The Killer

36 XXXV - Informações


Notas iniciais
ME PERDOEM!?
Por favor... Eu sei que prometi capitulo para ontem e eu ia postar ontem, entretanto tive um contra-tempo: tive que ir fazer uma entrevista de emprego e demorou, ai depois fui entregar curriculuns por aqui, ai minha mae me arrastou para o centro e depois para o mercado...
Gente, passei 18 horas fora de casa! Cheguei suuuuuper cansada, só o pó da rabiola... Dormi e acordei hoje! ;S Sorry!
Mas, cá estou eu me redimindo, e postando o capitulo hoje!
Boa leitura! :)

XXXV — Informações


Narração Especial


Heidi dormia tranquilamente, com uma das mãos pousadas de leve sobre a saliência em sua barriga. Ela estava começando a crescer! Um ruído no andar de baixo a despertou. Ela se espreguiçou e sentou-se na cama, ouvindo. O som se repetiu, fazendo-a franzir a testa. Edward nunca chegaria fazendo barulho dessa maneira! Jogou as cobertas para o lado e levantou-se da cama, sem fazer barulho algum. Abriu a porta e pé ante pé, caminhou ate o topo da escada querendo espiar.

Primeiramente, não viu nada ha não ser os degraus de mármore. Abaixou-se para não chamar a atenção do que quer que fosse! O coração de Heidi estava calmo como águas paradas. Sobressaltou-se quando houve um novo ruído no andar debaixo. Esperou, afinal, ela sabia que se esperasse seria recompensada. Mas teve a sensação de que o pobre coração parou quando viu Jacob aparecer em seu campo de visão. O suspiro que saira de seus lábios fora alto demais e chamou a atenção dele.

-Heidi? — perguntou nada amistoso. — Vem cá, querida, quero conversar com você! — a pistola brilhou ameaçadoramente. — Heidi! — gritou correndo em sua direção.

Tropeçando, escorregando e cambaleante, ela correu em direção da primeira porta que apareceu em sua frente. Entrou em disparada e trancou-se no ambiente, que quando olhou ao redor, reparou que era o quarto de Edward. A respiração de Heidi era tão veloz quanto seu coração agora. Jacob Black esmurrou a porta, querendo arrombá-la.

-Abre essa porra, Heidi! — gritou furioso. — Tenho que falar com você!

Desesperada, ela se viu sem saída! Ate que ao seu lado esquerdo, viu as portas de metal brilhante do elevador de pequeno porte. Apertou o botão de chamá-lo depressa, que imediatamente abriu as portas. Heidi entrou e apertou o botão do térreo. As portas se fechavam quando ele finalmente conseguiu arrombar a porta.

-Vai! Vai! Vai! Vai! — entoou apressada. Ela bem que conhecia a crueldade de Jacob. Ele não se contentaria em apenas matá-la, mas também arrancaria o feto de si como se fosse uma cachorra.

Foram segundos agonizantes ate chegar à garagem escura. Assim que pode, correu outra vez não se esquecendo de pegar um molho de chaves no caminho. Não tinha alarme e soube reconhecer o logo da Honda. E o único veiculo com a mesma marca era uma moto! Heidi não hesitou em pular em cima do veiculo motorizado e ligá-lo, para arrancar a toda velocidade! As suas costas, Jacob saiu do elevador. Tentou segui-la, mas não agüentou!

-Volte aqui, sua piranha! — gritou diminuindo a velocidade atrás dela. -Vadia!

Heidi saiu na chuva grossa, cantando pneus. Só tinha um lugar para ir... Uma pessoa para avisar! Sentiu um frio na barriga enquanto o cabelo molhado chicoteava-lhe o rosto. Não sentia medo por si, mas sim por seu filho... Tinha que defendê-lo sob qualquer circunstancia! Acelerou ainda mais, querendo chegar mais rápido ao hospital. Mesmo que Jacob fosse o pai, ele não tinha o direito de tentar matá-la por isso... Tinha? Tentou não pensar mais no assunto, seria um longo caminho!

Narração: Swan

Sabe quando você acorda, sem ter noção de quanto tempo ficou inconsciente, ou que horas são? Foi assim que eu acordei! Meu corpo doía, eu me sentia desidratada como um graveto seco e com a sensação de que dois dedos seguravam as bordas de meu corte evitando que se abrisse de vez. Aos poucos, fui abrindo os olhos. Gemi com a pouca claridade que me feriu as retinas. Levantei a mão em concha para bloquear a claridade. Alguém alisou minha mão livre.

-Bom dia, flor do dia. — um sorriso foi nascendo aos poucos em meu rosto. Virei o pescoço para o lado devagar e Edward me olhava sorrindo torto. -Melhor?

-Sinto-me horrível. — falei apos um suspiro. Ele apertou meus dedos.

-Tem sido difícil para você... — disse baixando os olhos. -Está tendo muita febre!

-Estou com sede. — reclamei rouca. Minha garganta parecia duas palhas de aço se atritando. Pigarreei tentando tirar aquela secura de lá.

-Vou pegar água para você. — e fez menção de se levantar. Segurei sua mão com força.

-Não! — meu grito não se passou de um resmungo sem nexo e força. Edward voltou a se sentar. -Não...

-Esta tudo bem, tudo bem... — ele me tranqüilizou. — Vou chamar a enfermeira e dizer que pode lhe trazer uma refeição... Não pode?

-Não sinto fome. — dei de ombros. Edward apertou a campainha.

-Dane-se! — e lá estava ele mandando de novo! — Se a comida chegar aqui, você vai comer sem discutir! Entendeu?

-Não me trate como uma criança. — reclamei emburrada.

-Não fique agindo como uma. — eu sei que ele não tinha a intenção de fazer as palavras soarem tão agressivas. Mas eu nem ligava mais para isso! — Qual foi o seu sonho com o Demônio, Bella?

-Eu não me lembro. — disparei mal o deixando fechar a boca. Ele crispou os olhos.

-Não se lembra?

-Não. — neguei. — É só um borrão assustador... Só isso!

-Você parecia se lembrar noite passada. — recordou-se analisando minha expressão.

-Deve ter sido porque eu sonhei ontem à noite... A propósito, que horas você chegou? — perguntei.

-O que? — assustou-se.

-O que foi? — eu quis saber.

-Você chorou quando me viu... — contou descrente. — Estava desesperada, amedrontada... Eu a acalmei!

-Não me lembro disso. — falei sincera.

-Deve ser a febre que bloqueou a memória. — deu de ombros e a enfermeira entrou delicadamente. -Ela acabou de acordar e esta com sede... Teria como trazer algo para ela comer, por favor? — Edward sempre usando sua cadencia.

-Claro. — confirmou baixinho. — Eu já volto com algo para ela. — e saiu de novo, fechando a porta.

-Eu ando tendo febre? — perguntei curiosa. Edward se ajeitou na poltrona.

-Parece que esse seu corte esta dando mais trabalho do que deveria. — seu tom leve não ocultou a preocupação por detrás das palavras despojadas. Alguém bateu na porta. Espantamos-nos. — Que enfermeira rápida!

-Concordo. — falei. — Ajude-a!

Edward se levantou para abrir a porta. E quando a abriu, não era a enfermeira com uma bandeja nas mãos... Era a assassina da Heidi, pálida feito papel e molhada como um gato escaldado. Tentei me sentar, mas meu ferimento doeu e eu arfei voltando a ficar quietinha em cima de tantos travesseiros. Edward a ajudou entrar no quarto, foi ate o pequeno armário e pegou uma manta felpuda, embrulhando os ombros da dita cuja em seguida. Eu só observei atentamente. Ele a sentou na poltrona onde ocupara.

-Heidi, por que...? — tentou perguntar, mas ela tremia demais para responder algo sem gaguejar. — Está tudo bem agora, fica cal...

-Invadiram sua casa, Edward. — ela o interrompeu no meio da frase. Ele se levantou e ajeitou a postura, com a expressão indecifrável. Eu vi o mesmo controlar a fúria. Eu vi! Mas foi só um relampejo e logo sumiu e tudo o que sobrou de sua expressão foi um grande nada.

-Quem? — perguntou calmo demais.

-Jacob. — Heidi abaixou a cabeça. Edward fechou a mão em punho e socou o ar furiosamente.

-Puto! — rosnou raivoso. — Vou mostrar a ele que não se invade a casa de quem ele não conhece.

-Edward? — chamei-o. Ele não me deu ouvidos. — Edward!

-Não a deixe sozinha. — ele disse a Heidi e saiu do quarto.

-Edward! — gritei por ele. -Inferno, como esse homem quer que eu melhore, sendo que não me ajuda!? — murmurei comigo mesma. Com grunhidos e caretas, me ergui da cama. Arranquei todos os fios ligados a mim e agarrei o suporte que segurava o soro, fazendo-o de apoio. Minhas pernas eram fracas, mas não demonstrei fraqueza. O mais rápido que eu pude, andei ate a porta e a abri, saindo em um corredor. Ele já estava chegando ao fim dele. — Edward! — chamei alto o bastante para ele ouvir.

Não era um dos melhores humores dele, mas na violência que ele veio para cima de mim, pensei que ia me esbofetear! Edward marchou com passos largos em minha direção e quando chegou perto de mim, segurou-me bruscamente pelo braço. Ele quase tirou meus pés do chão.

-Me diz... — soltou friamente entre dentes. — Que porra você esta fazendo fora do quarto?

-Não me vire às costas de novo quando eu estiver falando com você. — proferi no mesmo tom cortante. -Agora, solta meu braço! Está me machucando!

-Que porra você esta fazendo fora da cama? — voltou a repetir. Eu sustentei o olhar gélido dele. -Eu lhe perguntei algo Isabella, me responda!

-Solta a porra do meu braço, que eu ti respondo. — respondi rude. Edward foi me soltando aos poucos, bufando de raiva. Minha garganta se fechou de repente e eu entendi que quando ele ficava nervoso, o Assassino predominava e nem eu podia acalmá-lo! O Edward que me fora apresentado e que passava lindos momentos comigo não eram compatíveis. Obriguei a saliva descer ruidosamente e puxei meu braço de seu domínio. O gesto brusco fez meu ferimento doer, mas eu ignorei. -Não vá! — sussurei.

-É por isso que esta fora da cama? Foi só pra dizer isso? — a frieza dele me machucava, mas eu não podia fraquejar agora! Pestanejei e desviei os olhos.

-Ele vai estar ti esperando. — murmurei fraca. — Você não sabe onde ele está... E provavelmente você vai... — umedeci os lábios. — Ate onde ele mora! Ele conhece o local melhor que você... Você vai se machucar!

-Não confia o suficiente em mim? — deu meio passo a frente, fazendo-me recuar. Seus olhos ainda estavam cheios de violência! Edward queria sangue...

-Esse é o problema... Eu confio demais em você! — suspirei tomando coragem e fazendo minha mão atravessar o ar entre nós, só para encontrar a sua. — Por isso lhe peço... Não vá, Edward, não vá!

Ele apenas me encarou. E eu senti que estava obtendo um resultado positivo com meu pedido. Eu estava sensível e com medo... Por nós e não somente por mim! Encarei seus olhos verdes profundos e quis entrar na mente dele... Só para fazê-lo mudar de idéia e passar a noite comigo! Era só isso que eu queria! Edward envolveu meu rosto com uma mão e beijou minha testa demoradamente.

-Volte pra cama, Bella. — sussurou rente ao meu rosto. — Você tem que descansar!

Agarrei-me a ele.

-Fique. — implorei com lagrimas nos olhos. — Por favor...? Por favor!

-Enfermeira! — ele a chamou em alto e bom som. Meus dedos se transformaram em garras, segurando-o pela camisa. Uma enfermeira e dois enfermeiros vieram em nossa direção. — Descanse Bella, vá!

-Por favor, Edward... Por favor! — implorei chorosa. Eu tinha a sensação de que iria perdê-lo! E isso não podia acontecer! -Fique, por favor!

-Descanse Bella. — repetiu afastando minhas mãos com gentileza. Elas se estenderam em minha frente, querendo-o em meu domínio novamente. Os enfermeiros me puxaram para dentro do quarto.

-Ai! — resmunguei ao sentir ser espetada por uma agulha. Minha atenção se voltou para meu braço enquanto eu via o enfermeiro injetar o calmante em mim. Instantaneamente, minhas pernas ficaram moles e meu raciocínio ficou devagar. Virei à cabeça, procurando por Edward. Ele não estava mais lá... Quando fechei os olhos, uma lagrima solitária rolou pela minha face. E não me lembro mais de nada!

Narração: Cullen

Confesso que não tive coragem de sair do hospital. Sentei-me na sala de espera e encostei a cabeça na parede. O cheiro do ambiente esterilizado era sufocante, mas me deixava pensar mais do que se eu estivesse sentindo o perfume de Bella. Eu estava ficando preocupado com a saúde dela... E o modo como implorou para que eu ficasse... Respirei fundo. Que ela não descubra que aquele por favor tem poder!

Continuei ali por um tempo, só observando os médicos passarem apressados em minha frente, ou tal enfermeira andar em câmera lenta empurrando a cadeira de rodas de algum paciente ou somente o corredor vazio. Ate quando eu iria agüentar essa rotina? Ha quantos malditos dias eu não simplesmente colocava a cabeça no travesseiro e dormia? Eu estava ficando esgotado... Ate Edward Cullen, o assassino que ama, tinha que descansar!

Logo, Heidi apareceu enrolada na manta colorida. Ainda estava pálida demais, ou talvez fosse só seu cabelo molhado que estava dando a impressão. Ela evitou dar um sorriso vitorioso e se sentou ao meu lado. Eu não a olhei de primeira, na verdade, eu fingi ignorá-la!

-Se eu me lembro bem... Pedi para não deixá-la sozinha! — murmurei olhando o fim do corredor, na direção oposta de Heidi.

-Fique tranqüilo, ela esta dormindo mais profundamente que uma pedra! — disse apos um suspiro. -Vocês são muito parecidos sabia?

-Porque diz isso? — perguntei. Ela ficou em silencio e eu resolvi olhar sua expressão.

-Vocês dois são teimosos! — ela disse sorrindo. Eu neguei.

-Eu não sou teimoso. — contestei.

-Não foi uma pergunta, ok? Eu afirmei que você é e ponto! — Heidi sabia ser chata! — O amor... — esperou eu contrariá-la de novo. Eu não disse nada! — É bonito!

-Aonde quer chegar, Heidi? — perguntei curioso. Ela suspirou olhando as mãos.

-Em lugar nenhum, mas é que... — não parava de mexer as mãos. — Eu nunca tive metade do amor que um sente pelo outro, entende? — ergui as sobrancelhas e ela pareceu sentir isso, sem me olhar. — Não é inveja! — se defendeu. -É bonito, eu aprecio isso! Mas eu penso que...

-O amor chega para todos? — arrisquei. Ela riu levantando a cabeça.

-Nem todos. — discordou.

-Eu não acho. — resmunguei contrariado.

-Nem todos tem a mesma sorte que você, Edward. — ela tocou minha mão. -Não é porque eu estou grávida, que significa que provei do mesmo amor que você... Talvez o amor só tenha existido do meu lado, eu não sei...

-Amor você não esquece!

-Então, eu não provei o amor. — seu sorriso foi triste. — Jacob não invadiu sua casa para tentar algo contra você ou Isabella. — crispei os olhos ao vê-la engolir seco. Estávamos entrando em um assunto delicado.

-E porque foi? — perguntei hesitante.

-Foi por minha causa. — respondeu mordendo os lábios. — Está sendo mais lucrativo assassinos se unirem em duplas ou trios... Compensa mais, sabe? — deu de ombros. — Você é um dos únicos que ainda trabalha sozinho... — e me fitou. — Ou não tão sozinho! — franzi a testa. — Isabella ti ajuda, oras! — sorri assentindo.

-E porque eu estava lhe ajudando, ele se revoltou? — "Que patético!" pensei descrente.

-Não Edward. — negou seria. — Jacob foi atrás de mim porque ele é o pai do meu filho.

Senti como se um raio houvesse atravessado meu corpo de ponta a ponta, paralisando todo meu sistema nervoso e movimentos físicos. Fitei o rosto impassível de Heidi e procurei ares de uma brincadeira de mau gosto. Não achei nenhum traço de diversão! Senti-me obrigado a desviar o rosto, nauseado de repente. Jacob e Heidi!? Era a mesma coisa que eu ouvir que uma arara se apaixonou por um antílope! Não dava para acreditar, era impossível! E então eu a fitei de novo... E vi que não era tão difícil assim!

-É serio? — perguntei hesitante. Ela assentiu.

-Tão serio quanto você e Isabella. — suspirou desanimada.

-Como? — não segurei minha língua. — Desculpe, mas vocês são diferentes demais!

-Era um lance puramente físico, Edward. — deu de ombros. — E os opostos se atraem! — Heidi abaixou a cabeça. — Essa gravidez é um acidente!

-E ele foi atrás de você...?

-Ele não quer dar continuidade na herança sanguínea dele. — sussurou e em seguida, alisou a barriga com uma pequena protuberância. — Mas eu quero criá-lo!

-Então está mais do que na hora de você ir embora daqui. — eu disse com um quê de tristeza na voz. E Heidi notou isso! — Qual é, Heidi, você foi a primeira alma que eu ajudei... É normal que eu sinta... — pigarreei. — Saudade!

-Isso é muito tocante, Edward. — murmurou. — Ainda mais vindo de você!

Um silencio constrangedor se instalou entre nós. Heidi apoiou a cabeça em meu ombro e suspirou cansada. Alisei seus cabelos com carinho. Ela se afastou aos poucos, constrangida.

-A sorte é que sua irmã não estava lá. — desconversou desviando o rosto. Eu a vi limpar os olhos rapidamente, de modo disfarçado. Fingi que não vi nada.

-Que bom que eu a incentivei ir à casa de Jasper. — falei desgostoso. -Você parece cansada!

-Eu não dormi nada... — admitiu.

-Então, vai para um hotel. — incentivei-a. — Escolha um bom hotel que tenha segurança... E me ligue avisando onde você está! Depois eu passo lá para ti levar ao aeroporto!

-É melhor eu ir então... — e se levantou, me entregando a manta colorida. Levantei-me também e entreguei-lhe minha blusa.

-Contra o frio, já que esta de pijama. — ela se olhou envergonhada.

-Ainda não tinha percebido que tinha saído assim!

-Mas agora é tarde para sentir vergonha! — eu falei enquanto ela vestia minha blusa de frio. -Vá, pegue um taxi!

-Sobre esse detalhe... — Heidi fez uma careta. — Eu vim com uma moto sua!

-Oh... — exclamei surpreso. — Eu não tenho moto! Nunca tive!

-E de quem é a Honda que eu vim pra cá, hein? — pôs as mãos na cintura. Dei de ombros.

-Alice é tão fã de carros quanto eu. — sorri torto. — Eu a ensinei... Nunca compramos uma moto nem por hobby!

-Então de quem era...?

-Se não era minha, nem de Alice e muito menos sua... — insinuei. Heidi ficou branca.

-Jacob. — sussurou.

-Jacob. — concordei. Dei um passo à frente e abracei-a com delicadeza.

-Eu não vou quebrar se você me apertar um pouco mais. — ela disse maliciosa. Afastei-me revirando os olhos.

-Você não muda, não é? — brinquei bagunçando-lhe os cabelos. Heidi se afastou agilmente.

-Tchau, Edward. — e saiu atravessando o corredor com passos calmos. Suspirei e voltei para o quarto onde Bella estava. Ela ainda dormia profunda e constantemente. Sentei-me na poltrona ao seu lado e peguei sua mão pequena. Afaguei sua face com leveza, passando para seus cabelos desgrenhados. Eu teria me ferrado se tivesse ido atrás de Jacob.

Bella tinha razão!

-Eu vi suas lagrimas. — sussurei. — E eu não queria que você tivesse razão, mas você tinha. — sorri alisando a cútis dela. — E só posso dizer que você está na profissão certa! — suspirei e beijei sua mão, mantendo-a entre as minhas. — Melhora logo, Bella... Te ver assim me machuca tanto!

Ela suspirou virando a cabeça para o meu lado. Vi a sugestão de um sorriso brincar em seus lábios. Ate inconsciente ela podia me ouvir! Deitei minha cabeça em sua coxa e respirei fundo. Fechei os olhos. Eu senti seu toque suave em minha mão, apertando milimetricamente em meus dedos. Sorri ainda de olhos fechados.

-Eu também amo você, Bella. — sussurei sonolento.

Notas finais
E o coro: Awwwwwwwwwwwwwwnnnn
HAHAHAHAHAHA
Eu me enganei, pensei que era nesse que eles faziam sacanagem no hospital... Mas é no proximo! HAHAHAHAHA
Tá, agora já podem por o queixo no lugar... Jacob e Heidi... Quando vou parar de surpreender voces! HAHAHAHA
Gente... Estou direcionando tudo para o final, surpresa é o que nao vai faltar! HAHAHA
Respondendo:
P: "Se vocês pudessem ser a protagonista de algum livro, qual seria? (não vale Twi hein gente! rs)"
R: Eu seria a Tia, de Três Destinos-Nora Roberts. Ela é uma mulher completamente sem graça e CDF, muito centrada... E é fisgada pela sedutor (sensual, gostoso, tesão, tudo de bom, etc, etc, etc) Malachi! HAHAHAHA Deus, eu queria ser a Tia... KKKKKKKKKKKKK Ou entao, a Melanie, de A hospedeira! Ian ou Jared... Eu nao ligava muito, mas eu queria um dos dois! HAHAHA
Ate a proxima sexta
Bj ;*