The Last Song
3 Capítulo 3
No dia seguinte...
_ hey. Ta na hora
_ ta não
_ anda preguiçosa levanta
_ não – ela levantou choramingando – deixa eu dormir mais um pouco
_ Sofia, vamos... eu to atrasado
_ deixa eu ficar em casa
_ tá, só hoje...
_ está bem – ela deu um sorriso e voltou a dormir
_ se está assim agora imagina quando ficar maior
_ a tendencia é piorar
_ bom dia Maria
_ bom dia, quer que eu leve ela pro quarto
_ não precisa
_ tudo bem, já ligaram da gravadora
_ eu to indo – entrei no banheiro
_ ele realmente quer que o Mikey mate ele – Maria saiu do quarto. Tomei um banho rápido, nem tomei café e sai direto. O Mikey ia me matar.
_ eu vou te matar
_ figuralmente ou literalmente?
_ eu te ajudo Mikey
_ hey dois não.
_ então a bela adormecida veio... atrasada de novo
_ há-há... bom dia pra você também
_ bom dia, ontem o café estava bom?
_ estava ótimo – cheguei perto dela – você hoje me paga
_ essa eu quero ver – ela sorriu – bem... — e começou tudo de novo, ela falando eu tentando prestar atenção... implicância, até a hora da minha vingança, no almoço. — eu vou atender, já volto. Licença – ela saiu de perto da mesa eu peguei o pimenteiro
_ o que você vai fazer?
_ ninguém brinca comigo e fica impune – enchi de pimenta a comida dela – hora do show
_ desculpe... — ela sentou e comeu um pouco – mas o que...
_ a comida está boa? — perguntei
_ eu vou te matar Way... depois que eu beber alguma coisa – ela pegou uma taça cheia de vinho e bebeu de uma vez – isso vai ter volta
_ to esperando
_ lá fora
_ agora? Ta tão bom aqui
_ AGORA – todo mundo ficou olhando pra ela
_ tudo bem – levantei pra fora do restaurante com ela
_ idiota, desgraçado, filho da puta – ela me batia
_ hey hey, você que começou... eu não fui na StarBucks e pedi “por favor, um café com bastante sal, obrigado”
_ mas isso não se faz
_ como colocar sal no café dos outros não se faz também
_ idiota
_ não fui que começou com as idiotices de colocar coisas a mais nas bebidas – ela começou a me bater de novo – quer parar – eu segurei o braço dela, ficamos nos olhando por alguns minutos – parou a revolta?
_ aham... estupido.
_ psicopata – voltamos pro restaurante.
Em casa...
_ Oi?
_ to aqui em cima...
_ ta fazendo o que ai sozinha
_ lendo – entrei no quarto dela ela tava lendo
_ cade a Maria?
_ foi comprar chocolate e outras coisas.
_ ok... mas ela foi a muito tempo?
_ não... foi agora.
_ hum... ta lendo o que?
_ crepúsculo
_ vou te deixar em paz.. qualquer coisa me chama... vou estar na sala
_ ta bem – ela me mandou um beijo e voltou a ler
Deitei no sofá e acabei pegando no sono, o sonho era bom... eu acho. Era com a psicopata da Victória mais ela estava diferente... estava fazendo coisas comigo que eu realmente estava gostando... quando...
_ pai?
_ ham?
_ telefone
_ ta bom, alô?
_ se você aprontar comigo de novo eu te arrebento
_ como se você fosse muito forte... como você conseguiu meu telefone psicopata?
_ seu irmão me deu, mas não foi por isso que eu te liguei...
_ aaa tá bom, você estava com saudade da minha voz pode falar
_ você se acha né? Idiota
_ só estou sendo realista.
_ eu quero encontrar com você pra...
_ nossa consegui assim tão rápido
_ cala a boca... pra conversar. Não quero que você fale besteiras assim quando fizer a entrevista pra Rolling Stones
_ ok, aonde?
_ na StarBucks perto da gravadora, ás 10:00
_ eu sei aonde é... nossa querendo tomar café comigo. Era só falar sugar.
_ cala a boca, vê se chega na hora.
_ tudo bem... eu ainda vou ter razão das coisas que eu te falo
_ você só fala asneira mesmo ou é zoação com a minha cara?
_ não vou responder essa... tchau, enjoei de ouvir sua voz
_ e eu da sua
_ então desliga
_ tá – ela desligou – estupido
_ psicopata.
_ chegou na hora, por isso que está frio
_ você é hilaria – olhei sério para ela – fala logo o que é
_ nossa, mal humorado... fiz você acordar cedo sugar?
_ não... imagina.
_ é por que eu queria tanto tomar café contigo
_ eu sabia – ela me agarrou, o cenário mudou agora era um quarto com uma cama redonda – não sabia desse seu lado
_ muitas coisas você não sabe sugar – ela me jogou na cama – eu tava esperando por isso. — ela ficou por cima de mim
_ eu to adorando isso – ela me beijava loucamente e tirava minha roupa com pressa
_ eu quero você... papai
_ que?
_ papai?
_ ham?
_ não to conseguindo dormir
_ tá... deita aqui – dei espaço pra ela – o que foi, hen?
_ pesadelo
_ eu to aqui agora, vai dorme
_ eu to com medo
_ não fica, to aqui... — demorou um pouco, mas ela dormiu. Uau que sonho. Acordei quase em cima da hora... levantei devagar pra não acordar a Sofia, e fui tomar um banho rápido.
_ Maria não deixa ela dormir até tarde não
_ está bem, está saindo?
_ aham... eu não sei se volto pro almoço tá?
_ tá bem, vai.
_ to indo – joguei um beijo pra ela e sai pra garagem correndo – to atrasado – liguei o carro e sai.
_ se você chegasse na hora seria um milagre
_ bom dia pra você também, um expresso
_ um cappuccino... então como foi a noite?
_ ótima e... espera, porque você ta me perguntando isso?
_ preciso puxar um assunto primeiro né
_ porque, ta pensando em fazer alguma coisa alem de só conversar comigo?
_ estou – ela chegou perto de mim – de te esmurrar até a morte
_ uau, violenta – ta não foi assim que eu imaginei – fala logo o que você quer?
_ tenho que te passar a agenda da banda e... sua agenda de entrevistas.
_ isso tudo
_ é pouco, não reclama
_ mandona
_ sou... olha, não começa a me irritar de cedo não...
_ pode deixar, não quero morrer loura psicopata
_ idiota sem escrúpulos
_ você pegou pesado
_ e você me irrita
_ você precisa relaxar, eu tenho um jeito pra isso acontecer
_ nem vem com suas idéias pervertidas seu pervertido.
_ eu pervertido? Imagina, sou uma pessoa completamente inocente
_ aham. E eu acredito em fadas, olha agente veio pra conversar não pra brigar. Por favor.
_ tudo bem, bandeira branca por hoje. — levantei as mãos – então...
_ tá continuando... você... – ela estava com um vestido que me tirava a atenção para as coxas dela... na verdade eu não estava prestando atenção em nada, só nas pernas dela – você ta prestando atenção
_ não
_ sabia... enfim... depois eu te falo, quando você parar de olhar para minhas pernas
_ elas são lindas
_ obrigada, mas pode olhar pra mim
_ to olhando – recebi um tapa no braço – ta fala
_ a entrevista vai ser depois de amanhã... por favor tente não falar nenhuma asneira
_ confia em mim sugar, vou falar tudo certinho... — pisquei pra ela – quer dar uma volta?
_ é, não tenho nada pra fazer mesmo..
_ o drama.
_ cala a boca – ela levantou, eu paguei os dois cafés e sai com ela. Estávamos passando por um parque – você já foi casado?
_ porque dessa pergunta?
_ anda responde
_ já
_ não precisa me responder... ela não agüentou você e te deu um pé na bunda
_ não...
_ ok... ela te trocou por outro melhor que você?
_ ela... morreu
_ nossa... eu não... sinto muito
_ tudo bem...
_ não, não está tudo bem, você prestou atenção no que eu falei... eu falei uma coisa horrivel
_ já disse que está tudo bem...
_ você a amava?
_ vamos mudar de assunto?
_ primeiro responde?
_ muito
_ ela... morreu de que?
_ no parto
_ aaa a mãe da Sofia...
_ é
_ ok... vamos mudar de assunto... — conversamos um pouco, ta até que conversando com ela, ela ficava menos perigosa... como se ela fosse uma criminosa. — porque da sua implicância comigo?
_ eu sou implicante com todos que eu quero... você só é mais uma vitima
_ parece que você me odeia
_ mas eu te odeio
_ obrigada pela sinceridade
_ não há de que
_ idiota – ela sorriu, pegou o celular – meu irmão
_ melhor atender – paramos de andar
_ alô? oi... não eu já estou indo... aham... to sim... ok tchau... — ela desligou – tenho que ir
_ ok, até segunda-feira
_ até – ela me deu um beijo no rosto de saiu
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