The Last Penguins
11 Capítulo 11 - Um mundo mais adorável
Notas iniciais
"Essa coisa dá tonturas", disse Aamelo, enquanto a TARDIS balançava de um lado para o outro.
Ghe, que ajustava os painéis, botões e alavancas da TARDIS, falou:
"Bem, vamos ver se o apocalipse zumbi realmente foi prevenido. Caso tenha sido, apenas nós saberemos dos eventos ocorridos, então não podemos contar a ninguém. Mas a TARDIS está funcionando, isso é bom! Posso leva-los a diversos lugares! Como, por exemplo, Barcelona! Nâo a cidade Barcelona, o Planeta Barcelona, lugár fantástico. Vocês sabiam que lá, os cachorros não tem focinhos?"
Azul, que estranhou, disse
"Então como é que eles respiram e comem e... ah, tudo bem. Eu acredito. Estou viajando no tempo através de uma caixa azul, após presenciar um ancestral do G dançando numa máquina para faze-la explodir, e tudo isso pra impedir um futuro ataque de zumbis, que eu presenciei. Agora, acredito em qualquer coisa.".
A TARDIS parou.
"Chegamos!", Anunciou Ghe.
Ele, seguido dos outros, foi até a porta e a abriu.
Eles sairam no Plaza. Estava nevando, e as construções estavam decoradas com pisca-piscas. Era noite. No Palco, os letreiros indicavam a peça "Festa de Humburg", peça natalina do Club Penguin equivalente a Um Conto de Natal, de Charles Dickens.
"Hm...", murmurou Ghe. "Ei, amigo!", disse, abordando um pinguim qualquer que estava andando por ali. "Que dia é hoje?".
"Que dia é hoje?", disse o pinguim, rindo. "Sério que você não sabe? Hoje é natal, cara!"
"Natal!", disse Ghe, em unissono com todos os outros do grupo.
"Obrigado, amigo. Ah, só mais uma pergunta: Você viu algum morto andando recentemente?"
"Não...", respondeu o pingum, e depois afastou Ghe e entrou na pizzaria. "Malucos...", murmurou.
"Isso é maravilhoso, sim! Sublime!", disse Ghe, sorrindo.
Todos riram e comemoraram o fato.
"Agora, acho melhor retornar a TARDIS pra Taverna, antes que alguém comece a estranhar essa caixa azul no meio da rua.", concluiu Ghe.
E assim fizeram. Entraram na TARDIS, e após os ajustes de Ghe, e uma pequena tremedeira da TARDIS, sairam de lá no interior da Taverna.
Ghe fez às pressas uma simples decoração de Natal e comemoram ali mesmo.
Após um tempo, todos foram embora, excerto Gioppo, e obviamente, Ghe.
"Por ora, não tenho pra onde ir...", comentou Gioppo. "Posso ficar aqui por um tempo?".
"Claro, a vontade", disse Ghe.
Todos sairam, deixando-os sozinhos.
"Que perrengue, hein? Conseguiram se sair bem sem minha ajuda?", perguntou Gioppo.
"Foi um pouco difícil", admitiu Ghe. "Mas sua TARIDS, mesmo duplicada, foi de grande utilidade, Gioppo, ou melhor dizendo... Doutor.".
A partir dai, a conversa entre Ghe e Gioppo, o Doutor, se tornou uma coisa que humanos e pinguins comuns não entenderiam, como o clima em Gallifrey, o dia em que a Terra acabou, porque os Daleks sempre voltam, e etc.
Ghe, o Doutor, (que pelo resto do grupo continuou conhecido como apenas 'Gioppo') Azul, Lila, Bampede, Bibi e Aamelo continuaram amigos depois disso.
Se encontravam frequentemente em eventos do CP, festas, ou só mesmo nos iglus de cada um, inclusive na Taverna, pra descontraírem um pouco.
Tudo estava bem, pelo menos, por enquanto.
Notas finais
A morte de Rodrigo: http://sketchtoy.com/5796116
Ghe e Lila subindo para a Redação do CP News no início do primeiro capítulo: http://sketchtoy.com/5802669
A morte de Aamelo: http://sketchtoy.com/5813977
Justin, em sua experiência de - quase - virar um zumbi: http://sketchtoy.com/5821409
E é só isso, gente. Espero que tenham gostado. Já estou colocando os pensamentos em dia para uma futura fanfic. Até a próxima.
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