The Light... The Darkness...
10 Capítulo 10: Demônios a solta. Parte 1
Notas iniciais
Mais são vocês que vão julgar conforme vocês entenderam!
Beijos Mel!
Melissa POV:
A morte é lenta, tranquila e não dói. A vida é rápida, engraçada e em algumas pessoas causa dor.
A sensação de estar vivo não é somente em correr, andar ou rir. Estar vivo é sentir o momento sem pensar em outra coisa, viver um dia após o outro! Quando abri meus olhos novamente senti uma alegria imensa, não só em respirar o ar gelado do hospital mais em também poder sentir a maciez do travesseiro. Antes de partir falam que a vida inteira passa pela sua cabeça, como um filme. Foi exatamente o que aconteceu. Veio na minha cabeça lembranças de risadas, provas, primeiro beijo, músicas, shows, amigas, a primeira vez que matei aula, primeira balada, apresentações de final de ano, brigas... Lembranças que passaram como um clipe na minha cabeça, em uma trila sonora bem animada de série de adolescente que passa em tevê a cabo!
Dean POV:
Eu não tenho fé, mais se tivesse diria que o que aconteceu foi milagre! Ela passou um bom tempo desacordada, ou até mesmo morta!
Por que essas pessoas do hospital não vieram aqui depois de todo esse barulho? Tem algo bem estranho acontecendo, e eu vou descobrir!
Eu abri uma das persianas da janela e vi que muitas pessoas circulavam pelo estacionamento, mais do que o normal. Forcei minha vista e vi que a coloração dos olhos era a mesma da enfermeira, DEMÔNIOS!
A Melissa se levantou e veio ver o que tinha visto. Ela também forçou a vista para ver, depois olhou para mim assustada.
- São demônios! – Eu disse meio que prevendo a pergunta que ela faria.
Eu me virei e liguei para o Sam, a ligação estava chiando. Logo depois as luzes começaram a piscar até que desligaram.
Estavam tentando nos avisar, nós não poderíamos ficar ali parados então peguei a mão da Melissa e saímos correndo.
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Sam POV:
- Dean! Dean! – Eu o chamei e as luzes apagaram.
Concertesa o Dean já percebeu que algo de errado está acontecendo. Pensei.
Ouvi passos de alguém atrás de mim, logo que me virei vi que era a recepcionista que tinha jogado charme, na verdade o demônio que joguei charme.
- Oi Sammy! Viemos pegar sua namoradinha doentinha, mas estava pensando em levar você também! – Ela disse um leve tom de ironia e sensualidade
- É? – Entrei no jogo dela.
- É! Vamos nos divertir muito no inferno! – Ela sorriu e ia me beijar.
Quando nossos lábios iam se encostar eu a empurrei com toda minha força contra a parede.
- Você não deveria ter feito isso!! – Ela gritou com a voz grossa.
Saí correndo, o que não adiantou muito, ela era bem mais rápida. Quando virei para ver se ela estava, não vi nada, mais quando me virei novamente ela estava na minha frente! Acertou dois socos em mim, caí no chão. Levantei rapidamente e chutei a barriga dela, quando ela colocou a mão na barriga com a cabeça levantada pude acertar nela um soco. Ela me pegou pela jaqueta e acertou minha cabeça em um bebedouro.
Pareciam que estavam enfiando agulhas na minha cabeça, não tive tempo de reagir e a VADIA me jogou contra o vidro de observação da maternidade. Atravessei o vidro e desmaiei.
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Melissa POV:
Foi Fácil achar o Sam com todo aquele barulho, que com certeza não era bom sinal já que demônios estavam na nossa cola.
Quando acabaram os barulhos eu e o Dean resolvemos parar de correr e tentar recuperar o folego.
Chegando lá vimos uma mulher bem bonita. Alta, cabelos longos e pretos e os olhos estavam todos pretos dá possessão demoníaca. Ela estava indo na direção como para ataca-lo. O Sam coitado estava com sangue escorrendo da cabeça, com os lábios cortados, as pernas e o braço também cortados. Em cima de todo aquele vidro.
O Dean não esperou nem mais um minuto, atacou o demônio antes que ele atacasse o Sam.
- Ninguém mexe com o meu irmão!! – O grito dele ecoou pelos corredores do hospital.
Câmera lenta:
O demônio se virou e o Dean enfiou e girou uma faca bem no coração do demônio. Ela caiu no chão e aquela coisa preta saiu da boca dela.
Normal:
Fui até o Sam, tentei pegar ele por um braço mais ele era pesado.
- Dean me ajude! Eu seguro esse braço e você o outro!
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Dean POV:
Ficamos em uma sala com alguns armários, iguais aos de colégio, e também com alguns bancos. Parecia a sala dos funcionários. Como estava escuro víamos pouca coisa, e o sol já estava se pondo o que piorava ainda mais a situação.
Colocamos o Sam em um desses bancos.
- Eu vou procurar alguns curativos! – Eu estava suado e também muito preocupado com o Sam e com o que poderia acontecer, o que aumentava mais ainda meu suor.
- Tá! – Melissa disse e eu já tinha me virado para sair. – Toma cuidado!
- Ok! Mais tranca a porta! Eu dei um sorrisinho.
- Volta rápido! – Eu já tinha saído.
Quando eu voltei a Melissa fez uns curativos no Sam, e ela se trocou (ela pegou uma roupa de enfermeira que tinha no cabide, por sorte coube certinho nela.). Depois tentamos bolar um plano para sair desse lugar.
- Dean você não acha que se quisessem nos atacar já teriam vindo?
- Eu acho, mais é isso que é estranho. Até agora só um demônio nos atacou, e lá fora deve ter a cidade toda!
- Exatamente! Eles estão esperando nós sairmos para poderem nos atacar. – Ela se levantou e começou a falar como uma professora. – Dean eu acho que já tenho um plano!
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