Notas iniciais
Olá meus amores ^-^

Uma rápida apresentação, meu nome é Carol e a um tempo atrás eu postava fanfics por aqui com outros temas(em outra conta) e me peguei re-assistindo Glee esses dias. Então essa história surgiu em minha mente.

É um drama romance que eu tenho o maior orgulho de ter começado. Essa história também esta sendo postada em outro site, mas não conseguir me render tentação de voltar correndo para o Nyah, meu lar!

Espero ter algum comentário, porque eles seram respondidos de coração. ♥

Era mais um dia na vida de Blaine, mais um dia em que ele se perguntava aonde exatamente havia errado (ou acertado). Desde pequeno ele tinha aprendido que amor era amor, não importava raça, cor, gênero ou opção sexual, mas o mundo tinha lhe ensinado isso de uma forma diferente. Aos 12 anos ele tinha dado seu primeiro beijo, algo bobo, algo infantil, um selinho que fora de longe totalmente insignificante. Esse é apenas o primeiro, vai melhor, pensou ele assim que acabou. Seria estranho não sentir toda a "excitação" que os amigos sentiam, todos aqueles hormônios presentes querendo sair? Bom, ele tentou, muitas vezes.

Aos 15 anos ele estava preparado para sua primeira experiência sexual, mesmo não sabendo bem onde deveria colocar sua mão ou o que deveria fazer quando chegasse o momento crucial. Tina era o nome dela, tímida, pequena e charmosa, e totalmente engraçada. Blaine ficará tão nervoso que perdeu a conta de quantas vezes tentará abrir o sutiã da moça ou quantas vezes havia olhado para suas partes baixas pensando: Agora é a sua vez, faça sua parte. Tina perceberá o desconforto do jovem e fez o possível para que aquele momento durasse, até demais. Blaine perderá sua virgindade na casa daquela que viria a ser sua melhor amiga, mas ainda assim, ainda tendo uma das meninas mais bonitas da classe em sua cama, ele se sentia confuso, aquilo não era para ele, não mesmo.

3 anos conturbados se passaram, e com o tempo Blaine esperava o momento certo onde ele sentiria uma força dentro de si, aquela paixão que todos tinham na adolescência, e ela veio, da pior forma possível. Seu nome? Jake Puckerman, o jogador de basquete. Ele não sabia explicar como começou, mas seu corpo mudava perto do jovem. Seus lábios ficavam secos, a barriga mexia de uma forma engraçada e só de pensar em ter o corpo de Jake perto do seu lhe deixa animado, daquela forma. O que fazer? Devia ele procurar ajuda? Estaria ele com problema? Ou seria como fora dito a ele no jardim de infância: toda forma de amor é amor, encontre a sua. Bem, ele deveria ter ficado quieto, não deveria ter corrido atrás, fora a partir dessa paixão que seu inferno pessoal começou.

Declare-se para Jake não fora difícil, difícil era aceitar que o jovem Puckerman havia rido de tudo que Blaine dissera. Difícil era acreditar que ele espalhou para toda a escola e no dia seguinte Blaine já havia sido rotulado por algo que não era. Ou era? Ele pensará na possibilidade de ser gay, mas tal palavra lhe causava terror. Homossexuais eram espancados, violados e assassinados todos os dias na américa, porque ele deveria fazer parte de tal porcentagem? Ser mais uma foto entra tantas na parte in memorial em outra parada gay?

— Esse é você, aceite, abrace, lute pelo seu direito de amar — Tina lhe disse assim que o moreno teve a chance de revelar tal pensamentos e desejos a amiga.

E ele fez. Todos que lhe jogam piadas na escola eram ignorados, e aqueles engraçadinhos que tentavam ser um tanto intimidador acabam amedrontados porque o tal "veadinho" sabia muito bem como começar (e terminar) uma briga.

Não demorou muito para fofoca cair na boca de toda a cidade, e dessa forma chegando ao ouvido dos Andersons, deixando Blaine apreensivo com tais reações. A mãe chorará, gritando dissera que não aceitava o filho daquela forma, seu caçula, sendo uma aberração, sendo seu maior desgosto. Blaine não ficará chocado com o discurso da mãe, Angélica era de longe uma pessoa fora do tempo, um tanto exagerada e preconceituosa, ele sabia que não seria fácil. Porém a reação de seu pai o deixará emocionado.

— Sua mãe é daquelas você a conhece — dissera Michael, tocando o ombro do filho — Eu sei que não vai ser fácil, meu filho, o mundo não aceita quem é diferente, não aceita quem é especial. Você é meu filho, meu caçula, e eu não poderia querer mais do que a sua felicidade. Só me prometa manter os pés no chão, nem todos vão aceitar, nem todos vão te apoiar, e sinceramente, vejo que isso começara em casa. Mas você é forte, vai aguentar, vai lutar e eu estarei aqui.

De fato, Michael Anderson era o melhor pai que Blaine poderia pedir, mas assim que sua inscrição para a Universidade de Nova York forá negada e ele se virá preso em Lima, como sua mãe lhe dando olhares pesados e carregados de ódio, Blaine soubera que a vida seria difícil, impossível.

Agora ele pensava em tudo que havia passado para chegar naquele momento e suspira, sabendo que pela primeira vez em anos havia motivos para lutar, motivos para acordar de manhã e sorrir. E esse motivo dormia ao seu lado, ele iria lutar pelo seu direito de amar, iria lutar por Kurt Hummel.

Notas finais
Então? Continuo? Alguém curioso?
Sei que não dei muitos detalhes, foi mais para uma apresentação do personagem central da história. Boa parte da fic esta em 3º pessoa, mas ela se passará muito aos olhos do que acontece com Blaine, porque ele sempre foi e sempre será meu personagem favorito. ♥33
Outra coisa, o romance será sobre Klaine, mas terão casais secundários que ficaram em certo foco, assim como alguns personagens.
MAS ENFIM, ESTOU TÃO EMPOLGADA DE VOLTAR PARA CÁ... Me digam o que acharam, como disse mais acima terei o prazer de responder todo comentário.

BEIJO DE ALGODÃO! ♥