The Game of Life

3 Возрождение прошлого # Reviving the Past


Notas iniciais
Olá fofuxos e fofuxas estamos de volta com o segundo capítulo saído agorinha do forno. Não teremos data certa para as postagens, sempre que tivermos capítulos prontos iremos postar logo. Boa leitura.

#Janine #

Após chegar em meu apartamento depois de um dia exaustivo, tomo um banho demorado e vou para a cama. Olho em direção a cabeceira e vejo a foto de Rose com 1 ano vestindo sua roupinha para o Halloween em sua primeira festinha na casa dos seus padrinhos.

—Rose filha, que falta eu sinto de você! Mas prometo que enquanto estiver aqui em Washington, não descansarei pra colocar essa máfia que seu pai e aquela mulher que ele tem como esposa, na cadeia. Só assim você e eu estaremos salvas.

Depois de um longo tempo olhando para a foto de minha pequenina bruxinha e chorando por lembrar que estou perdendo os melhores momentos da minha filha na pré-adolescência, eu finalmente consigo dormir.

—Essa não! Digo já colocando a mão na cabeça.

O que foi Jane? Levanto a cabeça dando de cara com minha chefe Alberta Petrov.

—O motorista e imbecil que tentou atropelar a Rose, está solto, será que descobriram o esconderijo dela?

—Calma Jane! Só quem sabe que Rose está bem longe daqui é você e eu. E você acha que eles não teriam tentado alguma coisa se não soubessem onde ela está? Essa máfia tem contatos pelo mundo e você sabe como é difícil rastreá-los.

—Só tá sendo difícil a cada dia ficar longe da minha filha.

—Eu sei, mas você sabe que é para o bem dela e você tem que se manter focada para conseguir juntar provas suficientes para condená-los por muito tempo. Alberta fala já se aproximando de mim para me dar um tapinha em minhas costas.

— Sei que tenho que fazer isso por ela e por isso estou aqui. Digo já me levantando.

—Jane, eu vou mandá-la para a Turquia e você vai disfarçada também fisicamente, caso eles tenham informantes na alfândega. Quero que você tenha extremo cuidado, você é a única que pode solucionar esse caso com rapidez e também a única com motivação suficiente para que tudo saia com perfeição.

—Sei que é arriscado, mas por minha filha enfrentarei qualquer coisa e qualquer um para manter ela segura. Quando partirei?

—Você vai, assim que consegui obter as informações sobre a atual localização deles, para que você possa iniciar com as investigações a partir dai.

—Tudo bem, eu vou falar com os padrinhos de Rose para deixá-los informados sobre essa viajem, já que não vou poder ter contato com eles enquanto estiver lá.

—OK! Vou começar com as ligações e quando estiver tudo certo para sua partida aviso. Alberta termina de falar e sai em direção ao seu escritório que fica próximo ao meu.

—É, terei que esperar para começar a agir, mas nada irá me parar. Eu vou colocá-los na cadeia ou não me chamo Janine Hathawey!

Após fazer relatórios e ligações para agilizar minha ida para a Turquia, decido ir para a casa. Pego o elevador e desço para o estacionamento, Mas antes de ir para o meu carro, resolvo caminhar um pouco e ver a melhor maneira para explicar a atual situação em que me encontro para Mark e Oksana, já que terei que manter o minimo de contato com eles. Quando finalmente decido ligar para os meus amigos e padrinhos de Rose vejo que meu telefone já estava tocando com a imagem de Oksana na tela e tenho a péssima noticia que nenhuma mãe gostaria de ter.

—Jane, sua filha sumiu, mas calma chamamos os policiais e estamos fazendo de tudo para resolver. Responde Oksana com uma voz trêmula.

—Calma? Você me liga e diz que minha filha de 10 anos que está em outro país para ficar protegida porque tem gente tentando mata-lá e você me vem com essa de calma? Cadê minha filha Oksana?

—Os amigos dela de escola não sabem onde ela está meus filhos já foram nas ruas atrás dela, mas continuamos sem noticias. Ela saiu na hora do almoço, zangada com a mesma história de que ninguém a quer ou porque veio pra cá. Oksana termina de falar com a voz abafada como se estivesse prestes a chora.

—Jane, me perdoe, sei que ela é nossa prioridade. Fizemos de tudo para tentar manter ela a salvo nesses últimos dias, mas adolescentes são complicados, ainda mais quando tudo está favorável pra isso. Já chamamos a policia. Liguei pra manter você informada, mas não se preocupe que moverei céu e terra para procurar a Rose! Quando a Oksana termina de falar, eu não aguento mais a dor que se estalou em meu peito e começo a derramar lagrimas pelo rosto.

—Ela é tudo pra mim Oksana, eu não tenho ninguém. Digo sem conter os soluços que tentei segurar.

Quando enfim enxugo as lagrimas, consigo ouvi os garotos gritarem OLHA ELA.

—Jane, ela chegou! Graças a Deus ela esta bem, ligo pra você assim que terminar de falar com ela e saber onde ela estava.

—Ok! Digo já desligando o telefone. Sei que Rose é teimosa demais, mas espero que dessa vez tenha sido uma birra e que ela perceba como deixou a todos preocupados.

Depois de um longo tempo vou para casa e tomo um banho rápido, sem nem pregar o olho, finalmente Mark me liga avisando que Rose tinha ficado rodando de bicicleta pelas ruas e praças da cidade e não tinha visto o tempo passar. Segundo ele, eles deram uma bela bronca A LA JANINE e que ela estava de castigo...

Sabendo que ela estava bem, aproveitei e falei sobre a ida para a Turquia e sobre o tal motorista que já estava à solta.

—Mark, eu uma vez chegando a Turquia vai ficar muito mais difícil manter contato, não posso arriscar caso seja descoberta e seja grampeada.

—Eu sei Jane, mas se tem uma pessoa que pode solucionar esse caso mais rápido é você! E cuidaremos da Rose, afinal sou o padrinho e tenho um enorme carinho de pai por ela. Você pode ter certeza que depois desse episódio de hoje, vou manter os olhos mais atento em relação a ela. Mark diz numa voz tranquila, fazendo assim meu corpo relaxar um pouco.

—Mark nem sei como li agradecer, mas irei sim, esgotar todas as minhas forças se for preciso, para garantir a segurança de Rose.

—E quando você irá?

—Ainda não sei, mas irei avisá-lo e Mark, não contem para Rose que vocês conseguiram falar comigo. Ela tenta me ligar direto, mas tenho medo de que caso fale com minha filha muito tempo, eu desista de tudo e vá para a Rússia cuidar dela. Sinto muito saudade dela, mas se eu for, sei que nos colocarei em perigo.

—Tudo bem Janine e não se preocupe, cuidaremos bem dela ate que você possa fazer isso, assim que conseguir mandar os bandidos para a cadeia.

—Obrigada Mark. Digo e desligo o telefone.

Quando assim adormeço, sonho com minha filha dando os primeiros passos vindos em minha direção.

Depois de três semanas planejando minha ida para a Turquia mudando documentos com identidade falsa, roupas e cabelo. Finalmente chega o dia que terei que partir rumo à salvação da minha filha, já que essa missão depende disso para que eu e Rose fiquemos a salvo. Já havia avisado a Mark e Oksana sobre o dia da minha partida e não consegui evitar de falar com Rose pelo menos alguns minutos que fosse, mas foi a força que precisava para seguir em frente. Com os cabelos loiros, de óculos, chapéu, calça jeans escura, blusa preta e casaco, tudo para que não seja reconhecida eu finalmente embarco no avião.

Terei algumas horas de vôo, mas não conseguirei dormir sabendo que essa missão É MINHA VIDA e terei que encarar o meu passado novamente com Abe sendo o meu foco nessa nova jornada, ele não sabe de Rose e se depender de mim nunca saberá. Ele tem uma mulher que não é flor que se cheire já que está no mundo do crime e segundo os meus informantes, foi ela que mandou me matar quando Rose ainda estava em minha barriga. Com ela terei contas a acertar mais pro lado pessoal, mas o Abe não será peso morto nessa minha vingança. Por duas vezes tive minha vida posta em risco por causa dessa família, e não terei arrependimento algum quando colocá-los atrás das grades.

Após 12 horas de voo, finalmente aterrissamos e vou direto para a esteira pegar minha mala e encontrar um táxi para me levar ao hotel que já havia reservado. Depois de um banho e jantar alguma coisa, decido revisar as papeladas que Alberta já tinha enviado por e-mail. Eu finalmente sou vencida pelo cansaço e vou direto para a cama.

Antes que o sol nasça por completo já estou de pé e com vontade de caminhar e observar as redondezas, então decido colocar roupas mais aconchegantes por causa do frio, pego meus óculos e visto uma calça, um casaco preto e um gorro.

Saio em direção ao parque. Vejo varias pessoas caminhando com seus cachorros, crianças nos carrinhos e seus pais correndo em volta. Sinto inveja deles! Eu penso, mas logo sou tirada desse sentimento, quando vejo um dos lugares que supostamente é uma das casas que Ibrahim e sua máfia lavam dinheiro.

É uma casa noturna ao longe, que tem uma discreta fachada, admito, quem não sabe onde procurar imagina que é um simples bar, mas como já sabia que ficava perto do parque decidi dá uma olhada. Quando completo minhas observações, decido voltar ao meu apartamento, quando chego vou direto para o banheiro e tomo um rápido banho, eu peço serviço de quarto para tomar café da manhã e iniciar as investigações com força total.

Quando chega a noite, pego meu vestido preto decotado, coloco uma maquiagem discreta e vou para a casa noturna que vi pela manhã.

Ao chegar, já vejo alguns homens que investigava no tempo do pai de Abe, escolho uma mesa mais distante possível em um canto do bar e peço uma bebida para o garçom. Depois de alguns minutos ele chega com meu drink, um gym com bastante limão do jeito que gosto. Observo os homens por um longo período e percebo que um deles não tira os olhos de mim, ele faz sinal para que eu o permita que venha a minha mesa e eu digo que sim só movimentando os lábios. Essa é minha chance, eu penso. Quando ele vem a minha mesa, ele pede ao garçom que traga outra bebida para mim do mesmo tipo que tem em minha mesa, o garçom sai em seguida, nos deixando a sós.

—İyi akşamlar bayan. Oturabilir miyim?

—Como? Digo com um inglês bem firme. Mesmo sabendo um pouco desse idioma, para o que pretendo fazer, preciso de toda clareza em uma conversa.

—Americana? Ele pergunta se aproximando mais.

—sim! Digo o olhando bem em seus olhos.

— Eu dizia... Boa noite senhorita. Posso me sentar?

—Boa noite, senti-se! Digo com um sorriso no rosto, vai ser mais fácil do que eu pensava.

—Qual o seu nome? Pergunto a ele

—Meu nome é Baruc Boaz, e o seu?

Meu nome é Ayla, prazer em conhecê-lo senhor Baruc.

Depois de alguns drinks, conversas sobre o que me trouxe a casa noturna sozinha, finalmente fomos em direção a saída e ele me convida para ir com ele. Agradeço à gentileza e nego a investida, mas o mesmo não se da por vencido e pede meu numero, após passa o numero do celular que servirá como disfarce, eu vou para o meu hotel, já com a intenção de fazer o relatório dessa noite.

Sem nem precisar ir para a cama com ele, coisa essa que preferiria torturá-lo a fazer tamanha burrice, depois de alguns flertes e investidas dele, pra tentar me impressionar, me fala que trabalha para gente muito importante e quê um deles é dono do lugar onde estávamos, ele me confessou que quem administra aquele lugar é a esposa de um grande empresário e que caso precisassem de alguma coisa eles sempre o chamavam para resolver algum problema. O tal do Baruc se denomina Braço Direito da esposa que ele acabou dizendo o nome depois do quarto drink. Tatiana, Isso era tudo que eu precisava para continuar aguentando as investidas de um bêbado.

—É, minha caçada a família Ivashkov E Mazur começou.

Notas finais
Nossa! que capítulo foi esse garota. Janine tava poderosa né? Como será as coisas daqui pra frente??? Não esqueçam de votar e comentar. Bjs a todos.