[…]

Mais tarde...

_ vai aonde desse jeito? — Edward disse na porta do meu quarto

_ encontrar uma pessoa

_ seu namorado

_ namo... a é

_ vem cá, essa história de namoro é verdade ou foi invenção sua para conseguir se safar de mim?

_ Edward, por favor... tá foi invenção... eu e ele só estamos nos conhecendo, só isso

_ hum

_ daqui a pouco ele vem me buscar... por favor seja simpático

_ eu não fui com a cara dele

_ você parece o papai – escutei a campainha tocando – deve ser ele. Edward por favor, seja legal – ele fez um circulo na cabeça, eu ri e fui atender a porta – oi

_ ooi – ele sorriu – quer mesmo sair, me veio outra coisa na mente

_ para com isso – ele me puxou pela cintura, quando ia me beijar, escutamos um pigarro

_ ele ainda está ai? — ele falou baixo

_ está

_ posso roubar por 5 minutos a Vick... valeu – Edward me puxou

_ o que é?

_ eu já disse, não fui com a cara dele

_ Edward, para com isso, que inferno. Não me espera, pede uma pizza – dei um beijo no rosto dele e sai

[…]

Preciso falar que eu odeio aquele irmão dela, não. Levei ela pra jantar. Depois fui andar um pouco com ela.

_ meu irmão não acreditou naquela história de namorado

_ esperava isso... ele quer me matar?

_ não... ainda – ela riu

_ você devia ser menos séria

_ meu normal

_ não é não – puxei ela – loura psicopata

_ inútil – eu beijei ela

_ temos que mudar esses elogios

_ aaa porque? É tão bom te chamar de inútil, idiota, estupido, ignorante..

_ hey, não tinha esse

_ acrescentei agora – ela riu – é bom, me deixa mais calma

_ haha. Virei seu saco de elogios

_ aham – ela me deu um selinho – e vou falar um coisa, não existe um inútil tão irresistível quanto você

_ nossa, não esperava ouvir isso da durona Victória – rimos – foi difícil hen

_ muito – nós dois nos beijamos de novo


[…]

Ele me levou para a casa dele, esperto demais...

_ parece que não tem ninguém

_ melhor assim – ele me beijou, minha consciência falava para eu não fazer o que eu queria, mas mandei ela se fuder e continuei... subimos as escadas se beijando, quase caimos umas duas vezes. Entramos no quarto, fui tirando a jaqueta dele, ele me puxou para mais perto dele. Meu celular começou a tocar – não atende não por deus – ele beijou meu pescoço, ignorei o celular, não demorou muito ele parou de tocar. Empurrei ele pra cama, sentei no colo dele, e comecei a beija-lo. Ele já estava deitado e eu me movimentando em cima dele, meu celular começou a tocar de novo – mas que inferno!

_ vou ignorar – voltei a beijar ele, meu celula parou de tocar. Só estava com a Lingerie quando de novo começou a tocar, decidi atender – desculpe, alô?

_ atrapalhei seu primeiro encontro? — eu vou decapitar o Edward

_ tchau

_ espera esper... - desliguei

_ não precisa dizer... seu irmão

_ aham... inferno parece que ele sabe o que está acontecendo aqui

_ será que ele não se toca que você já é grande?

_ esquece isso – voltei a beijar ele, mas não foi a mesma coisa, parei

_ que foi?

_ perdi o clima – sai de cima dele

_ ótimo... será que você se importa de eu simplesmente cometer um assassinato? Matando seu irmão por exemplo

_ não me importo, faz isso por mim – deitei no lado dele – foi até melhor não ter acontecido nada

_ porque?

_ porque eu tenho certeza que ia me arrepender amanhã – ele ficou me olhando – que?

_ nossa... o ódio é tão grande assim?

_ nunca se transa no primeiro encontro

_ como se esse fosse o primeiro – dei um tapa nele – ai

_ para de falar besteira... — ele riu

_ pelo menos dá pra você ficar aqui essa noite?

_ dá... mas se você me agarrar a noite você vai ver só – ele sorriu e me agarrou – me solta me solta

_ o que você vai fazer?

_ não me olha assim – puxei o rosto dele e o beijei.

[…]

Acordei com a luz do sol na minha cara e alguém mechendo no meu cabelo

_ bom dia

_ bom dia – ela sorriu – que bom receber um sorriso desse de manhã

_ para de ser bobo – ela riu, eu fiquei em cima dela, ela fazia carinho no meu braço

_ porque eu não te conheci antes?

_ como?

_ nada – sorri – sabia que eu a muito tempo não ficava arrepiado desse jeito?

_ não – ela sorriu – como foi acontecer isso?

_ não sei – eu beijei ela

_ eu não posso demorar muito... tenho que resolver algumas coisas do show de vocês e

_ relaxa... você tem o dia todo pra fazer isso – beijei ela de novo

_ mas eu fiquei pra fazer isso de manhã

_ você está fugindo de mim?

_ Gerard! Não... claro que não

_ deixa isso pra depois então – beijei o pescoço dela

_ Ge... Gerard para, é sério eu tenho que ir

_ você é chata – deitei do lado dela de novo

_ eu te ligo mais tarde – ela levantou, se vestiu – tchau

_ espera, não vou...

_ tchau – ela saiu

_ nossa que pressa – deitei de novo.

[…]

_ Olá Victória – a Sofia falou comigo... ai não – o que você está fazendo aqui essa hora?

_ er... eu...

_ Victória, ele liga pra resolver as coisas sobre o show depois

_ ok... — olhei pra Maria com cara de paisagem, ela me mandou um olhar pra fora – a tá... bem então, tchau... tchau linda – sai

_ ela dormiu aqui?

_ não né Sofia, vem tomar café

_ Maria, eu não sou bebê... eu entendo as coisas

_ entende as coisas da sua idade

_ então ela dormiu aqui?

_ Sofia vamos tomar café hen?

_ tá, vamos

Essa foi por pouco. Quando cheguei em casa, eu vi Summer aos beijos com meu irmão...

_ aaa por favor, me polpe dessa cena estranha – entrei

_ dormiu fora?

_ depois eu te falo Summer

_ uuuuuh isso tem a ver com o Way?

_ Summer!

_ por mais que eu deteste a ideia, é tem a ver. Ela saiu com ele ontem

_ Edward, ela perguntou pra mim, intrometido

_ auch!

_ quero os minimos detalhes – ela me puxou pro meu quarto – então como ele é?

_ ele é? Como assim?

_ a por deus, é bom, médio, razoavel

_ Summer, não aconteceu nada... por pouco... maldito Edward.

_ não acredito que ele te atrapalhou?

_ ficou me ligando... Summer...

_ que?

_ que homem é aquele – eu ri e me joguei na cama

_ então é bom?

_ bom? Ótimo... pena que não rolou nada a mais...

_ ainda pensei em vir aqui ontem de noite

_ e o que isso tem a ver com a minha noite arruinada?

_ eu vindo aqui, eu ia distrair muito bem o Edward

_ tenho medo de você

[…]

_ Bom dia

_ bom dia, que alegria é essa? Já levei a Sofia pra escola

_ obrigado, ué alegria normal – Maria ficou me encarando – que?

_ eu vi tá

_ viu o que?

_ vi a Victória saindo daqui... que bom que você está saindo com ela

_ porque? — perguntei com a xicara na mão

_ porque pelo menos ela não é aquelas loucas varridas que você pegava

_ nossa Maria, que horror – bebi um pouco do café – você expulsava elas

_ claro, para não acontecer igual hoje, a Sofia deu de cara com ela – cuspi meu café – vai com calma

_ o que você fez? O que ela falou?

_ calma... eu inventei uma desculpa... mas sua filha é esperta... não acreditou muito não

_ depois ela esquece disso

_ depois ela vai se acostumar com isso... já está na hora né

_ Maria me deixa — subi pro quarto

_ eu te amo também. — Maria falou um pouco mais alto, eu ri. Deitei na cama, droga não tirava a Victória da minha cabeça. Aquela mulher estava mexendo comigo.