The Magic Is Our Hope
3 Beco Diagonal e Lembranças.
Lua
Uma semana? Tá o.k, será que alguém pode me dizer se dá para esperar mais do que isso? Porque... Sério, isso tá parecendo uma tortura! Logo depois de de ter enviado a carta para Liran, Éowyn voltou rapidamente para casa e ela parecia estar feliz, estou começando a achar que ela exagerou na quantidade de biscoitos, onde já de viu engordar a coruja dos outros?
No começo da semana fui para o Beco Diagonal comprar o meu material para o começo das aulas. Na lista tinha os seguintes livros.
Livro padrão de feitiços (7°serie).
Guia de transfiguração avançada.
Livro monstruoso dos monstros 5
Levitação Para Concluentes
Runas Antigas -Ensino Avançado
Guia Padrão para Aparatação-Dicas de como se sair bem no teste do Ministério
Suspirei aliviada ao ver que livrei-me de Aritmancia.
– Não vou sentir saudade. — Murmurei. — Será que eu posso encontrar Liran aqui também? — Perguntei em voz alta — Besteira, do jeito que ela é já deve ter comprado todos os seus livros quando recebeu a lista.
"Quando eu e a minha amiga tínhamos nos conhecido era no meio do caminho num vagão do expresso do trem. Eu não achara nenhum vagão para mim pois para todos eu era a "trouxa", eu não gostava nem um pouco. Na décima tentativa eu encontrei um vagão com apenas uma pessoa, era uma menina magra e pálida, seu rosto era cheio de sardas e tinha os cabelos bem vermelhos, pareciam o próprio fogo.
– Posso ficar aqui? É que a maioria dos alunos não me aceita. — Falei com cautela esperando um enorme e alto não.
– Mas é claro! — Ela tinha falado com um enorme sorriso no rosto.
Entrei no vagão e sentei-me a frente dela.
– Me chamo Lua Winchester. — Falei meio timidamente
– Prazer eu sou Liran Gomes. — Ela respondeu com um bem sorriso gentil.
– Você bem... É uma trouxa? — Perguntei receosa.
– Não, eu sou uma puro sangue e você? — Ela me olhou com curiosidade.
– Bem... — Eu não sei se deveria falar mas sabe, ela já foi gentil comigo me deixando ficar aqui, não custaria nada não é? — Bem eu sou uma... Trouxa.
– Que legal! — Esperava um enorme insulto, mas não.
– Você não esta com raiva? — Eu a olhei.
– Raiva? Por que ficaria com raiva de você? Uma não bruxa. Que máximo! E você bem... Poderia me falar mais de você e do mundos dos trouxas?
Eu pisquei várias vezes surpresa. Ela estava falando serio?
Tinha assunto para passar o tempo pelo menos, quando chegamos a escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Era incrível! Desde a descida do trem aos barcos até a entrada para o grande salão.
Numa banquinho de quatro pernas havia um chapéu velho e preto, a Professora Mcgonagall falou que ele era o chapéu seletor, ele iria nos selecionar para as nossas casas, ela chama um por um dos alunos para colocar o chapéu para selecionar cada um dos alunos. Ela também disse que enquanto estivermos na escola elas seriam nossas casas e todos que fazem parte dela seriam nossa família.
Cada um foi selecionado para uma casa, quando a professora me chamou eu andei até onde estava a banquinho e me sentei, o chapéu foi colocado em minha cabeça e ele falou alto para todos ouvirem.
– Lufa-Lufa!
Eu fiquei sorridente e todos da casa da Lufa-Lufa aplaudiram com a minha chegada.
Sentei-me com os outros e todos me cumprimentaram. E tinha chegado a vez da Liran, ela andava timidamente até o banquinho e se sentou nele, o chapéu parecia refletir e finalmente falou a casa da qual ela ficaria que era. . .
– Grifinória!
Meu sorriso tinha sumido, ela não estava na mesma casa que a minha, eu fiquei triste e olhei para ela, ela parecia sentir o mesmo. Todos da casa dela aplaudiram e ela se juntou a todos, foi cumprimentada por todos da casa.
Mas isso não acabou com nossa amizade. Toda vez que podíamos conversávamos o máximo que podíamos turante o jantar e o café-da-manha.
Nunca que nossa amizade seria separado pela divisão das casas."
Andando por entre as lojas e um espaço minimo entre várias pessoas, a facilidade de achar alguém conhecido por aqui é 0%.
Mesmo andando com certa dificuldade eu me surpreendo com uma coisa.
– Liran! — Quase deixei com que as sacolas com os livros caírem só de emoção ao vê-la.
Ela se virou na minha direção e sorriu ao me ver, ela parecia tentar andar até o meu encontro, mas... Nem ela conseguia.
Quando finalmente conseguimos nos aproximar uma da outra, nos abraçamos bem forte, parecia que foi a tanto tempo que não nos vimos.
– E ai? Quanto tempo não? — Ela sorriu para mim.
– Pois é, senti tanto a sua falta amiga. — Voltei a abraça-la.
– Nem amiga mais é né? Agora é mais do que isso, é irmã sua boba.
– Uhrum, e ai? — Separei do abraço. — Comprou os livros?
– Sim e eles são mais pesados do que os dos anos seguintes né?
– Lógico. Também ultimo ano e ainda por cima tem várias coisa para revisarmos e teremos o NIEMS.
– Argh! Que saco, nem me lembre disso.
– Há há! Olhe por um lado bom, assim pelo menos voltaremos a estudar muito, mas estudaremos.
– Pois é. Temos de agradecer e muito a Professora Mcgonagall. — Rolei os olhos mas no fundo eu realmente estava agradecendo.
– Então eu tenho que ir. — Ela olhou para trás vendo sua mãe.
– Ok então... A gente se vê na plataforma 9 3/4?
– Claro! Então até lá! — Ela se despediu e se afastou de mim.
Logo ela desapareceu entre a multidão do Beco Diagonal.
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