Notas iniciais
Yo. Mais um capítulo galerinha :3 Está chegando ao fim ;( E por isso... Pretendo adiantar o próximo capítulo. O Último lançamento desta Fic não sairá na próxima quinta... Não sei bem que dia ele sairá, mas fiquem ligados... Amanhã pode haver um novo capítulo. Já disse coisas demais... Curtam este capítulo '='

Luan retorna o olhar para mim. – Continuando, eu trouce todas as pessoas que são importantes para nós, todos que nos amam e que nós amamos para lhe pedir uma coisa. Guilherme Rodrigues da Silva você aceita se casar comigo? Ele diz abrindo a pequena caixa que trás em sua mão, revelando nela duas alianças de ouro encrustadas com diamantes.

– Luan, ai meu deus... Eu... Eu... Eu aceito.

Ele se levanta e me abraça e depois me beija. As pessoas no quarto e no corredor gritam. Mas nós nos esquecemos de tudo e todos e ficamos ali, nos beijando por alguns minutos. Nós paramos de nos beijar e ficamos nos olhando sem acreditar no que estava acontecendo ele pega minha mão e coloca aliança em meu dedo, ele me entrega a dele, eu seguro a aliança puxando sua mão e a coloco em seu dedo. Mesmo não sendo um casamento legal, por não estar no papel ainda assim vale, temos testemunhas e não precisamos de um pedaço de papel para mostrar que estamos juntos, nosso amor vale mais do que qualquer outra coisa.

Amigos, parentes e até os enfermeiros e enfermeiras veem nos cumprimentar e dar os parabéns pelo casamento desejando felicidades. Um primo de Luan trás uma mesa com um bolo de casamento enorme. As pessoas se servem enquanto eu e Luan conversamos por algumas horas.

Vai caindo à noite e as pessoas vão se despedindo e voltando para suas casas, os enfermeiros, enfermeiras e médicos também vão se retirando até que só eu e Luan ficamos no quarto. Nós conversamos até ficar de madrugada, ele estava evidentemente cansado e adormece no sofá. Apesar de eu estar cansado também estava muito inspirado e ainda surpreso com tudo o que ocorreu no dia. Pego meu diário e começo a escrever sem parar, quando percebo já esta amanhecendo, olho para tudo que escrevi e noto que já estava doze do meu diário. Algo dentro de mim me diz que estou chegando ao fim de minha vida. Coloco o diário dentro da gaveta no armário e me ajeito para dormir.

Acordo e olho para o relógio já são três horas da tarde, olho para o sofá para ver se Luan ainda estaria ali, mas ele já não estava lá. Pego meu diário novamente e volto a escrever sentindo uma angustia no peito, reservo as três ultimas folhas do diário para as dedicatórias e agradecimentos deixando a ultima página para minhas ultimas palavras.

Começo a escrever o decimo terceiro capítulo do diário, já sabendo que seria o ultimo e relatando o meu casamento.

Luan entra no quarto com uma bandeja de almoço. – Bom dia meu amor. Ele diz colocando a bandeja no armário ao lado da cama e dando-me um beijo de bom dia que no caso seria de boa tarde.

– Ai Luan, não precisava. Digo olhando para ele.

– Não diga nada e coma, fui eu mesmo que preparei para você, afinal eu tenho que cuidar do meu marido né.

– Como você é fofo, tá vou comer, pois foi você quem preparou.

– Quando vou poder ler o seu diário?

– Você será o primeiro a ler quando estiver pronto.

– E fala sobre mim?

– É claro, como não iria falar do meu crush que se tornou meu marido?

Ele ri enquanto olha para seu relógio de punho. – Amor você não foi trabalhar, isso não vai dar problema no seu trabalho?

– Eu tenho que ficar com vo...

– Não precisa ficar o tempo inteiro aqui, você pode me visitar quando quiser, mas precisa trabalhar também.

– Tudo bem amor, então eu vou, mas já sabe se houver problemas não hesite em me contatar.

– Eu vou ficar bem, e se acontecer alguma coisa eu irei lhe ligar.

Ele me da um beijo e sai fechando a porta. Uma enfermeira entra para recolher a bandeja do almoço e me preparar para o banho.

– Você tem muita sorte. Ela diz enquanto abre a torneira da banheira.

– Sorte? Por quê?

– Seu marido é realmente incrível, ele ficou aqui a noite toda preparou uma festa de casamento para você e ainda fez seu almoço.

– Ele é realmente incrível, eu gostaria de ter mais tempo para ficar com ele, mas sei que estou chegando ao fim de minha vida e apesar de saber disto eu sou grato a ele e a todos, sei que aproveitei bem minha vida, a única coisa de que me arrependo é de ter brigado com ele, mas hoje esse arrependimento foi anulado, por que ele me perdoou e me deu toda a felicidade de se casar antes de morrer.

– Não diga isso, você não irá morrer. Você está bem agora. Mais alguns poucos dias você já estará em sua casa com seu marido.

– Eu gostaria muito que suas palavras fossem verdade.

Ela me ajuda a levantar da cama e me acompanha até a banheira. A pedido meu ela se retira do banheiro fechando a porta atrás de si e deixando-me sozinho para tomar banho. Tiro meu avental hospitalar lentamente e com cuidado por causa das dores no corpo e na cabeça, penso estar nu, mas logo percebo que estou de cueca por de baixo do avental, me inclino para retirar a cueca, mas antes que possa fazê-lo uma pessoa entra no banheiro pela porta logo atrás de mim e a fecha. É Luan, ele acaricia meu corpo e segura minhas mãos, beija meu pescoço com carinho, assopra minha nuca fazendo-me ficar arrepiado. Ele põe a mão em minha coxa e sobe até a altura da cintura, coloca a mão em minha cueca e desce devagar até tira-la completamente. Ele me ajuda a entrar na banheira com cuidado, eu agradeço.

Ele se vira para a porta e a tranca, em seguida tira seus sapatos enquanto eu o observo, ele puxa a gravata para tira-la, ele se senta na cadeira ao lado da banheira onde os enfermeiros se sentam para ajudar os pacientes a tomar banho, vai tirando as finas meias, lentamente. Volta a ficar de pé para tirar o terno, ele o tira olhando para mim, coloca o terno no encosto da cadeira e começa a desabotoar sua camisa social lentamente sensualizando para mim, desabotoa sua calça social e a tira colocando-a junto com sua camisa social em cima da cadeira, fica de costas para mim e aproveitando tira sua cueca devagar até que seus glúteos estejam completamente à vista, desce a cueca até os pés e a tira, colocando junto ao resto de sua roupa. Ele se vira e entra na banheira atrás de mim, acaricia minhas costas e me abraça delicadamente para não fazer doer os meus machucados. Pega a esponja e a ensaboa, passa cuidadosamente em minhas costas a limpando, desce lentamente meus braços ensaboando-os, passa a esponja em meus peitos e barriga descendo delicadamente minhas coxas, ele se levanta da banheira e passa para a minha frente. Pega minhas pernas e a coloca sobre as dele, continua esfregando com a esponja minha canela e desce até meu pé direito que leva até seu rosto e da um leve e delicado beijo, depois segue passando a esponja em ambos os pés. Levanta-se novamente e se põe de joelhos em minha frente inclinando-se para me beijar, beija minha boca apaixonadamente enquanto acaricia meu corpo delicadamente. Ele pega a mangueira da banheira e me enxágua alisando meu corpo. Molha meu cabelo deixando a água escorrer em meu rosto. Volta a me beijar apaixonadamente puxando-me para colocar-me sobre suas pernas. Era evidente que ambos estávamos preparados para fazer sexo. Ficamos por um tempo dentro da banheira nos acariciando e nos amando, ele sussurra em meu ouvindo que estava com saudade das nossas noites e não podia mais segurar o excitação que sentia por mim e o seu desejo de se deitar comigo. Ele acaricia minhas coxas e coloca-me sobre suas coxas nuas penetrando-me e fazendo-me explodir em prazer, algo que eu não sentia há muito tempo. Faz-me cavalgar em seu colo sua expressão de prazer é animadora, fico completamente excitado e perdido em prazer. Ele beija meu pescoço, tira-me de seu colo deixando de me penetrar. Ele estica minhas pernas na banheira e senta em minhas coxas, morde minha boca suavemente, mordisca minha orelha elevando meu prazer. Sente em meu pênis fazendo-me penetra-lo profundamente, ele mergulha em prazer e começa a cavalgar em meu colo freneticamente, mergulhado em prazer sua expressão visual de olhos fechados rosto sereno com a cabeça levemente caída para trás com pela segurança e harmonia deixando transparecer o pleno prazer que sentia naquele instante. Ele se masturba enquanto cavalga em meu colo. Nossos prazeres se elevam juntos, ejaculamos juntos e nossos rostos não negam o orgasmo que tivemos, ele me abraça, ofegante tenta pronunciar algumas palavras e então sussurra em meu ouvido. – Isso foi bem melhor do que eu imaginava.

– É realmente foi muito bom, eu pude sentir como se um arco-íris tocasse meu coração. Respondo-lhe também ofegante. – Foi como se eu chegasse ao topo de uma montanha russa com uma queda de cento e setenta metros, e despencasse lá de cima. O frio na barriga e logo o prazer que faz suas pernas ficarem bambas.

– Você tirou as palavras de minha boca. Ele diz enquanto um sorriso suave instala-se em seu rosto.

– Bem, pode chegar alguém é melhor nos vestimos e irmos para o quarto.

– Você não precisa temer, eu tranquei a porta do quarto e pedi não incomodassem. Sem falar que nós somos casados e ninguém ousaria atrapalhar um casal em sua lua de mel.

– É verdade, mas não podemos deixar de lembrar que estamos num hospital e não podemos atrapalhar o trabalho dos enfermeiros e também pode chegar visita como seus pais ou os meus.

– Tudo bem, vamos para o quarto, mas hoje eu vou dormir aqui. E quando você sair desse hospital nós viajaremos para a Ilha Marieta é um paraíso com uma praia escondida você vai gostar.

–... Se você diz... Amor, você e eu sabemos que não tenho tanto tempo de vida como todos pensam, nós estamos nos iludindo. Eu amo você e eu sei que você me ama e que teríamos uma vida maravilhosa, juntos, mas eu sei da certeza de que meus últimos dias serão aqui dentro deste hospital.

– Não diga isso, por favor, você não está mais em coma e os médicos já disseram que você está saudável e que apesar das dores não apresenta problemas algum, nem ao menos fraturas. Então pare de dizer que irá morrer, por que, você e eu nos casamos e teremos filhos e netos.

– Você é tão lindo, eu entendo suas esperanças, mas não posso mudar meus pensamentos, porém não vou mais falar sobre isso irei apenas aproveitar o tempo que me cabe junto a você.

Ele se levanta e me puxa para ajudar-me a levantar, saímos da banheira, ele pega a toalha e me seca, logo depois começa a se secar enquanto eu o observo fazer movimentos suaves enquanto desliza a toalha em seu corpo nu. Ele pendura a toalha no gancho e me ajuda a por minha cueca e avental, depois pega suas roupas e as veste ficando deixando apenas os pés descalços. Saímos da suíte e entramos no quarto. Ele me leva até minha cama e liga a televisão, deita-se junto a mim na cama do hospital e quando me dou conta adormecemos. Dormimos por quatro horas, olho no relógio e já são onze horas da noite, ele ainda estava dormindo, mas acaba acordando também.

– Nós dormimos? Ele pergunta com a voz de quem acaba de acordar

– Sim, mas descanse, passe a noite aqui hoje. São onze horas da noite o hospital já foi fechado não há como você sair. Todos os sábados o hospital fecha as onze diferente dos outros dias que é vinte e quatro horas. Explico a ele sobre as regras do hospital, afinal eu já havia feito um curto estagio como atendente neste mesmo hospital. – Durma, amanha depois das dez horas da manhã já estará aberto, e então você poderá ir.

– Mesmo que estivesse aberto agora, eu não iria, até porque não há nada melhor do que estar aqui com você.

Ele me abraça e voltamos a dormir na cama do hospital.

O despertador toca acordando-me. Sinto o cheiro de Luan, com minha cabeça encostada sobre seu peito nu. Olho para ele esticado na cama do hospital abraçando-me. Estico-me na cama para dar-lhe um beijo de bom dia, beijo sua boca macia delicadamente procurando não acorda-lo. Olho sob o pano que nos cobre e para minha surpresa estamos nus, sei que não fui dormir nu e não me recordo de ter acordado no meio da noite para tirar a minha roupa e nem a dele.

Ele acorda e olha para mim, me da um beijo de bom dia seguido de um abraço apertado, fazendo com que nossos corpos nus se encostem ainda mais.

– Bom dia amor. Ele diz com uma voz rouca de sono

– Bom dia príncipe. Posso fazer-lhe uma pergunta?

– Pode... Mas não garanto a resposta. Responde ele sorrindo

– Você por acaso, teria levantado no meio da noite enquanto dormíamos e tirado nossas roupas?

–... N-Não... Responde ele desviando o olhar para o canto superior esquerdo de seu olho.

– Não minta para mim, só há duas pessoas neste quarto; eu e você e, eu sei que não levantei parar tirar as nossas roupas. Digo eu, rindo. – E posso até não ter tanta experiência para identificar uma mentira, mas tenho o suficiente para saber que quando uma pessoa mente seus olhos desviam o olhar para o canto superior ou inferior esquerdo de seu olho, como se o mesmo buscasse inventar uma mentira.

– Tudo bem, você me pegou fui eu. Eu queria sentir sua pele encostando-se à minha enquanto dormíamos, foi tão bom o momento que tivemos ontem que eu não quero mais me afastar de você nem mesmo parra dormir.

– Você é lindo e fofo, mas teremos mais alguns momentos como aquele antes... Digo, teremos mais momentos como aquele.

– Eu sei que seu pensamento não mudou em relação a sua vida, mas eu tenho certeza de que logo teremos uma lua de mel de verdade. Você está mais que bem e daqui algumas semanas terá alta deste hospital.

– Você sabe o que eu penso e sabe que eu gostaria de pensar como você, mas não consigo, porém não preciso de mais nada além de você, aqui comigo.

O enfermeiro bate na porta trazendo-me meu café da manhã, peço-lhe que aguarde alguns instantes. Luan se apressa em vestir-se, eu visto minha cueca meu avental que estavam em cima do sofá próximos a roupa de Luan enquanto isso o enfermeiro tenta espiar pela pequena janela na porta do quarto. Visto-me e verifico se Luan está apresentável e então caminho em direção à porta para destranca-la. O enfermeiro entra no quarto perguntando-me o motivo que me levara a trancar a porta, reflito buscando uma mentira, somente para não deixar mal explicada a sua pergunta e gerar rumores, mas antes que pudesse pensar em algo bom Luan toma a dianteira da situação e para minha surpresa ele resume e se livra de uma explicação longa com poucas palavras; e essas foram: Você sabe não é? Não quer que eu explique e entre em detalhes...

– Não, entendi, desculpe qualquer coisa. Ele responde envergonhado

O enfermeiro se retira do quarto e Luan se senta no sofá para colocar seus sapatos. – Você já está de indo?

– Eu vou a minha casa e logo estou de volta não se preocupe.

– Tá bom, mas volte mesmo.

– Claro meu amor, você acha que eu deixaria você aqui sozinho? E num domingo?

– Tudo bem então.

– Tchau. Ele se despede beijando minha boca e sorri

– Tchau.

Ele sai fechando a porta do quarto. Volto para a minha cama e tomo meu café da manhã. Termino meu café da manha e coloco a bandeja no trolley. Pego meu diário dentro da gaveta e apanho a caneta sobre o armário ao lado da cama, passo a escrever por horas o diário, a cada palavra uma gota de minha vida vai sendo descrita naquelas folhas brancas com finas linhas negras. Quase chegando ao final do capítulo de numero treze de meu diário sou interrompido pero barulho da porta, Luan retorna ao hospital, ele trás em sua mão uma garrafa de vinho tinto suave, e na outra, duas taças de cristal. Ele as coloca sobre o trolley e vai em direção ao pequeno frigobar no canto do quarto ele o desconecta da tomada, arrasta o frigobar e o sofá para deixa-los mais próximos à cama, ele reajusta a altura da cama fazendo-a ficar na altura do sofá. Ele conecta o frigobar a tomada e coloca o vinho dentro do mesmo. Ele acena para mim pedindo que eu aguarde e novamente se retira do quarto deixando-me sozinho perante aquele cenário. Aproveito o momento e guardo o diário e a caneta dentro da gaveta do armário. El volta com mais um trolley, com duas bandejas, ambas tampadas escondendo o conteúdo. Ele estaciona o trolley ao lado do outro e caminha em direção à porta e a tranca.

Ele volta e senta-se no sofá acomodando-se, apanha o vinho no frigobar e o abre, serve o vinho nas duas taças e entrega uma em minha mão. – Sei que não é um restaurante sofisticado e fino como você gosta, mas você é especial para mim e quero que sua estadia seja a mais confortável possível, então não quero que diga nada, apenas aproveite.

Ele destampa as bandejas em cima do trolley e revela um belíssimo Maccheroni con salsa.

Macarrão com molho.

Nós conversamos enquanto comemos e bebemos o vinho de ótima safra. A noite cai e logo e ficamos com sono, ambos demasiadamente embriagados. Luan começa a tirar suas roupas e fica nu, ele me abraça e tira meu avental jogando-o em cima do sofá, beija meu pescoço fazendo-me arrepiar. Ele desce minha cueca e a tira com a boca a joga junto às outras roupas e sobe minha perna beijando-a até chegar a minha boca, nos beijamos e deitamos na cama. Apagamos as luzes e deixamos acontecer... .

Acordamos na manhã de segunda-feira, nus, cobertos por um fino lençol, Luan lembra-se de que tem que ir trabalhar e então se apressa em sair. Ele me beija e diz que mais tarde estará de volta e então destranca a porta e sai fechando-a. A enfermeira que cuidava de mim no sábado entra e me pergunta sobre meu banho de banheira no dia em questão, eu poupo-me em respondê-la e apenas lhe digo que fora o melhor banho que tomei na minha vida. Ela balança a cabeça assentindo. Ela recolhe os trolleys e sai fechando a porta.

Pego o diário dentro da gaveta, já cheio de ideias novas para colocar no diário e se pensava que já tinha chegado ao fim me enganava, paro por alguns segundos e me dou conta de que o final daquele diário marcaria minha morte, a história acabaria somente no momento que eu morresse então seria como meu ultimo recado ao mundo.

Notas finais
*u* Espero que tenham gostado tanto quanto eu *-* Deixem seus comentários, eu gostaria muito de saber o que pensam. Obrigado pela escolha o/