Notas iniciais
Espero que gostem... Boa Leitura... KISSES!!

E assim foi um mês, exatamente igual, lutando para sobreviver, com a solidão de um lado e fome do outro.

Até que...um dia, eu acordo com uma linda música ecoando na floresta, fazendo-me vagar por ela a procura da melodia. A cada passo eu me sentia mais perto de algo que eu sabia que me tiraria dessa infelicidade.

A musica ficou mais forte a alta até eu ver uma grande fogueira cheia de garotos dançando ao redor. Me aproximo e escondo-me numa figueira, procurando o musico que tocava a linda melodia. Meu corpo queria dançar, mas minha mente dizia-me para ir embora.

“Ouça aquela voz que fica martelando em sua cabeça”, minha mãe dizia, “ela nunca estará errada”.

Sigo o conselho que há anos minha mãe deu e viro-me, pronta para ir embora, quando uma voz, grossa e firme, aparece:

–Há lugar para todos — A voz diz e eu viro-me para ver o dono da voz.

Tudo que eu pude ver foi uma pessoa alta com o rosto coberto pelo capuz, mas seus olhos brilhavam tanto que vi seus olhos verdes no meio da escuridão.

–Você pode ficar. — Ele continua.

–Quem é você? — Pergunto sem demonstrar minha curiosidade.

–Peter — O menino responde.

–Você é quem tocava a musica?

–Sim, você é ouviu?

–Ela estava ecoando pela floresta, foi bem impossível não ouvi-la.

–Sabe, todos esses garotos vieram até aqui exatamente como você, interesse pela musica, mas algo a mais os trouxe aqui. — Peter falava de modo misterioso, sem tirar o capuz.

–O que?

–Todos tem algo em comum — Ele continua — Todos são infelizes, sós.

–Idai?

–Eu posso leva-los para um lugar diferente, onde não haverá nada disso.

–Como você espere que eu aceite a proposta se eu nem ao menos vi quem propôs.

Então ele tira o capuz, mostrando o cabelo loiro.

– Ninguém se sentiria só, ninguém.

–Como você pode prometer isso? Você é apenas um garoto – Falo e dou minhas costas a ele.

–Eu não diria isso e posso provar isso a você – Peter grita para eu ouvi-lo.

–Prove, então – Sem virar-me a ele eu falo.

–Eu terei que chegar perto...

E isso Peter faz, se aproxima lentamente e logo está na minha frente. Estende sua mãe e uma névoa verde aparece, depois um pedaço de pão surgi. O garoto sorri e dá para mim a comida:

–Você parece faminta.

–Como...? – Eu já havia visto magia, mas não tão de perto e tão real.

–Eu posso fazer o que eu quero. Apenas venha conosco – Ele sussurra e eu olho em seus olhos, procurando a mentira, porém não a vejo.

–Eu vou querer o pão – Falo pegando de sua mão.

–Terá quantos pães quiser – Pan diz sorrindo e caminhamos até a grande fogueira.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim... Kisses....