The Last Song
27 Where's Sofia?
Notas iniciais
enjoy :)
_ o que vamos fazer?
_ vou ligar para o Mikey, talvez ela está lá, sei lá — liguei para ele, era minha única esperança dela ter ido para lá, já que ela sabia o caminho
_ alô? — ele falou sonolento
_ A Sofia está ai?
_ han? Sofia? porque ela estaria aqui, Gerard volta a dormir, você ta louco isso sim
_ ela fugiu — escutei um estrondo de alguém caindo e um "ai" — Mikey?
_ vou dar um jeito de ir para aí
_ mas você está com o braço ruim, como vai dirigir até aqui?
_ já disse, vou dar um jeito — ele desligou. Olhei desesperado para Maria
_ ela não está lá né? — ela perguntou
_ não! Talvez o Frank — liguei
_ você é um viado, um viado viado viado, mal comido e mal amado — ele falou alterado
_ preciso de sua ajuda, a Sofia está ai?
_ porque ela estaria aqui? eu hen, tchau
_ ela fugiu
_ COMO? PORQUE? NÃO RESPONDE, ESTOU INDO PARA AÍ — ele desligou. Demorou alguns minutos e Mikey chegou com Victória
_ Quando ele me falou eu... Tem alguma ideia de onde ela possa estar? — neguei
_ vamos nos separar, qualquer coisa ligamos um para o outro — concordei. Ouvimos a voz do Frank, todos olharam para ele, porque? porque ele estava de pijama com ursinhos, é até em momentos dificieis o Frank consegue ser bizarro
_ não deu tempo de me trocar, me deixem.
_ ok, eu o Mikey e você Gerard vamos procurar a Sofia por aqui por perto. Frank você procura ela pelas estações de metrô, rodoviarias e afins... Maria fica aqui para qualquer coisa se ela voltar
_ não é melhor chamar a policia logo?
_ não, ainda não. Vamos — fomos atrás de Sofia, Mikey, eu e Victória no meu carro, Frank no dele em direção a cidade.
_ Já rodamos isso tudo e nada dela — falei nervoso
_ Gerard calma, a gente vai encontrar ela — sai do carro, e me encostei na porta, precisava pensar num lugar aonde ela poderia estar, mas nenhum vinha na minha cabeça, meu celular tocou e eu atendi rápido
_ fala Frank
_ Dude, eu não encontrei ela em lugar nenhum — Mikey veio até a mim, Victória saiu do carro quando viu ele
_ procurei aqui por perto, e nada dela
_ sinto muito Gerard — falou Frank no telefone antes de desligar. Fiquei ainda mais desesperado (se é que dava para ficar mais)
_ eu não posso perder ela
_ você não vai. Olha, ela vai aparecer, talvez ela só quis pensar um pouco num lugar aonde ela se sinta melhor. — parei para pensar um pouco e me veio um lugar na minha cabeça, aonde ainda não tinha ido ainda procurar ela naquela noite
_ é isso! vem, eu sei aonde ela está — entramos no carro. Fui dirigindo em alta velocidade até o cemiterio aonde Alice estava enterrada. Chegando lá, estacionei e sai do carro correndo.
_ SOFIA! SOFIA! — fui andando, até que vi uma pessoa abaixada perto do tumulo aonde estava Alice. cheguei um pouco mais perto e vi que era Sofia, fuia té ela, ela levantou o rosto e me viu, veio correndo até a mim, me abraçando logo em seguida — não faz mais isso, promete para mim, por favor — abraçava ela forte
_ você não vai mais me querer mesmo! — ela começou a chorar
_ hey hey, nunca vou fazer isso. nunca mais diga isso! — sequei o rosto dela e abracei de novo. Vick chegou perto de nós junto com o Mikey
_ Sofia, se você sumir, quem vai me ajudar a cuidar desse bebezinho aqui? — Vick passou a mão em sua barriga que ainda era invisivel. Sofia sorriu
_ você deu um susto na gente — Disse Mikey, Sofia abraçou ele — Me mata do coração ainda não? espera só mais um pouco — Sofia riu
_ vamos para casa — Chegando em casa, Maria e Frank estavam na sala esperando a gente. Quando viram Sofia dormindo no meu colo, levantaram e vieram até a mim — está tudo bem
_ graças a deus — Maria passou a mão na cabeça dela
_ aonde ela estava? — Frank perguntou baixo
_ Alice — respondi no mesmo tom para não acorda-la. Levei ela pro quarto dela, coloquei ela na cama com cuidado. Sofia acordou quando eu estava saindo do quarto — hey, volta a dormir
_ desculpe
_ tudo bem, você está aqui, isso que importa agora
_ eu te amo — ela começou a chorar outra vez
_ eu te amo também, vem cá — a abracei ela. Um alivio tomou conta de mim, vê ela ali, bem, nos meus braços outra vez, comecei a chorar junto com ela — não faz mais isso não
_ pai, não chora, eu prometo não fazer mais isso tá? — ela disse passando a mão no meu rosto — prometo prometo
_ ok — sorri — agora vai dormir
_ tá, boa noite
_ boa noite — ela fechou os olhos e adormeceu.
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