Notas iniciais
espero que gostem.

Herval Domingues.

Estava tudo ido muito certo, eu estava na sala em silêncio só esperando a pateta cair no meu golpe, é claro que ela sabe onde o Jonas ta e vai avisar pra ele.

Ai quando ele chegar ai, FIM DA LINHA PRO CANALHA.

Só não sei como ela vai avisar pra ele e também ta demorando demais, será que eu não afrouxei as cordas o suficiente ou ela já saiu da cadeira sem fazer nenhum barulho, bom vamos esperar melhor do que arriscar e ir lá ver o que ta acontecendo.

Jonas Marra.

Eu já estava dentro do jatinho.

Eu estava com o meu chip na minha mão, antes de jogar o celular fora peguei ele, nem sei porque peguei ele, não ia como se alguém fosse me ligar mas sei lá, talvez eu nunca mais visse essas pessoas que to deixando pra trás.

_ Murphy, me dê o seu celular — disse erguendo minha mão pra ele que estava do meu lado.

_ Boss...

_ ANDA — ele me deu o celular e eu coloquei o meu chip nele, logo depois de reiniciar o celular começou a chegar muitas mensagens mas depois de um tempo parou totalmente, foi quando chegou mais uma mensagem.

" Salve-me" — Verônica.

O que ela queria dizer com isso ? pior que o horário era cerca de dois minutos atrás.

Concerteza não era nada importante.

_ Podemos ir, Boss ?

_ Sim.

Verônica Monteiro.

Fazia cerca de cinco minutos que eu mandei a mensagem pra ele.

Tentei falar com a Edna e o Vicente, queria saber se eles estavam bem ou se o maluco do Herval fez algo com eles mas celulares desligados, quando eu ia ligar pra polícia bateria acabando, eu só tinha duas opções: Jonas ou a polícia.

Mandei uma nova mensagem pra ele.

Jonas Marra.

Recebe outra mensagem no momento em que eu ia desligar o celular.

" O Herval está no meu apartamento, Eu não sei o que fazer Jonas" — Verônica.

Desgraçado, eu mato você.

_ Vamos pro Rio de Janeiro, rápido.

Verônica Monteiro.

A bateria acabou no momento em que veio a confirmação da entrega da mensagem.

E agora ? Nem tinha como eu saltar da varanda primeiro porque era muito alto, segundo porque a porta que dava acesso á ela, estava trancada assim como a porta da frente.

Dez minutos se passaram e nada, e continuou assim, os minutos se arrastavam mais até que abriram a porta e ...

_ COMO VOCÊ CONSEGUIU ? — Herval gritou furioso quando me viu fora da cadeira e sem as cordas.

_ Eu ... — fui interrompida quando ele me deu um tapa no rosto, logo em seguida ele me pegou pelos cabelos e me levou pra sala, quando chegou lá ele me jogou no chão e quando ele ia me chutar, eu ouve um estrondo na porta quando ela foi derrubada e em seguida o Jonas estava encima do Herval dando uma sequência de socos nele, ele falava coisas sem nexo, parecia estar desligado, parecia ser outra pessoa, o Herval sangrou até ficar incosciente e mesmo assim o Jonas não parou.

Me levantei com dificuldade e fui até ele.

_ Jonas, PARA — eu disse chorando, foi quando ele levantou a cabeça e olhou pra mim, primeiro o seu olhar era de um leão furioso mas logo ele se acalmou e voltou com o olhar de cachorrinho sem dono.

_ Verônica ... Você está bem ? — ele perguntou vindo em minha direção.

_ Jonas .... Eu ... Te ... — eu fui interrompida por um monte de agentes federais no meu apartamento.

_ CHÃO, SE JOGUE NO CHÃO — Eles gritavam e o Jonas fez o que eles dizeram.

_ Jonas Marra, o senhor está preso.