The Legend of Link!

4 Chapter Two: Link, London and The Diagon Alley


Os dois dias passaram-se muito de repente, extremamente depressa. Link apenas praticou com a espadas e os demais itens e suas habilidades, estava a testar a luva que havia feito na quinta feira com placas de chumbo mágicas, ao qual pesavam bastante, a luva na cor vermelha com metade dos dedos descobertos, era feita de couro resistente, pequeninas plavas costuradas acima de cada dedo e claro estofado para não incomodar, nas costas das mãos, uma plava grande, também estofada, e na presilha do pulso, pesquenas costuras para que pudesse fechar como uma espécie de cinto, com furos e um velcro quase dando a volta para prender. Fez o mesmo nas botas, colocando esses pesinhos na sola. Havia feito para treinar sua força e velocidade e agilidade, pois quanto mais se acostumava ao passar aqueles dois dias, melhor ficava. Por incrivel que parecia, Link havia se acostumado aos pesos rapidamente. Zelda treinava de forma parecida, porém pesos apenas nos pés e treinava no disfarce usando sua mágica, treinava sua agilidade e sua arte de escapada como semrpe fazia em Hyrule. Ao chegar sábado pela manhã, Link acordou já indo pro banho, após isso, fora para cozinha ajudar Zelda que já estava de pé e banho tomado.

— Bom dia!

Disse Link ainda um pouco sonolento, vendo que Zelda preparava o café, e fora ajudar.

— Bom dia meu querido, dormiu bem?

Link respondeu com um sorriso cansado no rosto.

— Parece que fui atropelado, esses pesos estão me matando.

Link passava o café enquanto Zelda preparava a mesa ali ao qual respondia.

— Não acha que exagerou um pouco na quantidade de pesos? Eu botei apenas nos sapatos, e está sendo muito eficiente, em apenas dois dias pude eprceber a melhora na minha agilidade e velocidade.

Link apenas sorriu e appós passar, colocava em uma garrafa térmica de 2 litros e sentava-se a mesa dizendo.

— Está tudo bem, é assim no início, já já acostumo melhor.

Volvagia e Tatl sentavam-se a mesa. Todos quatro faziam uma breve oração e assim comiam, sem eagerar na comida pois a viagem seria longa, e Epona estava no quintal “aparando” a grama, havia muito cpaim verde no quintal onde treinava e por sorte o capim era bem verde e saudável. Após o café, retiraram-se e lavaram tudo, já que ficariam alguns dias fora de casa. Link e Zelda subiram e foram se trocar. Link apenas colocou seu gorro verde, e como estava frio, um cachecol vermelho e amarelo listrado. Havia pego uma Túnica ao qual havia colocado e costurado o símbolo do Manchester United, apenas isso, a túnica aidna era verde e naquele momento, optou por usar calças jeans escuras, não apertada mas também não folgadas, uma perfeita para se movimentar livremente e por debaixo suas botas. Levava em uma equena maleta apenas o básico, seu Mirror Shield, sua Ocarina, suas quatro máscaras de transformação, sua Gilded Sword, seu Hookshot e a Lens of Truth, Bunny Hood e seu Walkman e Discman um em cada lado da cintura, e fones conectados pasaando por debaixo da roupa, o discman usava fones pretos e o Walkman brancos, eram Headphones na verdade, colocados a cabeça como um arco quando fosse ouvir musica, deixando o resto dos equipamentos guardados. Passaram-se alguns minutos Link e Zelda se direcionaram a pé mesmo para a estação de trens, onde o trem iria partir logo. Chegando lá, pegaram lugar npróximo ao primeiro vagão. Demoraram quase duas horas e trinta minutos até Londres, devido as quatro paradas que o trem fizera. Ao chegar, desembarcavam e assim, Link carregava a pequena maleta de Zelda e a própria maleta, não queria chamar atenção ndando com aquele escudo enorme nas costas.

— Link, chegamos, onde é mesmo?

Subiram algumas escadas e assim apontava para a entrada, mas apontando discretamente.

— É ali. E veja só, um Hotel ao lado da entrada, é lá que ficaremos!

A Garota sorria, estava a vestir um vestido longo até a canela da cor branca, apertado na cintura e um pouco justo no busto, e parcilmente largo da cintura para baixo com três camadas de tecido, uma finíssima, a segunda o tecido normal e groso e o terceiro era bordado, com o símbolo de Hyrule que simbolizava uma espécie de ave com a triorce na frente, e vários furos, do tecido mesmo. Usando botas pretas de cadarço vermelho, as botas subiam próximas aos joelhos, luvas brancas como o vestido e a manga do mesmo, cobrindo o par de luvas que subia até a metade do braço próximo ao cotovelo, e seus cabelos em Twintails soltos, sem tranças, com uma fitinha vermelha bem amarrada ao início e os cabelos soltos até as pontas, com os cabelos caindo pela frente e atrás, mechas no lado direito e esquerdo, aprecendo que foram dividos de propósito, pois os cabelos desciam até a sua cintura.

— Bom, o que estamos esperando? Vamos Link!

Falou Zelda. Sem papear muito, atravessaram a rua e foram até o hotel, reservando o melhor quarto que estava acabando de ser desocupado naquele momento, subiram com as malas e após pagar a estadia até segunda feira com alguns rupees, pois não sabiam se demroariam lá comprando os materias e etc. Link apenas retirou de sua mala seu escudo, o cinto junto com a bainha e a espada, colocando ambos itens e prendendo as três máascaras atrás no apoio que havia feito para as mesmas, eem sua cintura apenas o Hookshot e as duas lentes de contato guardadas em um pequenino saquinho na cintura.

— Pra quê isso tudo? Precisamos passar despercebidos, eu vi naquele dia como nos olhavam você com seus equipamentos.

Questionava Zelda, pois realmente estava carregando tudo, incluisive as luvas de couro e as botas de couro pesadas.

— Oras, nunca se sabe o que pode acontecer, vamos rápido, temos muita coisa a se fazer!

Então ambos desceram pelo elevador do hotel, onde possuía cinco andares, e assim viraram a direita, antes de entrar na pequena porta, Zelda retirou do bolso um envelope, com dois papéis o que condizia uma lista com o material que precisavam e assim apenas conferiam, ficando com aquilo em mãos e entregando o de Link cso fossem se separar.

— Olha, cuidado na hora de comprar, confira e não esqueça de nada!

Antes de entrarm olhavam para um ladoe depois para o outro, olhavam uma plaquinha acima, parecia que somente os dois podiam ver-la, a porta era pequena, era tudo preto, o pequeno vidro ao lado esquerdo também todo tampado.

— Que lugar pequeno!

Exclamou Link ouvindo mais ou menos o que Zelda havia dito, pretando atenção na placa que estava escrita.

— Leaky Cauldron !

Após Link ler a placa, abria a porta e assim dizia.

— Primeiro as Damas!

A loira sorria e entrava dando um beijo na bochecha direita de Link.

— Muito obrigada meu Herói!

Disse toda sorridente após entrar e puxar-lo delicadamente pela mão e fechando a porta.

O Barzinho era a passagem daquele lugar para o Diagon Alley onde iriam comprar. Sua iluminação era escura, com luzes de vela iluminando o local, haviam pessoas de várias idades, sexo, forma de cabelo, altas baixas gordas e magras, bebendo, fumando cachimbo da”paz” e tudo mais. Ambos de mãos dadas começaram a andar devagar pelo local onde possuía ao centro uma mesa extensa com algumas das tais pessoas sentadas e um balcão, onde havia um homem careca tomando alguma coisa enquanto o balconista servia uma moça que estava próxima ao homem careca, dois garçons estavam anotando pedidos ali da mesa grande, e mais ao fundo, havia uma espécie de homem extremamente grande com os cabelos um pouco encaracolados e barbudo, ambas na cor preta e um garoto de cabelos negros e óculos redondos. Apenas ouviu um dos garçons que passava próximo ao homem grande e ao garoto de cabelos negros e dizer.

— Deus do céu, será possível?

Questinou, meio que excçlamando também o garçom, se aproximando daquele garoto e dizendo.

— Meu Deus, Harry Potter, prazer em conhecer-lo!

Ao dizer o nome, Link e Zelda estranharam a atenção que todos do local deram, os olhares sobrando apenas para o garoto.

— Zelda, deve ser alguém bem famoso, nosso primeiro dia aqui e já nos deparamos com algum famoso ou algo do tipo, vamos conferir!

Exclamou Link, um tanto curioso querendo saber quem era e o por quê da atenção toda voltada para o jovem. Naquele momento, várias pessoas se aproximaram falando com ele, um baixinho que usava uma cartola, de tão emocionado, deixou a cartola cair próxima a Link, onde o jovem de cabelos loiros se abaixou e o entregou com o pequeno homem dizendo.

— Muito obrigado. E vocês ouviram? Ele se lembra de mim!

O pequeno homem parecia feliz ao ser lembrado por Harry. Ao andar mais um pouco, havia um homem branco de estatura média, parecia trêmulo ao se aproximar de Harry. Link e Zelda próximo ao garoto, apenas ouviram parte da conversa, onde o homem com a altíssima estatura dissera.

— Harry, esse é o Professor Quirrell, Quirinus Quirrell, Será seu professor em Hogwarts!

Após ouvir a palavra Hogwarts mencionada pelo homem gigante chamado Hagrid, ao qual foi chamado pelo professor, Link ficava mais curioso ainda, focado e intrometido na breve conversa, com o homem branco dizendo, parecia nervoso ao cumprimentar o tal menino chamado Harry, pois gaguejava a cada palavra que dissera.

— P-Potter!

Guaguejando, o professor apertava a mão de Harry, olhando fixamente nos olhos, parecia fascinado.

— N-N-Nem s-sei o q-que d-d-dizer... P-Prazer em co-co-co-conhecê-lo!

Harry respondia, havia um sorriso simpáticoe inocente no rosto.

— Prazer! Que tipo de mágica o senhor ensina Professor Quirrell?

Sussurrou, com Link, Zelda, Harry e Hagrid apenas que ouviram.

— D-D-Defesa C-Contra as A-A-Artes das T-Trevas, n-não q-q-que você p-precisei hein!

Ria de lado, parecendo um tanto nervoso ao falar com o garoto enquanto Link e Zelda apenas prestavam atenção na conversa e sussurrava para Zelda.

— Será que ele será nosso professor nessa tal escola? Não conseguirei assistir aulas sem rir.

Ao sussurrar, Zelda dava um tapinha de leve no ombro de Link.

— Nem pense em fazer isso, que falta de respeito!

Respondia sussurrando e voltando ao foco da conversa, vendo que o mesmo parecia ter ouvido Link e Zelda sussurrarem, mas logo o professor, de forma nervosa e aterrorizada só de pensar no que ia dizer, falou.

— V-você v-veio comprar m-material, estou certo? T-Tenho que comprar u-um livro novo sobre V-V-V-Vampiros!

Pareceu mais ainda aterrorizado pois deu ênfase á última palavra e assim afstou-se um pouco de Harry. Passaram-se cerda de oito á doze minutos e então as pessoas em torno de Harry se afastaram e voltaram a fazer o que estavam fazendo após Hagrid dizer.

— Precisamos nos apresar! Temos muitas coisas a fazer. Vamos Harry.

A última frase fora direcionada apenas a Harry quando foram interrompidos pelos jovens de cabelos loiros, onde a garota dizia.

— Me desculpe, com lincença, poderia me informar onde fica a entrada para o Diagon Alley?

O gigante respondia um pouco apressado fazendo um gesto com o braço.

— Ora ora, cabelos loiros, mas com toda essa educação, não parecem ser da família Malfoy.

Hagrid e Harry foram na frente conversando, enquanto chamava-os com o braço direito em um gesto para acompanhar-lo visto que ambos estavam sem entender o que ele dissera, ficando a se questionar, quem era essa família.

— Venham, é por aqui!

Ambos seguiram-os pelo bar até a parte de trás do mesmo, onde havia uma pequena área murada, o muro alto não havia nada encostado, mas ao redor, haviam uma lada de lixo no lado direitoe uma ao lado esquerdo e alguns barris, parecendo alguns estarem cheios de bebidas e alguns vazios. Hagrid tocou com o guardachuva, tocando no lado esquerdo de baixo para cima em três tijolos e no lado direito em dois tijolos de cima para baixo, após isso, os tijolos da parede começavama se retorcer, se reencaixarem, até formarem um arco formando uma passagem, podendo ver uma rua um tanto estreita feita de paralelepípedos e um tanto irregular, com muitas pessoas vestidas diferentes, várias lojinhas, e asism o homem de barba negra disse a Harry.

— Cá estamos, Bem-Vindo ao Diagon Alley Harry!

Antes de começarem a andar, Harry perguntava o nome de ambos.

— Ei como se chamam? Me chamo Harry Potter!

Zelda então fez uma pequena reverência segurando com ambas mãos o vestido pela lateral, abaixando a cabeça dobrando as pernas e logo se levantando dizendo.

— Prazer em conhecê-lo Harry, me chamo Zelda!

Então o garoto do gorro verde tambem respondia, estendendo a mão e apertando a mão de Harry e logo recolhendo, ambos, Link e Zelda com um sorriso no rosto pois eram as primeiras pessoas que estavam conhecendo do mundo mágico que os aguardavam.

— Eaí rapaz, prazer, me chamo Link!

Então após as apresentações, Harry andava um pouco atrás de Hagrid e acenando para ambos.

— Até mais!

Harry caminhando com Hagrid fez um breve comentário.

— Simpáticos não são?

Hagrid respondia, parecendo se lembrar de quem eram.

— Alvo me contou algo a respeito, serão seus colegas quando as aulas começarem!

Harry sorriu e mal poderia esperar para as aulas começarem e continuaram a caminhar passando um pouco rápido pelas lojas. Voltando a Link e Zelda, caminhavam devagar pela rua, encantados com as lojas difernetes das que viram em Manchester e em Londres. Caminhando, pegavam um panfleto de uma senhora baixinha e magra distribuindo, coma localização de todas as lojas e duas descrições e o que encontrariam em cada um deles. Andando, via uma loja de corujas, com o nome escrito

— Eeyelops Owl Emporium!

Ao olhar mais acima, na marquise pequena da loja, havia uma imensa coruja, onde na verdade era Kaepora Gaeobora, Link sussurrou para Zelda.

— Vamos passar direto, ntes que ele me...

Antes que pudesse terminar, a coruja chamava por Link.

— Ora Ora, Link! Eu esperava você por aqui!

Então Zelda dizia a coruja

— É você Ra...

Antes que pudesse terminar era interrompida pela coruja.

— Sou Kaepora Gaebora, creio que já me conheça princesa!

Zelda sentiu que aquele corte não era pra revelar quem a coruja era, apenas ficou quieta com um sorriso de canto olhando ela e Link conversarem.

— Então Kaeg, o que o trouxe até aqui?

A coruja respondia virando a cabeça como de costume e voltando ao normal.

— Soube que precisaria de corujas, pois cá estou, sou muito melhor que elas e o acompanharei em sua nova aventura!

Visto que poderia ser bastante útil, Link sorriu e disse.

— Tudo bem, mas tenho que ir agora ver os livros.

Falou, tentandoe vitar uma conversa extensa, já que sempre que paravam para conversar, era enrolação, falando demais, porém mal sabia Link quem era na verdade a coruja.

— Sem problemas amigo, estarei aqui em cima caso precise de algo, e a loja de livros se chama Flourish and Blottrs é logo ali depois da Scribbulus Wrinting Instruments, do outro lado, no lado direito, só seguir reto, sem erro!

Então a coruja se calou e ficou a observar o movimento.

— Link, posso ouvir música em seu Walkman?

Link entegou o Walkman para Zelda que queria ouvir músicas, havia uma fita com horas e horas gravadas de músicas que havia gostado, e assim a ajudava a colocar. Os fios do headphone ficavam para fora pois Zelda usava vestido. Caminharam ambos ouvindo mpusica com aquli tapando os ouvidos. Ao chegarem, Link apontava para a mesma e entrava segurando a mão de Zelda mas logo soltando ao entrar, podia-se ver um grande movimento na loja, várias pessoas comprando livros, crianças, adilescentes, jovens e adultos. Após uma vasculhada, Link vira uma prateleira escrita

— “História de Hyrule”, VENDIDO!

A plaqueta estava no local, escrito bem grande em vermelho em uma placa branca, abaixou o headphone e então o colocando no pescoço chamava por Zelda.

— Olha isso aqui, não pode ser...

Zelda ao retirar os headphones se surpreendeu ao ler o que estava escrito.

— Deus do céu, como assim?

Ambos ali pensativos pois quem mais poderia conhecer Hyrule, e embaixo estava escrito.

— “Único Exemplar”

Olharam um para o outro no fundo dos olhos, Link então segurou firme a mão de Zelda e disse.

— Seria o livro do nosso pesadelo? Mas como? Quando? Onde? Por quê?

Zelda também confusa dizia.

— Se realmente for, em mãos erradas, poderá trazer realmente Ganondorf de volta? Aliás, queria saber o que o livro conta.

Após uma breve conversa, eram surpreendidos por uma voz masculina um tanto grave entre Link e Zelda.

— Interessante, soube que esse livro fora comprado por Hogwarts, mas por quê? Curioso...

Ambos se viravam e se deparavam com um homem de estatura média, tenso os cabelos loiríssimos como o de Link e Zelda, os olhos azuis muito semelhante de ambos, porém os cabelos eram compridos avbaixo do ombro e o olhar de certa forma expressava arrogância, talvez fosse normal o olhar daquele homem, causando certo calafrio em Link e levando a destra devagar até sua cabeça quando era interrompido pelo mesmo, abaixando um pouco a mão de Link, ao qual era segurado por uma espécie de bengala. A Bengala era toda preta e ao topo, possuía uma espécie de cobra prateada e os olhos verdes, a boca da cobra estava aberta e os detalhes das presas da cobra á mostra. Então retirou a bengala do braço do garoto e disse com um tom expressando certa arrogância e desprezo.

— Não se preocupe, não irei te machucar garotinho.

Link percebeu o tom de voz e o deboche, respondia.

— Me machucar? Mesmo sendo arrogante, é um piadista?

A expressão do homem loiro, que vestia uma espécie de roupa toda preta, ficava séria e então se aproximava do garoto dizendo.

— Não queira saber.

Então o mesmo prosseguiu, passando a mão na franja de Link, um tanto curioso devido a cor dos cabelos que eram bem semelhantes a cor de cabelo dele e os olhos.

— De onde é? É parente distante da família Malfoy?

Link sem entender nada, ficava a pensar onde ouvira o tal nome, lembrando do que o homem alto havia dito há algum tempo atrás, referente a família Malfoy e sua arrogância, respondia.

— Sou de terras bem distantes. Malfoy? Seria a família de arrogantes?

Então o homem a sua frente recuou dois médios passos para trás e dizendo baixo, em um tom sarcástico misturado com leve irritação pelas falas do garoto.

— Tome cuidado com o que diz garoto, eu sou um Malfoy, guarde bem esse nome, ainda ouvirá falar muito de mim.

Link então levou a mão ao rosto e assim riu direcionando o olhar para o mesmo.

— Nem queira saber o que aconteceu com a última pessoa que me...

Antes que pudesse terminar a frase que retrucaria para provocar mais o homem, era interrompido por uma fala doce e meiga, uma voz bem feminina e de certa forma atraía a atenção de Link, vinda de uma garotinha de sua altura que estava agarrada a roupa do maior, ao qual saía devagarde trás, olhando dentro dos olhos de Link, dizendo.

— Olá, prazer em conhecê-los, sou Genevive, Genevive Malfoy!

Os olhos de Link ficaram fixados na garota, a olhava de cima a baixo, sem sequer dizer uma palavra, em seu headphone tocava uma música, um tanto alta podendo ser ouvida ali de certa forma pelos três. A música tocada era da banda Whitesnake, com o título Is This Love, tocando o seguinte trecho no momento em que Link a olhou nos olhos.

— “Is this love or am I dreaming? This must be love♪♫

Apenas olhava nos olhos da garota que eram bem diferentes, seu olho direito era cinza, uma espécie de cinza puxado para o azul claríssimo que dava a impressão de que era cega naquele olho, e o olho esquerdo, era azul como o de Lucius. Seus cabelos Loiros eram da cor de seu pai, o que diferenciava eram as mechas pretas partidas do meio do cabelo que era partido ao meio, descia até as pontas dos cabelos que estavam á frente de seu corpo que eram na altura de seus joelhos, twintails trançados, eram trançados e os fios pretos percorriam por cima e por baixo das tranças loiras, assim em ambos os lados, e a ponta dos cabelos uma espécie de presilha em lacinho, ao qual cobria toda a ponta, omitindo a mesma, sua franja era reta cortada um dedo acima de suas sobancelhas loiras, a franja era loira como os cabelos, exceto pelo detalhe preto bem ao meio, que ligava até acima conectando com os fios de cabelo que partiam pros fios mais longos, e a lateral da franja que percorria o rosto até a altura do nariz, também pretas. A garota usava um vestido todo preto, com a gola mais preta ainda e as mangas que desciam até o pulso, dobradas, com um preto mais claro, e usando também luvas pretaas, em um tom fosco, tendo os botões do vestido sendo frontais se esticando até sua cintura, onde usava uma espécie de cinto, e sem botões, um pouco justo, descia até um pouco acima dos joelhos da mesma, dois dedos exatamente, mesmo justo, a parte da saia do vestido era rodadaem um tom extremamente preto assim como a parte de cima que era lisa e um pouco mais justa a seu busto e cintura. Por debaixo vinham meias que talvez fossem até cinco sete dedos abaixo do vestido, na cor preta descendo até sapatilhas, sapatilhas boneca que usava. Após olhar-la de cima a baixo, Link respondia tão gago quanto o Professor Quirrell.

— P-P-Prazer é meu, m-me chamo Li...nk, Link, Genevive!

A menina loira sorria, naquele momento Zelda estava olhando alguns livros na estante próxima ao mostruário da vitrine, sem prestar muita a atenção na conversa ali. A menina dos olhos de cor diferente se desgrudava do mais alto e assim estendia a mão para Link, que estava com um sorriso bobo no rosto, poderia se dizer o mesmo da garota, que ria baixinho, com um sorriso largo mas de forma acanhada, tendo suas bochechas levemente a ficarem avermelhadas olhando fixamente aos olhos de Link.

— Link é? Um bonito nome!

O Sorriso do jovem se alargou após o elogio da mesma em seu nome. Então segurou a mão da garota e assim pôs-se de joelhos, apoiand o joelho direito no chão e o esquerdo flexionado, dobrando levemente com cuidado o puho da garota e assim, retirava a luva que a mesma usava sem permissão e tocava os lábios suavemente e devagar sobre a mão direita estendida da menina, a beijan do ali por alguns segundos e logo colocando a luva e se levantando dizendo antes de estar totalmente de pé.

— Seu nome é realmente lindo, maravilhado em conhecê-la!

Ao momento em que se levantava, Lucius com um olhar frio e arrogante tocava no peito de Link cm a bengala o afastando devagar e dizendo.

— Afaste-se de minha filha, a menos que...

De certa forma, Lucius poderia sentir o poder mágico que fluia e percorria ans veias de Link apenas ao tocá-lo com a bengala, e assim dizendo.

— Curioso, curioso, se estiver indo para Hogwarts, Slytherin seria um ótimo lugar para você e sua amiga, tens um grande poder dentro de você garoto.

Link então desviando o olhar da garota a sua frente, olhou nos olhos de Lucius e responde de forma fria e arrogante também para o mesmo.

— Poder? Meu caro, disso eu sei, não derrotei simplesmente com sorte, o Great King of Evil, foi com meu poder, minha coragem, e minha insistência e o modo como você fala, soa semelhante ao dele...

Link não completara a frase pois Zelda o interrompia, prestara atenção apenas no diálogo final de ambos.

— Link, não se gabe, sabe muito bem que a humildade é em primeiro lugar junto com a honestidade não é? É assim que o Herói do Tempo deve ser!

Olhou apenas para Zelda, sentindo-se um pouco sem graça em ter a atenção chamada na frente da garota que acabara de conhecer, dando alguns passos para trás quase esbarrando no estande vazio e olhando para baixo.

— Você está certa, sempre está certa, quase fui contaminado pela arrogância, é contagioso!

Sussurrava Link para Zelda, que logo se colocava a frente se apresentando, se apresentou da mesma forma que havia se apresentado para o garoto de cabelos pretos há um tempo atrás, ao momento em que se curvava, um garoto que possuía a mesma altura que ela entrava na loja, usando vestes também pretas, tendo os cabelos lisos curtos e loiros se aproximava dizendo.

— Pai, precisamos... Quem são?

Zelda então se apresentava formalmente para os três, gostando da ação da mesma, a menina loira de mechas pretas a cumprimentava da mesma forma.

— Prazer, me chamo Zelda e vocês?

O Homem rrespondia de forma seca e curta.

— Me chamo Lucius Malfoy.

Então virava o rosto mantendo o olhar curioso em Link, enquanto a garota respondia.

— Nome diferente, mas gostei. Me chamo Genevive!

A menina sorria e assim o jovem ao lado de genevive de pé mesmo se curvou lentamente um pouco e assim segurou a mão direita de Zelda com sua mão direita e então beijou brevemente sobre a parte aberta da luva que usava nas costas da mão e dissera.

— Prazer, Draco Malfoy, irmão de Genevive e filho de Lucius.

Após os cumprimentos, Draco continuou, enquanto Link estava apenas a olhar fixamente para Genevive novamente e ela a olhar Link, ambos um sorrindo para o outro, Draco parecia sentir a mesma coisa que o pai sentiu e então disse.

— Não são trouxas, são sangue-puros, essa daqui principalmente.

Zelda então dizia.

— Eu sou uma princesa de um reino muito distante chamado Hyrule, e Link, é o nobre Herói do Tempo, graças ás ações dele estou viva, e o reino está em paz!

Surpreso, Draco questinava pois não entendia nada.

— Realeza é? Olha só, menos mal. E Herói do Tempo? Como? Ouvi algo sobre Maldade... Trevas? Como um garoto desse tamanho e da minha idade pode?

Genevive parecia se encantar e querer saber mais sobre Link, foi quando se aproximou dele e então ficaram a conversar ali enquanto Zelda respondia Draco.

— Uma longa história. Foram tempos difíceis, mas ele era o único dignod e empunhar a Master Sword, que é uma espada mágica capaz de destruir, aprisionar, derrotar qualquer tipo de ser malígno trevoso da escuridão do inferno ou de onde for.

Após alguns minutos de conversa, Lucius apenas prestou atenção na conversa de Link e de Zelda, de certa forma história deles parecia lhe interessar,e ao passar os minutos, Lucius apenas dizia.

— Então, vamos logo, não temos o dia todo, conversem mais quando estiverem todos na casa de Slytherin em Hogwarts, terá muito tempo para detalhes.

Sempre permanecendo o olhar frio, arrogante e de certa forma parecendo raivoso, segurou calmamente na mão de ambos filhos e saiu andando sem nem ao menos dizer nem um tchau. Genevive acenava com a mão esquerda para Link e sorrindo, Draco apenas sorriu para Zelda e virou o rosto.

— Olha só, de certa forma estamos conhecendo mais pessoas!

Exclamou Zelda um tanto empolgada logo par as aulas começarem, para ver que tipo de pessoas e coisas iria encontrar lá e iria aprender mais ainda. Andavam pela loja e assim recolhiam todo tipo de livro que acharam interessante e colocando dentro de uma espécie de cestinha. Depois de vasculharem a loja, visto que no relógio de pulso marcava quase duas da tarde, decidiram se apressar e logo foram até o balcão de caixa para pagar e assim Link e Zelda retiravam alguns Rupees misturados e colocavam ali em cima, então o balconista respondia.

— Rapaz, o que faz com tanto dinheiro assim?

Link respondeu de forma sarcástica e brincalhona.

— Andando por aí, para ser roubado é claro!

Então o Balconista olhava para Link, sem responder nada, apenas efetuava a compra e dizia.

— Obrigado por comprar aqui, voltem sempre!

Ao momento em que se viravam, um rapazinho ruivo acompanhado d uma moça ruiva mediana, o garoto da mesma estatura que Link estava ali, pareciam estar frustrados, logo moça dizia.

— Isso é um absurdo, muito caro!

O Balconista respondia.

— São outros tempos, a demanda está maior esse ano!

A moça respondia bastante irritada e frustrada e o garotinho ruivo cabisbaixo.

— É Ron, terá de tentar arranjar livros usados, o preço é um absurdo, não podemos comrpar todos!

Link de bom coração se aproximou e entregou alguns Rupees para o Balconista e disse.

— Rapaz, é por minha conta, não pode ficar sem o material. Nos vemos em Hogwarts!

Deduziu que iria pra lá devido a lista de materia e aos livros que havia comprado, sem ao menos ouvir o agradecimento pois estava já na porta para sair da loja, o garoto ruivo apenas sorria, sua mãe também, sem reação alguma após a ação do garoto de gorro verde. Link e Zelda então com sacolas cheias de livros.

— Sabe, não queria ver alguém não poder estudar pois lhe faltara dinheiro. Sempre que posso eu ajudo!

Zelda então deu o braço a Link e assim beijou-o no rosto toda sorridente mediante a ação do mesmo.

— Além de herói, bonito, é gentil e humilde ajudando a quem precisa, realmente é um herói!

Link então abriu o sorriso após o beijo no rosto e aos elogios que a mesma fizera e assim caminharam Diagon Alley a fora, chegando em uma loja onde acima no portal estava escrito em um Dourado gasto.

— “Olivanders, FAZENDO VARINHAS DE QUALIDADE DESDE 382 A.C.”

Zelda então disse.

— É aqui, a loja de varinhas!

Ao entrarem pela porta, ela fazia um barulho, tocando um sino ali em cima mesmo que magicamente ecoava ao fundo da loja, avisando que alguém havia chegado. Á sua frente possuía uma espécie de balcão e a direita bancos de três lugares. Surpreenderam-se ao entrar, encontravam Harry novamente, ouvia apenas o senhor de cabelos brancos dizer a Harry.

— Curioso... curioso...

Enquanto Link e Zelda prestavam a atenção, Harry perguntou, também curioso sobre a curiosidade do velho.

— Me desculpe senhor, mas o que é curioso?

O senhor encarou Harry, logo explicando tudo.

— Me lembro de cada varinha que eu vendi senhor Potter, cada uma delas, acontece que a fênix que produziu a pena que está em sua varinha, produziu apenas mais uma pena, apenas mais uma e nada mais. É muito curioso que tenha sido destinado a essa varinha, já que a irmã dela, ora ora, a irmão dela quem produziu essa sua cicatriz!

Naquele momento, o senhor levantava o cabelo de Harry no lado direito da franja, mostrando a cicatriz em forma de raio, por curiosidade Zelda e Link se aproximaram e viram a cicatriz. Antes que pudessem falar algo, o velho homem prosseguiu.

— Possuía trinta e quatro centímetros. É curioso como essas coisas acontecem, realmente curioso sabe, afinal, a varinha sempre escolhe o bruxo, lembrem-se disso, sem sempre é claro o por quê. Acho que podemos esperar grandes feitos vindos de você. Afinal, Aquele-que-não-se-deve-nomear, realizou grandes feitos TERRÍVEIS, exatamente, mas, grandes feitos!

Harry de certa forma ficara surpreso e um tanto amedrontado, já que o bruxo que havia feito aquela cicatriz, havia uma varinha idêntica a sua. Zelda e Link apenas ouviram atentamente, ficando surpresos e então Harry olhava para os dois após pagar a varinha.

— Olá, vocês por aqui, é uma pena que já vou indo.

Estava perto de anoitecer e assim cumprimentou ambos, já que Hagrid havia saído e estava esperando lá fora, acenando para os dois, que retribuiam mechendo com ele sorrindo.

— Sem problemas, nos vemos na escola!

Falou Zelda após o garoto sair pela porta. Então o senhor Olivander se aproximava dos dois e dizia.

— Então... De certa forma sinto uma forte ligação entre vocês dois, tenho as varinhas perfeitas só de olhar, e claro, você garoto, é destro, pela posição de saque de sua espada!

Link apenas observava o senhor ir bauscar as varinhas, realmente surpreso adivinhou só pela posição de saque, onde a bainha cruzava na diagonal da direita em cima para a esquerda em baixo. Apenas sentou-se ao lado de Zelda que parecia exausta, esperando ele chegar.

— Impressionante não é? Não é só Hyrule que acontece Caos, problemas, tretas e etc...

Antes mesmo que pudesse emendar em um assunto, o velho chegava e assim abria em cima do balcão chamando por ambos, que foram até lá, e mostrando as varinhas. Uma varinha era de certa forma avermelhada escura e a outra em um tom arroxeado escuro para lilás. Ao pegarem, podiam sentir uma brisa em volta, como se as varinhas tivessem realmente os escolhido, e assim Olivander explicava a origem delas.

— Fibra de coração de dragão, ambas flexíveis, porém, garoto, a sua possui quarenta e cinco centímetros, parece melhor com magias ofensivas, e você minha cara, vinte e três centímetros, pequena, excelente para suporte e magias defensivas. Elas foram tiradas de dragões gêmeos, de certa forma são interligadas. Dizem que quando são gêmeos, um sente o outro não é? Com Dragões o quesito é o mesmo. Era um casal, meu jovem, a sua era o dragão macho, feroz e corajoso, e asua minha querida, fêmea, dava suporte ao irmão, simpática e com grande talento para defender. Como sei disso tudo? Apenas sei.

Eles ficaram supresos com a descrição de Olivander, parecia que as varinhas realmente foram feitas para ambos. Pegaram alguns Rupees e assim pagaram ao velho. Que logo disse.

— Estão pagando mais do que valem!

Link e Zelda apenas responderam.

— Temos muitas pedras dessas, não há problema, merece um adicional, devido a descrição que dera sobre ela, pude sentir tudo!

A cada pausa, um complementava a frase do outro. Olivanders sorridente apenas acenou para os jvens que saíam de sua loja. Ao sair, Link e Zelda perceberam que estava anoitecendo.

— Link, é melhor voltarmos, estou com fome!

Então fizeram a rota toda em direção ao Leaky Cauldron e assim saíram pela porta, mas, ao sair ouviram um barulho, um miado ecoando do pequeno beco dali e foram em direção ao barulho, haviam duas pessoas caídas, um filhote de gato miando e um homem misterioso com o que parecia uma arma de fogo na mão esquerda e uma varinha na direita.

— Trouxas sendo trouxas, acham que podem ser bruxos... Sangues-Ruins devem morrer...

Antes que pudesse terminar a frase, virou-se e viu Link e Zelda, como estava escuro, sua face não poderia ser vista pois usava uma espécie de máscara e uma enorme capa preta que cobria o rosto por inteiro. Nisso Link apenas levou a mão ao cabo da espada, apertando firme a mão, lçevando a mão esquerda ao escudo devagar já que Zelda estava um pouco á frente ocultando a ação da mão esquerda de Link.

— Quem é você? E o que faz com eles?

O Homem misterioso apenas riu, pois a máscara cobria apenas nariz e olhos, deixando a boca a mostra, parecia um sorriso de canto de boca e sarcástico, rindo ali enquanto o casal agonizava, visto que havia uma criança começando a chorar atrás de um latão de lixo, o homem direcionou a arma para ambos á sua direita e uma varinha apontada para a criança.

— Ha ha ha, Mais um passo, eu o matarei e atirarei em vocês dois. Eu? Apenas alguém que limpa o mundo bruxo de Sangues-Ruins.

Link então parecia ficar nervoso, fexou a mão na espada e assim, no momento em que ameaçava a retirar-la da bainha, o homem disse.

— Eu avisei...

Naquele momento, Link apenas jogou o escudo na vertical, girando e de pé, Desembanhou a espada, á frente de Zelda, naquele momento, Link não estava usando as luvas de peso e nem as botas, isso foi resultado do treino, mesmo que já fosse rápido. Ao momento que a espada era desembanhada, ao mesmo tempo o escudo atingia na direção do garoto pela frente, uma magia verde era solta da varinha do homem que dissera.

— AVADA KEDAVRA!

O que pareceu uma luz verde atingiu o escudo e apenas richocheteou a magia na parede a fazendo desaparecer, naquele mesmo momento, Link desembanhou a espada cortando na diagonal da direita pra esquerda, atingindo a bala com o lado da espada a richoecheteando para o chão.

— Não sei que tipo de magia é, mas vai se arrepender de ter tentado atirar em mim!

O Homem apenas olhava espantado guardando a arma e apontando a varinha para o mesmo.

— Quem... é... você? MORRA!

No momento em que disse a última palavra, Link já havia colocado sua Bunny Hood, era uma espécie de arco com orelhas de coelho amarelas e olhos pretos em cima da cabeça, que prendia até em baixo sem conectar uma ponta a outra, porém, bem presa ao rosto devido a magia que a máscara possuía.

— Morra você!

Link apenas empurrava Zelda para o lado que logo fora correndo até o garoto, pois Naquele momento, desviavam da magia lançada pelo homem misterioso, e podia apenas ver Zelda indo em direção ao garoto, Link havia sumido da frente e o homem ia recuando, parecendo espantado.

— Covarde, apareça!

Naquele momento, Link aparecia na frente do homem, com um sorriso no rosto, mas não era de felicidade, era de raiva mesmo.

— Eu covarde?

Link não deu tempo de reação do homem, com aquilo tudo acontecendo muito rápido, abaixou um pouco o corpo e assim acertou um soco extremamente forte na boca do estômago daquele homem, tão forte que o fez tossir e ficar sem ar.

— Você... matou... gente inocente... isso eu nunca perdoaei!

O som aumentava ao final da pútima palavra dita, Link realmente odiava covardia, então começou a dar vários golpes na barriga daquele homem, até que por sorte do mesmo, Link errou o último golpe e o homem sorriu, um pouco tremulo, o sorriso era de medo, e disse.

— V-você vai se a-arrepender, o Lorde das trevas está voltando, ele se vingará por mim!

Naquele momento, Zelda jogou o escudo na direção de Link e estava tentando curar os ferimentos do garoto, que estava um pouco arranhado e alguns cortes pelo corpo. Novamente quando a magia fora jogada, Link agora rebatia com a espada a magia do mesmo após desviar da primeira tentativa de atingir-lo, na hora que rebatia a terceira vez, rebatia com o Quick Spin, ao qual sua espada era levemente energizada com uma espécie de aura azul, rebatendo e essa aura sumindo, apenas ricocheteando a magia para cima, mas ao quarto golpe, já rebatia com o escudo e fora em direção do mesmo, o atropelando com o escudo á sua frente, pulando e batendo em sua cabeça, fazendo a máscara cair, mas não prestava a atenção, pois naquele momento, o capuz da roupa cobria a face totalmente no momento da queda, e com tudo acontecendo muito rápido, Link encravava a ponta de sua Gilded Sword no peito, um pouco para o lado esquerdo, mais precisamente no coração dele.

— Eu avisei, não mecha com quem você não pode!

E Então virou a espada, torcendo-a dentro daquele bruxo, que disse suas últimas palavras.

— Nós comensais da morte, estamos voltando, muitos de nós estão se reagrupando pela volta de nosso Lorde...

Então o mesmo parava de respirar após Link virar mais uma vez a espada e retirar-la, mas, quando retirou, o homem que se disse comensal, ia desaparecendo como cinzas, com sua mão direita levantando como se tentasse alcançar algo no céu.

— Comensal da morte é o cacete, seu nome agora é comensal morto!

Sem entender muito o que significava, Link correu em direção ao casal caído, colocando a mão no pescoço de ambos, visto que ainda respiravam, porém estavam agonizando naquele momento, então Link pegou sua Ocarina of Time e assim tocou a Song of Healing. Parecia uma canção triste e revigorante ao mesmo tempo ao tocar as notas, pois a Ocarina sempre terminava as músicas quando as notas fossem tocadas certas, era uma canção mágica que livrava as pessoas de maldições, ou ajudavam espíritos a descasarem em paz, ajudando também a curar ferimentos, mas não leito de morte opu extremamente graves. Então uma espécie de energia vermelha, com corações simbolizados ao redor do casal, essa energia circulava e parecia sair do chão, percorrendo em forma de rosca e sumindo depois de dois três metros de altura, assim os recuperando e voltando ambos a consciência.

— O que aconteceu? Estávamos indo para o Diagon Alley comprar o material de nosso filho, pois seria o primeiro ano escolar dele, derrepente fomos abordados por uma figura estranha e nada amigável, quando me dei conta, estava aqui agora...

Antes de terminar, o homem se levantava ajudado por Link e ajudava a moça a se levantar e então a mulher perguntava.

— Quem é você? E cadê nosso filho?

Antes de recber a resposta, fora até o garoto que estava de pé e totalmente curado por Zelda e o abraço bem forte.

— Não sei quem são vocês, mas seremos eternamente gratos!

Link e Zelda então se juntaram e se apresentaram, naquele mundo, a orelha de ambos parecia normal, por isso não desconfiavam que fossem de longe.

— Eu sou Zelda!

Link então respondia com um sorriso no rosto.

— E eu sou Link, foi por pouco hein? Se não tívessemos demorado a sair do Diagon Alley, poderiam estar mortos, a propósito, seu filho irá para Hogwarts?

Sem entender muito, pois a cabeça do casal ainda estava girando, e pareciam estar com uma forte dor de cabeça, a criança respondia.

— Esses são meus pais, somos a familia Henderson, Me chamo Jordan Henderson, e esse ano irei para o meu primeiro ano em Hogwarts, meus pais eram de Hufflepluff e espero ir pra lá também!

A mulher se apresentava após a tontura ir passando.

— Eu sou Mary Henderson, prazer!

O homem então estendia a mão para Link, e o mesmo estendia de volta o cumprimentando.

— Obrigado mais um vez, sou Joseph Henderson!

Link cumprimentando, afastava a mão devagar recolhendo e dizia.

— Me chamo Link, e ela...

Zelda o interrompeu se apresentando.

— Eu me apresento, Zelda, e também iremos para Hogwarts, mas por quê aquele homem estava atrás de vocês?

A mulher abaixou a cabeça e disse.

— Disse que apenas sangues puros têm o direito de serem bruxos, um absurdo! Eu e meu marido e meu filho somos trouxas, mas somos excelentes!

Então Link perguntava

— O que são comensais da morte?

O Homem parecia entender melhor e então respondia.

— Eram grupos de bruxos liderados Por-Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear, era um bruxo das trevas extremamente perverso. Mas alguns foram presos em Azkaban, alguns caçados e mortos e outros alegaram ser inocentes, dizendo que estavam sob efeito da Maldição Imperius, mas acho que era mentira... Parecíamos estar sobre a maldição Cruciatus, nós parecíamos ser torturados, foi horrível!

Link parecia interessado

— Bom, procurarei a saber mais sobre isso, e sobre esse ser aí, o tal Lorde das Trevas. O comensal que matei, disse que eles estão se reagrupando pois aguardam o retorno do Lorde das trevas.

A mulher o olhou parecendo preocupada.

— Como é que é? Mas todos sabem que ele morreu quando tentou matar o menino chamado Harry Potter, em sua casa, assassinou seus pais, mas por algum motivo o menino sobreviveu e ele desapareceu, se ele voltar mesmo, será um caos total!

Zelda ficava um pouco preocupada se lembando do sonho.

— Esse Lorde das Trevas. Se for verdade, precisamos pará-lo!

O Homem de estatura baixa e a mulher de estatura média, o homem possuia cabelos curtos batidos e rpetos com olhos cor de mel e a mulher cabelo castanho claro e os olhos verdes bem escuros,a mulher um vestido longo marrome o homem um terno preto, olharam intrigados para Link.

— Mas, como você, como? Conseguiu derrotar um comensal da morte? Você não é muito novo para isso?

Link sorriu e respondeu.

— Em breve saberão como derrotei e quem eu sou realmente, por enquanto, vão para casa. Se precisarem, é só chamar. Com certeza há outros!

Sem mais conversa, o casal saía de mãos dadas com o filho e agradecidos pelas ruas de Londres ainda um pouco surpresos, espantados pelo acontecimento quando ia andando em direção a saída, olhava a arma no chão, pegando a arma e a escondendo.

— Melhor guardar antes que alguém se machuque!

Então subiram para o hotel, com a arma escondida, pois na entrada do prédio havia uma placa sinalizando a proibição da entrada de armas de fogo.

— Vamos logo antes que alguém questione ou cisme de nos revistar.

Disse Link ao sussurrar para Zelda que estava olhando a placa atentamente, mas apenas olhou para Link com um leve sorriso e prosseguiram para seus aposentos.

Ao chegar lá, Link pegava a Ocarina e tocava a Saria’s Song, ao qual no final da Música, Saria respondia a ele e como estava perto de Zelda, ambos explicavam a ela como era tudo lá, tudo que haviam feito, o que fazem, faziam e o que irim fazer, de como lá era diferente de Hyrule, e das pessoas que conheceram naquele dia. Depois da conversa, vira que anoitecera, então Zelda foi até o telefone depois de ver na geladeira do quarto, um imã de geladeira de várias lojas, e um era de uma lanchonete vendendo pizza. Ligaram pra lá e perdiram várias pizzas. Logo depois, a pizza chegava e comeram bastante, nisso tomaram banho, se trocaram e foram dormir pro dia seguinte irem ao Diagon Alley e comprarem o resto do material.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.