Notas iniciais
Curta e grossa: Boa leitura! N/a: Ola a todas. Sei que é estranho ver uma N/a minha já no inicio de um epilogo tão esperado, mas é necessário. Sim, eu poderia ter postado no fim do capitulo, como de costume, mas estou fugindo do padrão. Não é para todas, mas acho que é pra maioria, mas ainda assim... Vou ser franca! Teve reviews com o português bem claro e eu senti a revolta de algumas nas palavras que usaram. Não, não estou reclamando. Não, não estou magoada. Simplesmente senti a necessidade de explicar o porquê desse fim cruel. Eu não sei quantas de vocês escrevem, mas quem escreve sabe, que mais de dois meses escrevendo uma fanfic e os personagens são partes de você. Se vocês convivessem comigo bem mais do que nas postagens, veriam o quanto de Edward e Bella eu tenho. Eles são eu. E quando eu digo que acabar com um deles, não foi fácil, eu não estou brincando, apesar de fazer isso muito. Mas vocês devem estar se perguntando qual o sentido dessa vasta explicação, certo? Eu respondo! Quando eu pensei em escrever TK, eu queria algo diferente, violento, que tivesse sexo, briga, sangue e que principalmente, o fim não fosse algo batido que se chama clichê! Não, eu não queria que eles se casassem e tivessem filhos, como em todas as fics! Foi quando eu decidi que um deles tinha que morrer. E eu deixei isso claro, em algum capitulo... Decidir qual foi realmente uma dificuldade... Escrever então, nem se fala! Se não fosse um surto de inspiração, o capitulo não tinha saído. Então, eu entendo que vocês estejam putas da vida comigo, porque eu separei o casal cut-cut, mas eu nunca deixo a desejar. Se eu alertei para esperarem pelo epilogo de hoje, é porque eu tinha um motivo. E o motivo se revela agora. Boa leitura!


EPILOGO


Rolling in the deep — Linkin Park

Querido Edward,

Você sabe que por mais que eu tenho um vasto vocabulário, sou péssima com esse tipo de palavras! Perdoe-me se eu não for tão boa assim... Eu devo explicações, certo? É, eu acho que sim, afinal, eu nem ti dei um ultimo adeus. Nossa relação sempre foi conturbada, não é mesmo? Ora você querendo me matar... Ora eu querendo ti matar... Ora nos amando! Tudo tão complicado...

Tudo tão fadado a dar errado!

Depois dessa frase acima, é como se eu pudesse ouvi-lo dizendo "seu pessimismo me tira a fé!". Eu ate posso sorrir! As inúmeras brigas e discussões... Esse sempre foi nosso lado romântico de ser! As fugas e corridas inesperadas eram como um ato de amor. Mas... Por mais que você me chamasse de Mentirosa e que sim, eu merecia tal apelido por mentir nos Tribunais e para você, nesse ultimo instante, cada 'eu amo você' foi verdadeiro.

Cada toque, cada olhar, sorriso, tentativa de sedução... Tudo foi verdadeiro! Eu queria pôr aqui o que esta em meu coração, mas... Estou falhando miseravelmente! Perdoe-me, Edward, perdoe-me por ti privar de dizer adeus, de me dizer 'eu também amo você', de me abraçar e tentar tirar essa idéia da minha cabeça. Perdoe-me por ti fazer sofrer Edward! Meu coração sangra só de pensar em como você deve estar... Eu acabei com você, não foi!?

Gostaria de fazer três últimos pedidos. Gostaria que pensasse em realizá-los, se não for pedir demais!

Primeiro: Você sabe que eu sou egoísta demais para querer que faça algo para outra pessoa. Por isso eu digo: ama-me pelo resto de seus dias, pois eu morri ti amando! Sim, sou uma filha da puta por pedir isso, mas eu não suportaria saber que esta com outra mulher, amando-a, desejando-a... Sorrindo para ela! Não suportaria mesmo não estando ao seu lado.

Segundo: Ache o filho da puta desgraçado que me ajudou a puxar o gatilho. Porque eu sei que você sabe que eu não fiz aquilo sozinha. Sabe que a pressão me fez cometer um ato tão cruel... Ache e me vingue meu amor, me vingue... Mate o infeliz!

Terceiro: De maneira nenhuma, em circunstancia alguma tente algo contra a sua vida! Saiba que se tentar fazer algo, Edward Cullen, despertará minha ira! E não será agradável ter uma fantasma atormentando-lhe todas as noites, lembrando que falhou em meu ultimo pedido.

Prometa-me que realizará esse três últimos pedidos Edward, por favor! É só o que peço... Não sei se posso prometer algo, pois quando ler esta carta, já estarei morta, mas eu sempre, sempre e sempre vou ti amar! Com toda a braveza que lutei para permanecer viva, com toda a força que lutei para me proteger (e proteger você também!), com toda a coragem que lutei para enfrentar assassinos frios e calculistas, com toda a teimosia que lutei nos tribunais... Saiba que tudo foi por um grande e vasto amor enfurecido!

Ti amarei para sempre,
Sua Bella

O homem de cabelos acobreados já havia decorado tais palavras da sua amada morta. Cada dia parecia ser mais longo que o anterior e ele só procurava sobreviver uma hora de cada vez, odiando ser lembrado do amanha. A mulher atrás de si suspirou ao vê-lo se ajoelhar no tumulo da sua prometida.

–Aqui é tão silencioso. — a garotinha murmurou. A mulher estendeu a mão para a filha. -Porque, mamãe?

–É porque aqui precisa ser assim. — respondeu-lhe gentil. A garotinha puxara toda a aparência da mãe, mas algo em sua presença herdara do pai, o que Heidi mais odiava!

–O que o tio Eddie vai fazer? — perguntou dando um passo a frente. Heidi foi mais rápida e pegou a menina no colo.

–Vai pensar um pouquinho. — sussurou amável. — Vamos dar um espaço para ele?

A garotinha assentiu, olhando o homem que chamava de tio com curiosidade. Edward contornou o nome da falecida com o dedo indicador.

–Três anos é muito tempo. — murmurou sozinho. -São 1.095 dias sem você, Bella... Eu só me dou o trabalho de respirar aqui, porque não sei mais o que é viver! — abaixou a cabeça e ficou em silencio por quinze segundos, somente ouvindo a brisa. -Sinto sua falta. — riu sem humor. — Mas... Você já deve estar cansada de sempre ouvir minhas lamurias no dia do seu aniversario, não é mesmo!? Posso lhe ouvir reclamando ou revirando os olhos. — suspirou evitando trazer as lagrimas aos olhos. — Eu lhe trouxe flores! Eu sempre trago diferente... Você merece o esforço de encontrar a flor perfeita!

–Edward?

Ele olhou para Heidi por cima do ombro.

–Logo terá companhia. — disse. — Você sabe que ela recebe muitas visitas no dia do aniversario.

–É, eu sei. — sussurou levantando-se. -Ano que vem eu volto... Eu prometo! — ajeitou o ramalhete de flores acima da lapide. — Amo você, Bella... E vou morrer amando-a! Se não fosse tarde demais, eu pediria para voltar para mim... Adeus, adeus amor!

E ele se levantou do chão. A garotinha esperneou e a mãe a pôs no chão, que correu para os braços do homem. Edward se sentia menos vazio convivendo com Heidi, sua filha e o marido em Forks. Havia abandonado Nova Iorque ha algum tempo, junto com sua vida de assassino.

–Está com fome, Isa? — Heidi perguntou. Fora um golpe de mestre batizar a filha com o nome de Isabella Romanov. Isabella... Edward olhou por cima do ombro e pensou: "Eu lhe vinguei, amor!”

E se lembrava do dia, como se fosse há poucas horas atrás...

Narração: Cullen

Três anos atrás. Uma semana depois do funeral.

Eu havia entrado num estado intensivo de investigação. Para a minha surpresa, minha pequena lista de suspeitos estava equivocada e a cada nova pista, só apontava para uma pessoa em questão. Tive uma conversa seria com Benjamin e disse que estava saindo daquela vida de matar ou morrer, de topar tudo por dinheiro. Ele ficou furioso e gritou comigo. Simplesmente falei que agora, mas nenhum Cullen participaria daquilo, porque minha irmã havia desaparecido e eu não iria mais matar. O pior não era as ameaças que ele me fez, mas viver em minha mansão sozinho e tendo a visão de Bella andando com minha camisa branca pelos cômodos.

Isso era bem pior do que um atentado contra minha vida!

Funguei e virei o copo de uísque de uma vez, sentindo o álcool queimar-me a garganta. Olhei para a cama e vi seu corpo relaxado, como se estivesse dormindo tranquilamente ali. Heidi havia dito que era apenas questão de tempo para que eu pudesse ter paz. Como ter paz quando cada cômodo me lembra da intensidade do nosso amor!? Quando o cheiro dela está impregnado na toalha do banheiro, em minhas camisas, nos lençóis... E ate em minha própria pele! Como ela teve coragem de me obrigar a viver sem sua presença? Fechei os olhos com força e travei a mandíbula, prendendo a respiração por um tempo.

Soltei o ar lentamente e abri os olhos. A cama estava vazia, assim como o resto da casa. Da poltrona, fitei o armário. Levantei-me e separei uma roupa especial para a ocasião: gravata branca, camisa social negra, calças da mesma cor. Sapatos italianos pretos. Abri o compartimento em que minhas armas ficavam e peguei três cartuchos para minha pistola. Eu ia descarregar minha aflição na pessoa que fez a porra do pedido de morte. E daria graças a Deus se fosse preso! Coloquei a pistola no coldre e sai de casa. Estava me sentindo sufocado vivendo sozinho naquela mansão... Era demais ate mesmo para mim! Talvez eu desse para a vadia da minha mãe... Vaca! Ha quanto tempo ela anda sumida!? Provavelmente, vivendo à custa do Masen, é claro!

Entrei no Porsche e arranquei, seguindo com extrema facilidade para a Mansão Swan. Não seria muito difícil entrar sem ser notado! O tempo era relativo para mim agora. Eu piscava e pronto, estava em outro lugar fazendo alguma coisa totalmente diferente de quando fechei os olhos. Foi o mesmo agora! Pestanejei e ao prestar atenção estava chegando a meu destino. Estacionei o carro num lugar distante e sai, rosqueando o silenciador na arma. Só tinha uma pergunta rondando minha cabeça e era o maldito por que! Porque havia chegado a extremos!? Por quê? Por quê? Por que!?

Porque roubar minha vida de mim!?

Atravessei o pátio sob a luz fraca da lua minguante. Dei a volta na casa e tentei a porta dos fundos. Estava destrancada, para minha surpresa. A empurrei silenciosamente e a fechei com o mesmo cuidado. A casa estava escura e silenciosa. Com passos calculados, avancei para a sala. Pestanejei. Num flash de lembranças, me vi segurando a cabeça de Bella deitada no chão, com uma adaga na barriga. Respirei fundo e pisquei de novo... A imagem se dissipou como fumaça. Avancei um pouco mais e fui me aproximando da escada encurvada, quando ouvi um ruído. Vinha do escritório de Charlie. Saquei a arma e engatilhei, mantendo-me vigilante.

Do modo mais plácido, caminhei ate o corredor, só para chegar ate a porta dupla de madeira bem lustrada. Só quando cheguei bem perto, notei que a porta estava entreaberta. Não temendo mais porra nenhuma, empurrei a porta com lentidão. Havia um abajur no local, iluminando um pouco o ambiente. Um cigarro com um cheiro desgraçado queimava no cinzeiro. Alguém me esperava!

–Estava me perguntando quando diabos ia aparecer. — disse quebrando o silencio. Empinei a coluna.

–Então no fim das contas sabia que eu ia aparecer? — perguntei.

–Sim, eu sabia. — riu. — Benjamin foi gentil com você? Digo... Nos termos do acordo? — não respondi. — Ora, não seja tímido, Edward!

–Vá se ferrar! — falei grosso e sem paciência. A voz eu havia reconhecido, mas eu queria ver os olhos da pessoa... Eu queria ver de onde saia tanta crueldade, mas a poltrona estava virada opostamente a mim, não me dando visibilidade.

A poltrona se virou.

–Ora Edward, cadê a merda da paciência que você gastava com a putinha da Swan? Foi enterrada junto com o cadáver?

–Sim, para o seu azar aumentar ainda mais. — aproximei-me da mesa que estava entre nós. — Você é uma vadia fria!

–Não querido, eu sou uma vadia mal amada. — Leah disse inclinando-se sobre a mesa de mogno. -É diferente, okay?

–Grande diferença. — rosnei. Mantivemos um contato visual violento... Pelo menos de minha parte era! Leah se mantinha fria e impassível diante de mim. Era como se quisesse a morte... Num espanto, notei que só fui desafiado uma vez daquela forma. Leah queria ser Isabella. Mas era baixa demais para conseguir tal proeza! Minutos de um silencio insondável se arrastaram, ate a pergunta escapar de minha boca: — Por quê?

–Não entendi. — suspirou entediada. Vadia dos sete infernos!

–Porque pedir a morte dela sendo que não vivia aqui!? — ri sem humor e logo minha expressão se transformou numa careta. -Porque se sentia tão incomodada com ela!? Ela lhe ignorava... Era só fazer o mesmo!

–Você quer um motivo. — afirmou se ajeitando na poltrona. Colocou os pés em cima da mesa, mostrando as meias que iam ate metade da coxa e a cinta liga. Eu poderia dizer que Leah era bonita... Talvez em outra ocasião, mas no momento, eu só sentia repulsa e ódio. Eu queria vê-la se afogar no próprio sangue e me implorar para que a matasse mais rápido. Era vingança que eu desejava... E seria isso que eu teria! -Vou lhe dar um motivo, amor!

–Não me chame de amor... — falei rude o bastante para fazê-la suspirar de novo. Houve uns segundos de silencio.

–Eu nunca tive um pai. — fixou os olhos no nada. "Oh droga, lá vem o sentimentalismo..." — Quer dizer, eu tive, mas não me lembro muito dele... Mamãe diz que ele morreu de ataque cardíaco. Mas assim que cresci, ela disse que ele morreu durante um orgasmo com uma vadia qualquer, dentro de nossa própria casa. — soltou um grunhido enojado. — Mamãe viveu muito tempo sozinha, somente se dedicando a Seth e eu...

–E aquela vadia sabe fazer alguma coisa alem de ir ao shopping? — rebati frio.

–Aquela vadia é minha mãe, toma cuidado com as palavras. — tentou soar ameaçadora. Eu ri.

–E sou eu quem está armado. — Leah olhou a pistola em minha mão. — A propósito, tenho um problema com mães, então... Não espere que eu seja compreensivo e essas coisas fúteis!

–E então, ela conheceu Charlie. — ela sorriu, gostando da lembrança. — E Deus, ele era o pai que toda criança quer ter! Ele era carinhoso, atencioso, nos mimava... Amava nossa mãe, lhe dava flores! — soltou um riso tremulo. -O tipo de homem que não se acha em qualquer esquina!

“Claro, ele é o tipo de homem que fode a secretaria em cima da mesa!”

Revirei os olhos.

–E...?

–E que ele nos apresentou a pirralha de sua filha! — reprimiu a raiva que sentia. — Mesmo ela não querendo, ela atraia a atenção de todos... Como se tivesse um imã em seu corpo ou algo parecido! E ela nem gostava disso! Isso me deixava muito puta!

–Foi somente por isso que pediu a morte dela?

–Não. — negou inocentemente. — Eu pedi a morte dela por N motivos... Um deles foi no segundo grau, quando ela abriu as pernas pela primeira vez para o meu namorado, fazendo-me odiá-la! O segundo foi por sempre me jogar na cara indiretamente que eu não tinha pai, quando ela brigava com Charlie ou algo assim! O terceiro foi me fazer perder o amor que Seth sentia por mim e fazê-lo sangrar toda vez que se encontravam e ela dizia que eram irmãos! Isabella era uma merdinha entre eu e minha família... Problema revolvido!

–Onde achou tanto dinheiro? Foi dando? — perguntei cínico.

–Eu trabalho! — brandiu ofendida.

–E quem disse que dar não é um trabalho? Prostitutas existem! — eu estava tentando controlar minha vontade de meter uma bala na cabeça vazia dela!

–Era isso que Isabella era nas horas vagas? — Leah sabia que tocar no nome dela, me provocava muito. Mas eu era inteligente, bem antes de ser sentimental. E ela não ia brincar comigo!

–Eu não sei, nunca paguei por sexo com ela. — respondi tranqüilo, mas com o dedo coçando para apertar o gatilho.

–Também não vai precisar pagar comigo. — pestanejou tentando me seduzir. Eu ri cético!

–Desculpe. — controlei-me. — Mas eu só transo com mulheres com quem eu sinto um mínimo de tesão... E não, você não é uma delas! Resolva seu problema sozinha!

–Está me dispensando!? — tirou os pés na mesa e se levantou.

–Depende do ponto de vista... E de que lugar esta falando! — dei de ombros. -Você quer dizer no sentido de eu não querer transar com você, ou no sentido de ti mandar pro inferno aqui e agora?

Bufou, como se sentisse ofendida.

–Um tiro é o modo mais rápido que pode me matar, sabia? — sorriu inocentemente. Sorri de volta.

–E quem disse que você vai morrer rapidamente, vadia? — falei ameaçadoramente, vendo pela primeira vez, o medo em seus olhos. Eu senti prazer com isso! — Você vai sofrer Leah... Vai sofrer e vai implorar pela morte! Porque eu não serei bonzinho... Vai se arrepender de ter cruzado meu caminho!

–Eu grito. — disse estufando o peito.

–Grite. — desafiei-lhe. — E será uma dádiva eu ir preso... Pelo menos, gastarei meu tempo fazendo algo útil!

Aproximei-me dela e dei-lhe uma cabeçada, fazendo-a desmaiar. Seu corpo caiu pesadamente no chão. Não me dei o trabalho de pega-la no colo, segurei seu pulso e sai arrastando seu corpo pela casa e depois, para fora dela, ate o meu carro. Joguei seu corpo no porta malas. Entrei no carro e dirigi ate a área mais deserta de Nova Iorque, praticamente sai da cidade. Entrei num matagal medonho e avancei nele por alguns quilômetros e parei. Peguei o rolo de fita isolante cinza e sai do veiculo, batendo a porta com força. Abri o porta malas e Leah se debateu, querendo sair correndo. Dei-lhe um tapa no rosto e amarrei suas mãos na frente do corpo. Ela começou a gritar histericamente.

–Grite a vontade... Assim você perde a voz mais cedo! — falei gélido e a tirei do local bruscamente, derrubando-a no chão. Em seguida, a arrastei pelos cabelos ate ficarmos embaixo de uma arvore. Amarrei seus pés.

–O que vai fazer comigo!? — perguntou amedrontada. Eu adorei sentir seu medo!

–Ficou com medo de repente, Leah? — aproximei meu rosto do seu. — Você pediu por isso. — rosnei pausadamente. -Agüente as conseqüências da merda dos seus atos! Vaca!

Foi então que eu vi que ela realmente havia sacado que mexera com a pessoa errada... E que estava arrependida! Continuei encarando-a ferozmente, esperando dizer aquilo que eu percebia que estava no meio de sua garganta, arranhando como um gato raivoso para sair. Com a respiração pesada e levemente rápida, eu esperei o tempo que foi necessário!

–Se... — gaguejou. -Se eu pedir... Deus! — fechou os olhos com força e expirou fortemente. — Me desculpe! Me desculpe mesmo, eu... Eu sinto muito! Sinto muito, sinto muito... — choramingou. Toda a emoção que eu tinha, evaporou como fumaça.

–Se desculpar não vai trazer Isabella de volta. — falei levantando-me. A fitei de cima, de modo superficial. Fui ao carro e peguei a adaga que um dia perfurara Bella na barriga. Eu havia guardado-a para investigar quem fizera aquilo, mas acabou sendo esquecida debaixo do banco do meu carro. Voltei para perto de Leah e acocorei-me ao seu lado. Ri sem humor. — Você já sentiu muita dor!?

–Ahn? — me olhou confusa. — O que...? O que...? O que quer dizer?

–Nada. — dei de ombros. — Só queria saber se já sentiu muita dor! Só isso! Sim ou não?

–Não, eu nunca sofri de verdade... Eu só consigo... Odiar quem invade minha vida e bagunça tudo! Eu... Eu... — gaguejou e então, começou a chorar.

–Você vai ter motivos para gritar. — brinquei com a lamina da adaga, fazendo-a arregalar os olhos. -Você vai ter motivos para sentir dor. — a olhei, sorrindo com maldade. — Você vai ter motivos para implorar! — Leah abriu a boca para questionar-me, quando friamente, finquei a adaga no seu ombro esquerdo. Nenhum pedaço da lamina ficou do lado de fora de seu corpo.

–Filho da puta, desgraçado! — gritou se contorcendo. Seus gritos eram agoniados. E eu me deliciei com eles!

–Sente a dor irradiar para todos os lados e ser ainda mais intensa onde a adaga está? — perguntei baixinho. — É o que sinto, Leah! É como se tivesse uma adaga em meu coração, fazendo a dor intensa e se irradiar para as outras partes, não me deixando fôlego ou coragem, muito menos vontade de viver!

Fiquei em silencio, observando-a espernear. Alguns minutos se passaram e eu ainda absorvia o sofrimento dela em meu bel prazer, quando ela só fungou e calou a boca. A dor provavelmente diminuira, ou então, já não doía tanto. Maldito seja quando o corpo começa a reagir e fazer perder a graça! Por pura maldade, girei a lamina em seu ombro, fazendo-a berrar estridentemente enquanto eu respirava fundo e fechava os olhos. Dizem que a vingança só vale se você se sentir bem no final das contas... E eu podia dizer que, pra mim, estava sendo como um analgésico para curar ressaca. Era como se eu pudesse me sentir puro novamente. Como se eu pudesse resgatar um pedaço daquele Edward que eu era com Bella: bom, carinhoso, romântico e bobo. Era como se eu pudesse sentir suas mãos em meus cabelos, incentivando-me a torturar a vadia mal amada da Leah. Eu a sentia em meus poros.

Bella estava olhando por mim.

–Não! — Leah gritou roucamente. — Não, por favor, por favor... Pare! Pare com isso! Mate-me de uma vez...

–Eu disse, não disse!? — ri. Brutalmente, tirei a adaga de seu ombro esquerdo e enfiei por completo em sua coxa direita. Leah soltou outro grito agoniado. -Implore, Leah, implore! E quem sabe Deus não me faça ter compaixão por você!

–Por favor! Por favor! Por favor! — chorava e choramingava, com o rosto suado e molhado por lagrimas. -Por favor!

–Implore mais! — falei frio e tornei girar a lamina em sua coxa. Por um instante, os olhos dela perderam o foco. Levantei-me e desferi um chute em seu rim. — Nem pense em entrar em choque, filha da puta! — chutei de novo. — Acorda! — e outra vez. — Acorda!

–Mate-me de uma vez... — fungou olhando-me nos olhos. — Eu sinto muito! Eu apenas invejava a vida dela... Eu queria ser ela! Eu queria... Que Seth me amasse! Que minha mãe me dasse mais atenção do que dava a Isabella! Que Charlie me chamasse de filha... Que você me chamasse de amor!

–Doente. — pestanejei calmamente. — É isso o que você é. Você é doente, Leah!

–Mas... — fungou outra vez. — Eu posso ser curada, não posso!?

–É o que os médicos dizem com aquele papo de terapia e essas porcarias! — fitei encarando seu corpo ensangüentado. E quando eu pensava que o mundo não podia mais se perder, eis que uma invejosa começava uma reação em cadeia que transformara a vida de muitos... E a maioria dos envolvidos acabou pagando um preço muito alto! Seria egoísmo meu dizer que eu fui o que saiu mais prejudicado!? Saquei a pistola e engatilhei, não dando tempo de Leah reagir. O primeiro tiro foi na testa. Tive vontade de chorar! Era como se eu pudesse sentir Bella relaxando em meus braços, como se pudesse finalmente descansar em paz. Fechei os olhos e com isso, as lagrimas saíram. Apertei o cabo da arma entre os dedos com força exagerada enquanto chorava angustiadamente baixinho. Passei a mão no rosto e abri os olhos, recuperando o controle. Funguei e respirei fundo, ajeitando os cabelos. Sem emoção alguma, fitei o corpo sem vida de Leah Clearwater. Um filete de sangue escorria do pequeno buraco em sua testa em direção aos olhos abertamente vazios.

Num ataque repentino de ira, descarreguei toda a munição que havia comigo em seu corpo. No total, foram mais de 20 tiros disparados. Mais de 20 tiros que limpou minha alma e encerrou minha vida de Assassino frio e calculista. Com Bella do meu lado, eu não queria parar. Sem Bella do meu lado, eu não via razão para continuar nessa vida miserável. Eu matara meu pai, minha mãe era uma biscate, minha irmã estava vivendo perigosamente com o cara que desafiou uma Máfia e ainda corria risco de vida e minha noiva se matou. Irônico, não!?

Guardei minha pistola e voltei pro meu carro. Peguei o vidro com álcool e um isqueiro e voltei para o lado de Leah. Encharquei seu corpo com o liquido e dei alguns passos para trás, antes de atear fogo. O corpo se inflamou imediatamente. As chamas lambiam o ar rudemente, como se sentisse a violência da noite. De certa forma, era bonito. Recostei-me no carro e cruzei os braços, disposto a esperar Leah virar pó. Minha vingança estava completa!

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Ainda extasiado demais para voltar para casa, parei num Café qualquer. Se não me engane, já se passavam das 7h:00min da manha... E eu ainda estava acordado! Sentei-me numa mesa debaixo de uma arvore e um ajudante veio me perguntar o que queria. Solicitei um café normal, fazendo-o se afastar. Fixei os olhos no nada, afogando-me em lembranças. Do bolso do paletó, tirei a carta perfeitamente dobrada que Bella me escrevera.

Eu li e reli suas palavras durante alguns minutos. Sempre passava o indicador por cima do ti amarei para sempre... Eu já não podia viver mais sozinho. O problema era achar uma solução para esse problema. O ruído alto da cadeira a minha frente sendo arrastada, me tirou da zona de conforto onde eu estava. Meus olhos focalizaram Jacob Black e seu sorriso pretensioso. Continuei com a mesma expressão facial vazia.

–Andando pela minha zona de novo. — ele balançou a cabeça, como se lamentasse. -Imagino que já saiba, então...

–Saiba do que? — franzi a testa.

–Sobre minha visita. — seus olhos negros continuavam em cima de mim.

–Que visita? — perguntei guardando a carta no bolso interno do meu paletó.

–Ha que eu lhe fiz, mas sua namorada me recebeu. — Jacob riu. — Olha, eu entendi finalmente porque você defendia a vadiazinha... Com um corpinho daquele na minha cama toda noite, ate eu a protegeria!

Demorei um pouco para esboçar alguma reação. Qualquer reação! Que merda era aquela...? Jacob e Bella!? Dolorosamente, voltei àquela noite, antes de seu desfecho cruel. Bella estava estranha... Um tanto calada e intensa! Suas ultimas palavras a mim tiveram mais peso do que eu poderia imaginar. Eu sempre soube que havia uma razão para que ela tomasse tal atitude, mas... Como eu poderia descobrir!? Com toda aquela magoa que existia dentro de mim, fitei o homem a minha frente, que ainda sorria maldosamente.

–Não me diga... Que você... Foi lá. — falei um pouco engasgado.

–Eu queria perguntar onde Heidi estava... Afinal, você sabe onde ela está!? — perguntou mudando de assunto. O encarei sem pestanejar. — Enfim, eu fui lá e a encontrei de calcinha e sutiã. Devo dizer que eu quase perdi o controle!?

–Você o que? — senti as veias de meu pescoço se dilatarem.

–Sim, eu quase... Peguei ela de jeito, se é que você me entende! — riu. — Mas aí você não estava, eu prometi que voltaria mais tarde...

"Eu não quero acordar no meio da noite com um desconhecido apontando uma arma para a minha cara..."

A voz dela ecoou em minha mente. Agora tudo fazia a porra do sentido! Não fora Leah que ajudara Bella a puxar o gatilho, fora Jacob e suas ameaças psicológicas. Com força extrema, fechei a mão em punho sentindo a mesma sede de sangue, de algumas horas atrás. Eu podia ate sentir arrependimento de ter matado aquela vaca, mas fora ela quem começara tudo. Merecia a morte... Assim como o Black em minha frente.

–Entendo. — falei gélido, forçando a voz sair entre dentes. -Mas... Você sabe o que acontecerá agora, Jacob?

–Não. — revirou os olhos e riu.

–Agora eu entendo. — ajeitei-me na cadeira de metal. — Você sabia que naquela noite, Bella se matou? Eu não sabia o porquê, mas agora vejo que era por medo... — ri sem humor. — Você a ajudou a puxar o gatilho.

–Bondade sua depositar a culpa em mim.

–Seria bondade minha também lhe matar para ter vingança? — encarei seus olhos. Houve um silencio tenso e violento, pesando a atmosfera entre nós. Nos encaramos. Nos movendo rápido, sacamos a arma ao mesmo tempo e, do mesmo jeito, atiramos. Senti uma ardência no abdômen. Levantei-me cambaleante. A cabeça de Jacob pendia inerte no encosto da cadeira, os braços moles e abertos nos braços da cadeira. Arma no chão. O sangue começava a manchar a camisa branca. O tiro fora certeiro no coração. Pressionei de leve o local ardente e minha mão voltou empapada de sangue. Pressionei com mais força, querendo estancar o sangramento. Atirei mais duas vezes no peito dele, só para ter certeza da morte. Olhei ao redor e os funcionários do Café me olhavam pasmos. Mais pasmo estava o ajudante com a bandeja em mãos e o meu café.

–Está morto? — perguntou tremulo. Guardei minha arma e peguei uma boa quantidade de dinheiro que estava em meu bolso.

–Você não viu nada. — falei com a voz fraca. — Ninguém viu nada.

Estendi o dinheiro a ele, que assentiu.

–Quer que eu chame um Taxi? — ele perguntou vendo meu estado. Assenti e ele correu pra dentro. Fitei Jacob morto de novo. O desgraçado merecia sofrer bem mais pelas merdas que havia feito. Vingar quem havia sofrido em suas mãos. Bella, por primeiro, e Heidi, por segundo. O garoto que não passava dos 19 anos, voltou. — Não me deixaram chamar um Taxi pra você... Apesar de ter nos livrado do medo em pessoa. Você tem carro!? Eu mesmo o levarei!

–Não costumo confiar nas pessoas. — falei mantendo os olhos bem abertos.

–Dei o dinheiro para o Gerente do Café e acabei de pedir demissão. — ele deu de ombros. — Você fez algo justo, não posso ignorar isso... Todos teremos uma divida com você, apesar de ter nos pagado!

Calei-me diante disso e indiquei com a cabeça para ele me seguir ate o carro. Arregalou os olhos quando viu meu Porsche, mas não disse nada. Alcei-lhe as chaves e entrei no banco do passageiro. O garoto entrou e pôs o cinto, alisando o volante.

–Eu ainda estou sangrando, só pra deixar claro. — resmunguei tirando-o do transe. Assentiu e ligou, arrancando em alta velocidade.

–Ei! — chamou-me quando fechei os olhos. Me cutucou irritantemente. — Ei, cara... Nem pense em dormir! Se você dormir... Vai morrer! E você não pode...

Abri e fechei os olhos, ficando entre a consciência e inconsciência.

"Edward?"

Franzi a testa.

"Boas vibrações, Edward." — ouvi a voz de Bella sussurrante em meu ouvido. — "Boas vibrações... Boas vibrações... Boas vibrações..."

–Ei, cara!

Fui tragado para a consciência novamente.

–Tem alguma coisa vibrando. — resmungou. — Não é meu celular... É o seu!? Atende! Talvez seja importante... E ti mantenha acordado!

Franzi a testa e com dificuldade, tirei o celular do bolso. Ele continuava vibrando e piscando incansavelmente, junto com o nome de Heidi no identificador de chamadas. Mas que porra...?

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Now we are free — Enya

–É tão estranho. — Heidi murmurou dirigindo pela cidade. Edward a fitou, confuso.

–O que é estranho?

–Dirigir por Nova Iorque... — riu baixinho observando a filha dormir no banco traseiro. — Estou acostumada com Forks e sua tranqüilidade de carros... Aqui é tão... Cheio! — riu de novo. Edward sorriu torto. -Não me leve a mal. — começou, mudando de assunto. — Mas você fica diferente... Nessa data.

–Você acha? — perguntou observando o borrão que a paisagem se tornava.

–Sim. — deu de ombros, girando o volante com leveza. — Você se transforma... É como se você fosse novamente aquele cara que me achou no meio do Central Park. Eu posso sentir!

Edward ficou em silencio, absorvendo o que ela havia dito. Voltar à Nova Iorque não lhe fazia bem, mas sempre fazia isso quando uma vez no ano... Virou tradição! E como sempre, Jared não pôde comparecer por causa do trabalho. Era apenas três dias de viagem, dois na estrada (ida e volta) e um na cidade. Heidi ficara com o primeiro turno.

–Desde quando me acolheu, eu não agradeci ainda. — ele disse ajeitando-se no banco confortável.

–E você nunca me deixou agradecer pelo o que fez a mim. — rebateu gentil. — Se não fosse por você, Isa não estaria comigo agora... Nem Jared! — pôs uma mecha de cabelo atrás da orelha. — Você acreditou que eu podia ter uma segunda vida... O que tenho hoje é por você!

–Mas... Ainda assim...

–Ainda assim é uma honra lhe ter em casa. — revirou os olhos, vendo a placa de "Volte sempre e dirija com cuidado". — E Jared pensa que é meu irmão.

–Devia contar a verdade a ele. — Edward se ajeitou de novo, preparando-se para descansar.

–Não se pode fugir do passado, eu sei, eu sei... — suspirou. — Vou contar a ele!

–Agora não... Se não contou no começo da relação, não conte agora... Só vai lhe destruir! — Edward fechou os olhos. — Chame-o para conversar uma outra hora... Sabe o quanto ele esta animado pelo aniversario de Isa!

–É verdade. — sussurou. — Durma, Eddie... Durma!

Mesmo sabendo que sua rotina era uma merda e lhe custava toda sua energia, Edward lutava. Lutava pelo amor que ainda carregava em seu peito em nome de Bella. Lutava porque sabia que valeria a pena... De alguma maneira! De alguma maneira aquilo serviria para algo. Viver sabendo que ela já respirou o mesmo ar que si mesmo, era bem mais do que podia desejar. A dor era uma prova de que tudo fora real... E não apenas fruto de uma imaginação fértil. Por mais doentio que parecesse, ele sentia que era bom! Quando a vida lhe oferece um sonho muito além de todas as suas expectativas, é irracional se lamentar quando isso chega ao fim. Edward se lamentava...

Ou era o que as aparências mostravam.

Notas finais
N/a: Ola outra vez. Meu Deus, parece tão irreal eu vim aqui, nessa sutil nota, e lhes dar adeus. Um ano (sim, TK fez um ano e eu nem percebi) agüentando minhas postagens e capítulos que acabam de uma maneira muito perversa. Um ano de amor, alegria, tristeza, tensão e ira (como agora no final). Aaaahh o final... O tenso final que deu o que falar, não é mesmo!? Não sei muito bem o que dizer. Não vou explicar uma coisa que já expliquei no inicio do epilogo. Não tem lógica! Eu fiz e pronto, não é mesmo!? Não adianta eu tentar tapar o sol com a peneira. Eu fiz e não me arrependo de ter feito esse fim... Agora vocês entenderam o porquê que eu pedi para esperarem por isso!? Entenderam!? Se chocaram? Vão me xingar mais!? HAHAHAHA Por favor! Eu não sei muito o que dizer. Só sei que... Se não fossem por vocês, leitoras féis, The Killer não teria saído do prólogo, muito menos chegado aos (quase) 800 reviews. Vocês são incríveis! Também são incríveis quem recomendou a fic... 9 recomendações e as vezes, as postagens eram tão corridas que eu me esquecia de agradecê-las. Agradeço agora e perdão pela demora do reconhecimento! Deus, vocês são demais! Eu vou sentir muita falta daqui... Eu nem sei muito bem o que vai ser daqui pra frente. Sim, vou continuar com Standby e estreiar D.E.A.D.I. e... Fim! É, eu pretendo pendurar minhas chuteiras depois de D.E.A.D.I. Eu não sei mais o que dizer... Eu pretendia fazer uma N/a monstro, dizendo tim-tim por tim-tim, mas estou vendo que não! HAHAHAHA Gostaria que vocês continuassem a me acompanhar... Espero todas (ou pelo menos a maioria) em minhas outras fics! E eu falo serio! HAHAHAHAHAHA Vocês... Foram e sempre serão o meu gás! Se a fic sobreviveu ate hoje, um ano depois, foi simplesmente por causa de vocês! Amo vocês! Ah é... Minha best linda, que me aguenta ha muito tempo e sempre incentivou minhas ideias loucas (sim, ela me ajudou a por TK pro fora logo no inicio), pediu licença e preparou algumas palavras gentis... "N/L Especial Juuh: Estou aqui pra defender a autora/best Mercenária . . . Eu acompanho a fic desde que ela era apenas uma ideia na cabeça da Nanda, e eu sempre soube que ela mataria alguém importante na fic (por mais que eu venha tentando desde o começo fazer com que ela mudasse de ideia, coisa que não adiantou mt rs) . A ideia dela sempre foi a fic, ter muito sexo, violência e tudo o mais. A fic inteira sempre iria se basear no Edward, a Bella seria sempre uma personagem secundaria. . . . O que eu quero dizer é o seguinte, todas as autoras (como no meu caso) sabem que nem sempre o final vai agradar a todas, porém vamos ser francas, cada um escreve do jeito que quer e faz o fim que quer. Se a Nanda matou a Bella blz, eu tbm não gostei (ameacei ela sim confesso), mas eu sempre soube que ela a mataria ou o Edward, porém desde o começo eu já imaginava que seria a Bella, pois a fic sempre foi Edward, Nanda queria uma fic sem os famosos clichês, tivemos romance, violência, sexo drogas e etc... . . . Mais agora eu pergunto vocês vão continuar atirando pedra na autora por que ela fez um final que ninguém praticamente gostou? . . . Eu digo que eu não, e não é por eu ser amiga dela que eu to aqui falando isso pra vocês não. . Eu to aqui na condição de autora/leitora e espero que todas entendam que assim como na vida uma fic nunca vai terminar da maneira que todo mundo quer, pois na vida não é assim? Ninguém faz o que quer. . . . E aqueles leitores (não citarem nomes) que dizem que a autora perdeu a moral com vocês, o problema é de vocês, agora só peço uma coisa, não venham chingar a autora, pois vocês não tem esse direito! . . . Pois ela NUNCA eu digo NUNCA chingou nenhuma leitora em todos esses 7 meses de fanfic. . . . Cada autor escreve de acordo com as ideias que teve lá no começo da fanfic, ou você ai é você mesmo que ta me chingando mentalmente e chingando a Nanda, Quando a ideia de escrever uma fanfic se forma na cabeça de uma autora ela já sabe sim como a historia vai se desenvolver e como será o final dela. . . . Como eu mesma já disse no começo dessa nota EU SEMPRE SOUBE que ela mataria alguém!!! . . . Anyway , eu só quero que as leitoras que não gostaram e ficaram falando algumas coisas (digamos ofensivas) não venham tacar pedra em mim e nem na Nanda por isso que eu escrevi e ela autorizou e pelo final da fic que vocês não gostaram. . . . Então é isso ai! . . . PS: Best eu ainda quero te matar (risos) mais como eu mesma disse eu sempre soube que isso aconteceria e quem sou eu pra te julgar? . Beijo te amo & obrigada por me deixar escrever essas singelas palavras. ;*" ~''~ Ate um dia, meninas! :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!