The Nobel's curse
2 Welcome to fame
Notas iniciais
–Eu não quero!!!- dizia Sheldon frustrado como uma criança que não que ficar de castigo- Leonard eles me incomodaram o tempo todo, faça eles pararem de me amar...
–Isso seria ótimo- Leonard resmunga no que Penny e amy viram para ele em tom de negação.
–Vamos Sheldon, é só mais uma entrevista antes do almoço, você ganhou um premio Nobel, não pode culpa-los por querer saber mais sobre sua genialidade.- dizia amy tentando confortar o namorado.
–Mas eles são tão burros Amy, sempre fazendo as mesmas perguntas “O que você vai fazer com o premio?” “o que vai fazer agora que é famoso?” “aquela atriz deu em cima de você na nossa ultima entrevista”- ele zombava enquanto leonard e amy reviravam os olhos.
–Há, por favor, Sheldon, você sempre quis que eles reconhecessem sua inteligência AGORA SAIA DESSA CADEIRA E ENTRE NAQUELA SALA!- Penny praticamente estrangulou Sheldon, ela estava se segurando para não gritar desde a 4ª entrevista.
–Nossa, ok, não precisa gritar..- Sheldon se levanta e vai indo em direção a sala pausadamente
–Como você fez isso?- amy perguntou em um tom desesperado.
–Eu gostaria muito de saber- Penny deu um olhar confuso.
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–SHELDON LEE COOPER, GANHADOR DO NOBEL, ELE CHEGOU PESSOAL. — o entrevistador de radio dizia para o microfone, com um grande sorriso ele apertava os botões na maquina ao lado.
Gritos gravados saiam de uma grande maquina localizada no centro da sala, Sheldon se perguntava se iria custar muito bater nela, aqueles gritos gravados eram realmente muito irritantes.
–Então doutor Cooper como esta se sentindo após ganhar um Nobel?
Há a mesma pergunta que todos os outros fizeram..
–Eu estou contente que os premiadores e a população reconheceram o meu talento e minha inteligência. — Sheldon respondeu essa pergunta no mínimo 35 vezes desde que ganhou o premio, já esta enjoado mas ainda não achava resposta melhor.
–Uau, resposta na ponta da língua, é por isso que ele ganhou um Nobel pessoal- ele dizia apertando mais botões, ouvindo a gravação de aplausos.
–Agora doutor Cooper, tem certeza de que você já ouvir falar muito de seu Nobel e te fizeram muitas pergunta bla bla bla, vamos falar de outras coisas, você aceitou aquelas viagens que ganhou? Miami ou new York? Ficamos sabendo que tem uma namorada, esta tudo bem para ela saber que aquela atriz da tevê esta a fim de você?
Sheldon abriu a boca por um momento mas resolveu pensar mais em sua resposta, aquele entrevistador estava mais enxerido do que os normais.
–Na verdade eu escolhi Miami e..-ele começava quando foi bruscamente interrompido pelo interlocutor.
–Ouviu isso tevê News ele prefere aceitar a viajem dos Gangs do que a sua.- ele praticamente gritou no microfone.- desculpe por isso, pode continuar.
–Bom, como eu estava dizendo, eu vou para Miami, sim eu tenho uma namorada e, ela esta bem com aquela atriz da tv, Amy sabe que eu sou só dela.
Do outro lado da sala amy sorria por ouvir o que o namorado disse, enquanto Penny e leonard assinavam com a cabeça como ele escolheu bem as palavras.
–HÁ, então o nome da sua namorada é Amy!!!!!!- o homem quase caiu da cadeira apontando para Sheldon e clicando em um botão com uma nota escrito”apertar quando fazer o entrevistado falar algo pessoal”
–Droga..- Sheldon murmurou.
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Oii Raj- Emily dizia em uma voz fofa ao ligar para o namorado, ela ainda não tinha feito a pergunta a ele e queria usar todos os meios possíveis de fazer aquela resposta ser sim sem pressionar.
–Ola baby- Raj dizia ao telefone enquanto sentava em sua mesa de almoço no refeitório da universidade.
–Bom esta livre hoje? Pensei que poderia passar aqui em casa, eu fiz cookies que tal?-“diga sim, diga sim”
–Woo, eu gostaria muito mas assim que sair do trabalho vou para um ensaio fotográfico com Sheldon para uma revista, é muito chique não?
–É.. Claro, ok então, eu te vejo amanha?
–Há, eu gostaria muito, mas vou para uma entrevista com o Sheldon, a tv quer saber dos amigos dele também.- raj diz com um sorriso entusiasmado.
–Tudo bem, hm. Tenho que ir. -Ela coloca o telefone no gancho, respirando profundamente tentando não ficar brava, ela realmente estava começando a odiar aquele Nobel, mesmo sabendo que era sem sentido, ela tinha que ter uma resposta de raj logo senão iria enlouquecer.
–Emily? Oi? você desligou na minha cara?- raj ainda estava no telefone começando a se tocar que ela realmente tinha desligado.
–Ela esta tão feliz por mim!- ele guardava o celular no bolso enquanto caminhava para a mesa do refeitório.
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–Então quando você vai nos contar..... qual é a sua banda favorita? O publico esta mito ansioso, todos querem saber a banda favorita de alguém que ganhou um Nobel!!!- ele levantava as mãos fazendo suspense como se varias pessoas estivessem ali presenciando.
–Novamente, eu acho que essa é uma entrevista sobre o Nobel!- Sheldon já estava sentindo saudades das entrevistas mesquinhas de antes.
–Bom, doutor Cooper...Bem vindo a fama!!!!!!
–Eu acho que já vou agora..-ele estava se levantando quando o interlocutor o puxa para baixo, Sheldon quase morrendo com o contato físico de uma pessoa tão repugnante.
–Não voce ainda não nos contou seu sabor de sorvete preferido que vai ser a sensação nas sorveterias o próximo mês...-ele praticamente implorava para Sheldon ficar.
–Ok..- Sheldon quase sentiu pena, enquanto Amy, Leonard e Penny estavam realmente sentindo dó dos dois e de todas as outras pessoas ouvindo aquela entrevista.
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–Algum problema Emily?- a colega de trabalho dela perguntava, pois a encontrou chorando em sua mesa.
–Nada de mais, meu namorado tem um amigo que ganhou um Nobel e agora ele não tem tampo para falar comigo- ela deixou sair bem mais do que pretendia, enquanto tentava tirar os papeis molhados por causa do choro de sua mesa.
–Há, ele deve ter pegado a maldiçao do Nobel- a colega dizia em tom de brincadeira, tentando anima-la.
–O que?
–É apenas uma coisa que diziam no meu antigo trabalho, quem ganha um Nobel, fica com a maldiçao e isso vale para os amigos também...olha relaxa é só uma brincadeira boba, ele vai falar com voce.
–Acho que tem razão...Obrigada.
Emily definitivamente estava com raiva daquele Nobel.
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