The Heir - Choices

3 • CAPÍTULO TRÊS - BY MY SIDE •


Notas iniciais
Oláaa leitores!! Primeiramente, gostaria de pedir desculpas pela demora. Eu estava esperando o banner do capítulo ficar pronto, mas adivinhem só... Ele ainda não ficou, mas eu prometo que assim que recebê-lo, irei atualizar o capítulo e colocar o banner. Gostaria de agradecer à Bonnie, Susanne e Pam Hutch, que comentaram no capítulo passado. Muito obrigada meninas ♥ Gostaria de agradecer também à Aléxia Cabido, que está acompanhando a fanfic, mas ainda não comentou. Apareça, sweet. Eu não mordo :) Esse capítulo não está revisado, então provavelmente haverá erros. Não considero esse capítulo como um dos melhores que já escrevi. Ele é um pouco parado, mas é essencial para a história. O próximo capítulo será um pouco mais tenso, então comecem a preparar os corações. Boa leitura ♥ Enjoy!

CAPÍTULO TRÊS

EADLYN SCHREAVE

Às onze horas da noite, naquele mesmo dia, eu estava em meu quarto, penteando meu cabelo enquanto fitava meu reflexo no grande espelho da penteadeira. O dia havia sido difícil; mamãe não havia mostrado nenhum tipo de melhora, continuava desacordada, respirando somente com a ajuda de aparelhos. O clima no palácio era de tristeza, nenhum sorriso foi esboçado durante o café da manhã, almoço e jantar. Os Selecionados não tentaram estabelecer contato, talvez quisessem me dar um tempo para pensar. Como mais nova regente, a minha carga de trabalho havia triplicado e era muito difícil administrar um país e ao mesmo tempo administrar a Seleção.

Ouvi duas batidas na porta e logo uma voz familiar ecoou pelo ambiente.

— Posso entrar? — Osten perguntou com a cabeça na porta do meu quarto. Estranhei o fato de ele estar aqui há essa hora, mas apenas virei-me para trás e assenti.

— Entra. — disse levantando da poltrona que havia em frente à penteadeira e indo até a cama.

Osten tinha uma carinha abalada e triste como eu nunca havia visto. Ele costumava ser tão energético e contente que eu nem havia percebido como estava triste nos últimos dias. Bati no espaço vazio ao meu lado, indicando que ele se sentasse. Osten sentou ao meu lado e seu lábio inferior começou a tremer.

Ele iria chorar.

Aconcheguei-me na cama, puxei o edredom para cobrir nós dois e ele se aninhou comigo.

— Estou com medo. — admitiu com a voz triste.

— Medo de que? Você e Kaden andaram assistindo aqueles filmes de terror de novo? — perguntei e ele negou.

— Não quero que a mamãe morra, Eady. — disse e eu o abracei forte. Ele se aninhou em meu peito e o senti chorar. Às vezes eu esquecia que ele era apenas uma criança.

— Hey, ela não vai morrer. — disse tentando convencer não só a ele.

— Como pode ter tanta certeza?

Abri a boca, pronta para respondê-lo, mas então a porta do meu quarto foi aberta abruptamente e Kaden adentrou o quarto. Ele tinha uma expressão indecifrável em seu rosto, algumas gotas de suor escorriam por sua testa, indicando que ele havia corrido até aqui.

— É a mamãe...

Kaden nem sequer pôde terminar de falar. Osten e eu saltamos para fora da cama e corremos para fora. Corri o mais rápido que pude e quase caí duas vezes enquanto descia as escadas. Apoie-me no corrimão, tentando evitar uma queda desastrosa e dei graças a Deus quando os degraus acabaram. Corri até a ala médica, Osten e Kaden estavam atrás de mim, tentando acompanhar meus passos. Vez ou outra eles gritavam meu nome, pedindo-me para ir mais devagar.

Me preparei para o que me esperava atrás das portas da enfermaria. Eu já imaginava o que podia ser e meu coração apertava a cada passo dado em direção à ala médica.

Empurrei as portas duplas com força e adentrei a ala médica.

Não havia ninguém na sala de espera. Arqueei as sobrancelhas e me dirigi até o vidro do quarto onde minha mãe estava. Meus olhos se encheram d’agua quando presenciei uma cena que não esperava ver tão cedo.

Minha mãe estava acordada. Ela estava bem!

Meu pai estava segurando o rosto dela entre suas mãos. Ele a fitava com lágrimas nos olhos e minha mãe também parecia prestes a chorar. Eles se beijaram com ardor e paixão, e pude sentir uma lágrima escorrer por minha bochecha.

O amor deles era tão forte e puro que era possível de se observar mesmo estando à quilômetros de distância.

Era um tipo de amor que eu nunca seria capaz de sentir.

Maxon e América separaram os lábios, mas ele não tardou à encher seu rosto de beijos. Kaden e Osten pararam ao meu lado, eles também estavam encantados com a cena.

Enxuguei minhas lágrimas e sacudi a cabeça, espantado os pensamentos para longe. Fechei meus dedos ao redor da maçaneta da porta e girei a mesma. Maxon e América viraram para trás e sorriram. Corri até minha mãe e a abracei.

Osten subiu na cama e aconchegou-se ao lado de América, Kaden parou ao meu lado e eu os puxei para se juntarem ao abraço. Maxon não tardou a se juntar a nós.

Soltei-me do abraço e fitei minha mãe. Ela tinha lágrimas escorrendo por seu rosto e seus olhos azuis estavam marejados. América sorriu e soluçou, ela levou sua mão até minha bochecha e a alisou com ternura. Seus toques logo foram para o meu cabelo e ela brincou com uma das minhas mechas, enrolando-a em seu dedo e colocando atrás da minha orelha logo em seguida.

— Obrigada por não me abandonar, mamãe.

— Eu nunca abandonaria você, Eadlyn. — América beijou minha testa e passou os olhos por Osten, Kaden e Maxon. — Eu nunca abandonaria nenhum de vocês.

Abraçamos minha mãe mais uma vez, e ao final do abraço, Kaden sentou-se em sua cama, assim como Osten. Sentei-me na poltrona ao lado de seu leito e Maxon parou ao meu lado.

— E Ahren? — perguntou com um pingo de esperança em sua voz.

Abri minha boca, pronta para responder sua pergunta, mas Maoxn tocou meu ombro, instruindo-me a não falar nada.

— Ele ligou. Disse que não pode deixar a França agora, mas está muito triste e virá nos visitar assim que possível. — explicou Maoxn e o olhar de América vacilou.

Uma movimentação estranha vindo da sala de espera nos fez olhar para trás. Olhei por cima do meu ombro e pude ver madame Marlee gritando com um guarda. Nunca havia visto madame Marlee gritar, ela sempre havia sido um exemplo de classe e educação a ser seguido, parecia ter nascido na realeza. O guarda tentou acalmá-la, mas madame Marlee parecia ficar mais nervosa à cada segundo.

Maxon dirigiu-se até a porta do quarto e abriu a mesma.

— Eu quero vê-la agora! — gritou madame Marlee.

— Não pode entrar agora, madame...

— Deixe-a entrar. — América gritou firme e o guarda a olhou espantado.

— Sim, Majestade. — o guarda deu espaço para madame Marlee entrar, ela logo correu até minha mãe e as duas se abraçaram. Afastei-me e deixei com que mamãe curtisse a companhia de sua melhor amiga.

Ao sair do quarto, dei com o resto da família Woodwork, exceto por Kile. Rapidamente me questionei onde ele estava, mas antes que pudesse perguntar à Carter ou Josie, as portas duplas da enfermaria foram abertas abruptamente. Kile passou pelas portas em uma velocidade absurda, ele ainda estava com a roupa de Selecionado, mas havia tirado o paletó e a gravata, as mangas da camisa estavam arregaçadas e seu cabelo bagunçado. Estranhamente, eu o achava muito mais charmoso assim.

Pedi licença à Carter e Josie e caminhei até Kile.

Antes que eu pudesse dizer algo, ele me abraçou fortemente. Suas mãos envolveram minha cintura e seu queixo foi apoiado em meu ombro. Passei meus braços ao redor de seu pescoço e enfiei meu rosto na curva do seu pescoço, sentindo o cheiro do seu perfume.

— Eu disse que ela iria ficar bem. — ele falou e separou nossos corpos. Kile segurou em minhas mãos e brincou com os meus dedos. Fitei seus pés e percebi que ele estava descalço, seu cabelo estava desgrenhado, mas seu rosto evidenciava que ele não estava dormindo. Mais tarde eu o questionaria sobre estar acordado até tão tarde, mas nesse momento, eu só queria abraçá-lo mais um pouco e sentir seu cheiro amadeirado.

Passei meus braços em volta do seu pescoço novamente. Kile enfiou o rosto na curvatura do meu pescoço, levei uma das minhas mãos até sua nuca e agarrei o seu cabelo, emaranhando alguns de seus fios loiros entre os meus dedos.

— Obrigada por estar ao meu lado.

— Sempre, se lembra? — ele riu, ainda sem quebrar o abraço.

Alguém pigarreou atrás de nós. Nem precisei virar para saber de quem se tratava.

Maxon Schreave estava parado há alguns metros de nós. Ele tinha os braços cruzados, realçando propositalmente os músculos bem definidos de seus braços. Mesmo com os anos, ele não havia perdido seu porte atlético. Meu pai arqueou as sobrancelhas quando nossos olhares se cruzaram e eu apenas prendi o riso.

Ele estava com ciúmes. E isso chegava a ser cômico, afinal, a ideia de realizar a Seleção havia sido dele.

Dei uma piscadela para o meu pai e o mesmo riu baixo. Voltei-me para Kile novamente. Agarrei em suas mãos e brinquei com os seus dedos. Brincar com os dedos um do outro havia se tornado nossa mania, era estranho e bobo, mas eu não ligava. Gostava quando Kile tocava minhas mãos.

— Pode me esperar no meu quarto? — pedi insegura e mordi meu lábio inferior, com medo da resposta de Kile. — Por favor.

Ele sorriu brincalhão e aproximou seu rosto do meu. Nossos lábios quase se tocaram.

Quase!

— Qualquer coisa que pedir, lembra? — questionou com um sorriso nos lábios e aproximou seu rosto do meu. Sua respiração quente bateu contra meu rosto e logo me vi embriagada pelo seu hálito refrescante. — Eu estarei lá.

Ele depositou um beijo em minha mão e logo em seguida beijou minha bochecha. Lançou-me um sorriso reconfortante e então partiu.

Voltei-me para Maxon. Meu pai tinha as sobrancelhas arqueadas, mas parecia estar orgulhoso.

— Acho que essa Seleção foi um erro, o que acha de voltarmos atrás? — perguntou em tom de brincadeira e eu ri. Não voltaríamos atrás. Não agora que eu e Kile finalmente estávamos nos entendendo. Eu sentia que se a Seleção chegasse ao fim, minha relação com Kille também chegaria e eu definitivamente, não queria que acabasse.

Passei mais algum tempo com a minha mãe. Osten e Kaden partiram para seus devidos quartos depois de muita insistência de Maxon. Ele havia afirmado que passaria a noite com América novamente. Apenas concordei. Sabia que Maoxn não conseguiria deixar minha mãe sozinha depois de quase perdê-la.

Desejei boa noite aos meus pais antes de me retirar e caminhei lentamente pelos corredores do palácio. Um pequeno sorriso brotou no canto dos meus lábios à medida que caminhava. Finalmente as coisas estavam melhorando. Minha mãe estava melhorando, Kile e eu estávamos bem novamente e a Seleção já não me parecia uma ideia tão ruim.

Estava tão distraída que nem percebi quando bati de encontro com outro corpo. Recuei alguns passos e levantei o rosto, dando de cara com Erik.

— Desculpe princesa, eu estava distraído, não vi você... — ele começou a se desculpar, extremamente nervoso e perdendo-se em suas próprias palavras.

— Está tudo bem, Erik. — falei enquanto ajeitava a minha camisola. Erik baixou o olhar, evitando olhar para mim. Ele estava estranho. Arqueei as sobrancelhas e toquei em seu ombro. — Está tudo bem?

Erik soltou uma rajada de ar e fitou a minha mão apoiada sobre seu ombro. Nossos olhares rapidamente se cruzaram e eu lhe dei um meio sorriso.

— Estou apenas cansado. — admitiu, mas não acreditei em suas palavras. — Henri está trabalhando duro em seu inglês, tenho dormido pouco devido à isso.

Concordei e tirei minha mãe de seu ombro. Cruzei meus braços e aproximei-me de Erik.

— Posso lhe fazer uma pergunta, Erik?

— Claro, Alteza. — ele falou com uma pitada de diversão em sua voz.

Respirei fundo e descruzei meus braços, antes de olhar em seus olhos cristalinos.

— Nós somos amigos, certo?

Erik pareceu surpreso com a minha pergunta, mas acabou abrindo um sorriso.

— Creio que sim, Alteza.

Suspirei aliviada e bati as mãos na lateral do corpo.

Erik era extremamente doce e verdadeiro. Se quisesse saber de alguma coisa, tinha certeza que poderia contar com ele.

— Que alivio. — Erik riu baixo. — A propósito, me chame de Eadlyn.

— Sim, Altez... Quer dizer, Eadlyn.

Antes de me retirar, abracei Erik rapidamente. Contei-lhe que minha mãe havia acordado e ele pareceu feliz com isso. Conversamos um pouco sobre Henri e me preparei para sair.

— Boa noite Eikko. — seus olhos se arregalaram quando ele percebeu que eu havia pronunciado seu verdadeiro nome, eu apenas ri em resposta.

— Boa noite, Eadlyn.

Virei para trás e subi as escadas rapidamente. Logo estava no corredor da minha suíte. Antes de adentrar o quarto, passei os dedos por meu cabelo, tentando domar os meus fios castanhos. Eu estava sem maquiagem e apenas de camisola e provavelmente meu rosto estava inchado devido ao choro. Kile não merecia me ver desse jeito.

Toquei a maçaneta e girei a mesma. Ao entrar no quarto, pude ver Kile deitado em minha cama, com os braços embaixo da cabeça e os pés cruzados. Ele fitava o teto, mas quando me ouviu entrar, olhou em minha direção e sentou-se na cama.

Tranquei a porta atrás de mim e pude sentir o olhar de Kile queimar sobre meu corpo. Eu estava apenas com uma camisola rosa bebê e o tecido era fino o bastante para marcar a minha calcinha de algodão.

Ele mordeu os lábios e eu pude sentir minhas bochechas queimarem.

— Pare com isso, Woodwork. — mandei e Kile piscou os olhos, saindo de seu pequeno transe. Ele sacudiu a cabeça, tentando espantar supostos pensamentos impróprios.

Kile havia tomado banho e também estava de pijama. Uma calça comprida larga acinzentada e uma camisa branca lisa.

— Desculpe. — pediu envergonhado e pude ver suas bochechas adquirirem uma coloração avermelhada. Ri com isso e caminhei até a cama.

Kile me puxou para si e aninhou meu corpo no seu. Apoiei minha cabeça em seu peito e ele puxou o edredom para nos cobrir. Uma de suas mãos foi colocada em minhas costas, depositei minha mão esquerda sobre o seu peito, próxima ao meu rosto, e Kile rapidamente cobriu a minha mão com a sua. Ele apertou meus dedos e olhou em meus olhos.

Ele não estava querendo ser romântico. Ele estava apenas tentando me mostrar que estava ali para mim. Fitei seus lábios, e a vontade de beijá-lo me consumiu por inteira. Aproximei meu rosto do dele, nossos narizes roçaram um no outro, mas antes que eu pudesse acabar com a distância entre nós, Kile afastou-se.

— Você só precisa pedir, Eady.

— Idiota!

***

Quando acordei no dia seguinte, Kile não estava mais ao meu lado. Sentei-me na cama e cocei meus olhos, tentando acordar-me por completo. Notei um pequeno papel sobre meu criado mudo e esgueirei-me para pegá-lo. Vi que se tratava de um bilhete e rapidamente o abri.

Tive que ir embora antes que Neena chegasse. Não se preocupe, ninguém me viu saindo de seu quarto.

Vejo você no café da manhã.

Kile.

PS: Não esqueça, tudo que você tem que fazer, é pedir.

Bufei ao terminar de ler o bilhete e o amacei, jogando-o longe logo em seguida. Kile estava brincando comigo, se ele achava que isso era apenas um jogo, então eu ia jogar de verdade. O jogo era meu, as regras eram minhas. E ele estava muito enganado se achava que poderia me dizer o que fazer.

Neena bateu em minha porta alguns minutos depois, mas eu a dispensei.

Saltei da minha cama e preparei a banheira. Não demorei muito no banho, e acabei optando por usar um vestido mais casual. Dispensei a maquiagem, mas acabei passando um batom vermelho em meus lábios.

Fiz uma trança lateral simples em meu cabelo, calcei um par de sapatos de salto e saí do quarto.

— Bom dia, senhores. — falei ao adentrar o salão de refeições. Os Selecionados me cumprimentaram educadamente, e rapidamente me dirigi para a minha cadeira. Osten, Kaden e eu éramos os únicos membros da família real presentes no café da manhã. Maxon havia passado a noite com América, e eu não duvidada nada que estivesse lá até agora. Desde que minha mãe havia se internado, meu pai não havia saído de seu lado em nenhum momento sequer.

O café da manhã foi silencioso, os Selecionados já sabiam sobre o estado de saúde da minha mãe, e mesmo com a sua melhora, eles não haviam tentado puxar assunto. Passei meus olhos pelo local, e acidentalmente, meu olhar encontrou-se com o olhar de Kile.

Nossos olhos se conectaram e tudo à minha volta perdeu o sentindo.

Ele tinha uma expressão séria no rosto, um misto de raiva e impaciência. Seu rosto estava um pouco vermelho e seus olhos estavam fixos em meu rosto. Senti minhas bochechas queimarem e então percebi que ele estava fitando os meus lábios pintados de vermelho devido ao batom.

Ele me olhava tão intensamente que eu pude sentir minha pele queimar e um calor descomunal percorrer cada parte do meu corpo. Ele mordeu o lábio inferior e seus olhos escureceram, mas continuou fitando meu rosto. Desviei o olhar, pois sabia que se continuasse o olhando daquela maneira, não conseguiria raciocinar direito e acabaria me jogando em seus braços no meio do café da manhã.

— Alteza? — a porta foi aberta e uma voz grossa ecoou pelo ambiente. Direcionei meu olhar para a porta e vi um soldado devidamente uniformizado, com apenas metade do corpo para dentro do salão. — Seu pai exige sua presença no gabinete real. — informou o soldado e eu apenas concordei.

Estranhei o fato de Maxon não estar com América. Algo sério deve ter acontecido. Meu pai não abandonaria minha mãe por um motivo qualquer. Pedi licença aos Selecionados e parti em direção ao escritório do meu pai.

Antes mesmo de chegar ao gabinete, pude ouvir os gritos do meu pai. Abri a porta do cômodo e adentrei o mesmo. Meu pai discutia com alguém ao telefone, ele puxava os fios de seu cabelo para todos os lados possíveis, bagunçando-o ao extremo. O barulho da porta fechando-se fez Maxon virar-se para trás. Ele desligou o celular, e antes que eu pudesse falar algo, ele me interrompeu com uma frase que fez meu coração falhar e minhas pernas bambearem.

— Arrume-se, temos que ir a um funeral.

XXX

CONTINUA...

Notas finais
FUNERAL??? SERÁ QUE AMERICA MORREU??? DESCOBRIREMOS SOMENTE NO PRÓXIMO CAPÍTULO. Espero que tenham gostado e não se esqueçam de comentar. P.S: Algumas partes desse capítulo foram "inspiradas" na fanfic Minhas Escolhas, postada no Social Spirit. É uma ótima fanfic, a autora escreve muito bem. Super recomendo!