The Joker.
6 Oddities and confusion
Depois do momento esquisito que se passei com o Coringa, eu fui dormir.
Tive um sonho deveras constrangedor, onde...
Ele me agarrava, e eu gostava, exatamente como aconteceu anteriormente, só que dessa vez, ele completava o que fez.
Não quero me lembrar disso, sacudi a cabeça rapidamente tirando as imagens da cabeça.
Só pode ser macumba...
Enfim, sorte a minha que meus pais deixaram uma poupança para mim antes de morrer, seria extremamente ruim para o meu plano ter que morar com algum parente, ou depender de um emprego para me sustentar.
Perdi completamente o horário, droga, me vesti rapidamente, coloquei rapidamente o, sobretudo para esconder a roupa, e fui até a local marcado ansiosa.
Entrei olhando tudo ao redor...
- Oi bandidos desocupados – Resolvi testar a paciência deles – Tranquilos? – Questionei zombando.
- Está animada doçura. – Respondeu-me com sarcasmos – Vamos ver se vai durar por muito tempo.
- Nem vem com sua negatividade – Falei rolando os olhos em divertimento.
- Um aviso, se for pega, e estiver sendo interrogada é bom ficar caladinha e quem sabe te soltamos, se morrer... Uma pena não? – Zombou da minha cara.
Senti um arrepio da nuca até os dedinhos do pé.
- Relaxa bozô, a Claire aqui vai se sair bem – Eu espero, foi o que minha consciência disse incerta. – Você tá mais parecendo um palhaço rabugento com capim em vez de cabelo no lugar.
Acho que não foi muito adequado provoca-lo hoje...Ele me olhou em fúria, e começou a rir enquanto vinha em minha direção.
– Doçura,doçura – Cantarolou enquanto vinha em minha direção — Você continua brincando com fogo né? Você está na ponta da minha navalha, e o cabo sou eu que controlo, se minha mão coçar por assim dizer, ela vai acabar escorrendo bem direto no seu lindo rostinho, então cuidado com o que diz– Ele segurou minha nuca fortemente enquanto dizia essas palavras , começou a arder no local que ele segurava, mas apesar disto eu sentia a necessidade que ele chegasse mais perto, pois estava sentindo o hálito dele bater contra meu rosto, e era tão bom...
Cheguei mais perto dele meio abobalhada com a aproximação, e ele encarou-me suspendendo a sobrancelha de leve, um ato charmoso por assim dizer, cheguei ao ouvido dele e sussurrei
- Calma bozô, me solta tá? Prometo me controlar é você que manda – Falava sussurrante tentando usar a sedução para ele se acalmar enquanto mordia sua orelha levemente.
Ele finalmente largou meu cabelo, passei a mão na nuca tentando tirar a sensação de ardência que estava no local.
Tirei o sobretudo, ele me encarou , parecia que iria me engolir com o olhar ,enquanto olhava de cima a baixo como se me analisasse, lambendo os lábios ele começou a rir.
– O que ? Não está tão ruim, e eu precisava de um disfarce. – Falei ficando emburrada por ele está rindo de mim.
- Estás deliciosa doçura, não se preocupe, ninguém vai... – Me analisou calmamente – te reconhecer, só cubra o seu rosto, pois ele é só meu.
É impressão ou ele piscou pra mim? Exclamei horrorizada pra mim mesma.
Ele se virou ajeitando seu paletó roxo que apesar de ser incomum, ficava uma gracinha nele.
Palhaço atrevido !
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