Perante o castelo Apollyon continuou sério, não deixando quaisquer medos por estar praticamente perto de Deus, o criador de tudo e de todos.

“Vamos então irmã?” – Perguntou Apollyon para sua irmã.

“Por que não?” – Respondeu sua irmã com um sorriso no rosto.

Os dois avançaram até a entrada. Ao chegar à primeira área do castelo os dois viram um grande espaço branco e dourado, estava bem claro lá e não havia qualquer pessoa, somente uma mesinha no canto.

“Cadê a segurança desse lugar? Meu deus!” – Reclamou Apollyon.

Pela casa os dois avançaram até que passaram pela metade dela. Um grande raio bateu no chão bem em frente a Apollyon e Lilith, era um soldado com uma grande armadura, ela era preta e o soldado usava uma espada que aparentavam ter espinhos.

“O que fazem por aqui, demônios?” – Falou o anjo enquanto sacava sua espada.

“Bem, digamos que queremos nos vingar pela nossa cidade que vocês anjos destruíram e só mataram toda a população, então, o que acha disso? E vocês ainda se dizem seguidores da paz, mesmo quando são aqueles que mais trazem tragédias a nós. Bem, hoje é o dia que o reinado de vocês irá acabar!” – Exclamou Apollyon perante o anjo.

Naquele instante o anjo deu uma pequena corrida perante Apollyon até que pulou e colocou sua espada em direção da cabeça de Apollyon. Antes que o anjo o acertasse Lilith aparece com sua foice chocando-a na espada do anjo e já começou a tentar cortar o mesmo.

“Até que vocês são bons. Chamo-me Safhyel, sou o arcanjo doa proteção... Continuando. Eu prefiro lutar contra um só então por que um não fica de fora... Avance garoto, quero lutar com sua irmã...” – Falou Safhyel enquanto dava um pulo para trás.

Apollyon sai correndo da 1º casa do castelo e avançou. Agora era somente Safhyel e Lilith. Tomando iniciativa Lilith da uma grande investida no anjo e fez cortes rasos em sua armadura e em seguida deu um chute no rosto do homem o jogando para cima, o anjo se preparando usa sua espada e a forçou o que o faz voltar ao chão.

“Você não é alguém que se deva pegar leve não é? Bem, vou complicar um pouco agora, vamos lá...” – Reclamou o anjo ativando uma de suas habilidades “Pyrotection’ VAINX ATIVICTIS. O fim começa...” – Murmurou Safhyel.

No mesmo instante Safhyel é envolto por espécies de chamas em volta de seu corpo, este foi em direção a Lilith e canalizou a chama na espada atacando Lilith com ela e a ferindo no ombro, portanto a chama não parava mesmo no machucado de Lilith queimando somente aquela área, a mulher enfurecida começa a atacar Safhyel cegamente enquanto o mesmo ia desviando e ferindo cada vez mais a mulher, Lilith se enfurece por completo e decide mostrar sua verdadeira forma.

“Agora você vai ver anjo imundo!” – Gritou Lilith enquanto pequenos encantos a envolviam “Mlerv’ MAGH ATIVICTIS”.

Naquele momento Lilith revela sua forma secundária, era uma mulher demônio com quatro asas em suas costas, o olho desta teria se transformado se tornando algo mais obscuro. Lilith naquele momento começa a fazer cortes no ar com sua foice que se tornavam energia e atacava o anjo que teve partes de sua armadura completamente quebradas, o anjo sem desistir começa a criar chamas envoltas do demônio que sem se importar continuou até estar em frente de Safhyel.

“Se você não se importa irei fazer o mesmo” – Falou o anjo enquanto começava a se transformar.

Ao o arcanjo se transformar volta a atacar o demônio com força total que continuou sem parar, os dois começaram a cruzar golpes fortemente, mas agora sem qualquer um acertar o outro, porém Safhyel estava em vantagem, Lilith começou a fazer cortes mais arriscados no arcanjo com mais força, porém com menos velocidade o que o fez ganhar brechas e no melhor momento deu uma rasteira em Lilith e a segurou para baixo e perfurou suas costas com a espada e seguiu reto para baixo até parti-la ao meio.

“A vitória é minha...” – Exclamou o anjo.

Assim Safhyel desativou sua habilidade e começou a sair andando atrás de Apollyon que havia saído. Apollyon estava observando o santuário de Deus enquanto andava. Enquanto xeretava o local esbarrou em um pequeno objeto o derrubando no chão e fazendo um grande barulho fazendo vários anjos comuns aparecerem, aparentemente eram dez e esses partiram para atacar o demônio em conjunto.

“Não é covardia dez atacarem um só?” – Reclamou Apollyon enquanto invocava sua foice e fazia um corte em espiral cortando todos em sua volta.

Depois de olhar em volta Apollyon vê que faltava um anjo, o demônio voltou a ataca-lo e cortou-o na metade, Apollyon olha em volta novamente e este anjo estava lá novamente e mais quarenta apareciam.

“Mas o que?” – Falou Apollyon perante os anjos.

Os anjos começaram a atacar Apollyon que começou a se defender, mais e mais anjos apareciam perante o demônio que tentava defender de todos os ataques. Enquanto se defendia Apollyon é atacado por cima, algo que não pode evitar e então levou um corte no ombro, este continuou a ser atacado até cair no chão.

“O garoto nem mesmo sentiu que era tudo uma ilusão...” – Murmurou o desconhecido ao se tele transportar.