The Legend of The Sky's Princess

27 Capítulo 27 – O terceiro espírito da luz


Capítulo 27 – O terceiro espírito da luz

{Sonho com Hylia}

— Onde eu estou?

Zelda* acordara novamente no templo, olhou em volta, confusa. De repente lembrou-se de seus ferimentos e dores e olhou a si mesma, assustada. Estava perfeita, sem um arranhão, e usava o vestido e adornos da deusa. E Link*? Ele estava morrendo! Impa também estava lá.

— Link*... – murmurou em angústia para si mesma.

— Ele está bem.

Virou-se para ver Hylia de pé atrás de si. Levantou-se e foi ao encontro da deusa, que a tomou pela mão e a guiou até a árvore da vida, onde se sentaram.

— Você não se lembra? Você o curou. Eu te ajudei.

— Não...

— Faça um esforço, querida.

Ela tentou de novo, fechando os olhos e procurando esquecer da existência do mundo à sua volta, até que flashs vieram à sua mente. Sim, Link* estava bem.

— Lembra-se agora?

— Sim.

— Na situação em que tudo estava não me surpreende que tenha esquecido por um momento. Não tenha medo, mesmo que mil monstros como aqueles te cerquem. Link* sempre virá a tempo e eu estou olhando por você. Logo tudo isso estará acabado e poderão voltar pra casa.

— Então Ganon está próximo?

— Sim, bastante. Mas tenho certeza que nossos heróis darão conta dele. E agora que você trouxe um novo aliado de Skyloft, terão ainda mais força.

— Eu trouxe?!

— Sim, quando te ajudei, tornei isso possível. Você saberá em breve sobre ele. Você cresceu, Zelda*, mesmo que não perceba e por pior que isso tudo pareça, está sendo uma grande jornada para evoluir ainda mais o seu espírito nobre. Não precisa dizer nada... – Hylia falou com um sorriso quando viu a garota ficar sem jeito.

— O que aconteceu com Zelda?

— Ela já está bem. Eles é que estão preocupados com vocês. Devem ir ao encontro deles quando você despertar. A vida que reside dentro dela também está a salvo.

— Ah... Hylia...

— O que?

— É que não parece algo realmente importante no momento... Mas... A criança de Link e Zelda, você sabe o que é? E há quanto tempo? – Perguntou à deusa, que deu um risinho.

— Quando vocês chegaram aqui Zelda já estava esperando há um mês. E faz quase dois que vocês chegaram. Quanto à outra questão, sei sim... Mas... – ela pensou por um tempo – Não vamos estragar a surpresa. Eu lhes mostrarei na hora certa. Todos ficarão felizes. E não se preocupem, o nascimento ocorrerá em boas condições daqui alguns meses.

— Tudo bem.

— Há alguém que quer te ver. Eu vou te deixar com ela agora – a deusa disse se levantando – Fico sempre feliz em ver você, Zelda*, mesmo que os motivos de nos encontrarmos nem sempre sejam por uma boa causa no mundo lá fora. Nos veremos de novo.

— Obrigada, Hylia.

Ela sorriu e caminhou para longe até desaparecer em algum lugar do templo. Zelda ficou sozinha pelo que lhe pareceu alguns minutos. Levantou-se de olhos arregalados ao ver uma silhueta familiar ao longe e correu na direção dela quando teve certeza. Estava igualzinha a quando a conhecera jovem. O mesmo cabelo louro e todas as mesmas características. A mulher a ergueu do chão quando se abraçaram e sentiu as lágrimas de Zelda* molharem seus ombros.

— Impa!!

— Está tudo bem – dizia sorrindo, afagando os cabelos dourados da garota – Você está um pouco mais alta do que me lembro.

Colocou a menina de volta no chão e secou suas lágrimas, o que não adiantava muito, porque ela continuou chorando.

— Eu... Senti tanto a sua falta! – Disse ao abraçar a Sheikah pela cintura, sentindo as mãos dela no topo de sua cabeça.

— Eu também, Zelda*. Vamos, acalme-se, e vamos conversar pelos poucos minutos que temos. Hylia disse que você vai acordar em breve.

A pequena deusa a soltou e inspirou rapidamente, tentando acalmar-se, e deixou-se ser conduzida por Impa de volta à árvore.

— De qualquer forma... As coisas estão melhores dessa vez, não é? Você e ele estão lutando juntos.

— Mas não tem nem ideia do quanto eu queria você lá, apesar de Link*...

— Aquele garoto... – a sheikah emitiu uma agradável gargalhada – Não adianta, ele nunca vai gostar de mim, mas eu entendo perfeitamente. E de qualquer forma, uma parte de mim está com você lá.

Zelda* não precisou pensar muito para entender que ela se referia à Impa de Zelda e Link.

— Mesmo em seus sonhos, não temos muito tempo, você tem que sonhar com outras coisas também, os humanos precisam sonhar. Hylia concordou em me ceder algum tempo, por isso também devo lhe dizer algo. Ganon virá diferente e muito semelhante ao que vocês de ambos os mundos já viram. Ele está cheio de ódio e muito forte, antes de deixar o lugar onde está não deixe de encontrar mais poções para Link*, poderão servir pra você também.

— Vocês viram Ganon?

— Não. Ele não pode nos alcançar. Quando isso acabar, vocês poderão voltar e viver em paz finalmente.

— Impa... Há tanto que eu queria te dizer, mas agora não lembro de nada.

— Porque não há realmente algo para ser dito.

Zelda* a olhou, confusa.

— Eu sei o que você sente. Eu também sinto a sua falta. E palavras são inúteis para expressar algo tão forte. Nós não podemos mudar isso, mas eu quero que você acorde, liberte o terceiro espírito da luz, e acabem com essa guerra, pra que você possa viver feliz com Link*. É tudo que eu quero. Sua felicidade me deixará em paz. Eu sempre estarei com você, Zelda*. Um dia... Nos encontraremos de novo.

— Eu prometo que eu vou ser feliz, Impa. É o que eu mais quero, nos dois mundos e onde você estiver junto com Hylia também.

A sheikah tinha um olhar triste, mas a encarou e sorriu .

— É hora de nos separarmos. Você precisa acordar – ela falou, levantando-se e ajudando Zelda* a fazer o mesmo.

— Obrigada, Impa – abraçou a sheikah apertado.

— Eu que agradeço por ter conhecido você, Zelda*.

— Nos veremos de novo?!

— Eu prometo que farei o possível pra isso acontecer. Agora vá. Ele está muito preocupado. Até logo, querida.

A mulher a abraçou de volta e quando se afastou, Zelda* a viu sorrindo. A melhor coisa que pode fazer foi retribuir seu sorriso antes das imagens do templo se misturarem e tudo ficar escuro de novo.

{Fim do sonho}

Zelda* sentiu-se novamente no mundo real e acordou lentamente. Levou uma mão ao rosto e percebeu que estavivera de fato chorando.

— Zel*!!!

Ela olhou para sua direita e viu Link*. Ele estava ajoelhado no chão ao lado de sua cama, com um olhar bastante preocupado. Sorriu para ele e fez menção de sentar-se, sendo ajudada pelo garoto, que não perdeu tempo em lhe dar um selinho e abraça-la apertado. Retribuiu o gesto e deitou a cabeça no ombro dele.

— Por que está chorando? Está doendo?

— Não... Uma coisa muito boa aconteceu enquanto eu dormia. Eu estou bem. Link*... Link, Zelda, Midna, Navi e o bebê estão bem. Mas e quanto a nós? O que aconteceu? Onde estamos? Quem eu trouxe de Skyloft? E onde devemos encontrar os outros?

— Ainda bem... – ele suspirou aliviado por ter notícias dos demais, afastando-se e sentando ao lado da noiva – Quando eu recuperei a consciência você pareceu entrar em transe, uma luz dourada te envolveu e o vestido da deusa surgiu. Seus ferimentos sumiram e você me curou. Depois desmaiou. Quando nós tiramos você de lá, encontramos o Asa Celeste voando nos céus.

— Seu loftwing?! Foi ele que eu trouxe?

— Sim. Hylia te contou?

— Sim.

— O que mais aconteceu?

— Impa... Eu encontrei Impa – ela abriu um largo sorriso.

— A Impa que nós conhecemos?! – Ele arregalou os olhos – Como ela estava? Em que estado você a viu?

— Jovem, com era no passado. Igualzinha... Ela estava tão feliz. Nós pudemos conversar por algum tempo. Ela disse “Ganon virá diferente e muito semelhante ao que vocês de ambos os mundos já viram. Ele está cheio de ódio e muito forte, antes de deixar o lugar onde está não deixe de encontrar mais poções para Link*, poderão servir pra você também.”

Link* levou algum tempo absorvendo as palavras, depois sorriu. Apesar de suas birras com a guardiã shiekah, sabia o quanto Zelda* gostava dela, e lhe deixava extremamente satisfeito sabe que ela tivera a chance de encontra-la de novo, mesmo que num sonho.

— Você finalmente acordou – Impa entrou no quarto sorridente, estivera ouvindo a conversa dos dois, mas não quis interromper – Parece que está bem.

— Estou – Zelda* lhe sorriu.

Sabia que a guardiã que encarava agora não era exatamente a que lhe protegera na superfície, mas não deixava de ser uma parte dela, e a sheikah também sabia disso. Apesar de não demonstrar muitos sentimentos, gostava tanta da garota quanto da princesa, e estava aliviada por vê-la bem.

— Devemos ir. Precisamos encher algumas garrafas, recuperar as munições de Link*, e procurar por Epona, ela nos levará até os demais. Link*, você sabe com usar uma folha de grama para chama-la?

— Sim, Link me ensinou.

— Perfeito. Vamos repor os estoques, você chamará Epona e você e Zelda* me seguirão pelo ar.

******

— Obrigado, Ruto.

Link acabava de guardar as poções e munições que recebera da rainha Zora. Ela tinha bons estoques no reino.

— Então Link vai ser papai? Finalmente – ela soltou um risinho – Traga o bebê pra nos ver quando ele já puder deixar o castelo. Sabia que bebês humanos aprendem a nadar muito mais facilmente que crianças ou adultos?

Link olhou para a amiga como se ela estivesse louca, depois olhou para toda a extensão de água do Rio dos Zoras, e de volta para Ruto.

— Não!

— Estou falando a verdade, Link. Verá quando o bebê nascer. Você também tem muito que aprender.

— Ela está certa, Link – Navi apareceu voando em frente a seus olhos, confundindo-o com a luz azul – Eu já vi muitos kokiris quase recém-nascidos nadando com excelência sem ninguém ter ensinado.

— Mas...

— Ah, não tem diferença – a fada insistiu – Kokiris são com hylians pequenininhos. Como acha que aprendeu a nadar, Link? Você é hylian, mas foi criado como kokiri.

Ele lhes lançou outro olhar desconfiado e fitou a princesa sentada à margem do rio, conversando com Midna. Hena havia se retirado de volta à sua loja, ainda fechada.

— Quero acabar logo com isso. Ela precisa ter dias tranquilos agora.

— Precisamos de Zelda* — Navi lembrou – Será que ela está bem?

Link pensava em partir numa busca quando algo no céu chamou a atenção de todos. Uma enorme ave vermelha sobrevoava o local. Não parecia realmente uma ameaça, mas Link preparou seu arco e flecha.

— Não atire!!

Olhou para a direção do som e viu impa. Ela correu na direção do grupo.

— Abaixe essa arma!

A guardiã aproveitou para recuperar o fôlego quando Link obedeceu.

— Esse pássaro é do garoto.

— O que?! De onde ele tirou isso?! E como nos acharam?

— Zelda* o trouxe de Skyloft, com ajuda da deusa. E Epona nos levou até a ponte de pedra perto daqui, não foi difícil encontra-los. Zelda!

A princesa correu para sua babá, agarrando-a num abraço.

— Que bom que está bem!

Quando se separaram a guardiã pousou uma mão sobre o ventre crescido da princesa e emitiu uma luz dourada. Zelda sentiu um calor reconfortante.

— Também está tudo bem aqui – ela sorriu aliviada ao ver por si mesma.

— Onde estão eles dois?

Não foi preciso uma resposta. O Asa Celeste pousou diante deles, abrindo as asas e liberando um ruído. Link* e Zelda* desceram do pássaro.

— Link*... – Impa lhe questionou – Estive querendo perguntar. Seria esse o lendário pássaro vermelho da deusa?

— Ele mesmo.

— Isso é fascinante! – Zelda aproximou-se do pássaro e estendeu a mão, mesmo sentindo receio — Eu achei que nunca o veria além dos livros ou meus sonhos.

O pássaro emitiu um ruído baixo e permitiu com alegria o carinho da princesa.

— Você está muitos anos à frente no tempo, mas não deixa de ser uma parte de Hylia também – Zelda* lhe disse – Ele reconhece você.

Link, Midna e Ruto também se aventuraram a acariciar o pássaro, que aceitou de bom grado.

— Ele é sempre bonzinho assim? – Ruto perguntou a Link* — Não vai nos caçar, vai?

— Não. Ele só come peixes pequenos, plantas e sementes.

Navi pousou em cima da cabeça do pássaro.

— Como é fofinho! – Ela falou, arrancando risos dos outros, e voltando a voar perto de Link.

O Asa Celeste encarou Link profundamente, como se pudesse ler sua alma, e após alguns segundos alçou voo e desapareceu.

— Nossa... – ele disse simplesmente fitando o céu – Parece que o conheço há séculos.

— Mas nós conhecemos, Link – Zelda lhe disse – Só não podemos nos lembrar disso.

— Hey, você está bem? – Midna perguntou a Zelda*.

— Sim.

Após ambos os lados relatarem suas respectivas batalhas, Ruto os deixou e voltou ao Domínio dos Zoras. A princesa e a garota se aproximaram do rio e sem ideia de como chamar o último espírito, tocaram a canção da deusa com suas harpas. A superfície da água brilhou intensamente e uma serpente dourada surgiu, dançando entre a água e o ar, parando finalmente em frente ao grupo. Os dois Link se aproximaram.

— Meu nome é Lanayru. Seus esforços restauraram os espíritos da luz que protegem Hyrule. O herói lendário escolhido pela deusa. Eu vou conceder uma nova força às suas espadas.

Os dois desembainharam as Masters Swords e as ergueram. As lâminas brilharam tanto que todos foram obrigados a fechar os olhos por alguns momentos.

— Ganondorf está vindo. Recebam as bênçãos finais das duas deusas e tragam a paz de volta à Hyrule — a serpente mergulhou novamente e desapareceu.

— Duas? – Link tentou raciocinar.

— Mestre – ouviram a voz de Fi, que apareceu – Minhas análises indicam que o espírito da luz de Lanayru se referiu à Hylia, Zelda*, e à princesa. Eu recomendo que ambas toquem a canção da deusa juntas para liberar a última fonte de poder para as Master Swords.

Os heróis assim o fizeram quando as duas tocaram juntas numa perfeita combinação dos sons idênticos das harpas as notas de Ballad of The Goddess. Uma luz forte envolveu Fi e colidiu com as duas lâminas, que brilharam intensamente como um único lampejo, e novas marcas surgiram. Fi voltou para a espada e os dois puderam analisar melhor os novos desenhos.

— As asas da Master Sword continuam fechadas – Link* observou.

— Nós sabemos o que fazer Link* — Zelda* lhe falou – Acho que você também deve ajudar Zelda, conhece as palavras?

— Fala do ritual da deusa para despertar a Master Sword? Está escrito em um idioma antigo falado pela deusa. Hoje é intraduzível para praticamente todos os hylianos, mas eu e Impa conseguimos ler com facilidade. Estava escrito quase no fim do livro.

— Aquilo que ninguém além delas consegue ler? Eu já cansei de tentar decifrar aquilo por mim mesmo – Link disse.

— Hey! Quero ver isso também depois – Navi reclamou.

— Teremos todo o tempo do mundo quando isso acabar, Navi, então você verá – Link respondeu – Você também está lá.

— Eu estou?! Viva!!

Link riu, sua fada nunca perdia o senso de humor, mesmo nas piores horas.

— Link* — Zelda* lhe estendeu a mão e fechou os olhos, ele a segurou, se ajoelhando a frente dela, fechando também os olhos e pousando a outra mão no peito.

O casal mais velho repetiu o gesto. Ambos também sabiam o que fazer. As vozes de suas companheiras encheram o ar com a profecia.

— Valente herói, você suportou bravamente muitas dificuldades e viajou em sua missão para chegar a este lugar. Ao longo de suas viagens você encontrou sabedoria, poder e coragem, e por isso que abençoarei sua espada com o poder da deusa. Ele deve a dar a você e a sua espada a força para mandar de volta a abominação que ameaça esta terra!

Quando os quatro abriram os olhos a marca meio apagada da triforce surgiu na mão direita de cada um. O símbolo que indicava sabedoria brilhou nas mãos das duas Zeldas e o símbolo da coragem brilho nas mãos dos heróis, que olharam impressionados para a triforce que finalmente se revelara. Por fim, a triforce inteira brilhou nas quatro mãos e as duas Zeldas voltaram a falar.

— A marca que você vê sobre sua mão é a prova de que você é o herói da lenda e q ue dentro de você habita o poder sagrado. Essa é a marca da triforce. Levante agora, Link. Remova sua espada.

Soltaram as mãos e dois herói apontaram as Master Sword para os céus. As asas da guarda finalmente se abriram e o azul brilhante se tornou mais forte. Os desenhos desapareceram, transformando a lâmina num perfeito espelho. A voz de Fi se fez ouvir.

— A deusa abençoou suas lâminas e as Masters Swords despertaram, alcançando sua forma final! Agora as espadas estão impregnadas com o poder místico para derrotar demônios, e apenas os heróis podem empunhá-las.

— Finalmente... – Impa disse para si mesma.

Antes que alguém pudesse dizer mais alguma coisa, o céu tornou a escurecer, o chão tremeu violentamente e som de fúria foram ouvidos ao longe.

— HEY! WATCH OUT!!!

— Está em hyrule fields!! Eu posso leva-los lá! – Ooccoo disse quando apareceu de repente, saltando de um pé para outro, tentando não cair com, o tremor.

— Zelda... – Link olhou para sua esposa, abraçada a ele.

— Eu vou! Irei ajuda-lo, como da última vez, não tente me impedir! Sei que ficará tudo bem – ela disse com confiança.

Olhando no fundo daqueles olhos azuis claros, Link não queria, mas deixou-se convencer e voltou sua atenção para ooccoo.

— Leve-nos até lá!

A criatura assim o fez, e em instantes se viram todos nos campos de Hyrule, que pareciam estar em igual estado de caos. Ooccoo saiu correndo e desapareceu em algum lugar. O grupo focou um ponto adiante, vendo ondas negras de energia se misturando. Chamas se formaram em meio a escuridão e uma silhueta grande, muito forte e alta surgiu diante deles. A princípio nenhum o reconheceu, até juntarem as peças do que Hylia havia dito a Zelda. O homem de malignos olhos vermelhos tinha um longo cabelo em chamas, pele negra, usava armadura da cintura para baixo e uma capa que ia até o chão. Em sua mão direita uma espada enorme com uma lâmina prateada de formato estranho, que Link* reconheceu. O cabo era negro e a espada mais parecia uma versão maligna distorcida da Master Sword.

— Finalmente este momento chegou! – Ganon falou com uma voz monstruosa de dar arrepios – DESTA VEZ! Desta vez eu não vou perder! Eu vou matar você herói escolhido pela deusa – disse olhando para Link* — vou matar essa cópia humana e inútil da deusa! Vou destruir também suas reencarnações, o Herói do Tempo e a princesa de Hyrule, que falho em destruir desde que eram insignificantes crianças! Vou tirar deste mundo a princesa de Twilight, essa maldita guardiã sheikah e até mesmo esse bebê dentro da princesa! – Ele gritou furioso apontando na direção de Zelda — O futuro não vai mais existir para nenhum de vocês! Aproveitem os últimos momentos do último dia das suas vidas!!!

Notas finais
Capítulo 28 – Din – Poder (Vulcão) Fogo Faron – Coragem (Floresta) Vento Nayru – Sabedoria (Deserto) Amor Estiveram sem silêncio até então. Zelda sentada em uma cadeira, olhando para fora da janela. A garota de Skyloft apoiada contra o papa-preito da janela, também olhando o outro lado, até que ela fez uma pergunta curiosa, que a princesa não esperava. — Como é ser casada? – Perguntou, fitando a paisagem por mais algum tempo e voltando seu olhar para a princesa.