Notas iniciais
I come back my people! Isso ai gente, eu voltei e agora é pra ficar, porque a escola parou de incomodar (88... Bom, como já devem saber e como eu falo bastante, o ano letivo começou e tudo mais, e tempo me falta Luto, corro, me mato pra postar o mais rápido possível, mas vocês mesmo vêem que demoro pra 'caramba' pra postar(nem é tanto assim, convenhamos) Percebi também que com esses hiatus prolongados alguns leitores que comentavam pararam, espero que leiam esse capítulo e saibam que não vou dar mais esses hiatus loucos Espero que esse capítulo agrade a todos, e o outro vai ser muito interessante, vai ser mais o lado Jenny da história. Ok, vou ficar enrolando aqui não Boa leitura e beijos ~XO XO~

O sol estava amanhecendo vagaroso naquele dia, na lanchonete que Hope estava sentada com Matthew o sol começava a despontar ao longe, clareando o interior do lugar com várias mesinhas vermelhas de cadeira amarronzadas

–Agora tudo depende de você Hope- Matthew falava escorado na cadeira da lanchonete, no topo da cabeça um óculos escuro e ao lado sua jaqueta jogada- Está tudo nas suas mãos

Hope já não estava mais gostando dessa história, Klaus desconfiava seriamente do garoto, mas ela queria acreditar que era mais uma paranoia de seu pai que tinha a conhecida mania de ter essas 'loucuras'.

–Já me acostumei em ouvir que tudo depende de mim- Ela falou encarando o garoto com uma sobrancelha arqueada- Eu espero seriamente que você não esteja tramando contra mim Matthew- Ela falou cruzando os braços e se recostando na cadeira da lanchonete com o olhar semicerrado em direção a o garoto

–Eu não estou docinho, pode ter certeza, eu nunca quebro promessas- Ele falou e ela assentiu com a cabeça, um sorriso mínimo de lado, mal sabendo ela que estava fazendo um acordo com o diabo.

(...)

–Hayley-Klaus falava um pouco alterado e com um olhar com um misto de receio e furia- Ele não é de confiança, eu estou vivo por mais de mil anos, acho que tenho a capacidade de notar quando a pessoa não merece a confiança da minha família, e ela é minha filha, Hayley, não esperei tantos anos para vê-la para que algo a aconteça agora que está aqui

–Ou talvez você começou a ter mais um de seus típicos surtos paranoicos- Hayley falou indiferente- Klaus, Hope só tem 17 anos, não tente prendê-la, você não vai conseguir nada dela- Ela falou agora se posicionando na frente dele e pondo a mão em seu ombro- Ela é sua filha, se lembre, o gênio difícil que há em você, há nela, a força que há nessa família, há nela. Hope não é tão frágil quanto pensamos Klaus, ela é mais forte que tudo que podemos imaginar, ela tem mais poder que podemos imaginar. Então, confie mais no poder que sua filha tem, acredite.

(...)

–Onde vai Jennifer?- Hope perguntou confusa quando viu a amiga com um sacola nas costas e outra nas mãos

–Tenho que voltar de onde eu vim- Jenny falou com um sorriso deixando as malas no chão- Vou para o Bayou, preciso voltar para lá, Hope, preciso começar a fazer o que vim fazer, preciso ir em busca das minhas verdades, preciso ir em busca da minha vida- Falou, e ficaram as duas se encarando, até que Hope se aproximou e abraçou a loira

–Eu vou estar aqui sempre-Hope falou- Hayley vai quase todos os dias lá você sempre vai ver ela- Falou agora se afastando um pouco da Jenny a encarando

–Ei, eu não vou pra outro país, vou para alguns quilômetros daqui- Ela falou rindo- E se lembre, aprendi alguns truques de como ser durona com você- Ela falou fazendo uma careta arrancando um sorriso de Hope- Vou mandar notícias

–Tome cuidado, o perigo as vezes está bem mais perto do que imaginamos... Tome- Hope falou tirando o colar que usava, uma pedra branca, quartzo- Cuide bem dela, entendeu? Ela é ligada a mim, quando você estiver em perigo, eu vou saber, não vou deixar que nada aconteça a você. Agora vá, vá logo por que sou péssima em despedidas

–Também te amo Hope- Jenny falou com um sorriso largo no rosto, se abaixou, pegou as malas e parou em frente a porta- Foi bom ter ficado aqui, mas agora é minha hora, tchau Hope- Ela falou acenando e saindo e depois de algum tempo sua silhueta não se era mais vista. Ela havia partido da casa dos Mikaelson

(...)

Mesmo Hope não querendo acreditar que Matthew poderia estar mentindo para ela, ela preferia acreditar o contrário, mas mesmo assim, várias teorias passavam por sua cabeça. E se na hora que ela pegasse o sangue ele a matasse para abrir a tumba sozinho com outra bruxa? E se ele estiver do lado da bruxas? E se ele quisesse o sangue dela para virar híbrido? Isso tudo não passava de paranoia, ou não? Hope estava confusa

–Querida?-Hope ouviu a voz doce e forte de Hayley quando ela batia na porta tranquilamente

–Entre- Falou Hope ajustando a postura e passando a mão nos cabelos que estava desgrenhados

–Tenho notícias de Jennifer- Hayley falou se sentando na frente de Hope um pouco largada

–Aconteceu alguma coisa?-Ela perguntou um pouco desconfortável e receosa, mas sabia que nada havia acontecido, ela usava o colar

–Eu não sabia que encontraria ela no Bayou pela manhã, mas quando cheguei ela estava sendo bem eficiente- Hayley falava com um sorriso estampado- Mandou um abraço para você, falei que amanhã você iria vê-la- Hayley falou com um olhar cúmplice

–Mas Rebekah vai sair com o carro amanhã e não vou a pé até o Bayou- Hope falou insatisfeita parecendo uma criança emburrada que foi mandada lavar a louça

–Pegue meu carro- Hayley falou jogando as chaves na mão de Hope e saindo do quarto- Só não o destrua- Falou rindo e saiu deixando Hope com um breve sorriso nos lábios

(...)

–A lua cheia se aproxima Freya, você tem que ser mais paciente- Matthew falava pelo celular no quarto do hotel que estava hospedado- Eu já falei que vou conseguir o sangue dela, eu nunca quebro promessas e você sabe bem disso, docinho- Ele falou se jogando desajeitado na cama e ficou encarando o teto- Mas esteja pronta quando eu conseguir

Eu sempre estou pronta, e se lembre que quanto mais rápido você conseguir, mais chance você tem de ficar vivo. E eu não me importo com niguém, faça o que tem que fazer sem se importar com quem estiver junto a ela- Se ouvia na outra linha a voz de uma mulher e depois silêncio e o barulho do vazio através do celular

–É Hope...-Ele falou com um sorriso sombrio- Você fez um acordo com o diabo- E ficou rindo sozinho. Coisas ruins estavam para acontecer, os Mikaelson deveriam se preparar.

Notas finais
Ooolha eu aqui a de novo, o que acharam? Eu espeeero que nesse capítulo venha comentários :3 No último recebi um bem interessante, que fiquei impressionada :3 Quem mandou sabe :3 (heuheue) Obrigado por lerem, e saibam que faço isso por vocês Beijos e kisses