The Lucky One
8 The Lucky One - Meet
Notas iniciais
Logo, logo, teremos Finchel juntos.... estou enrolando um pouco....
boa leitura! :)
Personagens novos:
Harry:
Nana:
Finn havia alugado uma casa pequena perto da casa e do Canil de Rachel, era branca, de madeira, não era muito bonita e nem muito grande, mas era limpa e confortável o suficiente para apenas um morador. Logo depois que foi contratado por Nana, que era a avó de Rachel, Finn sentiu que finalmente tinha chegado aonde o destino havia mandado-o . Ele foi atrás de uma casa, e depois foi à cidade para comprar colchão, comida, talheres e outras coisas que não tinham naquela casa, ele tinha que deixar as coisas prontas para começar a trabalhar na quarta-feira.
Desde de que havia começado a trabalhar, havia passado a maior parte do tempo com Nana, conhecendo todos os espaços da casa deles. Mal viu Rachel, ela saía para trabalhar e só voltava no fim da tarde. A única vez que tinham conversado foi quando ela o chamou de lado no primeiro dia para pedir que tomasse conta de Nana, pois ela havia sofrido um acidente vascular cerebral há algum tempo. E isso a deixava nervosa. Finn gostava de Nana. Tinha um jeito de falar que era só dela. Isso o divertia e eles conversavam muito durante o trabalho, mesmo Nana sendo sua chefa, a partir disso Finn foi se sentindo mais a vontade. Ela tinha uma opinião sobre tudo e gostava de falar de si mesma. Contou-lhe sobre seu marido, sobre o canil, sobre viagens que ela havia feito no passado.
Finn sempre trabalhava mais do que devia, ele ficava até 1 ou 2 horas a mais, não gostava de sair sabendo que tinha deixado trabalho incompleto.E ficar até mais tarde, dava á chance de ele ver Rachel chegar do trabalho. A proximidade gera familiaridade que por sua vez gera confiança. E sempre que via, lembrava a si mesmo que estava a li por ela.
Estava lá, mas por quê? O que ele queria dela? Algum dia contaria a ela a verdade? Aonde é que aquilo o levaria? Na caminhada de Lima para cá ele havia pensado muito nisso, chegou a conclusão que quando encontrasse a garota da fotografia encontraria a resposta, ele sabia que a mulher era atraente, mas na fotografia não mostrava o calor do sorriso dela ou a forma séria que ela o examinava.
Nana havia falado para ele do filho que Rachel tinha seu nome era Harry, isso foi uma pequena surpresa para Finn, mas ela era solteira, separada. Enquanto Finn trabalhava, Harry ficava observando-o por trás das cortinas e quando ele olhava Harry se escondia. Harry parecia ser um garoto legal, a única coisa que sabia sobre ele era que adorava jogos e xadrez, pois Nana havia contado. Imaginava que ele o evitava por uma decisão sua ou de sua mãe?Provavelmente de sua mãe.
Depois que Finn trabalhava, ele adorava caminhar dentro da mata, havia uma trilha perto de um riacho e por ser muito quente e em horário de verão, o sol ainda estava de pé. Certo dia, ele resolveu dar uma caminhada com Spark, enquanto ouvia música, era sua paixão. Ele iniciou sua caminhada e Spark não agüentou, ele precisava de água. O cachorro pulou no rio explodindo água para todos os lados, foi o suficiente para se refrescar. Enquanto Spark pulava de um lado para o outro, Finn percebeu que eles não estavam sozinhos. Harry. Ele estava atrás de umas plantas escondido.
–- E aí garoto? Qual é o seu nome? Eu não mordo! — Disse Finn.
–-Harry.
–-Lindo nome. Prazer em te conhecer Harry.
–-O que ele está fazendo? Perguntou Harry, apontando para o cachorro. Mas ainda escondido.
Spark como em todas as vezes que eles caminhavam estava com a cabeça enfiada na água, latindo.
Finn deu de ombro – não sei, deve estar latindo para os peixes. É um cachorro maluco.
–-Ele sempre faz isso?
–-Sim.
–-Estranho.
–- Também acho.
Finn continuou a comer seu sanduíche, quando Harry começou a se aproximar de Finn, ele devia ter um 7 anos.
–- Vi você ontem – Disse Harry.
–-Viu?
–-Eu segui você.
–-Seguiu?
–- Eu tenho uma casa na árvore aqui perto. – disse apontando com a mão para cima de uma árvore. – É meu esconderijo secreto.
–-É bom ter um esconderijo. Quer se sentar?
–- Não posso chegar tão perto de você.
–-Por quê?
–-Minha mãe disse que você é um estranho.
–-é sempre bom ouvir sua mãe, mas não vou fazer nada.
Harry foi se aproximando e sentou ao lado de Finn.
–-Qual é o nome dele? Disse Harry.
–-Spark. Ele adora que lancem pauzinhos para ele, você quer jogar?
–-Pode ser.
Finn chamou Spark e ensinou Harry como ele deveria fazer. Harry passou horas apenas jogando gravetos na água para ele brincar. Enquanto isso Finn ficava sentado na beirada do rio enquanto Harry e ele conversavam.
Um pouco depois, Hudson ouviu passos de alguém no caminho e a voz de Rachel por entre as árvores.
–- Harry?
–- Estou aqui mãe!
–- Até que enfim te achei. O que está fazendo aqui fora?
Sua expressão amigável congelou assim que viu Finn, e ele conseguiu perfeitamente ler a mente dela: “O que meu filho está fazendo no meio da mata com um homem que mal conheço?” Finn acenou.
–-Oi!
–-Oi. —disse, com Harry já correndo para ela.
–- Mãe! Você tem que ver o que o cachorro dele consegue fazer. Ele é super esperto. O Sr. Hudson também! Ele disse que adora jogos e xadrez. Ele pode jogar xadrez lá em casa hoje a noite? E ele disse que gosta de tocar instrumentos e cantar igual á você!
Rachel olhou em direção ao Finn – Sério? Que legal... Mas acho que temos que ir! Deixa para outro dia Harry.
–- Isso. Amanhã conversamos! Disse Finn.
Ele se levantou e foi em direção á saída. Logo depois Spark foi atrás. Um pouco depois, pararam no fim do caminho.
–-Tchau Harry. Tchau para você também.
–- Até amanhã, Sr. Hudson – Disse Harry.
Assim deu meia volta e, sentindo o peso do olhar de Rachel, desapareceu de vista. Agora Finn tinha uma desculpa para poder se encontrar com eles no dia seguinte.
Notas finais
beijos *-*
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