The Magic Is Our Hope
6 São em tempos ruins que conhecemos as pessoas
Notas iniciais
Espero que gostem e não deixem de comentar,seja para elogiar ou fazer uma pequena crítica
Beijos,
Win ♥
P.O.V´S Liran
Era impressão minha ou a Lú e o Malfoy estavam se encarando? Fala sério que ela estava gostando desse crápula! Se ela esta se sentindo sozinha era só ter me contado, afinal eu posso ajudar. Terminei o meu café, me levantei para ir a aula de feitiços!
–Bom dia, Liran – falou, tímido, Neville
–Bom dia — corei
–Humhum,acho melhor a gente ir não?-sorriu, maliciosamente, Mione
–Vamos!-concordei
Fui conversando com os quatros até chegar à sala.
Vi, uma, certa loirinha com acessórios estranhos, sentada sozinha. Ela usava o uniforme da Corvinal.
–Luna!-me animei para me sentar ao seu lado
–Olá, Liran. Você não viu nenhum Nargulês por ai, não?-disse Luna
–Ah... Acho que não! É estranho retornar as aulas, não acha?-Ta eu sei que muita gente, acha ela meio louca, mas pra mim, ela sempre foi um gênio.
–Tudo tem um lado estranho, desde o entardecer até imaginar que um grupo de adolescentes pudesse derrotar bruxos das trevas experientes. –ela falou distante
–Sim. -concordei
Ela ficou em transe por uns cinco minutos. Okay,tenho que admitir que ela é pouquinho estranha. Foi ai que notei que ela estava com um exemplar de Animais Fantásticos e Onde Habitam.
–Luna?Luna, Luna!Lunaaa!-chamei-a
–Sim?-sorriu
–Por que está lendo este livro?-perguntei
Ué; fiquei curiosa?!
–É um ótimo livro! Há várias criaturas fantásticas neles! E me lembra a alguém — essa última frase ela sussurrou
HMMMM Sinto cheiro de futuro Senhor Lovegood no ar
–Bom dia, Classe!-Cumprimentou o Professor Fliwtich
–Bom dia! -respondemos em uníssono
–Bem vindos de volta!-começou ele- Muito bem, muito bem, quero que abram os seus livros na página 2, por favor! Hoje iremos o ler todo o primeiro capítulo e depois quero que façam um relatório de 50 centímetros sobre um feitiço de sua preferência que iremos praticar na nossa próxima aula. Irei selecionar as melhores duplas para um pequeno duelo!-concluiu
–Eu posso ti ajudar se você quiser-ofereceu-se Luna
–Será um prazer — sorri com a idéia
BUUUM
Não preciso nem olhar para saber que isso era coisa do Finnigan. Ele realmente tem um problema com explosivos. O Professor Fliwtich saiu resmungando, algo sobre alguns hábitos nunca mudarem. Foi então que vi uma garota loira com as vestimentas da minha casa se aproximar dele com um semblante raivoso e fazer um feitiço que limpara o rosto e crescido as sombras celhas dele.
–Ah! Finalmente temos uma aluna tem talentosa quanto à madame Pomprey... 20 pontos para a Grifinória! –anunciou. Só então quando ela voltou para o seu lugar foi que a reconheci. SUA LESMA! Bati em minha testa. Como me esqueci dela?!
Era Eduarda ela participou da AD assim como a nossa grande maioria. Ela sorriu ao olhar para frente do quadro, deve ter ficado orgulhosa de si mesma ao receber o elogio.
Eu gostava do jeito dela. Ela sempre foi bastante extrovertida e era uma ótima combatente, percebi também que ela tinha os olhos um tanto, tristes. Não posso culpá-la! Todos nós estávamos assim. Ainda era difícil apagar as lembranças dos nossos dias sombrios...
[Flash Back ON]
Vi um vulto correndo para uma floresta, meus olhos estavam com a visão desfocada, minhas pernas tinham ferimentos horríveis. Apertei meus olhos. Conhecia aquele vulto, era: Harry! Era por ele e por todos nós que estava lutando. Minha varinha sempre fora leve como uma pluma, mas hoje ela parecia ser feita de chumbo. Meus braços dormentes. Fechei meus olhos e pensei nas pessoas que eu havia deixado para trás,não por egoísmo,mas por amá-las tanto que era necessário protegê-las.
–LUA!LUAA!HARRY... Alguém — gritei
Foi quando vi uma garota loira correndo em minha direção. Preparei minha varinha. Estava difícil reconhecer alguém nessas condições. Poderia ser uma Comensal ou uma aliada. Melhor não arriscar-pensei. Foi quando ela conjurou um patrono, iluminando seu trajeto. Guardei a varinha em minhas vestes. Li uma vez que nenhum comensal tinha a capacidade de conjurar um. Só espero que não tenha me enganado.
–Você esta bem?-ela perguntou ao se aproximar. O patrono dela brincou em volta dela. Era uma pomba. Pomba, pomba. Duda!
–Estou como você me achou?-perguntei aliviada
–Sua amiga, Lua, estava desesperada procurando você, ela estuporou dois comensais!Quem diria... Uma Lufa-Lufa!-ela balançou a cabeleira dourada, alegre. Ela fechou a cara e sua pomba desapareceu. Ela xingou baixinho.
–Você é teimosa, não?Deixe-me ver sua perna!-sua voz soou como uma ordem.
–Ah... Não precisa... -tive medo que ela fizesse brotar um galho de árvore nos meus joelhos. Ela me jogou no chão rindo. Talvez já estivesse acostumada com a negação de suas ajudas. Teria protestado, mas meus joelhos começavam a arder.
–Asclépio!-murmurou. Em passe de mágicas, as feridas davam lugar a pequenas cicatrizes. Arregalei os olhos.
–Pensei que só madame Pomprey, conseguisse fazer isso –confessei -Hmm,muito obrigada!-disse por fim.
–Não de quê!-ela ofereceu sua mão. Ela empunhou sua varinha e eu repetir seu gesto. Começamos a correr. Passado uns 5 minutos, avistei lampejos! Agachei-me próxima a um arbusto e acenei com a mão para que ela fizesse o mesmo. Respirei fundo quando notei que havia três pessoas. Duas encapuzadas e uma menina baixa encurralada pelo os dois. Eles riam histericamente com a cara nervosa e assustada da jovem bruxa. Foi quando os cabelos dela começaram a esvoaçar. Não era um balanço natural; ela sussurrava algumas palavras e os cabelos voavam com mais fúria. Foi ai que eu a reconheci. Era minha melhor amiga: Lua! Ela ergueu a varinha-BOMBARDA MAXIMA!-Protegemos nossos olhos. Ela só conseguiu derrubar um o outro ficou e furioso e atacou!Ele arrancou a varinha das mãos dela e começou a esbofe tala. Trinquei meus dentes. Ela estava no chão, provavelmente chorando e o canalha começou a chutar o corpo dela.
–JÁ CHEGA!-explodi. Corri em direção à campina. Coloquei-me em frente a minha amiga e vi Duda correndo para me auxiliar.
–Por que você, minha querida, se preocupa com essa escória?Ela não passa de uma sangue ruim. -debochou. Ele era um homem alto de cabelos e barba ruivos. Tinha um sorriso cínico e maldoso nos lábios.
–E O QUE FAZ ACHAR QUE É MELHOR QUE ELA?Ela nunca fez mal a ninguém, mas você... Macha e enoja o titulo de sangue puro, fazendo atrocidades a mando de um mestiço!-cuspi. Ele ficou furioso. Tentou me atingir com um Cruciatus,mas a Eduarda conjurou um escudo sobre nós.
–COMO OUSA FALAR NESSE TOM COMIGO?-berrou
–Do mesmo jeito que ouso fazer isso... -me concentrei- Petrificus Totalus!
Ele caiu duro como uma rocha em meus pés, minha vontade foi de quebrá-lo, mas quando fiz menção de fazer Duda me impediu e Lua falou que se eu o fizesse me igualaria a ele
[Flash Back Off]
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