Notas iniciais
Não tenho nem palavras para expressar o que estou sentindo agora, o quanto eu estou feliz. Tampouco tenho palavras para agradecer a "hermione potter", "WhiteWolf" e "Killer Queen" por recomendarem minha Fic. Eu sempre tive esperanças de que pelo menos alguém gostasse do que eu escrevo e recomendasse, mas honestamente nunca imaginei que três pessoas recomendariam, ainda mais três de uma vez. Realmente muito obrigada. Sei que essas palavras não são o suficiente, mas é tudo que eu tenho no momento. Prometi três capítulos caso recebesse uma recomendação. Recebi três, então serão nove capítulos. Eu só esperava uma, então só tenho escritos os três seguintes, mas vou continuar escrevendo e vou postar esses nove capítulos hoje, com ou sem a meta. Aqui está mais um espero que gostem. Boa leitura!

– Anna! – Elsa chamou ao avistar a ruiva.

Anna olhou para a direção de onde vinha a voz e encontrou Elsa. As duas irmãs correram uma até a outra e se abraçaram.

– Elena... – Anna começou a falar, mas Elsa a interrompeu.

– Eu sei, eu vi. – A loira falou.

As duas se separaram e logo Merida, Rapunzel e Valentim se aproximaram.

– O que faremos agora? – Merida questionou.

– Não sei. – Valentim balançou a cabeça. – Ela claramente está sob o efeito da Maldição Imperius. O único feitiço que conheço é o Finite Incantatem, mas não sei se será o suficiente.

– Podemos tentar. – Elsa sugeriu e os demais assentiram.

– Podem sim. – Ouviram uma voz a mais que não vinha de nenhum dos cinco ali. – Só não garanto que vai funcionar. Aquamenti!

Um jato de água atingiu Rapunzel e logo formou uma enorme bola de água, prendendo a loira lá dentro. Anna tentou segurou seu braço e tentou puxá-la de lá, mas não obteve sucesso algum.

Com o passar de alguns desesperadores minutos, Rapunzel ficou inconsciente e a bola de água se desfez, deixando a loira no chão.

Os outros quatro se aproximaram dela e Elsa notou que a outra loira não estava respirando. Levantou-se e apontou a varinha para a amiga, dizendo logo em seguida:

– Anapneo!

Assim que o feitiço a atingiu, Rapunzel cuspiu uma imensa quantidade de água, mas não acordou. Mesmo assim, Merida percebeu que ela estava respirando novamente. Elsa se abaixou perto da loira desacordada e olhou para a ruiva de cabelos indomáveis.

– Leve a Rapunzel para onde estão os outros. – Elsa pediu.

– Eu também vou. – Anna se ofereceu.

– De jeito nenhum. – Elsa balançou a cabeça. – Você não vai sair da minha vista. – Disse isso e virou-se novamente para Merida. – Pode fazer isso?

– Claro. – Merida concordou e apoiou Rapunzel em si, levantando-a.

Não tardou para que a ruiva desaparecesse com a loira por entre as inúmeras estantes de livros da biblioteca.

– Então, o que fazemos agora? – Anna perguntou.

– Temos que procurá-la. – Valentim alternou olhares entre Elsa e Anna.

As irmãs Gryffindor concordaram e logo os três começaram a percorrer os corredores da biblioteca em busca da herdeira de Salazar Slytherin.

Merida levou Rapunzel até onde os outros incapacitados estavam na entrada da Biblioteca. Imediatamente a ruiva notou pessoas que não estavam ali antes, como Jack, Alice e Mirana, estava última estando em pé, porém paralisada.

Merida colocou Rapunzel sentada e encostada à parede assim como Alice e Jack. Logo se levantou e puxou sua varinha apontando-a para Mirana. Porém antes que pudesse lançar qualquer feitiço e libertar a amiga, outra pessoa foi mais rápida.

– Petrificus Totalus! – Jacky lhe lançou o feitiço.·.

Merida instantaneamente ficou imóvel como uma pedra, incapaz de fazer qualquer movimento.

– Não se deve interferir em assuntos, no caso feitiços, dos outros. – Jacky começou a rodear Merida. – Isso é falta de educação.

Jacky riu com o que ela própria havia dito e se afastou de Merida.

– Vejamos... – Jacky se fingiu analisar, olhando para o grupo que havia ali. – Merida, Mirana, Alice, Jack, Rapunzel, Soluço e Elena não são mais um problema. Sete já foram, faltam três.

Novamente ela se retirou dali, pronta para encarar Elsa, Anna e Valentim.

Elsa, Anna e Valentim andavam pelos corredores da biblioteca até que chegaram a um lugar mais aberto, onde não havia estantes. Pela enorme quantidade de poeira e a falta de qualquer objeto, Elsa deduziu que ninguém ia ali há anos.

– Podemos começar? – Jacky propôs, aparecendo atrás deles e indo para o outro lado do espaço livre.

– Afinal, quem é você? – Valentim questionou. – O feitiço é uma Maldição Imperius, o que significa que você está sendo controlada por alguém. Quem?

– Acha mesmo que vou dizer? – Jacky riu. – Expelliarmus! – Lançou o feitiço em Anna.

– Protego! – Elsa protegeu a irmã. – Ninguém machuca a minha irmã. – A loira irritou-se. – Glacius! – Um raio de gelo saiu de sua varinha.

– Aequora Teggo! – Jacky falou e uma grossa barreira de água se ergueu entre ela e os outros três.

O feitiço de Elsa atingiu a barreira de água, transformando-a completamente em gelo. Pela barreira de gelo, era possível ver e ouvir Jacky rindo do outro lado.

– Bombarda! – Valentim lançou o feitiço e a barreira de gelo se estilhaçou em milhões de pedaços.

– Boa. – Jacky falou com sarcasmo, sorrindo.

– Wingardium Leviosa! – Anna jogou uma das estantes de livros em Jacky.

– Confringo! – Jacky lançou o feitiço na estante e esta explodiu juntamente com os livros em milhares de pedaços. – Draconifors! – Apontou para os pedaços da estante e estes instantaneamente se transformaram em pequenos dragões. – Oppugno!

Dito isso, os pequeninos dragões começaram a avançar em direção a Elsa, Anna e Valentim. O aluno do terceiro ano foi mais rápido e rapidamente lançou um contra feitiço nos pequenos dragões:

– Vera Verto! – Quando o feitiço os atingiu, os pequenos dragões se transformaram em cálices com água, que molharam o chão ao caírem.

Jacky não perdeu tempo em lançar um novo feitiço, mas dessa vez não foi nos outros três ali presentes.

– Serpensortia! – Uma cobra saiu da ponta de sua varinha e fitou os outros três.

Jacky começou a dizer algo, mas era estranho, arrastado e parecia que ela sibilava.

– O que ela está dizendo? – Anna perguntou confusa.

– Ela é descendente de Salazar Slytherin. – Elsa explicou, alternando olhares preocupados entre Jacky e a cobra. – Então é ofidioglota. Pode falar com cobras.

Assim que Elsa terminou de falar isso, Jacky se calou e cobra fitou os outros três, começando a se aproximar.

– Vipera Evanesca! – Valentim tentou destruir a cobra, mas esta desviou de seu feitiço e continuou a rastejar até eles.

Tão rapidamente que eles nem perceberam, a cobra pulou por cima de Valentim e o jogou no chão. Com dificuldade, ele a segurava para que não o mordesse, uma vez que não sabia se a cobra era venenosa.

Aproveitando a distração de Jacky, que olhava sorrindo para Valentim no chão, Elsa apontou a varinha para ela.

– Finite Incantatem! – Lançou o feitiço.

Assim que o feitiço a atingiu, Jacky colocou a mão na cabeça e se apoiou na parede atrás de si, respirando rapidamente.

– O que aconteceu? – Perguntou sem olhar para os outros três.

– Alguém me ajuda aqui! – Valentim pediu.

– Vipera Evanesca! – Anna lançou o mesmo feitiço que o garoto usara antes, desta vez acertando a cobra e destruindo-a.

– Nós explicamos depois. – Elsa se dirigiu a Jacky. – Precisamos desfazer os feitiços dos outros. Principalmente o da Elena.

– Que feitiço foi usado nela? – Jacky perguntou, ainda com a mão na cabeça e sem olhar para ninguém.

– Quando você lançou, você disse “Deprimo”. – Anna respondeu enquanto ajudava Valentim a levantar.

– Deprimo?! – Jacky e Valentim exclamaram e logo começaram a correr até a entrada da biblioteca, puxando também as irmãs Gryffindor.

– Qual é o problema? – Elsa perguntou preocupada.

– Quanto tempo faz que o feitiço foi lançado? – Jacky perguntou, ainda confusa pelo usuário ter sido ela.

– Quase uma hora. – Anna respondeu com preocupação.

– Isso não é bom. – Valentim apavorou-se e ele e Jacky começaram a correr ainda mais rápido, quase arrastando Elsa e Anna.

– Por quê? – Elsa questionou.

– A pressão que aquele feitiço causa é muito grande. – Jacky explicou. – Teria destruído o chão se não houvesse nada para obstruir. Se não agirmos rápido, vai acabar quebrando todos os ossos dela.

Não tardou muito para que chegassem até onde os outros sete estavam.

– Anna, acorde Soluço e Jack com o feitiço Ennervate. – Jacky começou a dar ordens. – Elsa, liberte Merida e Mirana. Valentim, dê um jeito de acordar Alice e Rapunzel.

Os outros três assentiram e foram fazer o que ela mandara enquanto ela se dirigia a Elena, que já estava inconsciente no chão.

– Finite Incantatem. – Lançou o feitiço e viu o corpo da morena relaxar com a falta do peso esmagador sobre si.

Jacky começou a examiná-la para ver o que estava quebrado. Provavelmente três costelas, uma perna e um braço.

– Braquium Emendo. – Apontou a varinha para a morena, consertando os ossos quebrados. – Elena. – Chamou e balançou seu braço um pouco, fazendo-a acordar.

– Espero que não esteja mais sob a Maldição Imperius. – Elena sorriu sem se levantar do chão.

– Pode apostar. – Jacky estendeu o braço e a ajudou a levantar.

Já acordados e livres de seus respectivos feitiços todos se reuniram ainda na entrada da biblioteca.

– Estão todos bem? – Jacky perguntou, passando o olhar por todos os presentes.

Todos assentiram, apesar de Rapunzel estar encharcada, Alice estar cheia de cicatrizes e Elena ainda precisar ir à enfermaria para checar se os ossos que quebrara estavam realmente bem.

– Jacky, sabe quem fez isso? – Foi Elsa quem perguntou.

– Eu não lembro bem. – Ela balançou a cabeça. – É tudo um enorme borrão.

– As memórias vão voltar lentamente. – Valentim explicou. – Com o tempo, você terá todas de volta.

– Bom saber. – Jacky sorriu. – É realmente estranho ter perdido um ano da minha vida.

Os demais sorriram e olharam para porta, que ainda estava fechada e trancada.

– Você trancou a porta. – Anna lembrou, olhando para Jacky.

– Feitiço ou Chave? – A garota perguntou.

– Feitiço. – Foi Soluço quem respondeu.

Jacky foi até as enormes portas da biblioteca e apontou a varinha, dizendo o feitiço logo em seguida:

– Cistem Aperio!

As portas rapidamente se abriram e Elena, Elsa e Anna foram até a enfermaria, Rapunzel voltou com Mirana para o Salão Comunal da Lufa-Lufa, Jack partiu rumo ao Campo de Quadribol, Soluço foi até o Salão Comunal da Corvinal e Alice seguiu para o Salão comunal da Grifinória com Merida.

– Obrigada. – Jacky sorriu para Valentim. Só haviam sobrado os dois na biblioteca.

– Sei que sou um Sonserino, mas não sou insensível a ponto de não agir sabendo que há algo errado. – Ele deu de ombros, mas sorriu também.

Jacky também sorriu para ele e saiu da biblioteca, rumando para o Salão Comunal da Sonserina. Valentim deu uma última olhada e sorriso para ela antes de também sair da biblioteca.

Notas finais
Vou postar o seguinte agora mesmo. Comentar é opcional, mas eu adoraria.