The Killer Is The Angel.
1 1º Vitima: Marcie Lerman.
Notas iniciais
POV Luce.
Estávamos em uma rua deserta e bastante escura, eu havia obrigado Luna a me acompanhar em uma execução, é hoje que essa Marcie a patricinha morre, acelerei mais ainda meu Miata vermelho.
- Luce vai mais devagar. – Luna gritava enquanto eu tentava dirigi com tranquilidade, precisava de atenção máxima focada totalmente no Impala 67 a minha frente onde Marcie se encontrava dirigindo.
- Fique calada Luna, você esta me atrapalhando. – a repreendi apressadamente assim que vejo o impala 67 dobrar uma esquina, se distanciando mais ainda da cidade.
Luna se encolheu, e voltei a minha total atenção somente a estrada, precisava de uma estratégia rápida, teria que encurralar Marcie, peguei uma rua que dava de frente com o Impala.
- Você esta pegando a rua errada. – Luna falou com sua voz tremula ainda com medo.
- Pelo contrario. – falei, e minutos depois um sorriso brotou em meu rosto assim que avisto o Impala 67 de Marcie.
Paro de uma vez, Marcie também para, já que ela não tem saída, e permanece no carro, coloco uma mascara e pego minha adaga bem afiada Luna logo fecha os olhos em sinal de reprovação a ignoro.
- Não saia do carro, volto logo. – a avisei e sair batendo a porta do Miata com força, Marcie merece a morte quem manda ela se exibi e ser muito irritante e patricinha? Dei um sorriso irônico e me aproximei em passos leves em direção ao Impala em minha frente, à medida que eu ia chegando eu pude ver a expressão facial e corporal de Marcie se enchendo de pavor e medo, ela abriu a porta do carro e saiu, mas antes mesmo de ela tentar correr eu a seguro com força pelo braço esquerdo.
- Onde você pensa que vai? – ela me olhou já com lagrimas saindo de seus olhos, e der repente ela faz cara de espanto e surpresa ao mesmo tempo.
- Você é... a, a Luce. – sua voz sai entrecortada, cheia de certeza, mas não confirmei sua teoria.
Dei um breve sorriso e peguei minha adaga e deixei a vista para que Marcie pudesse ver.
- O que você vai fazer comigo, sua loca? – ela entrou em desespero ao ver a adaga, olho pra ela e depois pra adaga.
- O que você acha? – a pergunto, achando tudo isso muito divertido.
- Não me diga, que... não faça isso. – ela chorou mais ainda e isso só aumentava minha alegria e desejo de mata-la mais ainda.
Sem mais delongas, e papinhos, a jogo no chão com brutalidade e ela se contorce de dor, mirei a adaga em seu coração e joguei com força acertando em cheio o coração de Marcie, ela dar um último suspiro e morre em seguida.
- Trabalho comprido. – pego a adaga e dou um sorriso satisfeito e saio deixando a garota ali jogada no chão morta e ensanguentada.
- Foi um sucesso. – falei assim que adentrei no carro novamente, Luna se encontrava ainda em pânico e agora olhava pra a janela.
- Você é louca Luce, completamente louca. – Luna fala sem direcionar seu olhar a mim.
- Não tenho culpa se eu gosto de matar pessoas insignificantes e sem nenhuma importância, meu bem. – meu tom de voz sai bem animador, e piso no acelerador saindo daquele lugar onde amanhã estará cheio de policias, que graça a minha inteligência não vão consegui achar nenhuma pista que me leve a ser a culpada pela morte de Marcie Lerman.
Luna assentiu, e colocou suas mãos em seu rosto fazendo gesto com a cabeça de negação, eu sabia que a qualquer momento ela iria explodir e me mandar sermão.
- Nem comece a vim me dar sermão, você e eu sabemos que não adianta em nada. – falei autoritária o suficiente para ela não protestar.
Ela olhou para a adaga que estava em minhas pernas ainda ensanguentadas.
- Você não quer saber os detalhes da morte de Marcie? – a olhei divertidamente ao me lembrar de como foi divertido matar aquela loira falsa ela não vai fazer falta.
- Não, obrigada. – ela parou de olhar para a adaga e olhou para a estrada tentando não chorar e se manter forte, Luna e nem eu gostava de Marcie, mas Luna nunca desejou a morte dela ao contraio de mim, sempre matei pessoas e sempre vou matar, Marcie já estava na lista de pessoas a que devia mata, há muito tempo.
- Até amanhã Luna. – me despedi assim que paro o carro em frente sua casa.
- Até. – ela me dar um meio sorriso e sair do carro correndo se trancando na casa.
Diverti-me com a cena, voltei a pisar no acelerador novamente me dirigindo para minha residência ao lado do cemitério de Fox.
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