Notas iniciais
Um pouco de suspense envolve esse capítulo. Não sei se vão gostar. E eu ia esquecendo de dizer... a idéia dessa Fic veio de um sonho. Interessante, né?! Mas, vamos ao que interessa, aí está o capítulo 2!

Todos descem do ônibus e entram no restaurante da rodoviária.

Cascão: To com a maior fome! Vou comer um pastel de banana!

Magali: Eu vou comer um de banana e um de queijo!

Cebola: Não exagera, se não depois passa mal no ônibus!

Magali: Não se preocupem! Ah, e vocês dois, vão comer o que?

Cebola: Quero um pastel de carne!

Mônica: Eu prefiro de palmito. Será que tem?

Magali: Tem sim, ali, olha! Ah, também quero um café!

A noite estava fria. Todos preferiram tomar um café. A parada era de 20 minutos, então todos puderam comer com bastante calma.

Mônica: Delicioso, mas o pastel estava meio gorduroso!

Magali: Eu gostei de tudo!

Mônica: Vamos no banheiro, Ma?

Magali: Ai, eu quero voltar pro ônibus, ta frio!

Cebola: Cascão, vai lá com ela! Eu vou falar com o motorista, pra ver quanto tempo de viagem falta!

Cascão: Ok!

Eles vão até o banheiro.

Mônica: Fica aqui na porta, Cas. Segura a minha bolsa, só deixa eu tirar esse estojo que eu quero retocar a maquiagem.

Cascão: Pode deixar.

Ela vai ao banheiro normalmente, porém, quando abre a torneira para lavar a mão, não jorra água, mas sangue.

Mônica (aos berros): Ah, meu Deus! Socorro! Socorro!

Ela deixa a torneira aberta com todo aquele sangue escorrendo e sai correndo.

Cascão: Mônica, Mônica! O que houve? Aconteceu alguma coisa?

Mônica: Ah, é que... uma barata! Foi isso, tinha uma barata lá dentro!

Cascão: Nossa, pelo seu escândalo achei que era algum monstro!
Mônica: É que tenho horror a baratas. Ah, a torneira tava sem água, eu preciso lavar as mãos!
Cascão: Tem uma torneira ali fora! Vai rápido que o ônibus vai sair em instantes!

Mônica: Ok!

Ela lava as mãos e volta ao ônibus, que continua a viagem.

Cebola: Ele disse que faltam umas três horas e meia, dependendo do trânsito.

Mônica decidiu não contar nada aos amigos.

Cebola: Dorme, Mo, dorme que é o melhor que você pode fazer! Agora não falta tanto tempo para chegarmos, se você tirar uma soneca nem vai ver o tempo passar!

Mônica: Acho que vou ficar apreciando o caminho, apesar de estar bem escuro!

Cebola: Ta, enquanto isso eu durmo!

Mônica vai olhando pela janela o tempo todo. Cebola havia voltado a dormir.

Mônica: Ai, Cristo, o que eu faço?

Nesse momento, aparece alguma coisa na janela. Parece uma pessoa, mas está flutuando, e acompanhando o ônibus.

Mônica: Ai, meu Deus, o que eu faço? Ce, Ce, Cebola, acorda!

Cebola resmunga alguma coisa e volta a dormir. O espírito mexe a boca, Mônica estava com medo, mas tentou entender o que ele queria lhe dizer.

Mônica: C – U – I – D – A – D – O! Cuidado? Ai, meu Deus, o que faço? Cebola, acorda!

Cebola: Ah, aconteceu alguma coisa?

Mônica percebe que, no exato momento em que Cebola acorda, o espírito some.

Mônica: É que, é que... já estamos quase chegando! É isso!

Cebola: Ah, até que enfim! Já são quase cinco da manhã!

Mônica: É, o ônibus se atrasou um pouquinho mas já estamos quase lá!

Notas finais
Gostaram? No próximo capítulo eles irão chegar até a casa do tio Humberto. Deixem reviews dizendo o que acham, se devo modificar alguma coisa, eles serão muito bem recebidos. Valeu, gente! Beijocas, até o próximo capítulo!