The One - A Escolha
24 Capitulo 24
Notas iniciais
Cap. 26
P.v.o. MAXON
Acordo com vários beijos no meu rosto. Ela me acorda me beijando. Meus deuses como isso é bom
– você vai acabar me acostumando. – digo e ela ri.
– que bom! – ela diz me dando mais beijos.
Com isso ficamos ali muito tempo deitados nos beijando. Ela sorri a cada vez que me olha. Seus olhos estão mais claros e brilhantes. Alias mais do que o normal
– Anjo, você está bem? – pergunto olhando fundo em seus olhos.
– Sim, por quê?
– seus olhos estão com um brilho diferente – digo e ela cora.
– sonhei com nosso casamento- ela diz sorrindo – estava tudo lindo! E ainda você sorria como se o mundo dependesse daquilo. Meu sonho acabou com você dizendo que me amava e depois com um beijo. Então acordei.
– não preciso sonhar para pedir com que eu te diga eu te amo – digo e ela ri – é só pedir
– Fala!
– eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!- digo varias vezes então ela começa a chorar e eu paro preocupado – o que foi?
– eu te amo muito! Eu te amo eu te amo eu te amo – ela diz e a beijo. A trago para mais perto de mim. Ela arfa em meus lábios e continuamos nosso beijo. Logo a ar se apresente e me separo dela. Continuamos deitados em silencio. Faço carinho em seus cabelos e em seus braços enquanto ela alisa meu peitoral. Analiso-a seu semblante esta calmo e seus olhos continuam brilhantes.
– que horas são? – ela pergunta olhando para mim
– 8h – respondo a apertando contra meu corpo.
– temos de nos trocar – ela diz se levantando. – vou para o meu quarto e já estarei de volta.
– hm- resmungo triste – voa! – digo e ela corre até seu quarto. Levanto-me da cama e tropeço em algo. Vejo suas sapatilhas no chão e resolvo levar para ela.
Bato na porta e não escuto nada então entro alarmado. Mal atravesso a porta e a encontro com um Lingerie preto. Ai meus deuses. Ela cora até ficar da cor dos cabelos e percebo seu incomodo. Pego seu roupão e levo até ela. Coloco em seus ombros e ela se encolhe dentro daquilo. Beijo seu pescoço e sussurro:
– à noite terei minha revanche! – digo e ela morde o lábio inferior de forma sensual.
– certo – ela diz em um resmungo. Beijo sua bochecha e vou para o meu quarto.
Resolvo tomar um banho rápido (na: hmmm. Ignorem a autora tarada) mais a imagem dela nua na minha cama me faz tornar a água antes quente para GELADA. Me seco e ponho uma toalha em torno da minha cintura. Abro a porta e levo um susto. Ela estava me esperando sentada na cama. Ela me olha e logo fica vermelha. Então percebo que minha toalha caiu.
– já pode olhar – digo fazendo graça e ela abre um dos olhos. Eu já estava completamente vestido então ela se levanta e segura minha mão.
Descemos as escadas em direção á sala de jantar. Mas somos barrados no caminho por Robert (Carter). Ele estava com expressão triste.
– aconteceu algo? – perguntou América.
– Marlee – ele responde – er... Victoria – ele corrige- ela bem está internada. Ela quer vê- lós – diz e logo foi em direção ao passo que ecoavam no corredor. Corremos até a ala hospitalar. Logo entramos no quarto dela. Ela chora abraçada á Nicoletta que também tem agua nos olhos. América se solta de mim e corre até a amiga. Ela abraça as duas e mais gente entra no quarto. Todas as meninas abraçam Victoria enquanto. Eu e os rapazes contando os pares do encontro de ontem, consolamos Robert.
– afinal o que aconteceu? – pergunta América que volta a grudar em mim ainda chorando. Embalo-a em meus braços e ela descansa a cabeça em meu peito.
– foi um aborto natural. – diz Victoria- estava dormindo quando senti um desconforto para respirar. Depois minha barriga começou a doer e eu o chamei. Ele me trousse correndo, mas não conseguiram salvar nosso filho. – América volta para o lado da amiga assim como as outras.
– chega de choro! – diz Dafne limpando os olhos- você está bem Vic? – ela assente – então deixe passar seu resguardo e tentem de novo! – ela diz fazendo – os corarem – Meus deuses somos todos jovens aqui! É só vocês não desistirem. – todos riem – agora quando que você sai daqui?
– hoje à tarde- diz Robert
– ótimo! – diz Dafne – Maxon sera que podemos fazer uma festa só nossa e dos nossos namorados?
– Como? – diz Pierre – namorado? – ele grita assustado
– não! – ela se defende – estou falando delas! – ela aponta para Noemi, Orabella, Lucy, Mary, Anne e Elise. Estou falando mentira ou vocês não estão namorando meninas?
– sim – dizem envergonhadas e eu troco um sorriso com América.
– então Maxon o que me diz? – pergunta Nicoletta
– desculpe?
– sobre fazermos uma festinha hoje à noite. Tem algum salão ou algo assim para podermos fazer?
– Não sei... Falarei com minha mãe sobre e se ela deixar pode fazer – digo e eles comemoram.
– Max... – América sussurra e desmaia. Apego no colo e a levo para fora dali. A deito em uma maca e chamo os enfermeiros. Eles a deixam no soro e logo ela acorda
– o que aconteceu – pergunta com a voz fraca
– muito tempo em jejum- digo e ela sorri.
– quanto tempo terei de ficar aqui?
– já volto- falo para ela. Vou até o corredor e pergunto para uma enfermeira que passava. Logo estou de volta- 15 minutos
–ótimo
– licença – diz minha mãe entrando no quarto. – como está Filha? – ela pergunta e vejo os olhos de América brilhar com o chamado.
– estou bem. Amberly podemos usar o terraço para uma festa com o resto das realezas e minhas damas?
– só se eu estiver convidada!
–pois esta- diz
– então tudo bem!
Sorrio para América e lhe beijo. Esta noite será longa!
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