Notas iniciais
heeeeeeey semideuses, me desculpem pela demora, eu ando meio... ocupada por tantas fanfics... to meio focada numas outras duas fanfics que eu tenho em outro site (já que o nyah tirou a opção de bandas), mas eu não esqueci vocês! esse capítulo não é o meu preferido e nem é o melhor, mas prometo que o próximo será mais interessante e vocês irão gostar mais do que eu sei que vocês vão gostar desse (provavelmente vocês não vão gostar mas tudo bem) boa leitura

Conseguir pegar Annabeth foi a parte mais fácil de toda a história. Luke distraiu o ciclope, enquanto eu e Grover desamarrávamos Annabeth. Dei cobertura para Luke enquanto ele desviava dos golpes, provavelmente não era tão bonito quanto eu achei, mas a leveza em que Luke usava a espada defendendo-se e atacando era, para mim, uma das danças mais bonitas. Ele – infelizmente – não conseguiu desviar de um deles, e bateu/voou em direção a uma árvore o que me fez gritar e atacar o ciclope. Fui encurralada e atingida muitas vezes, sangue já escorria por meu corpo e uma dor absurda em minha costela estava me fazendo perder o foco.

– Thalia! – escutava Annabeth gritar e chorar tão alto, que atraia a atenção do monstengro que nos olhava esperando que conseguisse fazer a gente de jantar no final. Luke me puxou pra trás quando a mão do ciclope veio em direção a mim, e me fez começar a correr junto com os outros.

Corremos muito. Muito mesmo, até Grover dizer que já sabia onde estávamos. Não confie num sátiro que está em meio a um ataque de nervos. Eles mentem. Acabamos parando em uma casa abandonada.

– Corram pequenos heróis. Corram. Mas a morte os espera! – virei-me e vi o parado a alguns metros de nós. Annabeth em pânico entrou correndo na casa e tivemos que correr junto com ela.

A casa ficava em Flatbush. O ciclope nos cercou e nos fez “brincar” do Labirinto do Minotauro. Ele nos separou. Corríamos desesperadamente pelos corredores, nunca conseguindo achar uns aos outros, muito menos a saída. Escutava Luke gritava tão horrorosamente que tive que ir direto ao som, sem pensar se era uma armadilha ou não.

Depois, eu me vi amarrada e amordaçada, pendurada no teto como presunto defumado. Ao lado de Luke e Grover na mesma situação. Minha visão estava um pouco fora de foco, mas consegui avistar o ciclope acendendo uma fogueira bem embaixo de nós. Não consegui nem emitir algum som decente, apenas um grito de dor sufocado. Sangue escorria da cabeça de Luke – que estava desmaiado -, e Grover parecia tão aterrorizado que só sabia murmurar “comida”. Minha situação não era um pouco diferente. Minha cabeça doía muito, dos meus lábios escorria sangue e sentia minha bochecha extremamente inchada. A dor em minha costela estava alucinante e eu tinha a certeza de que iria desmaiar — novamente — de dor.

Foi ai que eu vi Annabeth segurando uma faca e andando em direção ao ciclope. Ele sorriu e falou alguma coisa que eu não entendi que deixou Annabeth extremamente irritada, apunhalando o ciclope no pé. Ela o pegou desprevenido, dando tempo de correr até mim e cortar as cortas que me prendiam.

Meio zonza, mandei Annabeth soltar os outros enquanto eu assumia em lutar com o ciclope. Minha lança estava no outro lado da sala, e graças aos deuses, meu bracelete ainda estava em meu pulso, então tive que ser mais rápida do que o monstro, pegar a arma e investir contra o mesmo. O ruim era que o ciclope era adulto e eu estava simplesmente morrendo, então foi cansativo e horrível lutar contra ele. No começou eu estava no pique por causa da adrenalina de entrar em batalha, os reflexos vindo automaticamente. Apunhalava o ciclope de todos os modos e formas possíveis, deixando-o mais irritado do que machucado. Ele me deu um tapa, e eu bati de encontro com a parede, tudo ficou preto por um tempo até eu me sentir sendo puxada para cima. O ciclope ia me jogar no chão e aquele seria definitivamente o meu fim. Mas quando ele me largou, segurei no pano que cobria parte do peito cabeludo do monstro, enfiando a lança onde deveria estar o seu coração — se é que ele tinha coração — e deixando o ciclope gritar. Enfiei a lança mais ainda em seu peito, e ele explodiu em uma nuvem de pó. Cai de mal jeito, por cima de meu braço e torcendo o calcanhar. Olhei para Annabeth e vi que ela tinha conseguido acordar Luke, depois disso eu simplesmente desmaiei.

– Ei, acorde – Luke estava parado na minha frente. Suas sobrancelhas estavam franzidas num tom preocupado. Ele ficava tão lindo preocupado.

– Am... – levantei-me, observando o ambiente e percebendo que ainda estávamos ainda na casa. Minha cabeça ardia e eu senti uma tala em meu calcanhar – por quanto tempo eu fiquei apagada?

– Não muito – ele sorriu – tempo suficiente pra eu parar seus sangramentos.

Luke olhou rapidamente pra um pouco abaixo do meu pescoço. Havia um corte que começava abaixo do pescoço e descia até abaixo de meus seios. Eu corei.

– Luke!

– Quê? – ele riu mais ainda quando eu bati nele.

– Pra onde vamos agora? – Annabeth cortou a cena totalmente constrangedora.

– Pro acampamento, Annie.

– Temos que partir agora – Grover olhava fixamente pela janela em direção a floresta – Sinto cheiro de monstros. Muitos monstros.

Luke me ajudou a levantar e lá saímos em direção ao acampamento.

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– LUKE! — gritei. Meu calcanhar ardia tanto, meu corpo todo parecia ser feito de pedra, não conseguia me locomover muito bem e a chuva não ajudava. Respirar era uma missão impossivel, e eu gemia toda vez que meu corpo gritava por ar. Olhei de relance para trás, os monstros se aproximavam cada vez mais rápido. Meu coração estava tão acelerado e eu ficava lembrando de tudo que já me aconteceu de bom.

Lembrando das coisas que já me aconteceram de bom? Sim, e foi ali que eu percebi o que acontecia quando as pessoas morriam: se lembravam de todos os momentos felizes que já viveram, tentando morrer de uma forma um pouco menos trágica. Lembrei do meu irmão, do sorriso de minha mãe ao senti-lo em seus braços; de quando conheci Luke, de quando encontramos Annabeth; recordei dos lábios de Luke encostando contra os meus, me fazendo sentir-me infinita. Eu desejei que todas as felicidades que eu passei pudessem ser maiores ainda para os dois. Queria Annabeth crescida, se apaixonando e se tornando uma semideusa poderosa e temida. Queria Luke superando a minha perda e se tornando um chefe no acampamento, alguém em que todos tentariam desesperadamente serem tão bons quanto.

Luke olhou para trás, nossos olhares se encontraram e eu sorri. Sorri de desespero em pensar que a última lembrança dele sobre a minha pessoa era o fato de eu ter dado a minha vida pelo mesmo. Porém, eu sorri porque também queria que o meu sorriso estivesse gravado na mente do mesmo.

– VAI! Salve Annabeth! – gritei. Ele gritou que não iria me abandonar, mas ele tinha. Era o único modo e o mais correto, se não todos nós iriamos morrer. Era minha culpa, eu não deveria ter nascido. "Está tudo bem, VÁ!" gritei novamente, Luke me fuzilou com o olhar, mas botou Grover nas costas e segurou a mão de Annabeth, falando que ela deveria ser forte o suficiente para segui-lo. Com isso eu virei para trás, encarando os monstros. Segurei-os o máximo possível para que Annie, Luke e Grover chegassem a tempo na colina.

Até que tudo ficou preto. Por um bom tempo, apenas o preto. Até que eu escutei a voz de Luke.

E eu podia jurar que Luke conversava comigo. Todos os dias, todas as noites. Por algum motivo eu escutava-o seja lá aonde eu estivesse. Era só Luke e todas as coisas que ele falava, a saudade que ele dizia sentir, a vingança que ele dizia que ia fazer. Ele parecia outra pessoa, mas como é que eu podia saber, se eu não sabia nem o que estava acontecendo?

Era um breu. E a única coisa que me fazia continuar naquele breu era ele, Luke Castellan.

Notas finais
ficou uma porcaria muito grande eu sei dsaogujsd0hisdh sdn sdoih sdh mas enfim, o próximo capítulo vai ser melhor, prometo. Não esqueçam os comentários!! beijos e queijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.