhado deixavam marcas profundas no solo. Ele era seguido de perto pelo lobo acinzentado. Estavam no encalço de um dos poucos sanguessugas que se atreviam a se aproximar das cidades protegidas pelos lobos.

Desde que passara por aquele beco na periferia de Olympia, Jacob teve certeza: Aqueles parasitas tinham voltado.

Bufou irritado com a repentina mudança de curso que o vampiro fazia. Ele tentava despistar os lobos... Em vão. Mal sabia que ele e Seth conheciam todas as artimanhas de fuga daquela espécie nojenta.

- “Dê a volta” – Jacob ordenou a Seth.

- “Cara você está tentando pegar ele de frente... isso é suicido e você sabe” – o garoto continuava insistente, mesmo depois de anos.

Jacob não deu ouvido, aumentou a velocidade saltando sobre o vampiro, se colocando a sua frente e parando bruscamente. Houve um baque surdo e em um amontoado caíram o lobo e o vampiro, junto com algumas arvores.

O flanco esquerdo de Jacob sangrava, mas a dor da fratura exposta só aumentou sua fúria. Com a pata direita ele prendeu o sanguessuga no solo e arrancou a parte inferior de seu corpo com os dentes. Seth chegou logo em seguida, se livrando da cabeça e dos membros superiores.

Sentindo o seu corpo arquejar de dor, Jacob voltou à forma humana. Seu braço esquerdo estava banhado em sangue, e ele podia sentir seus ossos se soldando de forma errada.

- Isso vai doer – Seth fez careta assim que “examinou” o ferimento do amigo – E muito...

- Como se você já não tivesse visto ferimentos piores — Jacob rolou os olhos – Coloque os ossos no lugar antes que a ferida feche completamente.

- Você vai precisar de um apoio. Não quero que você me soque como da ultima vez – Seth o empurrou até uma enorme arvore – Segure aí... Pobre arvore...

Em um movimento forte e rápido, Seth empurrou os ossos de Jacob para dentro do tecido. Mais alguns apertões e tudo parecia no lugar.

- Novinho em folha. Hoje eu vejo o quão proveitoso foi eu ter feito medicina. – o garoto tentava fazer graça.

Jacob levantou-se de onde estava ajoelhado aos pés da grande sequóia. Tinha um buraco no chão, onde ele tinha apoiado a mão direita, a árvore continuava de pé, e pelo menos não tinha agredido seu amigo, como da ultima vez em que Seth precisou colocar alguns ossos seus no lugar.

- Tem as mãos de uma moça Seth – Jacob sorriu de lado.

- Juro que se você não estivesse quebrado... Eu quebraria a sua cara. – ele bufou – E que idéia idiota foi aquela? Bater de frente com um vampiro, literalmente?

Os dois caminhavam de volta às margens da floresta onde ficara estacionado o Land Rover, com as coisas deles.

- Ele ia fugir... Eu usei o elemento surpresa. – Jacob deu de ombros.

- E eu sempre duvido de que você possa ter atitudes mais estúpidas. – Seth bufou e Jacob sorriu.

Os dois formavam uma dupla e tanto, Seth tornara-se verdadeiramente seu irmão mais novo. Aquele pentelho, irritante... Mas que sempre agüentava suas crises de mau humor e estupidez.

- Eu também amo você pirralho. – Jacob caçoou e Seth jogou as mãos pro alto.

Jacob parou ao lado do carro enquanto Seth pegava suas roupas. Na adrenalina do momento, tinha rasgado mais algumas peças, por isso sempre tinha algo no carro.

- Sério que eu vou ter que te vestir? – o garoto fez cara de nojo – Cara você tem que parar que tentar se matar... Isso já está ficando cansativo.

Jacob riu e se apoiou com o braço bom do capô do carro, enquanto Seth se abaixava para vestir as calças nele, mas mantendo o máximo de distancia que seus braços permitiam.

- Você parece um bebe chorão sabia? Eu aqui todo arrebentado... E você choramingando feito uma moça.

- É a segunda vez que você me chama de moça... Dá pra parar? Ou da próxima vez eu vou fazer questão de colocar seus ossos no lugar bem lenta e dolorosamente, e sem remédio para dor. – Seth aproveitou e aplicou um analgésico injetável em Jacob.

Jacob gargalhou da cara de bravo que Seth fazia. Mas, o pequeno momento intimo de irmãos foi interrompido pelo toque do celular.

- Cara... A Lee? Será que pode piorar... – Seth já estava sentado no banco do motorista e Jacob recostado no do passageiro, mantendo o braço imobilizado.

- Fala Leah – Jacob tomou o celular das mãos de Seth, que colocava o carro em movimento – Espero não ter uivado alto demais e te acordado. – ele provocou.

- “Onde vocês estão? Problemas com os parasitas de novo?” – ela parecia preocupada.

- Tudo sob controle. Menos um no mundo – Jacob gemeu levemente, com o solavanco do carro.

- “Você se machucou de novo, não foi?” – ela começava a se alterar.

- Lee, estou bem. Nada que algumas horas com o braço imobilizado não resolvam... Mas... Precisa de algo? – Jacob logo pôs fim ao assunto antes de ouvir um sermão.

- “Sim... Precisamos que venha a La Push. Seu pai...” – sua voz ficou baixa.

- Estaremos aí em poucas horas – ele falou desligando o celular e sentindo Seth aumentar a velocidade do carro.

Sabia que uma hora isso aconteceria, mesmo assim, temia que esse dia chegasse.

Há alguns meses atrás, Billy tinha pegado um resfriado que acabou se agravando. Jacob sabia que seu pai era forte, mas não indestrutível, afinal seu velho já era quase um centenário...

Fechou os olhos e tentou tirar um cochilo, os remédios começavam a fazer efeito. Precisava recuperar um pouco de suas forças, não ajudaria em nada se chegasse a La Push visivelmente debilitado.

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Algumas horas depois, Jacob sentiu alguém tocando seu braço bom.

- Como está? – Seth perguntou visivelmente preocupado agora.

- Qual foi a dose que você me aplicou? Eu apaguei, e ainda estou meio dormente... – Jacob resmungou abrindo lentamente os olhos.

- Eu tive que te dar algo forte. Sabia que só assim você manteria o braço parado tempo suficiente para a cicatrização. – ele ajudou Jacob a descer – Venha... Você precisa de um banho antes de ir para a reserva. Esse sangue todo... Parece que você acabou de sair de uma luta com o Jason de Sexta-Feira 13 – ele caçoou.

Jacob nem tinha percebido, mas estavam em Forks. Mais precisamente, em frente à casa de Charlie. Deu alguns passos, ainda sonolento e olhou ao redor, sorriu ao constatar que nada mudava por aqui.

Na sua frente ainda estava a arvore que ele escalara para chegar ao quarto de Bella... Apertou os olhos fortemente e engoliu o bolo que se formava na garganta... Foi tirado de seus devaneios, pelo barulho da porta da frente se abrindo, por alguns instantes imaginou ela saindo, sorrindo para ele, pronta para ir à reserva... Como nos velhos tempos...

Sorriu sentindo os olhos marejados ao ver a figura grisalha de Sue. Os anos passavam, mas seu sorriso doce e maternal nunca se apagava.

- Meninos... – ela falou abraçando Seth, mas logo sua expressão tranqüila se modificou ao olhar para Jacob por cima do ombro do filho. – Jacob... Foi muito grave. Venha, entre...

Ela abraçou-lhe a cintura, Jacob sorriu com a cena, uma senhora de quase 90 anos, amparando um marmanjo todo ensangüentado.

Sentiu o ar faltar-lhe ao se ver novamente dentro da casa dos Swan. Sempre que visitava Charlie, fazia questão de que conversassem do lado de fora, na varanda ou nos fundos, onde ficava o equipamento de pesca. Era a primeira vez em quase 50 anos que entrava ali, e tudo continuava exatamente igual.

- Tome um banho. Vou preparar algo para vocês comerem. Leah e Embry já estão na reserva – Sue sugeriu e Jacob apenas balançou a cabeça afirmativamente.

Pegou a sacola com roupas limpas com o braço direito e subiu as escadas em direção ao banheiro, entrou diretamente sem olhar para os lados. Tentava a todo custo afastar as lembranças.

Depois do banho olhou-se no espelho e reparou que a cicatriz no braço era só uma linha avermelhada. Movimentou-o lentamente e constatou que já não doía tanto, sentia apenas um incomodo.

Abriu a porta do banheiro para sair e não teve como evitar, estava de frente para a porta entreaberta do quarto de Bella.

Quarto onde ele tentara fazer com que ela descobrisse sozinha, seu segredo... Quarto onde ela propôs que eles fugissem, os dois juntos, para longe...

Ele deveria ter aceitado, deveria ter fugido de seu destino e partido com ela para longe de toda aquela loucura de lobos e vampiros...

Tanto tempo depois, e Jacob ainda procurava formas para justificar o final do que poderia ter sido uma linda historia de amor. Tentava odiar Bella por sua escolha, mas também encontrava sua parcela de culpa.

Deu mais alguns passos e empurrou a porta. Suspirou ao ver que tudo ainda estava em seu lugar, até mesmo o apanhador de sonhos que ele dera para Bella de aniversário. Não teve coragem de entrar.

- Charlie nunca quis mudar nada. É o quarto onde Nessie fica quando vem nos visitar. – Sue falava ao seu lado e Jacob cerrou os punhos ao ouvir o nome da filha de Bella.

Ao se virar, Sue o encarava com compaixão.

- Billy quer vê-la Jacob. Ele pediu que Bella viesse...

Aquilo o pegou de surpresa, o pai odiava os sanguessugas tanto quanto Jacob odiava.

- Por que isso agora? – Jacob estava visivelmente indignado com aquilo.

- Não sei, só ele pode te responder. Mas o que sei, é que Charlie ligou para ela... Ainda não tivemos resposta, por que ele não falou diretamente com Bella.

- O marido não permitirá que ela se misture com os lobos – Jacob sorriu sem humor.

- Você permitiria que ela entrasse na reserva, Jacob? – Sue tocou-lhe o braço com carinho.

- Sou o alfa por direito, mas nunca me oporia à vontade de meu pai. Se ele quer mesmo ver Bella, e se ela quiser vir, poderá entrar na reserva. – Jacob deu um sorriso fraco que Sue retribuiu com intensidade.

- Você se tornou um alfa sábio Jacob, e continua um bom filho, com um coração generoso.

Sue o abraçou ternamente e eles desceram as escadas. Chegaram até a cozinha onde Seth já devorava um prato de panquecas, assim que os viu sorriu com a boca cheia.

Jacob sentou a mesa e comeu tranquilamente. Não estava com fome, tinha um bolo no estomago. A possibilidade de finalmente reencontrar Bella o deixava inquieto.

Ficou indignado com o pai, mas na verdade ficara mais indignado consigo mesmo, por ter sentido seu coração acelerar e algo dentro de seu peito se aquecer... Que diabos estava acontecendo com ele?

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Paris – França

Depois da visita aos Volturi, Bella procurava o momento certo para comunicar sua decisão.

Seis meses depois da ida a Itália, os Cullens se preparavam para deixar Paris. Era o melhor a fazer depois de Aro mencionar uma possível visita. Iriam todos para Noruega.

O clima de mudança favorecia Bella, o único problema era que ela não sabia para onde iria sozinha. Pensou em passar uns tempos com Nessie no Brasil, mas sempre que ouvia a filha ao telefone, falando empolgada da nova vida a dois, desistia. Não queria ser um estorvo.

Continuava se alimentando de humanos ocasionalmente. Inventava horas extras na galeria de arte nas mesmas noites de plantão de Edward. Agora estava sempre pronta, com roupas limpas para depois da caçada. Disfarçar o cheiro humano era sempre o mais complicado.

As reações que o sangue humano causava em seu corpo também eram difíceis de controlar. Tudo parecia acentuado, precisava se policiar o tempo todo, pois ficava irritadiça, insatisfeita com poucas coisas...

Mas o prazer ao sentir o liquido descendo por sua garganta era incomparável... Não se arrependia de nada, não pensava em nada, a dor ao relembrar de sua humanidade já não a afligia quando o instinto predatório tomava conta dela. Não matava, não via prazer naquilo... Gostava de saborear todas as sensações que também provocava em suas presas, além de aprimorar seu novo dom de manipular mentes.

Vampiros naturalmente eram manipuladores, hoje ela sabia disso. Sua espécie estava sempre um pensamento à frente. Humanos eram brinquedos interessantes. Agora ela entendia um pouco do fascínio de Edward por ela.

Ela tinha mudado, na verdade, tinha finalmente se transformado e no fundo sentia pesar por saber que seu marido, a quem ela acreditara ser o amor de sua existência, não a acompanharia e nem aceitaria seu novo estilo de vida.

Ainda caçava animais, todos ficavam preocupados quando percebiam a falta de “apetite” de Bella. Mas isso ajudava a explicar por que seus olhos permaneciam acinzentados, e não adquiriram o típico dourado dos vampiros vegetaríamos.

Entrou em casa e encontrou panos brancos já nos móveis. Afinal, não precisavam realmente daquilo.

Já estava quase tudo encaixotado na cobertura Cullen. Alice tinha cuidado de tudo. Doou roupas “antigas”, segundo ela, para a caridade. Seria levado apenas o básico.

Bella sabia que todos estavam em casa pelo cheiro, e sabia que sua presença também já fora notada, mas não queria falar com ninguém. Precisava de um banho. Estava irritadiça, há mais de duas semanas não se alimentava direito.

Edward tinha parado com os plantões e ficava o tempo todo ao redor da esposa. O autocontrole da vampira estava elevado ao nível máximo, mais uma ceninha daquelas do marido e ela explodiria.

Demorou o máximo que podia no banho. Dirigiu-se ao closet e vestiu algumas das poucas peças que Alice não tinha encaixotado ou doado.

Seguiu em direção a sacada do quarto. Estavam em uma área privilegiada da “Cidade Luz”, podia ver quase todos os principais pontos turísticos da janela de seu quarto. Agora que estava prestes a ir embora, lamentava-se por não ter aproveitado mais, não ter se empenhado mais...

Os sinos da catedral de Notre Dame soavam ao longe. Bella fechou os olhos e reviveu em segundos o dia em que entrara naquela magnífica construção.

Pela primeira vez em toda a sua existência ela rezou. Inutilmente, é verdade, mas rezou. Pediu por um milagre... Queria poder voltar no tempo... Desejou sua vida humana, estúpida e insignificante de volta. Queria uma casa à beira mar, queria crianças correndo ao seu redor... Filhos, netos, bisnetos... Queria rugas, cabelos brancos... Queria dormir envolvida em braços quentes ouvindo o som de um coração batendo...

Foi tirada de seus devaneios pelo som de seu celular. Caminhou até a cômoda e sorriu ao olhar no visor e identificar quem lhe chamava.

- Alô pai. Que bom ouvir sua voz. – a ligação do pai fazia com que Bella sentisse como se algo quente ainda pulsasse dentro de si.

- Bella... Minha filha... – a voz do velho Charlie era triste, como se tivesse chorado.

- O que houve? – perguntou aflita, demonstrando alguma expressão, coisa rara para a vampira nesses últimos anos.

- É o Billy. Ele piorou... Insistiu novamente em falar com você.

- Billy está doente pai? – Bella perdera a noção do tempo.

Voltou à realidade quando ouviu um soluço de seu pai do outro lado da linha.

- O tempo passou para ele Bells... Passou para todos nós. – ela sabia do que Charlie falava – Ele quer lhe ver. Disse que você poderá entrar em La Push, Jacob garantiu isso.

A sempre tão inexpressiva vampira sentiu uma pontada no peito ao ouvir o nome de seu grande amigo.

- Eu sei que de alguma forma sua família agora é outra Bells... Mas não se negue a vir nos ver.

- Nunca me negaria a isso pai! – Bella trincou o maxilar e sentiu como se o buraco em seu peito se abrisse novamente.

- Então porque não vem? Faz duas semanas que pedi que viesse...

- Eu não sabia. – Bella falou calmamente, tentando dissipar a onda de raiva que começava a se espalhar por seu corpo. – Estarei aí amanha pai. Não se preocupe.

O aparelho de ultima geração que estava em sua mão virou pó assim que ela encerrou a ligação.

A casa estava silenciosa, mas sentia o cheiro de seu marido no andar de baixo. Não conseguindo se controlar desceu as escadas já o acusando aos gritos.

- Por que não me falou nada Edward? Porque não disse que Charlie tinha ligado e que Billy queria me ver?

O olhar dele era de compaixão, de dor... Mas ela pouco se importava agora, estava cansada daquela super proteção.

- Não quero que você sofra Bella. É para o seu bem. – sua voz era calma como sempre e ela odiava isso. – Você já se martiriza demais por não estar perto de sua mãe... Todos irão embora um dia.

- Dane-se o que você quer, ou o que você acha. Essa era uma decisão pertencente a mim Edward. Apenas a mim! Não sou mais uma humana inútil! Você é meu marido, mas não tem o direito de decidir as coisas por mim. Não abrirei mão de estar com minha família... – esbravejou e subiu de volta ao quarto para fazer as malas e ir à La Push.

Respirava fundo e pausadamente como se aquilo fosse necessário para acalmá-la, mas a verdade é que ela beirava o descontrole. A indignação e a raiva tingiam sua visão. Desejou que ninguém tentasse demovê-la da idéia de ir a La Push, não sabia como reagiria a isso.

Quando voltou a sala encontrou sete pares de olhos dourados lhe fitando. Edward estava à frente... Mas Bella não estava com paciência. Não queria falar nada.

- Vou a La Push ver Billy e meu pai. – antes que algo fosse dito ela sibilou – Sozinha. E não sei quando volto.

Bella saiu batendo a porta e ninguém a seguiu. Era melhor assim. Há alguns anos já conviviam com as mudanças súbitas de comportamento da nova vampira.

Isabella há muito deixara de ser doce e meiga. Quando saiu do luxuoso edifício reforçou o escudo ao seu redor...

Era como se ela não existisse, assim como seus pensamentos, agora seus sentimentos e seu futuro eram desconhecidos.

Notas finais
N/A: Aproveitando o clima de TVD (quem é fã tbm deixa um review kkkk)
Beta é Team Stefan... E eu sou Team Damom Forever, entonc to mto feliz com o final da temporada, que tem beijo “Delena” e tuuuudooooooooo, além do Stefam (que tah mto Ed pro meu gosto) foi embora!!! (meescondendooo)
Desculpa quem não viu o episodio antes de ler a nota! Kkkkkkk

Voooltando a fic... Axo que alguns vão odiar, outros vão amar esse capitulo...
Eu adorei escrevê-lo, e daqui em diante a Bella vai encarar ainda mais de frente as conseqüências da escolha dela em ter se tornado vamp... Ou seja, as pessoas que ela ama, vão começar a partir...
Alguém aew tah curioso pra saber como serão as coisas?????
Gente, mto obrigada pelos comentários incríveis. Àqueles leitores fiéis, aos novos e àqueles que são “fantasmas”, custa nada deixar um review pra motivar a autora neh?! Kkkk
Bjo bjo bjo... fuiiiii!!

N/B: Essas caras de compaixão do Edward me matam ¬¬’ E Jacob suicida é de praxe também ¬¬’ Eu to traumatizada com o fim da temporada de TVD que essa bondade do Edward e inconseqüência do Jacob me lembrou Stefan e Damon...kkkkkkkkkkkkkkkk. Eu sei, eu sei, a beta surtou! Mas vai passar.
Gente essa Bella está saindo melhor do que encomenda, juro que se no fundo ela não fosse a mesma songalerda de sempre eu até virava Team Bella...rsrsrsrsr. Eu já posso dizer que o próximo cap guarda muitas emoções.... Sim! Eu já estou com o próximo cap *.* Basta os dedinhos trabalharem deixando muitos reviews que eu beto... lalalala.
Bjks, Katy Clearwater.