Notas iniciais
Eu sei que não tem explicações por ficar tanto tempo sem atualizar a fic.. Eu estava escrevendo esse cap quando eu fui bloqueada no nyah, e ele simplesmente não queria sair. Minhas ideias vagavam na cabeça, mas na hora do papel não saía nada. Aos poucos eu fui conseguindo. Fui conseguindo escrever e o cap saiu hoje! Espero que gostem... ps: não tive tempo de revisar. Se tiver algum erro, depois eu arrumo!

Regina apertou seus braços sobre seu estômago. – Eu não estou entendendo David. – disse com falta de ar. – Essa dor, parece ser uma contração. – sussurrou com seus dentes cerrados. – Tá doendo, eu não quero perder os meus bebês. – ela disse antes da escuridão tomar conta de seu rosto.

Tudo acontecera de uma forma tão rápida que buscar qualquer tipo de explicação sobre o colapso de Regina parecia uma tarefa impossível de se conseguir. David não conseguia tirar de sua cabeça as palavras que Regina lhe falara antes de desmaiar. Ela havia mencionado algo sobre estar sentindo contrações antes de perder a consciência. Mas, sentir contrações estando tão no início da gestação não poderia ser um bom indício e isso o enchia de desespero. Tinha algo de errado nessa história. David se questionou enquanto cada vez mais chegava à conclusão de que havia algo de errado acontecendo com sua noiva. Tudo ao seu redor perdeu um pouco de seu contexto. As vozes alteradas não passavam de burburinhos inaudíveis e o mesmo aconteceu com as imagens que mais pareciam borrões que David não conseguia distinguir.

– Alguém chama uma ambulância. – disse Emma tomando uma iniciativa quando viu David desesperado segurando Regina desacordada. Certamente seu pai não conseguiria pensar em mais nada naquele momento. Em outra ocasião Emma se repreenderia por simplesmente cogitar a ideia de chamar David de pai, mas ali não era o momento para isso. Pelo seu olhar dava para notar a preocupação que ele sentia sobre o estado de Regina. – Diz que o atendimento é de urgência. – ressaltou a loira tentando colocar alguma ordem na confusão generalizada que tomou conta de todo ambiente. Todos queriam saber o que aconteceu com Regina e aquele caos certamente não faria bem para ela e nem para os bebês que ela esperava.

Em um momento Regina falava fracamente com David, e no outro ela já havia perdido a consciência. Ele não podia fazer mais nada, a não ser esperar a ambulância chegar, o que não era uma boa opção na altura do campeonato. Ele sabia que seu nervosismo estava nublando sua noção de tempo, porque parecia levar uma eternidade para o resgate chegar e atender Regina. David sentia um grande aperto em seu coração ao ver Regina, que conseguia ficar mais pálida ainda a cada instante que passava. Será que ela estava perdendo seus bebês? Ele não queria ter que pensar nessa possibilidade, não quando sua noiva ficaria deprimida se qualquer coisa desse errado durante sua gestação. Mas, era apenas nisso que ele conseguia pensar naquele momento. Na possibilidade de mais uma vez Regina sofrer a perda de alguém. Ele se questionava enquanto segurava o corpo desmaiado de sua amada junto de si e não a soltava em momento nenhum.

– Regina, por favor, reaja. – disse David enquanto deixava suas lágrimas escorrer por seu rosto. O loiro nem sabia como ele tinha conseguido balbuciar essas palavras para a morena. Cada palavra que passou por sua garganta arranhava e dava uma sensação dele estar sufocando em algo invisível e que fazia uma pressão em seu peito tornando todo o ar ao seu redor rarefeito. Doía para David ver Regina naquele estado e não poder fazer nada para evitar todo o sofrimento pelo que a morena passava. – Meu amor acorde! – passou as mãos pelo rosto de Regina e foi só naquele momento então que ele reparou no quanto a face da morena estava ardente. – Quanto tempo demorará? E essa ambulância que não chega nunca. – a cada instante sua voz conseguia soar mais preocupada. – Ela está ardendo em febre, e talvez esteja perdendo nossos bebês. – essa última frase fora dita de forma tão imperceptível que quase ninguém foi capaz de escutar. – Meu amor, seja forte que tudo dará certo. Seja forte por você e por essas crianças dentro de seu ventre. – nem ele tinha certeza de que tudo daria certo, mas ele se negava a pensar o contrário. Refletia enquanto as lágrimas escorriam sem reservas por seu rosto.

Um pequeno caos se instalara no salão de festas com o desmaio de Regina, e no meio de todos, David ainda segurava Regina inconsciente com força em seus braços, como se aquele simples gesto fosse fazer tudo ficar bem novamente. Em poucos minutos uma multidão começou a se aglomerar ao redor de David. Todos da cidade estavam preocupados com o que acontecia com a prefeita. Muitos ainda não tinham uma simpatia pela mulher, afinal esquecer tudo o que ela já havia feito no passado parecia ser bastante difícil. Porém, eles se sensibilizaram com a situação por qual Regina passava. Eles viram no rosto da mulher o desespero que ela sentia, tanto que Emma teve que agir para que os cidadãos se afastassem um pouco.

– Por favor, se afastem um pouco. – gritou Emma para quem ainda se amontoava em torno de Regina. E enquanto disse isso a loira atravessou o enorme salão chegando perto de seu pai. – Sei que muitos estão preocupados com a prefeita, mas ela precisa de espaço para poder respirar, o que não irá acontecer se todo mundo ficar a sua volta. – David, como ela está? – perguntou Emma demonstrando uma genuína preocupação.

– Ela... Ela não está reagindo a nenhum de meus estímulos. – gaguejou David fazendo um enorme esforço para se manter forte para Regina. Ela precisava dele mais do que nunca e ele não a deixaria sozinha em nenhum momento. Em seguida, David colocou seus ouvidos sobre um dos pulsos de Regina. – Seus batimentos também estão fracos e essa ambulância que não chega nunca. Eu estou preocupado com minha noiva. O que eu faço para ajudá-la? – questionou David desesperado olhando para Emma.

– David... – respondeu Emma dando uma leve piscada em seus olhos para afastar a sensação de dor que sentiu ao olhar para David. Ela estava ali como xerife e precisava agir o mais profissional que podia. Mas, não. Ela não podia agir indiferente. Ela precisava dar todo o apoio que ele precisava. Independentemente dela estar a trabalho ou não. – Eu tenho certeza de que tudo ficará bem. Regina é uma mulher forte e conseguirá se recuperar. – Emma consolou seu pai, e ela nem precisou falar muito para que ficasse claro que ela tinha aceitado a gravidez da noiva de seu pai. O olhar que ela direcionava a Regina era de pura preocupação, e mesmo sua família tendo uma estranha árvore genealógica, era no fim das contas as pessoas com quem ela se preocuparia. Ao ver Regina imóvel e sem reagir a qualquer estímulo foi que a realidade bateu em suas costas. Ela ajudaria a mãe adotiva de Henry em tudo o que ela precisasse.

– Minha filha, eu não sei o que irei fazer caso Regina perca esses bebês. – disse David para Emma. – Ela vai ficar tão desolada, tão deprimida. Quando tudo estava dando certo em sua vida pela primeira vez acontece algo que pode colocar em risco a felicidade da mulher que eu amo. – chorou David copiosamente.

– Não fale isso pai... Quer dizer, David. – consertou Emma se embaralhando com as palavras. A loira quis se bater por ter chamado David de pai. Não era porque ela não gostava de ter pais que a amassem, mas era porque Emma ainda não havia se acostumado com a ideia de ter uma família. Ela havia passado anos num sistema adotivo inútil e a imagem de uma família perfeita foi se esvaindo a cada vez que ela era devolvida ao sistema. Na verdade, tudo aquilo era conflitante para a xerife. Ela não sabia como agir, nem como falar com seus pais, e muito menos a forma como os chamaria, e em momentos de desespero, ela voltava a se sentir como uma garotinha novamente. Que passou a infância toda sonhando em ter uma família de verdade. E foi num desses momentos de desespero que Emma o chamou de pai.

David, provavelmente com sua mente bastante ocupada devido à preocupação com o estado de Regina, nem processou que Emma havia o chamado de pai. Se fosse numa outra ocasião um sorriso já teria brotado em seus lábios. Mas, naquele momento tudo o que se via em seu rosto era um misto de dor e tristeza.

– Você não pode ser tão pessimista. – disse Emma depois de ponderar um pouco que palavra de conforto falaria para seu pai. – Eu sei que essa situação não está sendo fácil, mas você tem que confiar que tudo dará certo. E pode crer que você não estará sozinho em tudo isso. Eu vou ficar ao seu lado e ajudar em tudo o que for possível. – completou Emma dando um leve sorriso para seu pai.

Sem saber o que fazer ou de que modo agiria para demonstrar ao seu pai todo seu apoio, Emma se aproximou de David e colocou suas mãos sobre os ombros de seu pai. Foi uma simples demonstração de afeto, mas foi o que o coração da xerife pediu que ela fizesse. Através daquele pequeno gesto, a loira desejava com tudo isso ser capaz de passar um pouco de conforto para o homem que estava desesperado com toda aquela situação.

A cada minuto que passava, David trazia o corpo de Regina para junto de si, numa tentativa de fazer tudo aquilo passar. Regina recobraria a consciência e tudo ficaria bem. Porém, infelizmente não era o que acontecia com a prefeita da cidade. Ela ainda continuava inconsciente. Depois do que parecia ser uma eternidade, mas que na verdade haviam se passado apenas alguns minutos, o barulho da sirene da ambulância logo podia ser escutado por todo o salão. David deixou soltar um pequeno suspiro, porque sabia que logo os paramédicos estariam chegando para atender sua noiva.

David ainda continuava com os seus braços envoltos ao redor de Regina. Ele não largou sozinha em nenhum segundo sequer, mesmo quando o resgate chegou para levá-la até a ambulância ele ainda estava lá para sua noiva. Parecia que David tinha medo de soltar sua noiva e algo ruim fosse acontecer a ela. Todos os paramédicos se mobilizaram para atender Regina da melhor maneira possível, e logo a morena fora colocada numa maca.

David queria imediatamente sair correndo para ir atrás de Regina, mas parecia que seu corpo não o obedecia. Todos os músculos de seu corpo tinham travado e o desespero tomou conta de seu corpo quando o loiro reparou numa mancha de vermelho no exato lugar onde segurava sua noiva desmaiada. Era o sangue dela que tinha manchado sua calça. Seu desespero só aumentava ao perceber que provavelmente acontecia o que ele mais temia. Regina estava perdendo seus bebês. David sentiu um aperto em seu coração e todos seus sentimentos pareciam serem postos numa montanha russa e giravam sem ter uma direção estipulada o desnorteando completamente. Num impulso ele se colocou de pé e correu atrás dos paramédicos que levavam Regina para ambulância. Ele só não conseguiu cumprir seu objetivo porque ele sentiu duas mãos o impedindo. Era Emma que não o estava deixando ir junto à ambulância.

– Emma... Me solta! Eu preciso ir atrás da Regina. — disse completamente ofegante pelo esforço que ele fazia para se desvencilhar das mãos fortes que o agarraram. – Ela não pode ficar sozinha. Ela precisa de mim.

– Eu sei que ela precisa de você. Porém, ela precisa que você esteja bem. Você pode estar tudo neste momento, mas bem não seria a palavra mais correta para te definir.

– Ela não pode ficar lá sem mim. Eu não quero ficar separado dela. – chorava David fazendo força para conseguir ir atrás de Regina. –Eu quero segurar suas mãos em todos os momentos. Eu quero estar com minha noiva. – Emma afrouxou o controle que tinha sobre David assim que ela viu as portas traseiras da ambulância ser fechadas e o veículo sair em alta velocidade em direção ao único hospital de Storybrooke.

– Vamos David... Eu irei te levar para o hospital na viatura da delegacia. Vai ficar tudo bem, afinal o amor sempre vence né? – comenta Emma com David dando um tímido sorriso. O loiro nada fala e apenas a acompanha até a viatura. O silêncio os acompanhava durante todo o trajeto e o olhar de David parecia perdido olhando através das ruas da cidade, apenas pensando no estado de sua noiva. –Sobre o amor superar todas as dificuldades é o que eu tenho aprendido todos os dias desde que eu coloquei os meus pés em Storybrooke. Eu sempre fui relutante em minha vida com as coisas que eu não podia explicar e eu poderia dizer que o amor estava incluído nesse pacote. Mas, Henry sempre me mostrou o quão poderoso e milagroso o amor pode ser. E era tudo verdade. Eu acordei Henry depois que ele comeu a torta de maçã e quebrei a maldição. Foi tudo por causa do amor. E amor de vocês será o suficiente para superar todas as barreiras.

David nada falava, apenas deixava suas lágrimas escorrer por seu rosto. A sensação de aperto em seu peito estava presente por todo o trajeto e não dava trégua em momento nenhum.

– David... – disse Emma novamente tirando o loiro de seu transe. – Você pode ficar com raiva de mim agora. Mas, depois você verá que eu fiz o melhor para Regina nesse momento. Você estava muito abalado para acompanhá-la na ambulância. Se ela recobrasse a consciência e te visse debulhando em lágrimas não iria fazer nenhum bem para ela. Regina poderia se estressar ainda mais e não faria bem para os bebês. – Emma parou o carro na entrada do hospital e o abraçou e deixou que David chorasse o que ele precisava colocar para fora naquele momento.

– Bebês? – questionou David pela primeira vez desde que ele tinha entrado com Emma dentro do carro. – Mas, como? Ninguém sabe ainda sobre a gravidez de gêmeos da Regina.

– Foi Henry... – começou Emma timidamente. – Ele está realmente animado com a gravidez da mãe.

***

– Emma... – gritou Henry da sala. O menino já estava vestido em seu smoking e esperava Emma que parecia que nunca ficaria pronta. Eu não quero me atrasar para a inauguração da faculdade de Storybrooke. Será que você pode se arrumar mais rápido? Até parece que você irá usar um vestido. Eu já sei que estará vestindo o mesmo casaco de couro de sempre.

– Garoto... respondeu Emma de seu quarto. Até parece que essas inaugurações começam na hora certa. Sempre atrasa. E além do mais o povo vai mais por causa da comida de graça.

– Emma, será que você só pensa em comida? resmungou Henry como resposta para sua mãe. Eu quero ver minha mãe e ver como ela está. Eu tenho que mimá-la durante a festa e garantir o bem estar de meus irmãozinhos.

– Como assim dois irmãozinhos Henry? E não tente me enganar que eu te escutei muito bem. questionou Emma para seu filho.

– Eu... gaguejou Henry. Eu me enganei. Na verdade é apenas um bebê que ela está esperando.

– Henry, eu posso ver quando alguém está mentindo e sua mentira não está colando comigo.

***

– Eu preciso saber como está Regina. — disse David com voz trêmula. – Eu tenho tanto medo do que pode acontecer com ela. – sai desesperado do carro.

– David, espere... – interrompeu Emma. – Eu vou com você. – concluiu com um sorriso genuíno em seu rosto.

– Você tem certeza? Digamos que antes você não tinha aceitado bem sobre a gravidez dela. – comentou de forma rápida, afinal ele não queria forçar Emma a aceitar a gestação de Regina.

– Eu tenho certeza. Eu posso ter reagido mal quando eu soube da notícia, mas eu reparei que eu estava sendo injusta com você, com Regina e com esses bebês que nem nasceram ainda. E boa parte disso é sempre a minha dificuldade de aceitar mudanças em minha vida. Mas, eu percebi que eu quero fazer parte disso tudo. Eu quero ser uma irmã presente para os meus irmãos. – concluiu Emma dando um abraço em David.

– Emma, essas suas palavras não tem preço para mim. Eu queria ter alguém da família por perto para me ajudar agora. Está doendo tanto não saber o que poderá acontecer com Regina e os bebês. – gaguejou com os soluços que saíram de sua boca. Eles ainda estavam parados na entrada do hospital, ainda com os corpos colados num abraço de pai e filha que dizia mais do que palavras que pudessem ser ditas.

***

– Eu estou preocupado. – disse David andando de um lado para o outro na sala de espera do hospital. – Regina está lá dentro por horas e ainda não teve nenhuma notícia. Nada que aliviasse meu coração dessa angústia que ele está sentindo.

– Se eles ainda estão lá com ela é porque ela precisa deste atendimento. Assim que saberemos se está tudo bem com meus irmãozinhos. — respondeu Emma com uma lágrima caindo em seu rosto. – Você verá que esses bebês nem nasceram ainda e já são fortes e estão lutando pela vida.

– Eu queria estar tão seguro sobre tudo isto que está acontecendo. Mas, é tão difícil estar sentado nessas cadeiras e ver médicos e enfermeiros entrando e saindo de lá e eu não receber nenhuma notícia sobre Regina. Ela tinha me dito mais cedo que ela estava com um mau pressentimento. Eu até cogitei ela não ir para o trabalho, mas ela preferiu ir para a prefeitura. Se eu tivesse impedido nada disto aconteceria.

– David, nada disto é culpa sua. Não adianta você se culpar por algo que iria acontecer. Daqui a pouco Dr. Whale nos dirá o que está acontecendo. – Emma pousou seus braços sobre o ombro de David para tentar lhe confortar. Ela ainda não se sentia segura sobre como iria agir perto de David, mas a loira sentia que seu pai precisava daquele carinho. – Vamos até a cafeteria um pouco. Você precisa comer alguma coisa senão logo a paciente do hospital não será apenas Regina.

– Eu não consigo pensar em comida agora. Não tenho nenhuma fome e só de pensar em comer qualquer coisa me embrulha o estômago. Eu irei estar sentado aqui e esperar o tempo que for preciso.

– David, eu estou preocupada com você. Quem irá cuidar de Regina se você estiver em outro quarto deste hospital desidratado ou com alguma outra doença causada pela sua recusa em comer.

– Emma, eu já disse que eu não... – David fora interrompido por Whale que saiu do quarto com uma expressão cabisbaixa. – O que está acontecendo com Regina? E os bebês? Como eles estão? – David encheu o médico de perguntas.

– No momento conseguimos estancar a hemorragia de Regina... Mas, ela ainda corre o risco de perder os bebês. Ela perdeu muito sangue. Foi uma hemorragia severa. Eu nunca vi um caso como esses em todos os anos que exerci a profissão. – o médico tomou uma respirada profunda e prosseguiu com sua explicação. – Normalmente quando ocorre um aborto espontâneo é porque o feto não conseguiu se desenvolver perfeitamente...

– Aborto espontâneo? — questionou David sentando-se e colocando suas mãos sobre a cabeça. – O que está acontecendo com Regina? E por favor, quero que seja honesto comigo. – David disse essas últimas palavras olhando profundamente para Whale.

– Bem, como eu estava dizendo quando ocorre um aborto espontâneo é quando um feto não consegue se desenvolver perfeitamente. Mas, analisando todo o caso de Regina não é isso que está acontecendo. A hemorragia não aconteceu por causa dos fetos, e foi como se o útero dela estivesse querendo expulsar os fetos. Ainda não sabemos como aconteceu isso tudo porque os resultados dos exames de sangue ainda não ficaram prontos e eu tinha que agir o mais rápido possível para conter o sangramento e tentar salvar a vida dos bebês.

–Mas, eles estão bem? Regina e meus bebês? – David parecia uma criança assustada temendo pelo futuro daqueles que amava e que estavam vulneráveis naquele quarto de hospital.

– Por enquanto conseguimos conter essa estranha hemorragia. Mas, tudo pode mudar de uma hora para outra. Toda essa perda de sangue deixou Regina vulnerável e pode ser que os bebês não passem dessa noite. Sinto muito David. – concluiu Whale olhando para o chão.

Notas finais
O que acharam? Não me matem por favor!!!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.