The Final Plan - TINP
6 That is not possible - A primeira ameaça.
Notas iniciais
EU AMEI ESCREVER ESSE CAPITULO!!!!
TEM O HARRY, A GINA, TEDDY! AAAAAAAAAH
AUHUHAUHA, SOU FELIZ, OK?
Capítulo 6 – A primeira ameaça.
– Vai ser estranho – Anne murmurou.
– Estranho? Vai ser torturante te ver e não poder te beijar – diz Tiago.
– Para, Tiago – disse a garota rindo com o rosto corado.
– Quero te mostrar uma coisa – disse pegando um pergaminho no bolso – Eu juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom.
Deu uma batidinha com a varinha no pergaminho e no mesmo instante apareceu a saudação dos Marotos. Passou o pergaminho para Anne.
– Aluado, Rabicho, Almofadinha e Pontas? – perguntou.
– Era do meu avô, foi ele e os amigos que criaram, depois achei no meio das coisas do meu pai e peguei para mim – deu de ombros.
– Qual é o seu avô?
– Pontas. O Almofadinha era o melhor amigo dele, Sirius.
– Tiago Sirius.
– Sim. Sirius foi padrinho do meu pai, ele sempre dizia que eu teria adorado conhece-lo.
– Seu pai teve muitas perdas – murmurou.
– Não só ele, mas acredito que ele tenha sido o mais prejudicado. Voldemort tirou quem ele mais amava.
– Você deve saber tudo sobre o que aconteceu, não é?
– Ele não gosta de falar muito sobre isso, mas sim, eu sei. Tenho orgulho dele, meu pai é meu herói.
– Não apenas seu, mas de toda a comunidade bruxa também – brincou.
Tiago revirou os olhos e sorriu. Olhou em seu relógio e fez uma careta ao ver que era uma e meia da tarde, ou seja, dali a meia hora seria o treino.
(...)
A mansão Black estava silenciosa no primeiro andar. Monstro subia as escadas tão conhecidas por ele, com pressa, tinha que entregar a carta que Tiago havia pedido. Chegou à biblioteca e escutou a voz do seu senhor.
– Teddy, não adianta discutir. Você ficará aqui e pronto.
– Mas tio, qual é o problema de eu ir sozinho?
– O problema é que vinte e cinco Comensais da Morte fugiram de Azkaban e simplesmente sumiram! Não é seguro ficar saindo por ai.
– Há essa hora eles já devem estar em Marte! – brincou Teddy Lupin.
Monstro sabia que não devia escutar a conversa de seu dono, por isso, bateu na porta e logo a abriu.
– Senhor, o garoto Tiago pediu para que eu lhe trouxesse isto – entregou a carta a Harry que franziu o cenho.
– Obrigada, Monstro.
O elfo fez um reverencia e saiu apressado da sala. Teddy olhava para a carta nas mãos do padrinho.
– Problemas? – perguntou.
– Não sei ao certo. Tiago nunca pede a Monstro para trazer uma carta a mim.
Harry abriu o envelope e leu a carta. Chocou-se ao ler o nome de Dumbledore ali e absorveu o aviso da carta. Tiago dizia ao pai para tomar cuidado.
– Harry? – Gina chamou assim que passou pela porta.
– O senhor está na biblioteca, minha senhora – Monstro respondeu pegando o casaco dela.
– Obrigada.
Gina sobe as escadas com pressa. Deveria avisar o marido da visita que receberiam dali a alguns minutos e da estranha movimentação que tinha na frente de casa.
Deixa uma batida discreta na porta e em seguida a abre. Encontra Teddy que fitava o padrinho com curiosidade e o marido que parecia ler uma carta.
– Algum problema? – ela pergunta.
– Tiago enviou mais uma carta. Leia. Preciso falar com Rony e Hermione.
– Tem uma movimentação estranha ali na frente. Você deveria olhar primeiro.
Harry assentiu e desceu. Pela janela pode ver o que a esposa queria dizer. Havia três homens grandes, com roupas todas pretas e olhavam diretamente para a casa. Como se esperasse alguém. Lembrando-se da carta de Tiago, Harry enviou Patronos avisando Rony e Hermione do perigo.
– Harry? Se o que Tiago diz aqui é verdade, todos correm perigo. Neville, Luna, Simas, meus pais, Gui, Carlinhos... São inúmeras pessoas – diz Gina preocupada.
– Calma, use a Capa da Invisibilidade para avisar seus pais, aparate daqui mesmo. Preciso ir até Hogwarts conversar com Tiago e Minerva.
– Você irá até Hogwarts? Leve você a capa, eu uso o Feitiço da Desilusão.
– Tudo bem, mas tome cuidado – depositou um beijo em seus lábios e saiu à procura da Capa da Invisibilidade.
(...)
Harry aparatou próximo ao Cabeça de Javali e não se surpreendeu ao ver os homens de roupa preta rondando Hogsmead. Usava a capa, por isso, eles não poderiam vê-lo, mas seria um problema passar pelos portões de Hogwarts.
Ele poderia entrar pela passagem secreta feita pelos membros da AD na época em que ele estava atrás das Horcruxes. Decidiu que isso seria o mais prudente. Entrou no bar e encontrou Aberforth limpando os copos sujos com um pano mais sujo ainda.
Verificou se tinha alguém no bar antes de despir a capa e se virar para Aberforth.
– Potter – cumprimentou.
– Olá Aberforth. Como vai? – perguntou Harry.
– Bem. Já esperava sua visita.
– A passagem do quadro de Ariana ainda está aberta?
– Sim. Você já sabe o caminho, não é?
– Sei.
(...)
A passagem estava apertada e Harry sentiu falta do Mapa dos Marotos que Tiago havia pegado e achava que o pai ainda não sabia sobre isso. Harry caminhou por um bom tempo até chegar à Sala Precisa, que estranhamente tinha uma porta que dava para os corredores de Hogwarts.
Ainda sob a capa ele abriu a porta e logo se encontrava no corredor do sétimo andar, seguiu até a gárgula que dava acesso a sala de Minerva McGonagall.
Disse a senha tão conhecida à gárgula e subiu os poucos degraus. Logo bateu duas vezes na porta e despiu a capa. Minerva abriu a porta, já esperava a visitar do ex-aluno.
– Harry, entre.
Potter cumprimentou a atual diretora e seu olhar foi para o quadro atrás da mesa da diretora.
– Ele não está. Foi para o seu retrato no Ministério – Minerva disse ao ver o olhar de Harry para o quadro – eu já esperava a sua visita desde depois que Tiago apareceu junto com a filha dos Carter.
– Soube apenas há algumas horas – disse – Precisamos reforçar a segurança do colégio. Vou manter Gina em casa, Rony com certeza fará o mesmo com Hermione. Neville e os outros também precisam se cuidar, inclusive você Minerva.
– Aceito reforçar a segurança do colégio, desde que isso não envolva dementadores. Assim como Alvo, eu não confio neles.
– Você sabe que eu também não. Kingsley Shacklebolt, o ministro, também não gosta dos dementadores, mas as pessoas se sentem mais seguras com eles.
– E o que você vai fazer, Harry? Sabe que entre todos, você é o que corre mais perigo.
– Era isso que estava escrito na carta que Tiago me mandou, mas eu não posso ficar em casa enquanto todos correm perigo. Não fiz nada ainda porque queria verificar a segurança de cada um. Você também corre perigo, assim como todos os outros que nos ajudaram a derrotar Voldemort.
– Eu estou em Hogwarts, não abandonei essa escola antes e não é agora que vou fazer isso. Aceito aumentar a segurança aqui por causa dos alunos e professores.
– Então estamos de acordo. Posso dar uma volta no colégio, Minerva?
– Claro – sorriu McGonagall – e eles estão no treino de Quadribol.
Harry sorriu e lançou um olhar para o quadro de Dumbledore que ainda estava vazio. Virou-se para ir embora, mas antes que ele fizesse isso, Minerva disse:
– Eu fiz bem em discutir com Dolores Umbridge. Você se tornou um ótimo auror – sorriu orgulhosa.
(...)
Harry observava o treino da equipe de Quadribol com orgulho, sempre procurando os filhos. Sorriu ao subir a arquibancada e encontrar a caçula olhando para os irmãos sem nem piscar. Assim como o resto da família Lílian amava Quadribol, mas tinha medo de altura, por isso, não gostava de jogar.
– Lílian? – Harry chamou.
– Pai? – a garota correu e o abraçou – não sabia que você viria. Estava morrendo de saudades.
– Vim de ultima hora – sorriu para a filha, que era a copia da mãe – como estão às aulas?
– Está indo bem. Hagrid sempre pergunta por você. Pai, você me disse que aprendeu a fazer o feitiço do Patrono quando estava no terceiro ano, eu estou no terceiro ano e não aprendi ainda – murmurou triste.
– Eu não aprendi em aulas, filha. Foi o pai de Teddy que me ensinou – afirmou.
– Então você me ensina? – perguntou Lílian animada.
– Ensino, mas outro dia, sim? – beijou a testa da menina e ambos voltaram sua atenção para o treino.
Harry estava orgulhoso. Tiago tinha organizado um time muito bom, Alvo, Tiago e Rose eram ótimos artilheiros. Hugo conseguira agarrar várias goles, Fred e Frank desviavam todos os balaços. Anne capturou o pomo inúmeras vezes. Assim que Tiago decretou o fim do treino, Harry desceu até o campo, ainda encontrando os filhos e os sobrinhos.
– Pai? – Alvo perguntou surpreso.
– Olá filho – sorriu Harry – como vão? – ele perguntou aos outros.
– Bem – respondeu Rose – aconteceu alguma coisa, tio?
Rose sabia da fuga de Azkaban e como seu pai era um auror foi impossível não se preocupar ao ver o tio os visitando no colégio, já que isso acontecia só quando algo realmente importante acontecia.
– Ainda nada – disse apenas – gostaria de conversar com Alvo e Tiago – disse olhando para os filhos.
Os outros assentiram e começaram a se retirar. Harry olhou para a garota ao lado de Tiago e perguntou:
– Você é a filha dos Carter, não?
– Sim.
– Você poderia ficar? Gostaria de conversar com você sobre o que Dumbledore lhe disse.
Alvo fitava o pai sem entender, assim como Rose ficou preocupado quando viu Harry no colégio, sabia que o pai só apareceria em caso de extrema importância e se surpreendeu ainda mais quando ele pediu para que Anne ficasse.
– Claro – sorriu tímida e se aproximou ainda mais de Tiago.
– Como já havia dito, as coisas no Ministério não vão bem. Alguns funcionários simplesmente desapareceram e houve a fuga em massa. E os dementadores não são confiáveis, por isso, vamos colocar aurores nas entradas do castelo. Quero que vocês tomem cuidado e qualquer coisa estranha avisem Neville ou Minerva, ok? – eles assentiram e Harry continuou – não mandem mais corujas, chamem o Monstro e deem ordens claras e diretas.
Deu um abraço em Alvo e beijou a testa de Lílian afirmando que precisava conversar com Anne e Tiago.
– Preciso saber exatamente o que Dumbledore lhe disse – falou sério.
A garota assentiu e contou tudo o que o ex-diretor havia lhe dito. Harry apenas prestava atenção e assentiu quando ouviu algo que realmente lhe preocupou.
– Você e sua família tem algum parentesco com os Malfoy, não? – pergunta o auror.
– Sim, minha mãe é prima de Draco – informa Anne.
– Preciso conversar com Draco, ele e a família também corre perigo se eu estiver certo.
– Pai – diz Tiago – você irá tomar cuidado, não? E minha mãe, ela está bem?
– Sua mãe foi avisar os seus avós e tios do que está acontecendo. E sim, vou tomar cuidado.
– Você tem alguma ideia de quem está por trás disso? – pergunta a garota.
– Não. Não pode ser Voldemort porque desta vez ele morreu mesmo, poderia até ser um dos Comensais da Morte, mas acho que nenhum faria o estrago que fez até agora.
– Voldemort tinha alguém especial, digamos, algum parente ou alguém que ele realmente se importasse? – Anne perguntou e Harry começou a rir.
– A ideia chega a ser engraçada. Voldemort não se importava com ninguém. Preciso ir. Qualquer coisa já sabem, chamem o Monstro. Se cuidem. Tiago, quero que fique com isso – lhe entregou a Capa de Invisibilidade – se qualquer coisa acontecer, leve os outros para a Sala Precisa, peça a passagem do quadro de Ariana e a siga até o final.
– Pai, eu não posso ficar com isso. É sua.
– Já lhe contei sobre As Relíquias da Morte? O terceiro irmão entregou a capa para seu filho.
– “E acolheu a morte como uma velha amiga” – citou Anne – Sr. Potter você não...
– Não – garantiu Harry – quero apenas que vocês fiquem seguros caso aconteça algo aqui. Eu sei que cuidar e eu já a usei demais, está na hora de você fazer isso, Tiago.
Notas finais
Se quiserem mandar uma recomendação....
Beijos.
Spoiler:
Hogwarts precisa de um novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, quem melhor para ocupar esse cargo que Teddy Lupin?
Sonhos nem sempre são apenas sonhos. Pudera ela estar errada?
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