The Human
6 Convencendo Sam
Lilith me mandou diretamente para onde Sam e Dean estavam, eu possui uma garota loira, adulta e bonita, como sempre, Sam estava em uma casa enorme onde moravam dois outros caçadores, segui no outro dia mas, ele percebeu que estava sendo seguido, então decidi ficar esperando na frente do Mausoléu, eles não ytinham nem idéia do estavem enfrentando, os Sete pecados Capitais ou Melhor os Sete Magnificos como gostavam de ser chamados.
Chegou a noite e eles haviam armado uma emboscada para os demônios, quando eles invadiram a casa eu aproveitei para entrar e procurar por Sam, essa não, ele estava encurralado pelo Orgulho, pela Gula e pela Ganância, esses três são os piores, tirando é claro a inveja mas, eles ja tinha dado um jeito nele.
Entrei no porão e ja logo peguei minha faca. Com um corte rapido e direto matei a gula.
-Você! — A ganância sempre foi uma fofoqueira, ela me deu um soco na cara mas, não machucou, enfiei minha faca em sua garganta e para arrancar minha faca dela dei um chute em seu abdomên. Ai droga, o merda do orgulho, se ele ta achando que vai conseguir me matr ta muito enganado, Sam deu um soco na cara dele e eu atravessei minha faca em sua garganta, tanto Sam quanto eu estavamos ofegantes.
-Quem diabos é você?
-A garota que acabou de salvar sua pele.
-Eu salvei a sua, também.
Dei um sorrisimho para Sam.
-Te vejo por ai, Sam.
-Espera!
Sam veio atras de mim mas, não me alcançou a tempo eu usei a rapides demôniaca, não era a hora de me apresentar.
Segui Sam até a proxima parada dele, Dean o largou na frente de um restaurante onde Sam ficou \"trabalhando\", eu entrei e me sentei em sua frente. Ele me olhou assustado.
-Olá, Sam.
Ele parecia muito assustado, nossa achei que a garota que estivesse possuindo fosse bonita.
-Está me segundo desde Lincoln?
Abaichei a tela de seu notebook, ele pareceu surpreso, peguei um tipo de mini pastel que tinha em um prato ao lado de uns sanduíches.
-Nada passa despercebido por você, né? — E comi o tal petisco que peguei. — São incriveis. Tem gfosto de crack frito no óleo. Experimenta.
Ele deu uma risadinha debochada e olhor para o patro e então olhou novamente para mim, olhou para os lados, como se estivesse com medo de que alguém escutasse nossa conrsa, se escorou na mesa e meolhou nos olhos.
-Aquela faca que você tinha...Consegue matar demônios com ela?
-Ela vem a calhar quando tenho que atacar e salvar donzelas em perigo. — Olhei para Sam como se estivesse me refertindo a ele quando disse Donzelas em perigo. Ele me olhou um pouco ofendido.
-Aonde conseguiu?
-Na loja do Céu!
Ele deu mais uma de suas risadinhas debochadas e se escorou no sofá, eu puchei um pires e coloquei todo o Katchp nele.
-Por que está me seguindo?
-Estou interessada em você.
Mergulhei a comida no katcho e comi, ficava ainda melhor.
-Por que?
-Por que é alto...adoro homens altos. — Ele me olhou com uma cara de deboche, até parecia que ele não gostava de ser paquerado. — Além disso, tem toda a questão do anti-cristo.
-Como?
-A geração de crianças sensitivas, Demônio de olhos amarelos reunindo vocês. Resulta em partida mortal de celebridades. Você é o único sobrevivente. — Peguei a bebida que tinha em cima da mesa e tomei, era gostosa também.
-Como sabe dessas coisas?
Sou uma boa caçadora. O A marelão tinha grandes planos para você, Sam.
-\"Tinha\" é a palvra chave.
-É, é... você esta certo. Ding-dong, a morte do demônio. Bom trabalho nisso.Isso não muda o fato de você ser especial...e as visões telepaticas do cara de The dead Zone, entrarem na jogada.
-Não, as visões não acontecem mais. Desde que o amarelão morreu.
-Ainda acho um bom negócio investir em você. — Esse cara estava tentando me fazer desisitir de todas as formas. — Depois de tudo que aconteceu com siua mãe.
Sam estava olhando para os lados e quando falei em mãe ele virou imediatamente para mim.
-O que tem minha mãe?
-Você sabe, o que aconteceu com os amigos dela. -Ele me olhou com um olhar de questionamente, bem acho que ele não sabia sobre isso. — Você...não sabe. — Ele continuava me olhando como se eu foce falar tudo para ele. — Você tem muitos assuntos para botar em dia, amigão. — Puchei a mão dele e comecei a escrever meu telefone, ou melhor o telefone da garota que eu possuia. — Dá uma investigada sobre os amigos da sua mãe e...depois me liga e conversaremos de novo. — Terminei de escrever o número e larguei a caneta em suia mão ele olhou para a mão para ver o que eu havia escrito, então me levantei mas, quiando estava indo me lembrei de mais uma coisa, então me virei para Sam -E a propósito, você sabe que tem tarefa nesta ciade, certo? -Me virei e sai.
Passou algumas horas e Sam me ligou.Disse pra mim ir até o hotel que ele precisava falr comigo.
-Estão todos mortos! Todos os amigos da minha mãe. O médico dela, o tio dela ...Todos foram sistematicamente varridos do mapa de uma vez. Alguém se deu muito trabalho para eliminar as pistas.
Ele me olhava um tanto quanto bravo.
-Isso ai! O Demônio dos olhos amarelos.
-Então, qual é a tua? Aparece onde quer que eu esteja. Sabe tudo sobre mim e sobre minha mãe.
Ele estava realmente bravo e desconfiado.
-Eu ja lhe disse...Eu sou...
-Até parece. Apenas uma caçadora. Apenas uma caçadora que por caonhecidência sabe mais sobre mim e minha familia do que eu. Apenas diga-me quem você é.
-Sam, é ...
-Apenas... diga-me quem você é.
-Não tem importancia.
-Apenas diga-me quem você é!
Ele começou a gritar, estava muito nervoso. Me olhava enfurecido nos olhos mas, não mostrei nenhum tipo de medo a sua irritação, continuei calma.
-Está bem.
Moatrei meus olhos negros para Sam, eu sabia que talvez não fosse uma boa idéia, ele ficou assustado e ainda mais bravo. Foi correndo pegar a água benta.
-Pense duas vezes antes de jogar essa água benta.
-Dê-me uma boa razão para não jogar.
Ele procurava aquela procaria desisperado na mochila.
-Estou aqui para ajuda-lo, Sam.
-Isto é algum tipo de piada?
Levantei minha mão direita.
-Juro por Deus, ou sei lá o quê.
-Você é um demônio.
-Não seja tão racista. — Levantei da mesa e fui em sua direção. -Estou aqui por que quero ajuda-lo. E posso, se confiar em mim.
-Confiar em você?
Ele achou a porcaria na mochila e fez questão levanta-la emostrar para mim.
-Sam, acalme-se.
-Come a falar, todos esse assassinatos...Qual foi o demônio que acobertou?
-Eu não sei.
-O que hove com minha mãe?
-Eu honestamente não sei. É por isso que estou tentando descobrir. Só sei que foram por causa de você.
-O quê?
Agora foi minha vez de debocha da cara dele, dei uma risadinha debochada e continuei:
-Não entende Sam? foi tudo por sua causa. O que houve com sua mãe, com os amigos dela... Estão tentando acobertar o que ele fez com você. E eu quero te ajudar a desvendar.
-Por que você iria querer me ajudar?
-Tenho meus motivos. — E se ele soubesse quais eram eu ja estava noinferno novamente, ou até pior ... — Nem todos os demônios são iguais, Sam. Nem todos nós queremos a mesma coisa. Eu? Quero ajuda-lo de vez em quando só isso.
Sam me olhava com uma cara meio enojada
-E se me deichar, você pode ganhar algo com isso.
-O que você possivelmente poderia ...
-Posso ajuda-lo a salvar seu irmão.
Ele ficou meio surpreso, levantei as sombrancelhas e franzi os lábios, e mais uma vez sai sem deichar rastros.
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