The Last Song

2 Guaxinins, a causa da 3º Guerra Mundial


Notas iniciais
Primeiramente queria agradecer à Kim, que recomendou a fic e me fez quase chorar de felicidade! E em segundo, gostaria de agradecer à Bianca Grace que voltou pra minha vida. /ô é bom ter você de volta.

E é claro, a todos os meus leitores divos que comentaram capítulo passado. Vocês são demais!

Bom, espero que gostem.

Pov's Annabeth

Fui a uma banca de camisetas que eu havia visto na praia. As blusas que eles vendiam lá, eram no mínimo, vergonhosas. Havia uma com um tigre com lacinhos no cabelo, escrito logo a baixo "eu sou uma tigresa", outro já com um unicórnio com os dizeres "Acredite em seus sonhos".

–Argh... unicórnio? -Uma voz soou atrás de mim. Ela torcia o nariz para a camiseta que eu estava segurando, no caso, a do unicórnio. -Vamos para outra banca, essa camiseta aí é horrível. -E então ela me arrastou para a próxima banca.

Começamos a olhar todas as peças, no meu caso, a passá-las rapidamente mesmo. O melado na minha blusa já começava a encomodar, e eu mal podia esperar para poder tira-la.

–Qual o seu nome? -Ela me perguntou após um breve período em silêncio.

–Annabeth Chase, e o seu?

–O meu é Thalia. Thalia Olimpius Grace. -Torci o nariz para o nome 'Olimpius' e ela só revirou os olhos. -Meus pais eram viciados em Mitologia Grega, o nome do pai é Zeus, sabia? Eu na verdade tive sorte de não me chamar Medusa. -Ambas sorrimos.

–Olha, essa daqui é bonitinha. -Apontei para uma blusa laranja, que tinha frases de músicas espalhadas por todo ela. -Quanto custa?

–Hã... vinte pratas. -Me respondeu dando de ombros.

–Ah, tá cara.-Reclamei.

–Ah, é? Então é de graça. -Ela já ia enfiando a blusa na sua bolça, mas por sorte, eu a puxei antes.

–Não, não faz isso. -Pedi.

–Por quê? Eu faço isso sempre por aqui. -Se justificou.

–Eu fui presa uma vez. Porque... eu roubei uma coisa. Não quero que isso aconteça de novo, e tenho certeza de que você não vai querer ir pra cadeia comigo.

–Ih, a garota é fixada. -Cantarolou. Sorri revirando os olhos e me virei para a dona do local, pagando pela camiseta.

Em um banheiro qualquer do píer, eu resolvi me trocar. Thalia estava me esperando do lado de fora, e logo quando sai ela sorriu. A roupa havia caido muito bem em mim.

Mesmo com certo trauma, a convidei para beber um Milkshake comigo. Ela concordou, e assim que pegamos nossas bebidas, começamos a andar pela praia, conversando é claro.

–Você mora aqui a muito tempo, ou acabou de se mudar? -Ela me perguntou. Eu quase engasguei. A ideia de morar aqui permanentemente me assustava.

–O quê? Não, eu moro em Nova York, só estou nesse fim de mundo para passar as férias com o meu pai. -Respondi.

–E você não queria vir. -Concluiu- Esquenta não, família é uma droga é por isso que eu não ligo mais pra minha. -Ela deu de ombros. -Então... você namora?

–Felizmente, e infelizmente não. Estou solteira. -Logo uma ideia me passou pela cabeça: 'E se ela fosse lésbica e pensasse que eu... hã... jogava no mesmo time que ela?'.

–É uma pena. Eu tenho um namorado. -Agradeci mentalmente.- O nome dele é Nico Di Angelo. Já ouviu falar dele?

–Não. Eu deveria? -Questionei-a.

–Ai meu Deus, não acredito que você nunca viu o Nico. -Ela jogou sua bebida quase inteira no chão. -Você tem que conhecê-lo! -Ela me puxou pela mão, até um canto mais afastado da praia, aonde uma multidão se aglomerava em volta... de alguma coisa.

–Vem! -Ela me arrastou para mais perto. Eram um grupo de garotos, que eu nem sequer tinha notado. Eles... jogavam bolas de fogo no ar, e a pegavam com as mãos, como se não sentisse a dor do queimar. Como se isso não fosse nada demais.

A cada acrobacia que eles faziam com as bolas, gerava gritos de todos no local. Nico, era o mais bem dotado fisicamente. Ele tinha cabelos e olhos negros, em quanto sua pele era de um branco pálido extremamente fascinante. Thalia mordia os lábios olhando para o 'quão gostoso' era o seu namorado. Ele correspondia com piscadinhas e passando a língua nos lábios.

Logo o pequeno show havia acabado e todos, logo após algumas gorjetas e doações à eles, foram em bora dali. Thalia correu e pulou nos braços de Nico, que a rodopiou enchendo-a de beijos. Em um movimento mais ousado, ele começou com a mão 'boba'. Virei o rosto para não ter que ver a cena.

–Hey vocês dois, a praia é um lugar público sabiam? -Um dos meninos da bola de fogo reclamou. Thalia revirou os olhos e Nico o respondeu:

–Cala a boca Charlie, a namorada é minha e eu faço o que quiser com ela, e aonde eu quiser! -Ele segurou fortemente os punhos da minha 'mais nova amiga', a puxando para mais perto. Logo percebi que ele estava a machucando.

–Hã... Nico me solta, eu quero apresentar alguém a vocês. -Ela murmurou. Vi um olhar sado masoquista crescer no olhar dele ao me encarar. -Essa é a Annabeth, pessoal.

–Oi. -Todos me cumprimentaram, menos Nico que me fitou mordendo os lábios. Eu não sabia bem o porquê, mas estar com ele me deixava bastante... desconfortável.

–Olá Annabeth. -Ele sussurou com uma voz extremamente rouca. -É, ela pode ficar com a gente. Vamos galera, uma mini festa na praia, agora, topam? -Thalia soltou um gritinho histérico pulando nas costas do seu namorado, em quanto ele andavam para um canto ainda mais afastado da civilização por ali.

–Vem! -Ela me chamou. Segui ambos então.

Eles se sentaram num canto da praia aonde não havia quase ninguém. Haviam mais casas de praias ali, e como era de se esperar, ficava muito deserto o lugar. Era provavelmente por isso que eles haviam escolhido ficar ali.

Aonde eu fui me meter? No inicio foi legal a companhia de Thalia, e pensando eu, de seus 'amigos'. Mas logo, a única coisa que eles faziam eram encher a cara. Todos, menos eu. Além de não beber, eu jamais iria ficar bêbada ou mesmo alterada na presença do ninfomaníaco Nico Di Angelo.

–Hey Annie, pega uma cerveja pra mim? -O dito cujo me pediu. Revirei os olhos.

–Você tem duas pernas, pode muito bem pegar sozinho. -Respondi curta e grossa. Thalia me encarou como se eu tivesse cometido o pior de todos os crimes. Nico havia ficado sem graça, e sem palavras.

–Deixa que eu pego pra você. -Thalia se desfez do seu abraço com ele, e foi até a caixa aonde estavam as bebidas.

Rapidamente, Nico se sentou ao meu lado. Ele cheirava a álcool puro. Lentamente, senti seus braços se prenderem em volta do meu corpo, e me segurei para não espancá-lo de imediato.

–Então Annie... -Ele sussurou quase desmaiando em mim. Seu hálito quase me fez desmaiar. E, quando eu pensei que nada poderia ficar pior, ele se jogou em cima de mim, quase me beijando.

Quando entedi o que ele queria fazer, usei meu cotovelo para me defender. Foi direto ao rosto dele, que gemeu de dor e caiu pra trás. Rapidamente me levantei, e gritei para ele já de pé:

–Nunca mais toque em mim, em toda a sua vida! -Olhei de solsaio para Thalia, que me olhava... desapontada. Ela estava com raiva de mim, e eu nem mesmo sabia o porquê.

Todos os supostos 'amigos' dela estavam me olhando como se eu fosse uma aberração. Conclui que não tinha mais nenhum motivo para eu estar ali, então peguei a minha bolça e resolvi ir logo pra casa do meu pai.

Em quanto eu caminhava até lá, pensei em tudo o que eu já havia feito na minha vida, e em quanto ela estava... banal. E, apesar de ter amigos drogados, prostitutos e totalmente sem futuro, eu nunca tinha bebido, fumado, me drogado, e acreditem se quiser, eu ainda sou virgem.

Não demorou muito até eu encontrar a casa do meu pai. Uma casinha de madeira totalmente coberta com janelas. 'Talvez ele goste muito da luz do sol', pensei. A passos pesados, fui andando até lá.

Mas, antes que eu chegasse ao meu destino, algo chamou mais a minha atenção: um grupo de Guaxinins, cercando um buraco na areia. Fiquei ali, os encarando.

–Uma fêmea de tartaruga acabou de por ovos -Uma Sra. que me viu observando-os me informou. -Eles vão comer tudo se deixarem. -Arregalei os olhos.

Corri o mais rápido que pude até aquele pequeno buraco, espantando os Guaxinins. Fitei os pequenos ovos de tartaruga, e pensei em algo para ajudá-las.

–Só há uma coisa a ser feita... -Murmurei pra mim mesma.

Fui até a casa de Frederick, e peguei tudo o que eu precisaria para passar uma noite ao relento. É, eu realmente dormiria na praia somente para vistoriar aqueles ovos. Eu os protegeria, e não deixaria nada machucá-los.

Peguei uma espriguiçadeira, e fixei-a na areia. Joguei algumas almofadas e cobertores em cima dela, e no chão da areia da praia mesmo, eu coloquei coisas que seriam úteis, como um bastão de baisebol. Vá saber quando você irá precisar espantar um Guaxinin, ou um ninfomaníaco feito o Nico.

Após um tempo terminando minha cama improvisada, me deitei. E essa prometia ser uma longa noite.

Notas finais
Então? Tá péssimo? Tá ruim? Devo continuar? Deixem reviews por favor.

Pois é Muchachas, eu sou uma Bitch que não consegue se controlar, e faz capítulos muito apressados. E... eu tenho uma pergunta: Como vocês imaginam a Annabeth? Eu imagino ela como a Miley Cyrus, poque o filme 'A Última Música', é protagonizado por ela. E vocês?

Ah, queria pedir que vocês me seguissem no Tumblr e no Twitter!

Twitter: https://twitter.com/1D_ForDemi

Tumblr: http://one-directionfordemi.tumblr.com/

Bom, acho que era apenas isso. Fui.

#Miles