The Light... The Darkness...
13 Capítulo 13: Acerto de contas.
Notas iniciais
Fui até uma ponte em construção, parecia que eu sabia o que iria fazer.
- você me abandonou! Me abandonou! Pra que rezar? Pra que? Todos esses anos acreditei em uma coisa que era falsa!- Gritei olhando para o céu. – No momento que eu mais precisava! – Ajoelhei e comecei a chorar.
Levantei.
- Quem é você? O que quer de mim? Me marte logo! – Chamei qualquer demônio. Vi uma sombra atrás de mim.
- Oi Melissa! Quanto tempo não?
- Taylor?! – Perguntei com ar de dúvida e surpresa. Ela balançou a cabeça em afirmativo. – Mas por que você?
- Ela olhou lentamente para os lados e sorriu.
Taylor POV:
- Meu pai era um bêbado louco! Ele chegava em casa e brigava com a mamãe e descontava em mim. Até que um dia ele foi longe demais, ele queria abusar de mim. Então eu peguei uma faca e matei ele, eu fiquei tão desesperada que fugi de casa. Uns dias depois fui possuída por um demônio, a melhor coisa que aconteceu comigo depois de tudo o que tinha acontecido. Aconteceu em um dia estranho, por que o céu estava limpo e de repente algo preto o invadiu. – A encarei. – Lilith me prometeu uma recompensa se entregasse você a ela. – Sorri. – E eu estou muito feliz em romper mais um selo para libertar meu pai. – Rodiei a Melissa.
- Você é falsa! Tirou tudo de mim! Você é igual ao seu pai. Suja! – Peguei ela pela garganta. – Me solta! – Ela disse com dificuldade.
Senti uma bala entrando nas minhas costas. Soltei a garota e nós duas caímos no chão. Me arrastei até a garota e a empurrei da ponte. Que ainda não tinha proteção dos lados. Quando a vi caindo sorri depois senti alguém me pegando.
- Você vem comigo sua encrenqueira! – Era Dean Winchester. Ouvi os dois conversando. – Eu levo a Taylor para a casa do Boby. Vai pegar a Melissa.
- Você já sabe o que vai fazer?
- Já! Agora vai logo!
Melissa POV:
Embaixo da ponte tinha um rio. Eu não percebi muitos detalhes, parece estranho mais não pensei em nada, apenas cai. Senti minhas costas baterem de leve no fundo do rio, eu ainda estava consciente e com os olhos abertos. Permaneci alguns minutos ali debaixo d’água, senti uma luz bem forte penetrar nos meus olhos e ouvi uma voz doce dizer:
- Chamo-me Castiel e sou um de seus irmãos. – Um rosto chegou perto do meu e uma luz nos rodeou.
Sam POV:
A ponte ainda estava em construção e não via outra forma a não ser pular. Cheguei na beirada e vi uma luz bem forte no fundo do rio que ardeu meus olhos. Olhei para os lados e percebi que era um rio de águas calmas, e não teria nenhum problema em pular. Continuei pensativo e vi a luz desaparecer. Foi nesse momento que resolvi mergulhar, não hesitei nenhum pouco e fui.
Melissa POV:
- Onde estamos? – Engoli a saliva e olhei para ele. – Castiel que lugar é esse?
— Está é a sua casa. Você não se lembra, não é?
- Não. – Me sentei em um banco.
Eu via uma criança correndo feliz pelo jardim e um casal sorrindo para ela.
- Estes são os seus pais. – Ele apontou para o casal. – Sua mãe tinha acabado de dar a luz a um bebê de parto complicado e que logo depois morreu. Dias depois ela te achou abandonada em um beco em um dia bem chuvoso.
- O dia que briguei com Dean! – Fiquei quieta um pouco depois continuei. – Eu acho que gosto de becos e chuva. – Sorri.
- Você estava com hipotermia. Fria e com os lábios vermelhos. – Estávamos no beco, eu via tudo passando como uma imagem de televisão. – A beira da morte posso dizer. Então o nosso pai resolveu usar você como casca.
- Casca?
- Uma forma para nos comunicarmos com os humanos. – Castiel se virou e começou a caminhar. — Se usarmos nossa forma normal podemos cega-los, por isso precisamos fazer isso.
- Então quer dizer que vocês de repente resolveram me usar como casca?
Acompanhei Castiel.
- Era a vontade de nosso pai!
- Um coração bate dentro de mim! Vocsê não podem simplesmente me usar como casca!
- Você estava a beira da morte! – Castiel disse com paciência. – Nós te salvamos! – Continuamos andando. Até que a lembrança mudou e paramos no dia que sai de casa.
22/09/10
- Quando vamos dizer que ela não é nossa filha?
- Eu não sei! – Minha mãe chorava. – Eu tenho medo do que pode acontecer se contarmos! – Eu estava escondida.
- Então quer dizer que eu não sou filha de vocês?
- Você entendeu errado querida! – Minha mãe me segurou.
- Não entendi errado coisa nenhuma! Eu não sou surda! – Aumentei o tom de voz.
- Não fale assim com a sua mãe!
— Vocês são mentirosos! Eu odeio vocês!
- A garota! – Meu pai levantou a mão. Ele nunca tinha feito isso, por esse motivo sai de casa. Fui para West Land, onde tinha uma bela faculdade. A melhor do estado.
Boa noite querido diário.
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Melissa POV:
- Eu não quero ver mais isso Castiel! Eu sei que fui irresponsável e criança.
- Está certo. Mas seja lá o que for decidir sobre sua vida lembre que milhares pessoas dependem de você!
- Mas por...
Tudo aquilo desapareceu e voltei ao rio.
Sam POV:
Eu mergulhei várias vezes, mas não encontrei nada. Pareci que ela tinha sumido como passe de mágica. Minha respiração estava ofegante de tanto a prender e estava muito frio. Então resolvi sentar na beira do rio e esperar.
- Onde você está? – Perguntei a mim mesmo. – Melissa! – A chamei. Nesse mesmo momento vi uma luz aparecer e desaparecer dentro do rio. Resolvi ver o que era.
Constatei o que achara que era. A Melissa. Ela estava desacordada, a levei para a beira do rio e tentei acorda-la com todos os procedimentos de primeiros socorros que sabia. Até que ela tossio e ao mesmo tempo saiu um pouco de água da boca dela.
- O que aconteceu?
- A Taylor te empurrou da ponte e você provavelmente apagou.
- Que vergonha! – Olhou para o chão. – É isso que meu professor de natação diria. – Rimos. E depois peguei a mão dela para ajuda-la a levantar.
— Possa fazer uma coisa? – Perguntei com segundas intenções. Ela sorriu e disse:
- Bom... Acho que sim... Não sei nem o que... – A surpreendi com um beijo na boca. Eu segurei na cintura dela e ela na minha nuca. Foi um beijo bem demorado, apreciamos cada momento. Ficamos ali durante um tempo, apenas nos beijando.
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Dean POV:
Coloquei a Taylor dentro da estrela da Davi, queria tirar algumas informações dela. Parei na frente dela e cruzei os braços.
- Pode começar?
- Posso morrer em paz pelo menos?
- Uma coisa: paz não é para demônios. E outra: você só levou um tiro de sal nas costas! – Sorri.
- Brincando não é? Eu que ri muito quando você estava sofrendo no inferno. – Fui para cima dela. – Como é que é Dean? Eu sou um demônio e foi exatamente no dia que você saiu do inferno que a Melissa começou a ter essas visões.
- Continua. – Fiquei interessado.
- E, aliás, os poderes dos outros anjos especiais estão comigo.
- E por que não os usa?
- Esqueceu queridinho que sou um demônio.
- E onde estão esses poderes? – Ela balançou a cabeça para a esquerda e para a direita.
- Você acha mesmo que eu vou contar?
- Eu esperava que não. – Peguei um livro de rituais de exorcismo em cima de uma mesa.
- Deixa que eu faço isso Dean! – Melissa falou. Ela estava entre o Sam e o Boby. Ela pegou o livro e começou a ler. -
“Regna terrae, cantate deo, psallite dominio…
Tribuite virtutem deo.
Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incuriso infernalis adversarii, omnis legio, omnis congredatio et secta diabolica…
Ergo…
Perditionis venenum propinare. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciae. Hostis humanae salutis. Humiliare sub potenti manu dei. Contremisce et effuge. Invocato a nobis sancto et terribile nomine. Quem inferi tremunt…
Ab insidis diaboli, libera nos, domine. Ut ecclesiam tuam secura tibi facias, libertate servire, te rogamus, audi nos. Ut inimicos sanctae ecclesiae humiliare digneris, to rogamus audi…
Dominicos sanctae ecclesiae, terogamus audi nos, terribilis deus do sanctuario suo deus israhel. Lpse tribuite virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus deus, gloria patri…”
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