The Last Song
22 Capítulo 22
_ você lembra da Channel, não lembra?
_ Frank se eu for gravar todos os nomes de todas as mulheres que você comeu, eu vou perder meu tempo.
_ ok, ela acha que está grávida – tive um acesso de tosse – você está bem?
_ Porra Frank, tá louco, nem conhece a mulher direito – ainda tossia um pouco
_ ela me ligou ontem de noite, me jogando essa bomba atômica
_ bem feito, vê se agora toma jeito e para de comer qualquer uma que aparece na sua frente
_ dá para ficar do meu lado – ele concerteza estava desesperado – o que eu faço agora?
_ conversa com ela, e convence ela de fazer o exame. Talvez é só um estresse, sei lá
_ eu estou com medo
_ você está com medo de ter um filho? Frank por deus – ele colocou a mão no rosto – hey, dude, calma
_ eu não sei o que eu faço. Filho agora não, eu ainda sou novo, tenho a vida toda para aproveitar.
_ pensasse nisso antes
_ PORRA VOCÊ NÃO ESTÁ AJUDANDO
_ ok, não falo mais nada – ficou um silêncio – Frank?
_ diz
_ você já pensou em um dia se apaixonar por alguém? – Frank me olhou – o que?
_ olha a hora que você vai me perguntar uma coisa dessas
_ A Victória se declarou pra mim – Frank agora levantou
_ isso é sério
_ sim, por quê?
_ aaa cara, eu pensei que você ia ficar com a Alice na sua cabeça pra sempre. Sério, você precisava de uma pessoa fixa
_ vai dar um de Maria agora
_ eu to falando sério, está melhor para conviver contigo, está menos estressado
_ haha, eu não era estressado – Frank me olhou sério – está bem às vezes eu exagerava.
_ acredite em mim, a Victória vai te fazer bem – ele me deu um tapa nas costas e sentou de volta no outro sofá.
[...]
Mais tarde...
Sempre fui a protegida da família, sou de Manchester, vim para o EUA com meu irmão em férias e acabei ficando por aqui. Edward sempre foi muito ciumento comigo. Com Gerard não é diferente, ele não o suporta. Mas eu sei que bem lá no fundo ele gosta do Gerard. Estou falando isso porque a cena que eu presenciei antes de eu sair com o Gerard foi o cúmulo do ridículo da parte do Edward.
_ estou indo Edward
_ O cacete! Com ele você não vai sair para lugar nenhum – Edward apareceu dando o ataque dele na sala
_ Edward para de ser ridículo!
_ Já disse que você não vai
_ você não é o papai, que droga – a campanhia tocou – é ele, por favor seja simpático – ele não respondeu – ave – abri a porta – oi
_ olá – Gerard me deu um beijo, Edward deu um pigarro, foi a gota para a explosão do Gerard – ok, agora já chega.
_ Ai não! – passei a mão no cabelo
_ você está conseguindo me tirar do sério
_ não me diga, o que você vai fazer hen? – os dois ficaram se encarando, Gerard estava com uma cara de ódio, meu Deus ele ia arrancar a cabeça do Edward – você é um idiota!
_ o que você disse? – droga, Gerard se aproximou dele, pegou pela gola da camisa dele – Edward, você está virando um grande e enorme pé no saco – os dois iam se matar afastei com dificuldade o Gerard
_ Gerard, vamos né – puxei ele, antes que acontecesse um desastre.
_ AH! EU VOU AINDA ARRANCAR A CABEÇA DELE – Gerard dirigia em alta velocidade, meu deus parecia que ele discontava a raiva no acelerador
_ Gerard, calma. Edward é assim mesmo. É isso que ele quer, te tirar do sério e... DÁ PARA IR MAIS DEVAGAR! – ele me olhou rápido, e diminui a velocidade – obrigada
_ ele já conseguiu me tirar do sério – Deus, se os dois se encontrassem de novo, eles iam se matar. Depois de dar uma volta para ver se ele se acalmava, paramos num restaurante. Jantamos , depois ele me levou pra casa – bem, se eu subir é capaz de acontecer um desastre
_ me liga – ele sorriu – que?
_ você toda preocupada comigo.
_ depois de ver você dirigir que nem um louco, você acha que eu ia ficar despreocupada?
_ vai se não o idiota vai vir e falar que está na hora de criança ir dormir
_ cala a boca – ele sorriu – está bem, estou indo – abri a porta, ele fechou – e lá vamos nós de novo
_ esqueceu de nada não? – ele me puxou pela nuca e me beijou, depois de alguns segundos, eu já estava no colo dele – aqui mesmo?
_ shiu – voltei a beijar ele, ele chegou pra trás o banco, me deixando com mais espaço – você não presta
_ não interrompe – ele voltou a me beijar, apertava minha cintura, fazendo eu me movimentar no colo dele
_ Gerard – eu disse ainda com os lábios nos dele
_ hum
_ seu celular – ele jogou a cabeça pra trás, falando um palavrão baixo e atendeu o telefone
_ alô?
_ ela não está, ela não está
_ Frank eu vou te arrebentar – sai do colo dele, mesmo ouvindo ele dizer “não não não” – eu realmente vou te arrebentar
_ está bem, eu te atrapalhei... depois eu te ligo
_ nem fudendo, agora fala
_ estou indo – sussurrei, dei um selinho nele e sai. Antes de entrar no prédio, vi pela janela do carro ele bufando. Tadinho do Frank.
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