Notas iniciais
Esse é o primeiro capítulo da minha história e eu realmente não sei se vai ficar muito legal ksalçksalç não sou muito criativa. Ah, e dedico especialmente pra diva da Jéssica Laufeyson sz

Quando o som irritante do despertador me acordou do sono profundo, percebi que já estava na hora de acordar e ir para o colégio, olhar pra cara de pessoas estúpidas mais uma vez. Levantei, coloquei minhas pantufas particularmente patéticas de porquinho e me dirigi para o banheiro.

Fiz a higiene matinal de sempre e tirei meu pijama para tomar um banho rápido. Sai do banheiro com uma toalha enrolada no corpo e uma na cabeça. Então, Fui até meu closet e escolhi uma roupa simples, porém bonita; afinal, eu estava indo para o colégio, não para a balada.

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Quando terminei de me vestir, saí do meu quarto em direção a cozinha para tomar meu café da manhã reforçadíssimo. Quando cheguei, lá estava a Sr. Sonia já fazendo-o.

– Bom dia, Srta. Reed ! — Disse ela com entusiasmo, trazendo meus waffles com cobertura de caramelo, café com leite e alguns biscoitinhos extras.

A Sr. Sonia sempre foi uma mãe pra mim, pois nunca tive uma. A minha morreu quando eu tinha quatro anos, o corpo dela foi encontrado na frente de um prédio. Decapitada. Mas enfim, Sonia trabalha pro meu pai há trinta anos, bem antes de eu nascer, então as vezes ela me conhece melhor do que eu mesma.

– Bom dia Sonia — respondi mal humorada, já sentada na mesa.

– Você está bem, querida ?

– Estou sim, só estou de saco cheio desse colégio cheio de gente medíocre. Quero mudar logo, não suporto as pessoas de lá.

– Isso é só uma fase, meu amor. Não se preocupe, esse é seu último ano no colégio e você não terá mais que ver essas pessoas que você não gosta.

– Que Zeus ouça suas palavras, não quero ver ninguém de lá na faculdade junto comigo, pelo amor.

– Tomara, querida. Agora vai logo pro colégio se não vai levar suspensão de novo e seu pai vai ficar uma fera como da vez que você se meteu em encrenca com a tal Jessie.

– Nem me fale dessa patricinha ridícula. Estou indo, até logo. — Dei um beijo de despedida na Sonia e me encaminhei até a garagem onde o carro estava estacionado e com Jack, o motorista, me esperando.

– Como vai, Srta. Clark ? — perguntou ele, muito simpático.

– Estou de mal humor — respondi.

– Já sei: pessoas do colégio, sua reclamação predileta.

– Acertou na mosca !

Depois disso, o diálogo acabou, pois fiquei ouvindo música e lendo ''Cheio de Charme'' pra ver se meu humor melhorava um pouco.

Cheguei no colégio atraindo olhares de todos por onde eu passava, não sei porque. O sinal bateu e entrei na sala.

Minha vida no colégio não é nada empolgante, então foi aquela chatice de sempre: Filosofia, Biologia, Física, Química e outras matérias não relevantes.

Quando eu estava no refeitório, na hora do intervalo, avistei de longe Jack com os olhos semicerrados, com certeza tentando me achar. Dei uma aceno e fui até ele.

– Srta., vamos para casa, seu pai está esperando para conversar com você. — disse ele com cara de quem sabia o que meu pai diria.

– Me conta Jack — disse eu, bufando.

– Não sei de nada, vamos logo Reed.

Segui ele até o carro no estacionamento e chegamos em casa depois de duas horas e meia, por causa desses engarrafamentos horrendos de São Paulo.

Quando entrei em casa, dei de cara com meu pai sentado em sua poltrona, de terno (como sempre, por causa de seu trabalho) aguardando minha chegada.

– Olá papai — disse eu, indo até ele, cumprimentando-o e sentando ao seu lado, no sofá enorme e aconchegante.

– Oi minha filha, que bom que você veio. Tenho uma notícia pra te dar — falou ele, me deixando ligeiramente curiosa.

– Ok, se prepara.

Notas finais
Espero que tenham gostado do primeiro capitulo (: Deixem sugestões, opiniões e comentem o que acharam. E fica no ar qual é a notícia ksaçlksalçksal Beijos carinhosos sz