The Killer

10 IX – Fato sempre é fato


Notas iniciais
Gente, fiquei chocada em como voces condenaram Alice!
HAHAHAHAHAHAHAHHA Isso porque eu só comentei... nem quero imaginar qual será a reação de voces quando lerem esse capitulo!
Olha... eu percebi que os reviews decairam... Eu sei que voces estao sedentas por um Beward, mas... Pensem bem, nósa esperamos ate o filme Crepusculo ter 1h e meia, quase duas horas, para acontecer o beijo. E ate o capitulo 12 do livro (se nao me engano) para acontecer aquele encostar de labios!
Meus amores... aqui eu confirmo que tanta espera terá seu lucro! Eu juro! A Jullyxp leu e disse que tá otimo! Entao... é só questao de esperar! Tudo bem!? Nao me deem esse gelo... por favor!

Boa leitura!

IX – Fato sempre é fato

Narração: Swan

Dois dias depois

-Você devia ficar em casa! – Seth reclamou comigo pela enésima vez. Saímos do elevador. Eu não estava muito satisfeita de ter ficado no hospital por um dia e meio e ainda ser arrastada para a mansão de Charlie. Eu não ia ficar lá correndo o risco de ser asfixiada.

-Seth, eu me sinto mais a vontade aqui... – respondi exalando um suspiro. Também não estava satisfeita por ele servir de guardar costas, mesmo sendo o Seth! Era irritante, era como se eu fosse cair dura a qualquer momento.

-Seria melhor, se você dormisse pelo menos mais uma noite lá! – insistiu ele. Suspirei de novo.

-Você sabe que essa conversa toda não vai me mudar, não é?! – falei sorrindo, desviando um pouco o assunto. Seth revirou os olhos.

É, eu sei... – e sorriu pra mim. – Não sei por que ainda insisto!

-Você sempre insiste! – brinquei esbarrando meu ombro no seu. Na verdade, meu ombro tocou o seu braço, afinal, Seth era simplesmente enorme. Faltavam poucos passos para chegarmos a meu apartamento, quando identifiquei uma silueta. Suei frio.

-ISABELLA! – reconheci de imediato a voz de Kim. Ela marchou pra cima de mim, paralisando-me. – Onde você estava durante esses três dias!? Tem noção de quantas rugas eu adquiri com isso!?

-Kim... – resmunguei. Seth permaneceu em silencio.

-Olha, eu fiquei louca de preocupação, pensando que talvez você tivesse sofrido alguma coisa dentro do seu apartamento trancado! – Kim estava realmente histérica. Fiz uma careta. – Por Deus, nunca mais suma sem me dar noticias!

-Kim... – tentei falar de novo.

-Mas aposto que teve bons... – e fitou Seth ao meu lado, com um olhar libidinoso. – Motivos para sumir! – e dessa vez sorriu diretamente para Seth. Juro que não gostei, mas não deixei transparecer, afinal, ele era somente meu irmão! E depois, me fitou como se dissesse “não vai me apresentar!?”

-Seth, esta é Kim! – a mostrei com um aceno de mão. – Uma grande amiga! – sorri pra ela. – Kim, este é Seth! – e apontei a mão para ele. – Meu irmão postiço!

-Prazer! – Seth disse ao estender a mão.

-O prazer é todo meu... – Kim disse de modo malicioso, sorriu de modo sensual e apertou a mão de Seth. Eu sentia que estava sobrando, já que ele retribuiu o sorriso. Revirei os olhos.

-Se importam em fazer essa troca de olhares lá dentro!? Tipo, eu ainda estou debilitada! – reclamei cruzando os braços. Os dois riram de mim. Claro, eu estava bancando a irmã mais nova ciumenta! E era o que eu estava tentando não ser...

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Narração: Cullen

Suspirei, lamentando a melhora da mentirosa. Tiraram ela sorrateiramente do hospital, nenhum fotografo ou repórter a viu saindo de lá. Infelizmente, ela sobreviveu ao ataque de alergia, o que particularmente, devia tê-la matado. Serio, eu não precisaria estar quebrando minha cabeça em bolar um plano para matá-la, o meu maldito trabalho e os problemas de casa!

Eu sou um ser humano (com pouco sentimentalismo, mas ainda humano) e homem. Se a mulher consegue se concentrar em oito coisas ao mesmo tempo, o problema é dela, mas eu não consigo! E eu tinha que dar prioridade para uma coisa. Mas não sabia qual, afinal, todas pediam atenção máxima e imediata!

-Senhor!? – Gianna colocou metade do corpo para dentro da minha sala. Levantei os olhos para fita-la.

-Sim? – perguntei opaco.

-Senhorita Alice quer falar com o senhor.

-Alice!? – perguntei chocado.

-Sim. – e completou. – Vai atendê-la!?

-É uma ligação!? – rebati. Gianna assentiu. – Claro, passe, por favor!

Gianna saiu, fechando a porta de modo silencioso. Poucos segundos depois, o telefone tocou e relutante, eu o tirei do gancho, levando a orelha.

-Eddie!?

-Sim, Allie? – já que ela usou meu apelido, porque não usar o dela!?

-Você esta muito ocupado!? – perguntou com uma animação falsa. Como se quisesse me enganar...

-Ahn... – olhei a pilha de pastas a minha frente. Fiz uma careta. – Porque a pergunta?

-Gostaria de saber se não pode almoçar comigo... Mas se estiver ocupado demais, vou entender! – apressou-se em acrescentar.

“Almoçar!?” pensei surpreso.

-Almoçar? – perguntei não omitindo meu tom surpreso.

-Oras Edward... É um almoço apenas. Não posso chamar meu irmão para almoçar!? – perguntou rindo. Crispei os olhos. “Não em circunstancias normais...” minha mente respondeu.

-Onde?

-Naquele restaurante Frances que eu adoro, pode ser!? – perguntou retoricamente. – Amo a comida de lá... E fica extremamente perto do seu trabalho.

-Claro Alice, nos vemos lá! – respondi.

-Que horas?

-Daqui 30 minutos. – falei suspirando.

-Tudo bem! – e riu de novo. Falsidade pura, pois eu conhecia muito bem a irmã que tenho! – Nos vemos daqui a 30 minutos... – e desligou.

Suspirei de novo. Era obvio que Alice queria me levar a um local publico... Provavelmente iria me dizer algo que me deixaria puto e sabia que no meio de outras pessoas, eu não faria nada com ela. A pergunta que me remoia era: sobre o que ela iria falar!?

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Ela havia chegado primeiro que eu e quando entrei no restaurante, pude vê-la sentada toda pomposa, bebendo água numa taça de cristal. Alice gostava de luxo, por isso sempre amou restaurantes franceses. A desculpa dela era a comida... Como se eu não a conhecesse!

Alice acenou sutilmente para mim.

Caminhei ate a pequena mesa forrada com a melhor toalha de linho bege. Sentei-me de frente para ela.

-Se importa em tirar essa expressão de desconfiança do rosto!? – perguntou olhando para todos os lados, menos para mim. Crispei os olhos.

-Alice... – a chamei. Ela me fitou com seus grandes olhos castanhos amendoados, com um leve tom de verde. – Sei que teve um motivo em especial para me chamar aqui. Qual é?

-Nossa... – fingiu espanto. – Eu estava esperando para abordar o assunto depois do almoço! Mais precisamente, na hora do cafezinho...

-Alice. – a repreendi.

Ela mordeu o lábio inferior, ponderando. Sabia muito bem que dependendo do que dissesse, um bando de pessoas não sufocaria minha ira. Ela estava ariscando: tudo ou nada. Continuei serio, do mesmo jeito que entrei. Mantive a expressão mais fria o possível... Sem sentimento algum.

-Edward... – começou. Ergui uma sobrancelha, dando um sinal de que estava ouvindo. – Antes de tudo, prometa-me que vai ouvir ate o final!

-Não prometo nada! – rebati.

-Claro que não promete... – resmungou com o olhar torturado. – Eu... Eu escondi uma coisa de você!

-Que coisa!? – pressionei.

-Mas foi por... Amor que eu fiz isso! – explicou olhando-me de modo intenso. Não me abalei.

-Que coisa, Alice!? – não sei se tinha mais algum jeito de isso acontecer, mas eu falei de modo frio. Mas frio que minha própria expressão!

Alice ficou em silencio por um tempo, visivelmente decidindo de ficava ali e me dizia agora que coisa era aquela, ou se saia correndo, obrigando-me a segui-la ate no inferno para saber de alguma coisa. Quando começou a mexer na grande bolsa, vi que escolheu a primeira opção.

Eu vi a pasta parda.

Inspirei o ar com força, procurando me acalmar.

-O que isso significa, Alice? – fechei as mãos em punho sobre a mesa e fiz a cara que ela tanto teme... A expressão de raiva!

-Eu não entreguei, por que... Por que... Porque eu queria protegê-lo! – sussurou, levantando a pasta no ar. O protegê-lo da frase não era pra mim, não mesmo!

-Me dê à pasta! – pedi estendendo a mão e ignorando sua explicação tola. Eu esperava isso de qualquer um, menos de Alice... Justo Alice! Por que!?

-Não faça essa cara de traído, Edward! – lamentou.

-E quer que eu faça o que!? – perguntei calmo demais. Ela se encolheu na cadeira.

-Me escute ate o final...

-Me dê à pasta! – pedi de novo.

-Mas Edward, você...

-Me dê à pasta, Alice! – pedi outra vez. Respirei fundo quando vi que sua mão apertou mais o objetivo que eu estava pedindo.

-Edward! – reclamou chorosa. – Me escute, por favor!

-ME DÁ A PORRA DA PASTA! – esbravejei, ignorando as cabeças que se viraram para nos ver. –Me dê à pasta, Alice. Agora!

-Não! – engoliu seco e seus olhos brilharam. – Não, você não quer me ouvir! Não irei dar nada enquanto não me ouvir!

Levantei-me abruptamente, pegando-a de guarda baixa e tomei a pasta de suas mãos. Sentei-me de novo. Eu vi o desespero na face dela, mas ignorei. “Porque, Alice? Por quê?” perguntava-me sem parar.

Abri a pasta. Meu queixo caiu.

-Quem é Jasper Withlock, Alice? – perguntei chocado. Ela apenas abaixou a cabeça, culpada.

Notas finais
É agora que eu saio correndo das sapatadas!?
Eu sei, eu sei... terminei o capitulo de forma tensa! E esse foi bem curtinho...
Eu trabalhei duas semanas no proximo capitulo que ja esta pronto! SE voces merecem, eu posto ele sexta feira... Mas pra isso voces tem que estourar a boca do balao! E sobre o que fala o proximo capitulo!? Resumindo: Julgamento de Alec Volturi e um pedaço do passado do nosso Assassino

Beijos
Ate Sexta (se merecerem), ou ate proxima terça!
=*