The Heart Wants What Wants - Madness
1 Capítulo 1- Primeira noite.
Notas iniciais
-POVs Avril-
-Hey, Lola! Vem pra cá!- Grito para a garota ruiva que estava a poucos metros de mim. A mesma se aproxima sendo puxada por um cara loiro. Me volto para o homem a minha frente e continuo a dançar "colada" com o mesmo, ao som de I want you to know.
Após alguns minutos eletrizantes, vou até o bar da boate, cambaleando e me inclino no balcão preto. Peço o drink mais forte do lugar e após o copo com a bebida ser entregue em minhas mãos, bebo o mesmo em um só gole. Me viro ainda encostada no balcão e meu olhar para automáticamente em um cara com músculos "médios" e cabelos escuros que combinavam perfeitamente com os olhos azuis. Solto um sorriso safado, me desencostando do balcão e indo diretamente até ele. Paro ao seu lado.
- Oi! Você é muito gostoso, desculpe, sou sincera. — falo olhando seu rosto bem desenhado.
- Uhm... Você também é muito gostosa — ele morde seu lábio inferior enquanto se aproxima lentamente — meu nome é Jack, e o seu, baby?
- Avril, prazer. — me aproximo também.
- prazer só na cama, baby, quer provar?
- claro. — falo e ouço vozes variádas gritando meu nome e suspiro- Sorry, tenho que ir agora. Mas, me liga, ainda quero ''provar" o que você tem. — falo em seu ouvido, e me afasto após colocar um papelzinho no bolso de traz da calça jeans preta do cara totalmente lindo e vou ao encontro de meus amigos, no centro da boate.
Acordo no dec da minha piscina, tentando imaginar o que eu havia aprontado na noite passada, o que já se tornara normal em minha vida desde os 14 anos, quando fui morar sozinha, após ser emancipada, pelo meu tio, pouco antes da catástrofe acontecer.
Me levanto com a mão na cabeça, pela dor chata que se instalou na mesma. Vou para meu quarto e entro no banheiro, ligo o chuveiro entrando de baixo do mesmo e deixo a água quente escorrer pelo meu corpo, quando repentinamente minha mente é tomada pela lembrança de Jack, me olhando nos olhos com aquele olhar provocante. Tento afastar aquilo da minha mente, afinal, isso não costumava acontecer... sempre transo com vários caras, às vezes nem mesmo seus nomes pergunto. Como poderia me lembrar tão claramente de alguem que vi por alguns segundos?. Saio do chuveiro me enrolando em uma toalha branca e macia, enquanto ando até o closet. Visto um short preto e uma camiseta rosa qualquer, ambos da Abbey Dawn. Vou pra sala e me jogo no sofá, com a TV ligada em um programa qualquer, sobre moda.
-POVs Jack-
Acordo ainda com a roupa de ontem a noite no meu sofá. Me levanto e vejo que um pequeno pedaço de papel cai do meu bolso, me abaixo e pego o mesmo, vendo o alguns números escritos no mesmo. Dou um breve sorriso ao me lembrar da garota loira com mechas verdes no cabelo liso, porém, bagunçado. — vadia — falo baixo, sozinho na casa, como sempre e me levanto novamente. Após me arrumar, pego o carro e vou até a casa na qual tinha visto a garota entrar na noite passada, com um bando de garotas e garotos bêbados, sentindo que era o lugar certo, sim, com certeza aquela era a casa dela. Não precisei nem ligar. Saio do caro e me dirijo até a porta depois da enorme entrada. Bato na porta com a mão em punho. Logo a porta se abre e em minha frente vejo a garota da noite passada, a qual, não sei o porque, não esqueci.
- Jack? — a garota diz, ao olhar pra mim de cima a baixo.
- Eu mesmo, baby... — continuo com um tom provocante — vim terminar o que começamos ontem... posso entrar? — sorrio de lado.
- claro — Avril me dá espaço e eu entro em sua casa. "caralho, ainda lembro o nome dela...", penso e ouço o back da porta que acaba de ser fechada pela garota atrás de mim.
- fique a vontade. Quer algo para comer? beber? — ela fala com sua voz doce, porém, carregada de safadeza o tempo todo.
- comer... — sorrio cafajeste, olhando pra ela, então a mesma retribui o sorriso e me puxa para um beijo pelo colarinho de minha camisa. Sorrio entre o beijo pelo começo dela e coloco minhas duas grandes mãos em sua cintura, apertando de um jeito moderado, retribundo o beijo. Ela morde meu lábio inferior. Empurro ela, prensando aquele corpo pequeno contra a parede da sala, encostando meu membro ereto coberto pela calça em sua intimidade coberta pelo pano de seu short, causando uma sensação pequena, mas boa, melhor ainda quando ouço o gemido breve e fraco vindo de Avril. Sinto a mesma levando suas pequenas mãos pra dentro de minha calça e jogo a cabeça pra tras — oh, baby... — rosno soltando um gemido baixo quando ela aperta de leve meu membro coberto pela minha cueca. Avril se inclina e sussurra em meu ouvido:
- Adoro quando me chama de baby... — morde meu lóbulo de leve e eu a prenso mais contra a parede.
- Aperta, baby... -sussurro em seu ouvido de meu membro que está em sua mão — forte... — e então sinto novamente sua mão apertando meu membro um pouco mais forte.
- Gosta disso? — ela sussurra em meu ouvido novamente e deixa um chupão em meu pescoço,
- muito... — rosno — quer me marcar, baby? sou seu essa noite...
- quero... — ela aperta meu membro, forte mais uma vez e ao mesmo tempo, com a outra mão dentro da minha camisa, deixando arranhões fortes em minhas costas.
- Porra!! — me arrepio — ... não me provoque... — a garota provocante repete os movimentos e suussurra:
- porque? o que vai fazer comigo?
- Vamos pro quarto... vai me conhecer melhor e vai ver que não deve me provocar — a encaro sério, com luxuria no olhar e então Avril me puxa pela escada até seu quarto e ao entrar ela se vira pra mim.
- me mostra...
Sorrio safado, fecho a porta do quarto com o pé e a empurro, a jogando na cama, me deito rapidamente encima de seu corpo e tiro sua blusa, passando minhas mãos pelo sutiã dela.
- Isso... — meu cabelo é agarrado pelas mãos delicadas dela, e são levemente puxados para ela. Sorrio cafajeste ao perceber que o sutiã é de frente, o abro rapidamente jogando o mesmo em qualquer lugar do quarto ecomeço a chupar um seio e o outro fico apertando com a mão, o massageando, enquanto ela geme. Tiro minha mão de seu seio e vou com ela até sua intimidade, abro o zíper de seu short e estímulo seus dois lábios da intimidade, ela geme mais alto.
- você sabe como deixar uma garota louca... — Avril diz entre gemidos.
- essa é minha especialidade, baby... — falo rouco em seu ouvido. Tiro minha mão de dentro do short dela e o abaixo com tudo, jogando ele em qualquer lugar do quarto.
- então quer dizer que você nunca namora? só sai pegando várias por ai?
- eu sou puto, baby, não sou de namorar sério- falo rouco enquanto ela abre o zíper da minha calça e começa a baixa-las com os pés e eu ajudo a tirar a mesma de meu corpo.
- percebeu? uhm...
- odiei sua cueca! ela está atrapalhando tudo! tira isso agora!
- tira ela você... aproveita e brinca com meu brinquedo...
-não precisa falar duas vezes. — sorrio mordendo meu lábio e a garota se vira ficando por cima de mim, e agarra a barra da minha box com os dentes e a tira de mim. Passa a língua na cabeça de meu membro e elogo o enfia na boca, fazendo movimentos de vai e vem em uma velocidade normal.
- oh, isso baby — jogo minha cabeça para trás de prazer — língua quente, meu deus... — Ela passa os dentes de leve enquanto chupa e eu me arrepio e passo uma das mãos em seu cabelo, fazendo um rabo de cavalo no mesmo, fprçando o rosto dela chegar mais perto do meu membro duro. Ela aperta minhas coxas e as mesmas, dando uma mordida em meu membro ereto e duro. Empurro sua cabeça para trás — não quero gozar desse jeito baby... — a pego pela cintura e a deito na cama, tiro minha camiseta, jogando longe a mesma e vou até a calcinha da Avril — é nova?
- sim.
- prometo que te dou outra novinha depois — pego as duas partes da calcinha e a rasgo, jogando no chão.
- wow!
- xiiu! — aperto forte a coxa dela — fica quietinha. — abro suas pernas e passo de leve meu dedão por sua intimidade, enfiando e tirando logo em seguida enquanto ela desce as unhas pelo meu peitoral, deixando linhas vermelhas em minha pele e geme com o o meu toque — não aguento... — tiro meu dedo e pego uma camisinha que estava na cama do meu lado, abro a embalagem com rapidez e visto a camisinha em meu membro, me posiciono em cima da Avril e enfio meu membro em sua entrada molhada, e ela geme alto, enquanto eu penetro rapidamente, tirando e colocando. Pego seus pulsos e os seguro em uma mão prendendo eles com minha mão na cabeceira da cama.
- isso não vale... — ela fala entre dentes.
- tudo vale, baby — abro ainda mais suas pernas penetrando rapido ouvindo seus gemidos.
- assim eu fico sem movimentos... — ela fala baixo e eu solto seus pulsos e me viro, deitando na cama, com meu membro por inteiro dentro dela.
- agora você tem... — ela sorri com safadeza e começa a rebolar em meu membro, se apoiando na minha barriga — aperto forte a cintura dela — isso, baby! vai porra!! — ela acelera a velocidade. Rosno gemendo alto pra ir mais rápido — porra!! — ela joga cabeça pra trás gemendo — goza no meu pau, baby — falo rouco e ela rabola mais um pouco e goza mas continua. Com mais algumas reboladas dela gozo gemendo alto — gostosa! meu deus!
Avril sai de cima de mim de cima de mim, se deitando ao meu lado.
- você é gostoso de mais, meus deuses!
Pego o lençol e coloco em cima dela a abraçando. Tento normalizar minha respiração e percebo que ela ja havia conseguido isso com a dela.
- gostou...?
Faço que sim com a cabeça, já com a respiração um pouco normal, olho para seus lábios e ela se aproxima um pouco, passo uma das minhas mãos em seu rosto, fazendo carinho e ela sorri, puxo sua mandíbula de leve a beijando calmamente e elaretribui ao beijo movimentando a mão em meu cabelo. Paro o beijo, me levanto e sento na cama, passo minhas mãos em meu cabelo suado o bagunçando ainda mais.
- eu tenho que ir...
-POVs autora-
- já?!... — "porque eu quero que ele fique? o que está dando em mim", Avril pensa ao pronunciar aquilo. Pega uma camiseta grande que estava pendurada na cabeceira de sua cama e veste a mesma.
- quer que eu fique? — Jack a olha sorrindo de lado e ela apenas movimenta a cabeça em afirmação. — posso ficar, baby? — Avril o puxa pra um beijo e logo para.
- ainda pergunta?
Jack sorri e se levanta, veste sua box e se senta na cama olhando a garota loira sorrindo.
- que foi?
- nada não... — ele ri de leve e se deita na cama puxando Avril pela cintura, a abrçando — ta com sono, baby?
-um pouco cansada sim... — ela suspira — é tão diferente...
- diferente? — Jack começa a fazer carinho no cabelo dela.
- tipo... você durante o sexo... e agora...
- não é porque sou puto que eu tenho que tratar a mulher como lixo... — Avril sorri, mesmo não sabendo o porque seu coração estava acelerado — foi diferente com você...
- como assim?
- diferente, eu não sou assim... de ficar... eu termino e vou embora... já com você não...
- e não sabe o que o motivou a ficar?
- você foi o motivo. — ele a encara.
- eu...? — Avril apoia o queixo no peito dele.
- sim... você — sorri.
- eu não entendo...
- o seu jeito... eu não consigo explicar. Melhor eu ir embora — ele se prepara para levantar.
- meu jeito: uma louca que sai todos os dias para festas e boates. Bebe até cair. É tarada por pizza e por bundas e considerada uma sem noção.
- você é legal, divertida, gosta de festas, eu amo, beber até cair? sou ótimo nisso — ele da risada — pizzas? gosto mais de lasanha. — Avril segura o braço dele e ele olha pra mão dela em seu braço e ela sorri.
- tem certeza que vai embora?
- é o melhor... — no fundo ela sabia que era, porém, por alguma rasão que ela desconhecia, ela queria que ele ficasse.
- não é não.
- okay, eu fico... — Jack se deita novamente — tô cansado...
- dorme. — e ele coloca os braços por cima do rosto — só está cansado mesmo?
- você me cansou... — ele ri de leve.
- EU te cansei?
- não sou de ferro, baby
- achei que você era "incansável"... Mas parecia.
- quer mais? eu aguento. Incansável? estou te poupando, baby...
- uhum
- mas... — ri fraco — ai... ai..
- vou deixar você descansar um pouco — Jack gargalha.
- okay, baby... — ele segura o riso.
Avril levanta indo até o banheiro e Jack acompanha seus movimentos com os olhos, mordendo o lábio. Avril chega no banheiro e se livra de qualquer roupa que estivesse em corpo, jogando no chão sem se importar. Entra de baixo do chuveiro, após ligar o mesmo. Jack veste suas roupas em silencio, sem fazer o menor barulho, coloca seus sapatos rapidamente e vai pro andar de baixo, saindo pela porta com a cabeça cheia de pensamentos ao mesmo tempo e frustrado consigo mesmo. Logo chega em sua casa.
- VOCÊ TÁ FODIDO JACK! QUE PORRA! — ele grita consigo mesmo
Avril termina o banho e vai direto pro closet, se veste e vai pro quarto, mas não encontra Jack lá. Se senta na cama frustrada, lembrando do que Jack havia dito a ela.
- que caralhos aconteceu!? — ela diz a si mesma, apoiando a cabeça nas mãos — sabia que não deveria confiar em ninguem. Eu sabia, mas porque com ele me senti diferente? tão diferente? ARG! — Avril se joga na cama como se aqueles lençóis bagunçados e seu cheiro pudessem leva-la de volta.
Jack se levanta e sobe pro segundo andar da casa, tira suas roupas jogando elas no chão do quarto, vai pro banheiro e liga o chuveiro na água super gelada e enfia a cabeça nela, molha apenas a cabeça, e vai pro armário, pega qualquer box e a veste. Pega suas roupas que usou antes e as aproxima do nariz sentindo o cheiro doce, um cheiro tão suave da garota loira.
- Porra Jack! o que você ta fazendo, cara??! Tem vária meninas gostosas nos seus pés e você fica ai se fodendo por essa vadia. — fala frustrado pra si mesmo — eu tô ficando louco, meu deus... Eu não posso mais ver aquela garota...
- Essa não é a Avril que eu conheço. A essa hora você deveria estar em algum lugar fazendo loucuras e bêbada. Afinal, você sabe que ele não queria nada com você além de sexo e diversão. Como ele mesmo disse, ele é assim. Mas o pior é que eu gosto de putos — Avril fala consigo mesma.
Jack desliga todo e qualquer tipo de luz que tenha em seu quarto deixando ele completamente escuro, se joga na cama quase caindo por não estar enxergando completamente nada e pega o cobertor se enrolando no mesmo, entrando no mundo dos pensamentos — me deixa dormir, meu deus — implora para seus pensamentos.
Avril manda tudo pro inferno e deita de vez na cama, sentindo uma mistura de emoções pelo cheiro de Jack ainda estar lá e se enrola em um lençólois a cama ainda está quente. Um turbilhão de perguntas fazem sua mente girar a toda velocidade. Ela coloca os fones de ouvido no ultimo volume e tenta esquecer. Porém, uma tentativa falha.
Próximo capitulo...
-by lett sixx
Notas finais
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