The Game of Life

9 Сторнирование судьбы # Reversal of Destiny


Notas iniciais
Olá meus queridos e fieis leitores, estamos de volta com mais um capitulo bombástico. Como será que nossa Rose ficou depois de tudo que Janine lhe disse? Quero agradecer pelas estrelinhas e pelos comentários, vocês são uns amores, estamos muito felizes. Boa leitura, sugiro ler ouvindo a mídia

#ROSE#

Eu não consigo respirar, me levanto meio enjoada e tonta depois do que acabei de ouvi. Me afasto daquela pessoa que acaba de me falar que meu pai é um mafioso e tentou mata-lá. Como é que se respira mesmo? Sinto um aperto em meu peito, tento tossir para aliviar a pressão mas não resolveu. Saio do restaurante e ando em direção a fonte que olhei mais cedo. Deve ser um sonho, é isso um sonho ruim, tive esses sonhos por muito tempo, eles voltaram, eu preciso acordar, eu preciso voltar a minha realidade. Pressiono meus olhos fortes para ajudar e quando abro continuo no mesmo lugar, minhas lagrimas que antes não havia percebido estavam saindo acompanhadas de soluços e uma angustia tomou conta de mim, sinto meu coração acelerado, minha respiração esta rápida e descompassada. Deus me ajude, dai-me forças nesse momento, o que vou fazer agora? Coloco meu rosto entre as minhas mãos tentando apagar essa informação sem sucesso. Não sei quanto tempo fiquei ali, nem sei por que minha mãe não se aproximou para me apoiar, certo que eu não a queria perto de mim. Como vai ser daqui pra frente? Agora entendo a cara de pavor do meu padrinho quando mencionei no nosso almoço que eu pretendia voltar aos Estados Unidos. Jesus! Eu não posso voltar, e nem posso manter contato com minhas amigas lá, elas podem estar correndo perigo por minha culpa. Minha cabeça doía, minha garganta esta seca, preciso ir embora daqui, quero o colo da minha madrinha eles precisam me ajudar. Decido ir embora quando me viro vejo minha mãe se aproximar segurando um copo que acredito se tratar de água.

— Pegue, é água acho que você esta precisando. Ela fala me apoiando pelos braços e me direcionando para o restaurante que estávamos antes.

— Por que não me falou antes? Porque me deixou no escuro todos esses anos? Você tem ideia de como estou me sentindo ao descobrir que sou filha de um mafioso?

— Sinto muito filha mas eu não podia, eu preciso que você seja forte pois ainda não terminei de lhe contar tudo que aconteceu. Tome sua água, eu vou ali ver algo para comermos e você terá mais um tempo para se recompor, eu realmente preciso e quero lhe contar tudo, eu não aguento mais guardar esse segredo, tudo bem?

— Ok mãe, só me dê um tempo para absorver tudo isso tudo bem?

— Eu sei querida, eu sei e ainda sinto muito.

Minha mãe se afastou, mais ainda podia vê-la de onde estava, observei ela falar com a mesma mulher que nos recepcionou e logo elas se afastaram, minha mãe retornou a nossa mesa, ficando calada, apenas me analisando e aguardando eu permitir que continue. Será que eu ainda quero saber o que aconteceu? Eu terei forças para continuar ouvindo toda essa história e como será que tudo isso termina, isso termina? Terminou? Será que é isso que ela veio fazer, me contar que terminou e que esse criminoso está preso e fora de nossas vidas e que podemos agora ter uma vida fora de perigo? Porque eu estaria em perigo? Deus me ajude. Eu levo minhas mãos ao meu rosto inspiro fundo tomando a decisão mais difícil neste momento, levanto minha cabeça e olho diretamente nos olhos de minha mãe.

— O que você ainda tem para me contar é ainda pior e mais sórdido do que você me contou até agora? Ou fica melhor e tenho a chance de ter uma nova perspectiva de vida?

— Sinto muito querida irá ficar pior e quanto a perspectiva, será uma resposta sua após eu terminar, se você preferir, podemos continuar em outro momento.

— Não! Continue, a melhor forma de se tirar um curativo é de uma única vez.

— Tudo bem, as informações que irei lhe falar agora poucas pessoas sabem, espero que você a mantenha assim.

Apenas balancei minha cabeça no automático e a incitei a continuar, quero acabar com isso logo.

— Mantive sua paternidade escondida de quase todos; apenas seus padrinhos e Alberta sabem, os pais de Christian também sabiam e eles me garantiram que essa informação ficaria sob sigilo absoluto. O FBI jamais poderia suspeitar que eu havia me envolvido romanticamente com meu alvo. Quando estava com uns 8 meses de grávida, eu achei mais prudente me afastar para esperar por seu nascimento sem muito stress e eu estava bem pesada também, sentia muita falta de ar e meus pés, ah meus pés eram duas bolas. Minha mãe termina de falar dando um pequeno sorriso quando lembrou da gestação.

—Naquele dia a equipe do escritório fez um chá de bebê para nós duas. Eu estava voltando para casa e já havia arrumado minhas malas pois eu ia para casa de parentes na Pensilvânia, lá eu teria quem me ajuda-se quando você nascesse e também havia seus padrinhos, eles tinham saído do FBI para proteção de Eddie, assim que cheguei próximo da esquina onde costumava compra meu jantar, olhei pelo retrovisor e percebi que estava sendo seguida. Dei algumas voltas para confirmar minhas suspeitas e assim que pude avisei Alberta, ela começou a me auxiliar para dirigir para um local seguro. Fico olhando para minha mãe sem acreditar. Como tudo isso aconteceu e eu sem saber de nada? Tento manter a calma respirando bem fundo.

—Assim que consegui chegar ao endereço que Alberta me passou, percebi que o carro estava mais próximo e em alta velocidade. Encontrei o ponto que me foi informado e quando dei por mim percebi que estavam atirando em minha direção. Jogue o carro na ribanceira e logo após ouvi mais tiros. Quando percebi que dava para sair do carro não pensei muito, abri minha porta e pulei apenas segurando minha barriga e rezando para que você não sofresse nada com minha queda, me escondi e vi meu carro continuar descendo a ladeira com eles ainda atirando até que meu carro explodiu, fiquei lá por tempo suficiente para eles acreditarem que eu havia morrido na explosão.

—Mãe! Eu falo sem ter mais como conter as lagrimas. Minha mãe aguarda alguns minutos até que eu posso olha-la novamente e assim ela continua.

—Logo depois vi outro carro se aproximar, me escondi e me mantive o mais quieta possível, vislumbrei uma silhueta de mulher que me era muito familiar era Alberta, assim que ela teve a confirmação que era seguro ela me colocou no carro e me ajudou a chegar na casa de Mark e Oksana. Alguns dias depois, ela fez com que todos acreditassem em minha morte até mesmo a máfia Turca e isso incluía Abe o seu pai, assim vivemos por 10 anos. Mesmo eu trabalhando com Alberta eu não vivia me expondo. Minha mãe percebe que estou em choque com tudo isso mas decide continuar com a história. Meu Deus, o que será de nos duas?

—Até aquele fatídico dia em que você quase foi atropelada, a polícia da Pensilvânia acreditava que se tratava de um simples bêbado que havia perdido o controle, foi quando Alberta apareceu e me informou que a máfia sabia de meu paradeiro e que você é minha filha mas não sabiam da sua paternidade. O ataque era apenas um aviso, foi por isso que eu e seus padrinhos decidimos te trazer para Rússia, e eu voltei para o FBI oficialmente com o único propósito de acabar com todos eles até ter a garantia de que você estaria segura novamente.

— Você está me dizendo que o meu suposto pai mandou me atropelar para lhe mandar um recado? Ele ao menos sabe que sou filha dele?

— Não tenho certeza se ele sabe que você é filha dele, apenas sei que o pai dele, seu avô, faleceu faz uns anos e Abe além de casar também assumiu todo o legado do pai e que partiu dele o seu ataque. Fico olhando pra ela de boca aberta.

— Jesus! O meu pai que deveria me proteger me quer morta? Então eu estou fadada a viver escondida para sempre? Agora estou entendendo os motivos do meu padrinho treinar a mim e aos meninos, foi para que caso algo viesse acontecer nós saberíamos nos defender, quer dizer, defender a mim não é? Foi por isso, não foi?

— Sim, foi! Ele percebeu essa necessidade quando você sumiu e analisou que era mais prudente te treinar, como te propor isso levantaria suas suspeitas ele começou com os meninos e despertou seu interesse.

— Entendo! E por que não me contou tudo naquela época?

— Querida você tinha dez anos, estava perdendo tanta coisa como eu poderia destruir ainda mais você lhe contando que seu pai a queria morta? Eu preferi deixar para lhe contar quando você tivesse uma idade mais adequada como agora.

—Eu entendo, e esses sete anos que você sumiu? você não manteve contato porque tinha medo de rastrearem meu paradeiro né? Falo com meu olhar direcionado a janela, estava tão focada em meus pensamentos que nem percebi que haviam trazido lanches para nossa mesa, me virei a tempo de ver minha mãe pegar um pouco de suco e suspirar. Ela aparentava cansaço e tinha um semblante triste. O quanto minha mãe sofreu para me manter segura? Como eu fui cruel com ela por todo esse tempo, mais como eu poderia imaginar?

— Mãe! O que a senhora fez durante esses sete anos? Por que você reapareceu agora? Existe mais não é? Ainda não terminou?

— Eu voltei para Turquia e me mantive infiltrada para colher informações, e obtive novos dados para poder destruir toda a máfia e colocar seus lideres na cadeia por mais tempo do que seriam capazes de contar, mas á algumas semanas eu os perdi, eles sumiram do meu radar. Perdi contato com meu informante e não sei ao certo o que aconteceu, assim que verificamos isso, Alberta ordenou que eu retornasse aos Estados Unidos, foi quando eu vi que já estava muito tempo longe de você, era hora de ter contato com minha filha. Dou um pequeno sorriso pra ela. Apesar desse tempo todo longe de minha mãe sinto que preciso dela mais do que nunca.

—Eu solicitei para que eu trabalhasse com uma equipe russa que tem o mesmo propósito que é destruir e desmembrar a máfia Turca, que pelo que entendi é a grande responsável pelo sumiço de varias mulheres russas para tráfico humano e prostituição.

— O que você quer dizer é que esse tal de Abe sequestra mulheres aqui na Rússia para ser prostituídas na Turquia? Digo já colocando a mão no rosto, isso só pode ser um pesadelo.

— Não só na Turquia como em outros países daquele continente onde seus membros trabalham.

— Meus Deus, isso fica cada vez pior! Como você pôde se envolver com um mostro desses?

— Eu realmente achei que ele era diferente, pensei que podíamos ter uma vida juntos, eu o amava e lutei muito para não amar, apesar disso tudo ele me deu o melhor presente querida, ele me deu você, e o que me deixa ainda mais triste é que não encontrei nada que o incrimine de verdade. Todas as empresas que ele está à frente estão legalizadas e seguindo dentro do que é permitido, apenas as empresas que estão aos cuidados de sua esposa é que fazem o esquema criminoso, e é aí que eu não entendo! Parece que se trata de duas pessoas, o homem por quem me apaixonei, me fez feliz e me jurou amor e o outro que me faz uma emboscada e ainda manda atropelar minha filha. Isso esta me deixando louca. Ela leva as mãos a cabeça balançando de um lado a outro. Isso deve ter machucado ela por todos esses anos e eu ainda ajudei a piorar.

Assim que minha mãe começa a falar lembro que ainda estou usando o colar que ela me deu ontem, eu o toco e me lembro de suas palavras quando me deu, será possível?

— Mãe, esse colar que me deu ontem, você disse que o ganhou a muitos anos atrás foi ele que lhe deu não foi? Ela desvia o olhar dos meus, e tenho minha resposta.

— Porque? Como você espera que eu use algo dado por aquele homem quem vem nos fazendo tanto mal? Digo já o tirando do meu pescoço. Nunca que vou usar esse colar sabendo que foi dele, antes de o tirar ela segura minha mão e olhando em meus olhos.

—Filha não o tire! Sim, foi seu pai que me deu, ele me presenteou no dia que eu me entreguei a ele, eu era virgem e ele me disse que seria como se fosse nossa aliança de casamento até ele pudesse colocar uma em meu dedo. Naquele mesmo dia eu engravidei de você, esse colar representa um dos momentos mais felizes da minha vida, ele era o homem que eu idealizei, era o homem por quem me apaixonei, o homem que me deixou com algo lindo e maravilhoso, uma linda princesa que hoje é uma mulher feita, com um sonho lindo, você sabia que minha bisavó era Russa e que ela também patinava?

Olhei para o meu colar e percebi que era a única coisa que teria de meu pai, sendo mafioso ou não, querendo minha morte ou não ainda era meu pai.

— Mãe, vou usa-lo mas com uma condição, consiga dá um fim nesse problema e nos coloque em segurança logo ok? Falo já me levantando e li abraçando forte, dai então percebo minhas lágrimas e soluço, minha mãe retribui meu abraço jurando que fará o possível para resolver tudo.

— Rose, sua madrinha me disse que é uma excelente patinadora, preciso presenciar isso viu? Antes que eu esqueça, seu presente esta naquele envelope ali.

— O que é?

— Abra e saberás.

Não pensei duas vezes, abri o envelope e havia uma papelada dentro a removi e comecei a ler, minhas lágrimas apenas caiam e meu coração se alegrava. Como ela conseguiu meu Deus? Minha mãe está me dando o melhor presente do mundo! Não me contive e me joguei em seus braços novamente lhe pedindo mil desculpas por tudo que lhe disse nesses anos, por ter sido uma idiota, uma garota mimada e birrenta e que estava arrependia, que nunca imaginava o que vinha acontecendo.

— Mãe me perdoe por tudo, desculpa, me perdoe. Estava soluçando e sem controle.

— Shi, shi, calma querida! Não precisa se desculpar, você não tinha como saber, agora me diga você, gostou do seu presente?

— Como você conseguiu? Eu venho tentando isso a meses.

— Seus bisavós eram Russos, ai juntei minha influência no FBI e mais meus novos contatos com essa equipe de Rússia com quem irei trabalhar e me ajudaram a conseguir sua naturalização, agora você poderá participar das competições maiores e quem sabe uma boa equipe de patinação. Abro um sorriso maior do mundo por saber que também em meu corpo corre sangue de patinadora e não só de mafioso. Vida engraçada essa minha viu?

— Mãe, obrigada por tudo, obrigada mesmo, agora eu queria pedir algo a senhora. Falo voltando a me sentar.

— Diga, o que posso fazer por minha filha?

— Foram muitas informações que me foi dito, minha cabeça está quente, estou sem o que pensar, eu preciso colocar minhas ideias no lugar, você se importa de irmos embora? Eu lhe deixo em algum lugar, e depois quero ficar um pouco sozinha, você se importa? Vejo em seus olhos uma pontada de decepção.

— Oh querida! Achei que iríamos passar a noite aqui, tenho planos para nós duas queria um tempo com você, sei que não vou recuperar esses anos, mais queria ao menos lhe conhecer um pouco, ouvi suas histórias...

— Mãe, por favor agora não! Eu sei que precisamos de um momento nosso, mais não agora, não hoje. Me dê um tempo ok? Espero que minha mãe entenda, mas realmente é muita coisa e preciso achar alguma forma de colocar a cabeça no lugar.

— Tudo bem Rose, eu irei ficar aqui hoje, até porque eu ainda estou a trabalho e preciso me manter longe por um tempo, mas não como antes, teremos mais contato e poderei acompanhar seus passos mais de perto. Ela fala com um sorriso no rosto.

— Obrigada mãe, eu realmente preciso de um tempo para absorver tudo que você me contou, e agradeço por finalmente me contar tudo. Dou um beijo e um abraço em minha mãe e ando rápido em direção ao meu carro. Como estou agradecida por ter um carro hoje, por que do contrário eu sairia daqui correndo. Assim que me vejo na segurança do meu carro, não penso muito no que fazer apenas dirijo, não sabendo ao certo a direção que deveria tomar, só penso em tudo o que acabei de ouvir, tudo que minha mãe me contou, como eu serei ou me comportarei a partir de hoje? Começo a chorar e nem me dou conta de para onde vou apenas me deixo levar.

Assim que paro o carro percebo para onde eu dirigi, respiro fundo tentando me recompor, aqui era outro lugar onde eu me sentia segura, eu amo patinar. No ringue de patinação eu podia está em um mundo só meu, mas aqui? Aqui eu extravasava minhas raivas, minhas frustrações, meu ódio, eu conseguia descarregar tudo. Desço do carro e pego minha mochila da escola e vou em direção a entrada, cumprimento a recepcionista e vou ao vestiário, me troco e coloco uma roupa mas confortável. Vou direto para área da academia onde meu padrinho costumava nos treinar, estou tão presa em meus pensamentos que nem me dou conta de quem está realmente treinando ali hoje. Vou direto ao saco de areia, e começo a soca-lo com toda minha força.

Faço tudo sincronizado, me movimento na técnica que aprendi durante os últimos sete anos, vou dançando na frente do saco de areia, e desferindo socos sem me dar conta do tempo que estou fazendo isso nem tão pouco de quem está me acompanhando até o momento que sinto uma mão segurar meu ombro e dizer com tom firme para eu parar. Eu paro por alguns segundos e desfiro um último soco juntamente com um grito que expressa toda minha raiva, revolta, ódio e dor por tudo que tive que passar. Logo caio ao chão e sinto braços forte me acalentar só então percebo que é meu padrinho.

Ele me coloca em seu colo e diz que vai ficar tudo bem, que ele está ali, que ele não vai me deixar nunca, que eu apenas preciso ter paciência que tudo vai se resolver. Me dou conta que ainda estou gritando e minhas lágrimas não param de cair. Nesse momento meu padrinho me deixa e vai em direção aos meninos e só ai que percebo meus irmãos, eles também estavam treinando e havia outros ali, acho que são da equipe de hóquei, e entre eles tem um que chama a minha atenção. Aparenta ser mais velho, mais maduro, moreno com seu cabelo na altura do ombro. Viro meu olhar paro o chão, não tenho tempo para saber de quem se trata tenho problemas maiores agora. Eu ainda estou com adrenalina, enxugo meu rosto, levanto e volto a distribuir soco no saco de areia a minha frente, meu padrinho apenas se senta ali próximo e espera eu ficar exausta. Nem sei ao certo em qual momento eu apaguei, apenas me deixei ser levada pela escuridão, pois assim eu poderia esquecer esse dia, que começou bem em meu restaurante preferido, ganhando um carro e terminei descobrindo que tenho sangue de um mafioso em minhas veias.

Notas finais
Nossa pequena Rose está despedaçada, além de descobrir tudo sobre seu pai, terá que mudar todos os seus planos de futuro como voltar aos Estados Unidos para estudar e tentar sua carreira na patinação. Olha quem apareceu e chamou a atenção de Rose, será que é ele? certo que ela não deu muita bola, mais foi marcante né? Não esqueçam de votar e comentar, e logo estaremos de volta com mais capítulos para vocês. Beijos meus amores.