The Killer
3 II - Alvo fácil!
Notas iniciais
Espero que gostem! E voces tiveram sorte do nyah nao atrapalhar a postagem.. HAHAHAHAH
Boa leitura!
II — Alvo fácil!
Narração: Cullen
Rolei na cama, ainda muito sonolento.
-Vai ficar na cama o dia inteiro? — Alice perguntou-me.
-Não é da sua conta! — rebati com a voz rouca. Senti sua hesitação, mas não abri os olhos.
-Posso me levantar? — pediu num sussuro.
-Faça o que quiser, mas me deixe dormir! — disse pronto para dar um soco caso ela falasse mais alguma coisa. Minha cabeça latejava sem motivo algum. E isso me deixou com um baita mal humor. Nem parece que matei um ontem! Inferno, eu precisava de uma boa xícara de café amargo como o cão.
Sentei na beira da cama em apenas um movimento. Apenas eu estava no quarto. Alice sempre é assim, foge de mim na manhã seguinte, mas eu não me importo. Talvez Lizzy estivesse envenenando a cabeça dela com essas coisas piegas de sermos irmãos. Humpft, besteira!
Suspirei alisando a nuca e sai de vez da cama.
Depois de fazer a higiene matinal, caminhei ate a mesa de vidro. As duas pastas pardas estavam ali em cima, fechadas. Acabei abrindo a que estava por cima outra vez. Tyler Crowley. Soltei uma risada de escárnio. As pessoas estão baixando o nível cada dia mais... Fala serio, traficante e cafetão com apenas 21 anos? Os tempos mudaram...
Vesti apenas uma calça de moletom folgada e desci, pelas escadas, ate onde a mesa do café da manha ficava. Lá fora, pois o dia estava lindo, devo confessar. Nem todas as manhãs de sábado são assim! Cocei a cabeça ainda andando. Avistei as duas sentadas, tomando café como duas damas ricas. Ricas a minha custa!
Sentei-me a mesa.
-Bom dia. — Elizabeth cumprimentou-me, mas eu estava azedo demais para respondê-la. Optei pelo silencio.
Peguei o bule de café e enchi minha xícara. Dei um grande gole. A bebida desceu quente e amarga, não reprimi a careta. O silencio predominou por cinco maravilhosos minutos, mas como dizem: mulher tem que preencher o silencio com tagarelices!
-Pensei que ia dormir por mais tempo. — Allie comentou lendo o jornal, totalmente concentrada. Ela adorava fazer essas observações distraidamente.
-Desisti dessa idéia. — respondi carrancudo, bebericando novamente o café preto. Ô coisa amarga dos infernos!
-Bom trabalho! — e jogou o jornal para mim. O peguei com uma sobrancelha arqueada. A matéria pareceu inflar meu ego e tirar meu mau humor matinal.
"POLICIAL HONRADO, MORRE ASSASSINADO POR ASSALTANTE MISTERIOSO EM FESTA NA PROPRIA CASA"
-Assaltante? — ri descrente de tal blasfêmia vendo a foto do McCarty fardado. — Porque não revelam a merda toda que ele estava fazendo?
-Porque ele esta morto!- Alice rebateu com a cara mais dura e num tom impertinente. A olhei, boquiaberto. — E quando a pessoa morre Edward, eles esquecem o que ela fez de podre em vida!
Dei um forte tapa em seu rosto. Alice baixou a cabeça com a mão no local onde bati. Vi seu lábio tremer, mas nenhuma lagrima desceu de seus olhos. Assim era bom!
-Eu nunca ti dei autoridade o suficiente para falar assim comigo! — ralhei levantando-me da mesa. — Vocês vivem acabando com meus momentos de sossego!
Entrei em casa, vendo pelo reflexo do vidro, Elizabeth abraçá-la. Que morram longe de mim! Voltei para o meu quarto, onde resolvi deitar-me por mais um tempo.
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Eu não sabia que horas eram. Mas só sei que a vontade que tive foi jogar o celular na parede por tocar e interromper meu sono. Tateei no criado mudo ate achá-lo. Forçando os olhos, obriguei-me a ver quem era o infeliz que fez tamanha desgraça ao me atrapalhar. Era o Masen!
-Fala. — atendi.
-Boa tarde, Sr. Cullen. — Carlisle cumprimentou-me respeitavelmente.
-O que quer? — rebati coçando os olhos e afugentando o maldito sono.
-Você pediu para que eu falasse todos os resultados das minhas audiências. — explicou com a voz extasiada. — Ontem, eu ganhei mais uma audiência contra os Swans.
-Maravilhoso... — respondi, levantando-me, igualmente extasiado. — Saiba Carlisle, que só continuará sendo meu advogado enquanto ser o melhor!
-Eles são tão bons quanto eu, Sr. Cullen. — respondeu-me, modestamente.
-Não é da minha conta. O que me importa é que você tem que ganhar! -falei autoritário.
-Claro, senhor!
-Qual caso você ganhou? — perguntei.
-O caso de defensor dos Denali. — respondeu. — Não foi fácil, Charlie Swan é persistente e tem bons argumentos. Ouvi dizer que a filha dele é tão boa quanto ele!
-A filha dele? — perguntei pensativo.
-É, Isabella Swan. Não ouviu falar dela? — perguntou chocado. Sentei-me na cama.
-Nunca ouvi falar... — comentei.
-Ela já ti acusou! Claro que na época, ainda era apenas uma caloura.
-Ora veja... — ri. — Não me lembro dela.
-Tudo bem, Sr. Cullen, não se esqueça que daqui a duas semanas você tem uma nova audiência, sobre a acusação de assassinato contra Renée Dwyer. — Carlisle me lembrou.
-Porque insistem que eu a matei? — falei cinicamente. A vadia veio ate mim de boa vontade, eu não tenho culpa que pediram a morte dela no mesmo dia. Claro, eu não a matei aqui dentro de casa, não sou nem louco a esse ponto. Foi na quitinete fedorenta dela. Lembro-me do jeito que transava. Deus, foi a minha pior transa!
-Sr. Cullen...
-Não diga mais nada, não confio em telefone para discutir isso. — o cortei. Olhei o relógio digital na cabeceira da cama. 15h:00min PM. Ual, como eu dormi! — Carlisle, tenho trabalho a fazer, tenho que desligar.
-Certo, ate mais, Edward! — e desligou.
Levantei e resolvi sair do meu andar. Desci as escadas com o passo leve. Eu não estava armado dessa vez, mas também não pense que eu sou um frangote. Se eu não tenho uma arma em punho, eu uso os próprios punhos. Respirei fundo, estava bem mais calmo. O mau humor da manhã passara e eu ficaria na presença daquelas duas mulheres que tanto me perturbam a vida.
-Alice, você sabe que isso é perigoso. — ouvi Lizzy cochichar. Parei os passos antes do sofá, eu estava tão silencioso que elas nem me perceberam ali, em pé, atrás do sofá.
-Eu tenho que dizer! — Allie confidenciou. Crispei os olhos. Do que elas falavam?
-É loucura! Ele vai acabar te...
-Eu agüento as conseqüências! — minha irmã sibilou com os olhos queimando em fúria.
-Edward vai lhe enfiar uma bala na cabeça! — Elizabeth disse. Eu não disse que era ela que estava envenenando Alice? E porque diabos eu enfiaria uma bala na cabeça da minha irmã?
-É disso que eu tenho medo. — Allie se encolheu. Resolvi interferir.
-Medo do que, Allie? — perguntei, entrando casualmente na sala. Sentei-me de frente para elas. Elizabeth tentou se levantar. — Fique quieta ai mesmo! — ordenei. Ela botou o rabo entre as pernas e se sentou como mandei.
Alice mordeu o lábio e eu vi o brilho das lagrimas em seus olhos. Minha irmã era tão orgulhosa quanto eu e eu sabia o quanto ela odiava chorar na frente de quem fosse!
-Nada, Edward. — desconversou abaixando a cabeça.
-Fale.
-Acho que posso estar grávida. — disse retorcendo suas pequenas mãozinhas. Continuei olhando-a sem sentimento algum.
-O QUE?! — nossa mãe gritou. — Alice, mas você disse...
-EU sei o que eu disse mãe! — a filha rebateu fria. — E não sei se percebeu, mas eu disse a palavra "acho", não é uma certeza!
-Alice? — chamei-a. Ela me olhou assombrada. — Não se preocupe! — falei, mas na verdade eu queria perguntar: "eu sou o pai?". Mas com quem mais ela transaria?
-Tudo bem. — resmungou.
Esparramei-me no sofá, ficando a vontade. Minha irmã fungou baixinho, mas logo se recuperou e ergueu a cabeça, totalmente restaurada. Lizzy ainda tinha a expressão anuviada e eu estava pouco me lixando para o que ela estava pensando ou achando. Eu só não a matava por causa de Alice. Mas a tentação de ter um a menos no meu caminho era quase excitante.
-Estou com fome! — reclamei alisando a barriga.
-Vou mandar fazer algo pra você. — Allie se levantou, tendo o melhor pretexto para se retirar. Assenti enquanto ela ia pra cozinha.
Fuzilei Lizzy com os olhos.
-Tá fazendo o que aqui? — perguntei. Ela se encolheu. — Já para o seu quarto, vadia! — e ela nem pestanejou. Saiu sem nem mesmo fazer barulho e eu agradeci.
Fiquei montando estratégias fáceis de abordar o Crowley. Se eu não estava enganado, ele vai de bar em bar pegar o arrego da semana. E eu sabia aonde ele ia hoje! Eu odeio freqüentar muquifos de quinta, eu não sou homem disso! Eu nem havia percebido que tinha fechados os olhos, ate sentir a pequena mão em minha testa. Abri os olhos no mesmo instante, fazendo Alice recuar.
-Pensei que estava dormindo. — se justificou. Balancei a cabeça, negando. Ela se sentou ao meu lado. -Elizabeth e eu comemos arroz, bife e batata frita. Como eu sei que você não gosta... — sorri. Odeio fast food! — Eu pedi para fazerem um risotto para você. Quer algum em especial?
-Não, qualquer risotto pra mim tá bom. — respondi. Allie assentiu e se levantou, indo para a cozinha de novo. Resolvi ligar a TV para ver o que se passava no mundo a fora. Ouvi dizer que estava tendo uma pequena guerra interna no Brasil. Seria interessante ver o que se passava lá! Matar ou morrer, essa é a delicia de viver perigosamente.
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A noite já havia caído e eu já estava no tal bar fulera.
Estava sentado no balcão tomando meu costumeiro uísque com gelo numa boa, quando o vi pelo canto do olho entrar todo afoito. Foi um rápido exame e conclui que esse não era um de seus melhores dias. Afinal, a roupa puída e suja estava quase andando sozinha; pupilas dilatadas (sinal que estava drogado) e passos vacilantes. Um trapo, resumindo!
Ele se sentou ao meu lado, mas mantive a atenção no meu copo. Não queria dar bandeira e muito menos chamar a atenção justo aqui, no subúrbio!
-Me dá o mesmo que ele tá bebendo! — exclamou apontando para mim. Continuei quieto. — Uley esta aqui, não é? — perguntou. Sorvi um pouco da bebida.
-Saiu, mas disse para você esperar que logo ele estará chegando. — o homem do bar serviu a bebida para ele. — Está agitado hoje, Tyler!
-Estou com uma sensação ruim! — disse bebendo todo o uísque num gole só. — Deixa a garrafa aqui em cima.
Encheu o copo de novo. Continuei quieto, mas disfarçadamente, tirei do paletó um comprimido. Era um calmante que se diluía em água. Ou qualquer coisa liquida! E eu só precisava dele balançado, para levá-lo ao banheiro e terminar o serviço. Simples, fácil e rápido e num piscar de olhos eu acabarei com o meliante metido a grandão!
-Tyler! — uma voz feminina o gritou, do outro lado do bar. Dei graças a Deus e pensei que alguém lá de cima estava cooperando comigo. Soltei um risinho debochado. "Alguém lá de cima..." pensei de novo. Alguém lá de cima não vê à hora de me ver queimar no fogo do inferno, isso sim! — Tyler, vem aqui! — a moça loira pediu de novo.
-Essa Renata tem um fogo, viu... — comentou com o barman. — Eu já volto Aro!
-Ok. — o seu interlocutor resmungou ao vê-lo se afastar. — Vai querer mais alguma coisa? — perguntou a mim. Estendi-lhe o copo.
-Agora eu quero um Martine. — falei. Aro assentiu e se afastou para fazer meu drinque. Não dormi no ponto e joguei o calmante dentro do copo de uísque da minha vitima. Foi um movimento tão rápido que ninguém percebeu. Mas eu também era discreto ao fazer coisas desse tipo, meu pai me ensinou da melhor maneira.
-Aqui esta. — e me deu a taça.
-Obrigado! — agradeci voltando a atenção para a bebida. Crowley voltou rindo e abraçado a uma mulher loira de porte atlético. Vestia pouca roupa e constatei ser prostituta. O excesso de maquiagem me dava nojo só de olhar! Mas eu acho que por baixo daquilo, ela era bonita.
-Sabe Rê... — Crowley começou bebendo seu uísque de uma vez só outra vez. Sorri para a minha taça. -Eu vou ti levar para... — e oscilou. Alice sempre me disse que eu devia ter seguido carreira como ator não como assassino profissional, mas... Eu gosto né, fazer o que? Botei uma expressão preocupada no rosto e o fitei. — Eu não estou bem!
-O que houve? — perguntei quase explodindo de orgulho de mim mesmo.
-Vou ligar para o 91...
-Não, talvez ele apenas tenha que colocar pra fora. — falei cortando Aro. 911 é o escambal! Não vai ser um empregado de meliante que vai acabar com meu serviço. — Eu ti ajudo ir ate o banheiro! — sugeri bancando o bom moço.
-Não... — oscilou de novo. — Precisa...
-Eu insisto. — falei pegando seu braço e passando por cima do meu ombro e sai arrastando ele. Porque era o que eu fazia, eu ia somente dar apoio, mas acabei carregando aquela cruz ate o banheiro. Assim que fechei a porta com um pouco de dificuldade, o joguei no chão. — Sabe, pelo visto, você não me conhece. — falei.
-E eu... Deveria?
Devo confessar, o cara estava mal. Deu-me pena...
-E como deveria! — confidenciei. O momento de pena passou num piscar de olhos. Saquei a arma e apontei para a cara assustadoramente branca dele. -Ti vejo no inferno, Crowley!
E atirei.
O tiro foi certeiro na testa e novamente danifiquei o coração e o pulmão. Guardei a arma e me olhei no espelho sujo que ali tinha. Ajeitei o paletó e a gravata. Olhei as horas no meu rolex. 00h:02min AM. Ainda dava tempo de eu ir numa boate aqui perto. Sai do banheiro, fechando a porta com extremo cuidado. Aro e Renata me esperavam ansiosos.
-Ele esta vomitando as tripas lá dentro... — falei tirando uma nota de 20 da carteira e passando para Aro. — Não entrem por agora... Esta um estrago!
-Porra Tyler, sempre estragando minha noite! — Renata saiu irritada e pulou no colo de outro condenado.
-Seu troco...
-Fica pra você! — e sai daquela espelunca.
Notas finais
HAHAHAHAHAHAHAH
Eu estava pensando: "Pô Fernanda, voce é uma anta!" Porque eu pensei nisso?! Porque eu esqueci de postar o link para voces conhecerem os personagens... Aqui esta: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=6793113142731936744&aid=1298395567
Eu ainda estou vendo detalhes... qualquer coisa, acompanhem as noticias pelo twitter: @LuNandap ouuuuuuuuuu... eu tomei vergonha na cara e agora tenho um face (: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002125583626
Dei o link, porque aparecem um monte de Fernanda Portela... plagiadoras do meu nome.. HAHAHAHAHAHAHAH
É isso ai! Beijo...
PS: A Bella aparece no proximo capitulo... (:
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