The Legend of Link!
1 Prologue: Link, the Visions and the Nightmare.
– Rapaz... Isso foi intenso... Aquele lugar, espero que estejam todos á salvo agora. Pois com sinceridade, foram os três dias mais longos da minha vida. Vamos logo para casa Epona!
Disse, o jovem do gorro verde e cabelos loiros, andando em curtos passos montado em uma pequena égua. Relembrava o fato que havia ocorrido no reino de Termina e a aventura que tiveram, pois foram três dias para evitar que a Lua caísse e dizimasse aquele reino por inteiro. Após caminhar por um certo tempo por Woods of Mistery para achar o caminho de volta para Lost Woods, mais precisamente para Kokiri Forest. Enquanto isso em Termina, em frente a entrada de Clock Town.
– Olha, vou entender se quiser ir, afinal percebi que ambos criaram um forte vínculo.
Disse a pequena fada que emitia um brilho roxo escuro com sombreado em vermelho em volta, pequenino que cabia na palma da mão. Fora direcionada tais palavras a sua irmã, Tatl a fada com quem Link havia percorrido por todo território do reino de Termina para impedir que Skullkid sob o efeito da Majora’s Mask, ao qual enfeitiçava para poder fazer-la cair em todo reino, apenas por pura diversão e perversidade.
– Irmão, tem certeza que ficarão bem aqui? E se eu não voltar?
E assim a pequena fada que emitia uma luz amarela com sombreado em branco chamada Tatl perguntava, pois tinha vontade de acompanhar Link e conhecer o Reino de Hyrule de onde o mesmo originava.
– Oras, tudo bem, se você quer ir, vá! Eu sei que voltará, não aguentará ficar tanto tempo longe de nós. Venha nos visitar. Você e aquelça criança se dão muito bem.
Disse Skullkid, um espantalho que possuia o tamanhod e uma criança, o mesmo estava sob efeito de Majora’s Mask e Ocasionado todo o ocorrido pelo reino, tanto na parte de atrair Link para Termina roubando sua Ocarina of Time quanto Amaldiçoando a Lua para colidir com o reino e também na parte de amaldiçoar os quatro guardiões do reino, á Norte, Sul, Leste e Oeste de Termina. O caos total por causa da Máscara que por fim fora devolvida ao vendedor de máscaras que sumiu floresta á dentro. Sabe-se lá onde fora parar.
– Então tá. Está tudo certo, irei agora mesmo! Se cuida Tael e SkullKid, em breve estarei de volta contando tudo que vi por lá!
De forma apressada, Tatl voou até Southern Swanp, o pântano onde havia explorado com Link para obter o Odolwa Remains e Libertar um dos 4 guardiões de Termina. Seguiu até Woods of Mistery, onde podia-se ver Link dobrando a esquerda e seguindo em frente e sumindo. Então se apressou e adentrou a passagem, chegando a uma densa floresta, com árvores extremamente altas com uma iluminação fraca. Árvores que não pareciam ter fim, e aquela luz apenas dava uma pequena luz para não deixar na escuridão total a floresta. Nessa floresta, Tatl avistou de longe Link.
– Ei, espere, espere por mim!
Enquanto caminhava com Epona alguns gritos vindo de trás podiam ser ouvidos por Link que logo parava Link, abrindo as pernas e batendo de leve puxando com leveza a crina da égua como comando para parar-la e então se virou. Vindo ao fundo apenas podia-se ver um brilho amarelo para branco vindo bem rápido em sua direção, apenas esperou ali, sem acreditar no que via.
– Tatl é você? O que está fazendo aqui? Onde está Tael e SkullKid?
Após a pergunta feita, Tatl já estava bem próxima e voava subindo e descendo, de certa forma estava feliz em estar presente novamente com Link, já que os laçõs de ambos haviam ficado bem fortes nesses três dias.
– Ficaram! Eles disseram que não havia problema em vir, desde que eu os visitasse algumas vezes, estava ótimo. Preferi vir contigo, tivemos altas aventuras nesses três dias e então decidi que gostaria de conhecer o reino onde você mora!
Surpreso com a atitude, pois a aventura anterior, após savar Hyrule e aprisionar Ganondorf, sua fada guia Navia havia o abandonado no Temple of Time após colocar a Master Sword no lugar, de certa forma estava feliz pois dessa vez, uma companheira havia decidido ficar com ele e seguir-lo por onde fosse.
– Bom, adimito que não esperava. Então, venha comigo, irei te mostrar onde moro e as outras fadas que existem na floresta onde vivo!
Assim Link voltou a cavalgar em Epona, dessa vez com certa velocidade nas galopadas da égua para chegarem o quanto antes em casa com sua amiga e companheira.
Após a longa caminhada floresta a dentro, Link via um tronco de árvore redondo e deitado, poderia ser Lost Woods, então apenas gravou o caminho feito no mapa que ele tinha, traçando a rota que fizera e tudo mais e entrava no buraco. Após entrar, desceu de Epona e andou com Tatl, ambas uma de cada lado por Lost Woods, fez o caminho que fizera antes, virou a esquerda, e depois a direita, andou á frente e depois a esquerda ao qual chegava na área onde residia a falecida Deku Tree, e Lar da Deku Tree Sprout, digamos que filho da falecida guardiã que já estava bem crescida, estava o dobro do tamanho do Link Jovem. Estando naquela área, Link foi até a Deku Tree Sprout se aproximou e assim sacou a Ocarina e logo tocou algumas notas, tocando a Song of Storms, conjurando uma chuva ali naquela área. Após o fim das notas, o sol fechava e assim uma forte chuva caia sobre o local e assim Link montava em Epona e Galopava rapidamente pra não pegar a chuva que se formava ali.
– Muito obrigado Link! Faz dois dias que não recebo água.
Assim agradeceu após a chuva que estava prestes a cair dentro de alguns segundos. Passando pelo corredor ali, chegava a Kokiri Forest, a vila onde Link vivia. Sem parar, Epona galopou e pulou o pequeno rio que passava por ali, pulando em um monte e depois em outro monte chegando ao outro lado e assim direcionada a esquerda após alguns passos chegando á arvore onde Link morava. Ao chegar, Link descia rapidamente de Epona, e então fazia carícias no rosto, na crina e na cabeça da mesma, que relinchava após e empinava, expressando felicidade com o ato.
– Calma amigona! Enfim em casa, paz, descanso, comida e claro, me trocar, fora aliviar esse peso, é muita mascara, equipamento. Não aguento mais!
Link então subiu degrau por degrau, exausto da jornada em Termina, não dormia fazia 3 dias, seus olhos pareciam cansados, uma expressão de felicidade, mas ao mesmo tempo de cansaço parecendo um morto-vivo no rosto.
– Não sei como você aguenta isso tudo, três dias carregando isso tudo nas costas. Por isso você é o Herói do Tempo. Hahaha!
Disse Tatl ao acompanhar-lo e olhando tudo em volta, ansiosa para conhecer as fadas que moravam ali, pois de longe avistava que cada criança assim por dizer, naquele local, possuia uma fada e aquilo a encantava, mas sabia também que devia repousar, afinal, ambos estavam ali há dias de um lado pro outro. Após Link subir as escadas, abria a pequena porta de sua casa. Ao entrar, foi até ao armário de equipamentos, deixando os equipamentos que havia levado, a nova espada que havia adiquirido após forjar a Kokiri Sword na Gilded Sword, e as máscaras dependuradas ali, todos equipamentos próxi9mos aos equipamentos que havia adiquirido quando jovem na jornada de salvar Hyrule, mas devido ao tamanho, ainda não poderia usar-los e então sentou-se direto em um banco embutido ao lado da cama retirando as botas e a Kokiri Tunic, restando bermudas curtas e folgadas e uma blusa branca normal folgada, ambas roupas de tecido leve que usava por baixo pra não pesar, e retirava as meias e o gorro e assim respirava ofegante com breves suspiros a cada respirada, a cada puxada de ar.
– Sabe, estou cansado, preciso de banho, preciso de descansar, vai saber qual aventura me aguarda da próxima vez.
Logo Link quase pegando no sono, se levantou e fora andando até o pequeno banheiro de sua casa, retirando as roupas e as colocando em um cesto, e assim abriu uma espécie de torneira e adentrou a uma pequena banheira, que caberia até a forma jovem/adulta do mesmo, apoiou os braços na beirada e esticou s pernas, o corpo dentro dágua apenas a cabeça para fora, e assim sorrindo de olhos semi abertos olhando para o teto, pensando na loucura que foi tudo aquilo. Havia do lado uma mini banheirinha que havia feito pra Navi na época, pois se trocou algumas vezes ali, pois aquela jornada durou dias ou semanas, não se sabe ao certo.
– É Tatl, foi intenso foi, foi legal, foi. Mas, mais um dia assim eu acho que desmaiava... tão bom estar em casa, amanhã preciso ver a Zelda, Só ela, eu e os sábios, que se lembram do Ocorrido, do Caos que Ganondorf causou aqui. Preciso ver se há algo de novo, alguma aventura nova para ir. Me preparar melhor pois a Luta contra Ganondorf foi extremamente dificil, quase desisti...
Pensando nas lutas que fizera no reino de Hyrule pra salvar esse mundo, precisava se preparar caso ele consiga sair da prisão que foi aprisionado pelos sábios, pois de fato a luta fora muito intensa e dura, apesar que agora poderia enfrentar-lo mano a mano, com as máscaras que havia conseguido, e os equipamentos de Termina. Naquele momento, Link resolveu que ia tirar um cochilo ali na banheira antes de se deitar pois estava extremamente exausto, então se banhou, se limpou todo e assim repousou a cabeça e fechou os olhos devagar pegando no sono.
Passarram-se algumas horas e então Link Acordava um pouco assustado, pensando em ter dormido além da conta ali dentro da banheira, se levantou e pegou uma toalha, e após se secar, trocou a roupa toda, podia-se ver que já era de tarde quase noite. Após se trocar e outras coisas, sentou-se na beirada da cama, suspirando fundo e pensando consigo mesmo.
– Parece que uma carroça passou por cima de mim, ou melhor, Goht passou por cima de mim várias vezes. Estou quebrado, meu Deus!
Após reclamar um pouco de quanto estava cansado, Link foi até o pequeno armário e pegou algumas frutas que estavam guardadas e assim comeu. Após, apenas escovou os dentes e deitou-se na cama de madeira estofada ali com travesseiro e deitou-se, caindo em um profundo sono. Naquela mesma hora, Zelda em seu castelo estava deitada, quase dormindo e pensativa.
– Por onde será que Link tem andado? Será que está bem? Será que nenhum problema o perseguiu? Link, onde você está?
De certa forma Zelda sentira muita falta de Link, mesmo que fossem três dias, durante esses meses de paz, Link ia todos os dias visitar-la para conversar, aprender e ensinar coisas novas a ela. Então ela que estava deitada, fechava os olhos, preocupada e então caía em sono profundo quase ao mesmo tempo que Link, mal sabendo ela que ele já havia chegado de sua aventura.
Durante o sono de ambos, Link começava a remexer na cama, com alguns resmungos baixos, naquele momento tinha um pesadelo, semelhante ao início de toda sua aventura. Mal sabia Link e Zelda, que seu pesadelo seria interligado com seres de uma dimensão paralela a deles.
A Rota seguia por Lost Woods, traçando o caminho por lá, onde a visão rápida guiava após entrar, para a direita, depois esquerda, logo em frente, e a esquerda e assim entrava em uma passagem escura que logo dava em uma floresta. Nisso a floresta dava em uma Cidade diferente, parecia Evoluida, mas logo assim digamos, percorria uma estrada longa, com vários veículos ali até chegar em uma outra cidade. Uma plataforma era mostrada, e a visão corria para a parede a atravessando e assim seguida de uma Maria Fumaça pois era uma estação de trem, cheia de crianças e adultos com roupas semelhantes a dos moradores de Hyrule, Da cidade do castelo e assim por diante. E assim a visão percorria pela estrada férrea, depois ia escurecendo e chegando a noite, em carruagens cheias dessas crianças vestidas de uniforme e ao fundo, a visão subia e assim tinha um ângulo completo de um castelo imenso, maior até que o próprio Hyrule Castle. O Castelo era imenso não podia ver muitos detalhes, já que era meio embaçado, entretanto, uma visão mostrava um pequeno garoto ao lado de um homem de estatura média em frente a um espelho, e então a visão pulava para um vulto preto subindo as escadas em direção ao tal garoto de cabelos negros e uma marca estranha na testa. A visão pulava para um velho homem com barba longa andando em uma sala de um lado pro outro, apenas se ouvia dizer.
– ... Lorde das Trevas... Não é Possível. Great King of Evil... Ganondorf? Não era apenas uma lenda?
Então a visão logo trocava rapidamente, o que parecia um homem loiro, ao qual sua face não era detectável, pois o rosto parecia todo negro, como se fosse uma espécie de interferência ou algo parecido, pesquisando vários livros, bem antigos e bem velhos ciando aos pedaços, com algumas gravuras e nela estava Ganondorf e algumas coisas escritas, que ele foi aprisionado, onde foi e como foi,mas o detalhe era que ele Possuia a Triforce of Power, e entre outros detalhes o que ela significava, dizendo sobre mais duas, a Triforce of Wisdom e a Triforce of Courage, todos três Simbolos, formando um Triangulo e a de cima era roxa, a da esquerda era vermelha e a da direita laranja, simbolizando, roxo a Sabedoria, Vermelho a força e a Laranja a coragem. Folheando algumas páginas, via a imagem de Link, um desenho bizarro e na página a seguir de Zelda, mas não parecia do interesse do mesmo, pois parecia procurar algo mais importante. Após folhear bastante o livro, o Homem Loiro encapuzado ria como se tivesse achado algo muito importante naquelas leituras e logo após, não podia-se opuvir os sons, parecia falar com alguém, onde estava tudo preto e usava uma espécie de manto, cobrindo todo o rosto e assim esse homem ria de novo e saía apressado e esse vulto desaparecendo. A imagem da visão seguia para um caldeirão em um local escuro, e uma varinha apontada pelo mesmo homem loiro, com a ajuda de algumas pessoas encapuzadas também, balançando as varinhas, todos quietos apenas balançavam e lançavam um raio, e nisso em seguida apenas se via um brilho bem claro, e assim saira um vulto de dentro dele e assim caindo ao chão dizendo.
– Estou fraco... Preciso da Triforce completa... Onde estão... As duas que faltam...
Era Ganondorf revivido porém fraco, como era apenas uma visão, não teve detalhe sobre as outras coisas que ele dissera, e nem sobre de como foi a invocação do mesmo. A visão saltava no que parecia alguns anos seguintes, mostrando o tal garoto de cabelos negros já mais velho Lutando com um ser e Link, em uma intensa batalha corporal, ao que parecia era impate, e Zelda caída, recebendo atendimento com as roupas rasgadas e então a visão ficava toda escura. Seria uma prévia do que aconteceria novamente? Seria o mesmo pesadelo ocorrido há alguns meses atrás? O que era aquilo ninguém sabia, mas assim Link acordava ao mesmo tempo que Zelda, o Garoto e o Velho, todos assustados com o que viram naquele Sonho, ao qual parecia mais um pesadelo. Ao acordar Link dizia.
– Crê em Deus pai todo poderoso, mas que... Rapaz, estou sentindo uma treta. Preciso rapidamente contar a Zelda o quanto antes!
Dali, Zelda Acordava em seguida, assustada com as mãos no peito após um grito bem alto, lágrimas levemente caíam de seus olhos pensando no pesdelo que teve, sabia que era um mal presságio. Então Impa adentrava correndo á porta e a fechando e perguntando.
– O que houve? O que acontece Princesa?
Então Zelda com os olhos cheios dágua com lagrimas escorridas pelo rosto respondia, bastante assustada e ofegante, quase sem encontrar palavras pra dizer.
– Ganondorf, Lorde das Trevas... o Segundo não sei quem é, mas Ganondorf... Impa, seria possível? O selo ser quebrado em tão pouco tempo? Será que falhamos ao prender-lo na Evil Realm?
A mulher robusta, vestindo roupas coladas como se fosse uma ninja, acompanhada de leves vestes de armadura em poucas partes do corpo e olhos vermelhos e cabelos brancos respondia, em tom de afirmação convicta com a negação que iria fazer.
– Não é possível, só uma magia muito forte poderia quebrar, além do quê, não conhcemos outros reinos ou universos interligados que poderiam ter tal poder, nosso selo é extremamente forte... mas será que... Alguém que conheça sobre isso além de nós, Sages, saberia?
Zelda logo ficava sentada na cama com os pés no chão, com os cotovelos apoiados em sua coxa e as mãos dadas e sobre elas, o queixo apoiada, pensativa, porém ainda assustada.
– Não faço ideia, já que a memória das pessoas não foram apagadas, mas quem sabe da existência do selo... havia escrito um livro com detalhes, era uma espécie de lenda. Não sei ao certo, lembro-me de poucos detalhes... Havia um Velho, Ganondorf, um Vulto, mechas loiras, Link e um jovem de cabelos pretos...
Zelda se levantava e andava até o banheiro de seu quarto, um pouco tonta e segurada por Impa, chegou ao banheiro onde colocou as mãos sobre uma pia e abrindo uma espécie de torneira de madeira, ao qual fazia um barulho ao qual parecia puxar a água do rio limpo que cercava o castelo, era filtrada e chegava lá e limpava o rosto se olhando no espelho. E logo Impa dizia um pouco surpresa.
– Eu poderia dizer que fora apenas um sonho... mas aquela criança teve um sonho parecido com o seu, e ao qual fora um presságio sobre o que aconteceu. Zelda, precisa rapidamente avisar a Link. Fiquei sabendo que ele havia retornado. Se ele retornou realmente, espere até a tarde, senão, vá até a Floresta... Entrarei em contato com Saria e os outros sábios sobre esse sonho agora e iremos verificar o selo para ver se não há enfraquecimento.
A Jovem princesa apenas acenou com a cabeça e assim Impa saía do banheiro, fechando a porta e assim sumia do local usando um Deku Nut. Enquanto isso, Zelda se depsia por completa, retirava as presilhas do cabelo e entrava em uma banheira espumada e pensando no sonho.
– Espero que Link esteja bem... Não que eu vá gostar dele ou algo parecido, mas sinto a falta dele. Ele é um grande amigo e claro, Hero of Time, o que me salvou. Sou eternamente grata a o que ele fez. Preciso contar a ele logo.
As bochechas de Zelda após mencionar o nome de Link, ao qual sussurrava consigo mesma, ficavam levemente rosadas e mediante aquilo tudo, sua expressão assustada dera lugar a um sorriso e um leve suspiro de sua boca após falar seu nome. Não que esteja se referindo que ela estivesse apaixonada por ele ou algo do tipo, mas pelo grande carinho e pela importância que ambos têm e pelo laço dos dois.
Enquanto isso, o garoto de cabelos negros acordava um tanto confuso, batendo a cabeça numa espécie de teto, parecendo uma dispensa debaixo de uma escada e assim acendia a luz e assim disse em voz baixa consigo mesmo.
– Ganondorf, o que diabos é isso? Lorde das Trevas? N ão faço ideia... aquele livro, será que realmente existe? E eu estava lutando com um homem? Como assim? E um homem ruivo e um garto Loiro estavam lutando, como se fosse lua livre conforve vejo na televisão? Meus sonhos não fazem sentido... Apenas um sonho... Voltarei a dormir que ganho mais...
Disse bocejando nas palavras finais o garoto que possuía uma marca na cabeça e os cabelos negros, o que aparentava é que lá ainda era noite quase amanhecer.
Daí seguia-se para o velho de barba e cabelos grisalhos, que acordava com os olhos arregalados e dizendo.
– Santa magia! O que foi isso que acabei de sonhar?
O velho se levantava da cama, trocava suas roupas ás pressas e assim caminhava por um castelo, e ao sair, em direção a uma escadaria de pedra em um morro com uma floresta ao fundo em direção a uma cabana que ficava perto da mesma. O Velho parecia bater forte na porta, ainda era noite, melhor dizendo, quase de manhã, ainda com a Lua no céu e ao fundo o sol querendo aparecer. Batera algumas vezes na porta forte e assim era atendido, por um homem de cabelos e barbas grandes e pretas de uma estatura diferente de qualquer um, aparentava ter mais que dois metros e bem mais que cinquenta centímetros de altura que dizia.
– Alvo! A essa hora? Estava no sétimo sono... Espero que seja muito importante. Vamos, entre, irei preparar o café de uma vez. Temos que nos preparar para a chegada dos novos alunos em breve.
Então o velho entrou e o homem de altissima estatura olhava de um lado pro outro, e fechava a porta a trancando e fechava as janelas que estavam abertas e acendia uma vela com uma espécie de mágica. Enquanto preparava o café, o Velho barbudo que se chamava Alvo disse.
– Hagrid... Lorde Voldemort... Está mais perto de voltar do que imaginamos... tive um sonho... pode demorar décadas, anos, meses, dias... mas tive um sonho, me lembro de todos os detalhes. Comensais da morte conjurando magia, desconhecida e sem encantamento, um homem ruivo e de pele escura com uma pedra na cabeça, sua mão parecia simbolizar um Triângulo vermelho brilhante ao qual três triangulos se encaixavam formando esse triangulo e aparentava estar fraco. Na Biblioteca, alguém lendo o livro referente á Lenda do Tal Ganondorf, que se assemelha com o homem invocado através da magia feita pelos comensais...
Naquele momento o Homem alto que se chamava Hagrid respondeu, com o tom de voz elevado, olhando Alvo com os olhos arregalados, sua expressão aparentava dizer que teriam problemas, e permaneceu a preparar o café ali enquanto dizia.
Não é possível... Ninguém em anos, desde o incidente com os Potter, ninguém jamais ouviu falar daquele que não se deve nomear... ou seja, sem frescuras, Voldemort. Prossiga!
Então Alvo voltava a dizer, estando ali sentado agoa á mesa pegando uma fruta, uma banana para ser exato, descasou-a até a metade, a mordeu e engoliu com dificuldade devido ao sonho que tivera.
– Havia uma intensa batalha aqui em Hogwarts, o menino se parecia com Harry, em confronto direto com alguém, devendo ser Voldemort de acordo com a profecia... e perto dali, um jovem loiro, parecendo lutar, uma luta onde não parecia que haveria vencedores, trocando socos, chutes, magias e tudo mais, um combate bem diferente do convencional... Uma garota Loira sobre os cuidados de uma jovem... que era loira, havia as roupas extremamente rasgadas, aprecendo que havia entrado em confronto anteriormente ali...
Então Hagrid terminava de fazer o café após os minutops de detalhes que Alvo lhe dera, colocando sobre a mesa, com duas canecas, açúcar e pães. E então apenas disse.
– Prossiga... se tiver mais.
Alvo continuou a seus detalhes, ficando um pouco confuso devido ao outro local, que nunca havia visto antes.
– Era uma floresta, nisso parecendo um vilarejo com... crianças? Uma casa onde havia um garoto Loiro, semelhante a da batalha ao ladod e fora alimentando um cavalo, e também, um castelo, o que me aprecia uma princesa, andando de um lado pro outro aflita, e uma mulher de cabelos brancos fazendo gestos com as mãos como se tentasse acalmar-la em seu quarto. Então segui a rota pela floresta, entrando em um local com passagens pra diversas áreas, as passagens eram por troncos largos, até entrar em um escuro, chegando em uma floresta. Essa floresta deu para a cidade de Manchester, aqui mesmo na Inglaterra, Reino Unido... e logo após, chegando a Londres, Beco Diagonal e logo após a plataforma, seguido do desembarque após seguir a linha férrea, e você estava recebendo as crianças, e logo após, mostrava o castelo por inteiro...
Hagrid por sua vez, dava um belo gole na caneca de café, e assim se queimava prestando atenção nos detalhes, bastante surpreso.
– Alvo, seria isso um presságio? Será que... precisaria dessas pessoas ? Para evitar essa desordem, ou foi uma visão do futuro? Podemos ir á Senhorita Trelawney, Ela poderia saber dizer se é verdade ou não.
Sem mais delongas, Alvo bebeu rapidamente seu café sem se importrar em se queimar e assim levantara rapidamente da cadeira e saindod a cabana junto de Hagrid em direção á torre norte. Chegando lá, se direcionaram ao topo onde ela morava e assim batia á porta, mas logo eram atendidos pela mesma.
– Entrem Rápido!
Poderia ela saber o que se passava? Mesmo sendo professora de adicinhação, fez duas profecia. Sem demora, Alvoe Hagrid adentraram a torre, um pouco surpresos e confusos. Estando lá dentro, a professora que usava óculos de fundo de garrafa, esbugalhando os olhos, sentava-se em uma cadeira após colocar em forma de triangulo, um de frente pro outro ali, um pouco assutada disse.
– Eu sei por que vieram...
Derrepente ela entrava em um transe total, parecido com o transe de sua entrevista ao qual profetizou sobre harry e Voldemort, ao qual Harry era o unico que poderia deter-lo. Disse.
– Além do nascido ao fim do sétimo mês, nas florestas, numa vasta e densa floresta, há um garoto, e em um reino distante, há uma garota, ambos são a chave para deter o mal que está por vir, e que se aliará aos aliados de Voldemort... Alguém com um poder tão sombrioo que poderia se equivaler ao lorde das trevas... Ou, até mais forte que ele...
Após isso, após tla profecia feita, sem saber se era real ou não, era sério demais brincar com auquilo, então ela acordava do Transe, sentindo-se um pouco fraca, com a respiração fraca e ofegante, olhava para Alvo e Hagrid, e assim segurava uma Xícara de café, ao que parecia apenas com o pó ao fundo e um desenho, mostrando o simbolo da triforce e ao lado quase indecifável, após alguns minutos, devido aos sonhos, ligação com o Homem que Alvo havia visto no sonho ser invocado. A Senhorita disse.
– A Escola corre grande perigo... Alvo, se isso significar algo, me fale!
Então Alçvo começava a gaguejar de início, sem saber por onde começar, mas enfim começou com o casteloe terminando na batalha, e após isso Dissera.
– Sybill... É isso tudo o que eu sei!
Então Sybill, arregalava os olhos, arrastava a cadeira para trás e assim dissera, mesmo que a parte final da luta não significasse nada, pois o ser com quem harry lutava ainda não tinha ligação com ninguém, o problema era o tal Ganondorf que ela mencionava após cair da cadeira, e sentada abraçada aos joelhos encostava em uma cômoda ao lado de sua cama.
– Alvo, Crê em Deus pai todo poderoso, uma grande treta está por vir... Quanto ao lorde das trevas não sei de nada, mas ao tal Ganon, assim encurtando seu nome, parece ser um grande problema. Já pensou em enviar uma coruja os convidando para se ingressar na escola? Talvez... se for verdade, poderíamos, se porventura, saber de algo relacionado a isso... Seja rápido, as aulas começarão em breve e as matrículas serão fechadas. Mande uma coruja!
Após aquela conversa, já era de dia, por volta das seis horas da manhã, o sol raiando, brilhando ali no quarto, ao qual Sybill rapidamente fechava as cortinas após Alvo e Hagrid estarem de saída.
– Então, providenciarei isso agora, Hagrid, me acompanhe, isso é caso sério!
Logo se despediram da vidente e se direcionaram ao Gabinete do Diretor, que ficava no mesmo andar, ali no sétimo andar. Após andar e chegar ao gabinete, Alvo procurava o documento em que constava os alunos, diferente dos alunos que nasciam com dotes mágicos, ele ás pressas fez os registros de ambos, pois lembrava-se apenas dos nomes Link e Zelda vagamente pelo sonho. E baseado nos locais de moradia, Alvo escreveu a carta de admissão á escola, com as despesas pagas referente a material escolar até o fim, já que aparentavcam ter condições ao menos pra comprar os itens da Lista de material. Então escrevia a carta, colocava o endereço e então colocava a carta dentro, junto com a carta afirmando, quando chegassem a loja de livros no beco diagonal, assinada pelo próprio Alvo, que suas despesas foram pagas. Pagas como uma forma de tentrar atrair os dois depois da previsão e do sonho que tiveram. A coruja foi-se embora ali pela janela, uma coruja branca com manchas pretas lembando um dálmata com ambas cartas pressas ás suas garras.
Em Hyrule, precisamente na Sacred realm, naquele momento os Sábios se reuniam, sem a presença de Zelda que era a Master Sage e Link, Hero of Time, apenas para conferir se o selo da Evil Realm estava ainda forte, foi então que Impa disse.
– Estamos aqui hoje, conforme eu expliquei o que Zelda havia me explicado, o sonho, o presságio, sobre a volta de Ganondorf, então, vim aqui, com todos conferir, conferir se o selo feito em Evil Real ainda está forte...
Então os sábios levantavam as mãos, Rauru, Nabooru, Daunia, Saria, Impa e Princess Ruto, Assim podendo sentir o nivel da força do selo e sem perceber enfraquecimento algum, o deixando mais forte possivel como antes, apenas viam Ganondorf cair em um Limbo claro, eternamente. Logo após, abaixavam suas mãos e assim concretizavam a não ruptura ou enfraquecimento do selo da Evil Realm, então a Sage Impa apenas dizia um pouco aliviada.
– Não temos nada a temer, como viram, ele está lá, eternamente, e o selo, desde o aprisionamento, está reforçado ao máximo. Só alguém com uma magia extremamente forte, ou pessoas, poderiam quebrar o selo, mas, onde haveriam tais pessoas? Tais seres?
Com ar de dúvida, apenas se separavam novamente, cada um guardando seu respectivo local enquanto Impa, já de volta no castelo enquanto Zelda terminava seu banho, se ominicava rapidamente com a Kokiri Saria. Como eram sábios, não precisariam de uma canção ou o que fosse para se comunicarem, se comunicavam telepaticamente entre os seis ali.
– Saria? Tá me ouvindo? Sariaaaaa!
Estando sentada em um tronco cortado tocando a Ocarina naquele momento após a reunião, Saria era interrompida por Impa, que parecia chamar por ela desesperadamente.
– Oi? Estou a ouvindos Impa, fala que eu te escuto!
Então Impa respondia de forma apressada.
– Entre em contato com Link o mais rápido possível! Peça-o par vir aqui imediatamente, é urgente!
Sem questionar, Saria ficava em silêncio, sem responder nada, se levantava do toco de árvore e assim percorria pelo imenso corredor, logo subiu as escadas e cortou caminho por cima do mini-labirinto até Lost Woods, onde fez o caminho até chegar a Kokiri Village, descendo o morro pelas escadas que agora havia ali, diferente das antigas vinhas, e foi até casa de Link, o Gritando lá de baixo.
– Link, Está aí Link? Por favor, é urgente!
Link por sua vez já acordado, um pouco sonolento porém espantado com o sonho que tivera, ainda estava de pijamas, ouvira a voz de Saria chamar por ele. Levantou-se ali por completo, colocou um par de chinelos e foi até a porta, ao abrir-la, coçava os olhos pela claridade do raiar do sol e assim a via, e perguntava a Saria o que estava havendo.
– O que foi? A essa hora? Suba, tenho que te contar uma coisa... Treta das grandes... imensa está por vir!
Logo Saria subiu rapidamente as escadas e assim quando Link abriria a boca pra dizer algo, colocou o dedo em sua boca adentrando a casinha e assim colocou em seguida as mãos no ombro dele, estando bem próxima a ele o olhando fixamente nos olhos, bem próximos ali, explicava tudo o que ele iria dizer. Após terminar disse.
– Então, Impa pediu para que você vá correndo ver Zelda o quanto antes!
Então Saria logo o soltou, e então sentava-se ali no banquinho estofado ao lado da cama de Link enquanto o mesmo ia para o banheiro, tomava seu banho e dentro de alguns minutos voltava, usando apenas os shorts que usava por debaixo da tunica e uma toalha na cabeça, de certa forma, seu corpo era um tanto definido na barriga, peitoral e braços pra uma criança de onze anos, nada exagerado, mas também não magro, um porte médio para aguentar aquela tralha toda que carregava, já que todos os dias procurava malhar na floresta, para melhorar a força, velocidade e etc. Saria ao bater os olhos nele saindo do banheiro, virou o rosto, mesmo que fossem grandes amigos, mesmo antes de se descobrirem com tais funções, ficou com as bochechas levemente rosadas, pois de certa forma, para ela era constrangedor olhar para ele, mesmo que ela tivesse mesma idade que ele pois haviam crescido e sido criado juntos, mesmo que os Kokiris não envelhecessem, ela era bem nova. Link então foi até o armário, pegou uma túnica limpa e a vestiu, colocando novos cintos, meias e botas limpas, e as velhas de molho pra tirar a catinga, o suor, a fedentina que havia devido a aventura em Termina.
Fale com o autor